16/09/2026
ACTIVISTA ALFREDO LEDI, ALERTA O ENGENHEIRO MAURÍCIO GIMBI QUE ESTE É O MOMENTO DE VOLTAR NA SUA TERRA NATAL, RDC, PARA CONTINUAR A PROMOVER O TRIBALISMO.
Ultimamente as declarações proferidas por Engenheiro Maurício Gimbi, numa live onde acusava a Governadora Provincial de Cabinda, Suzana Abreu, de estar a promover tribalismo em Cabinda, tem estado a gerar repercussões nas mídias digitais.
Para muitos internautas defendiam que o Engenheiro reagiu com toda sua razão e para outros defendem que quem está ou quer promover o tribalismo em Cabinda é próprio Maurício Gimbi.
Numa entrevista exclusiva à REDE TCHIOWA nesta segunda-feira, 14 de Setembro de 2026, o activista Alfredo Ledi, e membro da Associação para o Desenvolvimento da Cultura dos Direitos Humanos, ADCDH, alertou o Maurício Gimbi, que este é o momento de o engenheiro regressar na sua terra natal, isto é, Muanda, República Democrática do Congo, RDC, para sim continuar a promover tribalismo, defendendo que os cabindenses não querem indivíduos que pretendem criar a instabilidade da Província.
Segundo Sebastião Muanda, que também é activista e membro da ADCDH, disse que "Pagimi" é o nome do Maurício Gimbi antes da sua entrada na República de Angola em particular na Província de Cabinda.
Sebastião Muanda, avançou ainda que o Maurício Gimbi, esteve mal nas suas abordagens, e aproveitou a ocasião para aconselhar as administradoras dos municípios de Liambo e Ngoio, a manterem calma, porque o "Pagimi" queria ou quer atingir o Administrador Municipal de Cabinda, Luís Avelino Yebo, por este ser Muyombe, administrando o Município mãe, afirmando que tudo está claro que afinal de contas o tribalista é o Maurício Gimbi.
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