29/04/2026
grupo jihadista JNIM, ligado à Al-Qaeda, declarou nas últimas horas que cercou Bamako, capital do Mali, e passou a exigir a rendição do governo liderado por Assimi Goïta. A afirmação circula em canais ligados aos insurgentes e indica uma escalada significativa do conflito no país.
Até o momento, não há confirmação independente de que a capital esteja efetivamente cercada. Autoridades malinesas não reconheceram o cerco, mas fontes de segurança relatam aumento de ataques coordenados e pressão em regiões estratégicas próximas à cidade.
A ofensiva ocorre em meio à reconfiguração da defesa do Mali, após a retirada das tropas francesas e o aprofundamento de parcerias com a Rússia. Mesmo com mudanças no apoio militar, os grupos jihadistas mantêm capacidade de atuação e ampliam sua presença territorial.
O cenário é de alta tensão e evolução rápida. A situação em Bamako segue incerta, com risco de novos confrontos nas próximas horas e impacto direto na estabilidade do país.