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05/08/2026
O nome deste jovem é Luís da Silva Francisco, mais conhecido como DJ Fenitão e chamado com carinho de Dadinho pela famíl...
04/08/2026

O nome deste jovem é Luís da Silva Francisco, mais conhecido como DJ Fenitão e chamado com carinho de Dadinho pela família, nasceu a 12 de dezembro de 1990, no bairro Golf, em Luanda.
Desde pequeno já era apaixonado por música, sempre a acompanhar os irmãos DJs, principalmente o Yolando, e o primo Africano da Silva, que foram quem lhe despertaram o sonho de seguir o mesmo caminho. Mais tarde, quando se mudou para o bairro Sapú, formou-se em Ciências Físicas e Biológicas e fez especialização em Som e Captação de Áudio no SEFOJOR. No bairro Sapú conheceu o DJ Muxima, um encontro que marcou a sua vida: foi acolhido como um filho, aprendeu ainda mais na área de engenharia de som e acabou por conseguir uma vaga na Rádio Escola. Depois disso, entrou para a equipa da Rádio MFM, onde participou em programas muito ouvidos como Estado da Nação de João Pinto, programa do Jójó e programas Bombástico. Também ajudou a dar visibilidade a vários artistas angolanos, tornando-se uma figura importante nos bastidores das rádio.

MORTE

Em agosto de 2019, começou a sentir-se mal, com dores fortes e febre. Mesmo depois de vários exames e tratamentos, o seu estado foi piorando. Chegou a ser internado no Hospital do Prenda, mas acabou por falecer na noite de 28 de agosto de 2019, vítima de febre tifoide, deixando um grande vazio na família, nos amigos e em todos que o admiravam.

DJ Fenitão partiu cedo, mas o seu talento, a dedicação à música e tudo o que fez para ajudar a crescer outros artistas continuam vivos.

As pessoas passam mas as obras ficam.
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O nome deste jovem é Luís da Silva Francisco, mais conhecido por DJ Fenitão. No seio da família, era tratado pelo apelid...
26/07/2026

O nome deste jovem é Luís da Silva Francisco, mais conhecido por DJ Fenitão. No seio da família, era tratado pelo apelido de DADINHO. Nasceu no dia 12 de dezembro de 1990, na Rua 4, Subzona 13, do bairro Golf, em Luanda.

Durante a infância, viveu no bairro Golf1, onde cresceu nos anos 2000. Em 2010, os seus pais mudaram-se para o bairro Sapú, mais concretamente para a zona da Encoal, e DJ Fenitão decidiu acompanhá-los.
Desde criança, acompanhava os seus irmãos, que animavam festas como DJs. Foi nessa convivência que nasceu a sua paixão pela música. Sempre que o seu irmão Yolando e o seu primo Africano da Silva ensaiavam em casa, ele fazia questão de estar presente, observando atentamente e demonstrando grande vontade de aprender.

No bairro Sapú, DJ Fenitão concluiu o Ensino Médio no Colégio Bom Deus "Puniv", no curso de Ciências Físicas e Biológicas. Paralelamente aos estudos, frequentou várias formações técnicas no SEFOJOR, nas áreas de Som e Captação de Áudio.
Antes de ingressar na RÁDIO ESCOLA, DJ Fenitão trabalhava como DJ e técnico de um estúdio de captação musical localizado no bairro Sapú, na Rua Direita da Macon, por detrás da Divina. O estúdio pertencia ao DJ MUXIMA.
Como já foi referido, o sonho de ser DJ acompanhava-o desde a infância. Os seus irmãos ensinaram-lhe os primeiros passos na arte de tocar e de trabalhar com computadores. Mais tarde, conheceu o DJ Muxima, que o acolheu como um verdadeiro filho no estúdio. Foi ele quem lhe transmitiu os conhecimentos práticos sobre captação e produção de som, permitindo-lhe aperfeiçoar a formação técnica que já possuía e tornar-se um excelente engenheiro de som.
Nesse estúdio, DJ Fenitão trabalhou com vários profissionais da área, entre eles DJ Nicolau, DJ Pakelé, DJ Bruxo, DJ Mu e DJ Coração, além de muitos outros.

Na mesma época, DJ Muxima colaborava como técnico de som em várias rádios. Certo dia, uma dessas emissoras precisava, com urgência, de mais um técnico de som. Recordando-se da competência de DJ Fenitão e sabendo da sua formação no SEFOJOR, DJ Muxima indicou-o para ocupar a vaga. A indicação contou também com o apoio dos colegas do estúdio.
Foi assim que DJ Fenitão ingressou na Rádio ESCOLA, onde assumiu o cargo de engenheiro de som, trabalhando no programa Bombástico.
Após cerca de dois a três anos de trabalho, foi convidado, por indicação de Bruno Reis, a integrar a equipa da Rádio MFM. Nessa estação, colaborou inicialmente no programa Estado da Nação, apresentado por João Pinto. Posteriormente, passou a trabalhar com Jojô, no programa Mbandário, transmitido todos os sábados de manhã.

Durante a sua carreira, DJ Fenitão também contribuiu para a divulgação de vários artistas do bairro Titanic, ajudando rappers e kuduristas a promoverem as suas músicas na rádio. Entre eles destacam-se Dakax, Peixe Seco, Moamar, Kapassa, Nani, entre outros.

MORTE

Em agosto de 2019, DJ Fenitão Luís da Silva começou a sentir-se mal. Ligou ao seu irmão mais velho, Yolando, informando que estava com febre e fortes dores.
Após realizar consultas e exames, os médicos diagnosticaram paludismo e febre tifoide. O seu irmão comprou os medicamentos prescritos e iniciou-se o tratamento. Contudo, passadas cerca de duas semanas, DJ Fenitão voltou a contactar o irmão, informando que as dores persistiam e que os medicamentos não estavam a produzir qualquer melhoria.
Apesar das sucessivas consultas, o diagnóstico continuava a indicar paludismo e febre tifoide. Diante da persistência da doença, a família levou-o ao Hospital Geral, mas sem resultados satisfatórios. Decidiram então transferi-lo para o Hospital do Prenda.
Quando chegou ao Hospital do Prenda, DJ Fenitão ainda caminhava e conversava normalmente. Estava consciente, embora apresentasse uma coloração muito amarelada. Levava consigo todas as receitas e análises realizadas anteriormente.
No hospital, os médicos administraram-lhe soro e decidiram mantê-lo internado para que, na segunda-feira, fossem realizados exames mais aprofundados, com o objetivo de descobrir a verdadeira causa do seu estado de saúde.
Infelizmente, na noite de domingo, por volta das 22 horas, a família recebeu a triste notícia de que DJ Fenitão havia falecido.

Segundo o diagnóstico médico, a causa da morte foi febre tifoide. DJ Fenitão faleceu no dia 28 de agosto de 2019 e foi sepultado no Cemitério da Camama, deixando familiares, amigos e admiradores profundamente consternados.

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O nome deste professore dos rasta é Alberto António Ginga, conhecido por muitos como Bantu Lucala Ginga.Este professor  ...
11/07/2026

O nome deste professore dos rasta é Alberto António Ginga, conhecido por muitos como Bantu Lucala Ginga.

Este professor do rasta iniciou a sua caminhada universitária com um sonho e um caderno gasto de tantas batalhas diárias. Estudava no ISCED no período pós-laboral. Saía das aulas às 21h30, exausto mas determinado. Ao chegar à paragem, já eram 22h00, hora em que raramente havia táxis disponíveis para regressar ao bairro Rasta. A rua estava quase sempre deserta, silenciosa e perigosa.

Em noites de maior coragem, Bantu fazia percurso a pé, do ISCED até ao 11 de Novembro, sob o peso da mochila e da responsabilidade de quem sabia que precisava avançar custar o que custar. Em outras ocasiões, o medo falou mais alto, Dormia nas bombas de combustível do Golf II, usando a mochila como travesseiro, porque o perigo de continuar a pé era maior do que o desconforto de passar a noite ali.

Os postos de abastecimento tornaram-se abrigo e proteção – testemunhas silenciosas da sua luta.
Por duas vezes — e talvez mais do que isso — foi assaltado durante o regresso a casa. Levavam o dinheiro, os cadernos, às vezes até os sapatos… mas nunca levaram o mais importante: a vontade de vencer. Cada perda apenas reforçou que a caminhada do conhecimento exige sacrifício, sobretudo para quem vem de baixo.

No último ano, uma oportunidade surgiu: foi transferido para o período regular. O problema do táxi diminuiu, mas outra dificuldade veio: o emprego. Para continuar os estudos, Bantu precisou quase abandonar o trabalho. Ficou praticamente desempregado, contando moedas para as fotocópias, para o transporte e, muitas vezes, para comer. Porém, não desistiu. Sabia que o diploma não era apenas um papel — era a chave para respirar outros horizontes.

Hoje, quando olha para trás, Bantu Lucala Ginga sente orgulho. O sofrimento virou bagagem, e a bagagem virou combustível. Ele compreendeu uma verdade dura, mas real:
“O pobre só deve estudar se quiser mudar a visão e a perspectiva com que enfrenta a vida.”
As noites mal dormidas, os passos cansados, o medo nas ruas escuras, os assaltos, as lágrimas escondidas e o quase desemprego não foram derrotas, foram lições. Cada dificuldade é agora inspiração. Se ontem caminhava sem táxi, hoje caminha com propósito. Se ontem dormia nas bombas, hoje dorme com a certeza de que estava construindo o futuro.
E continua. Porque a estrada da vida é longa, mas quem carrega coragem no peito nunca viaja sozinho.

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08/07/2026

AVISO

Precisa - se um Professor de Matemática para o Preparatório Universitário.
ATT: Alguém que vive Cazenga.

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04/07/2026

AVISO

Nos contacta no WhatsApp: 958728076 enviaremos a música que conta a história do CHARANGU

Lista de nomes e apelidos associados à delinquência no Cazenga, anos 80, 90 e 2000.1-Charangú o maior de todos2-António ...
03/07/2026

Lista de nomes e apelidos associados à delinquência no Cazenga, anos 80, 90 e 2000.

1-Charangú o maior de todos

2-António Bandeira

3-Vicente

4-Jacobino

5-Caso Mulato

6-Valdemar do Tunga

7-Peixinho

8-João (amigo de Charangú)

9-Kapapa

10-Kimbinga

11-Didi Bill Kiss

12-António Cachapéu

13-Manuel Dima

14-Chico Vara

15-Vilas

16-Fuma de Baixo d'Água (primo de Charangú)

17-Toy Baka

18-Rangel

19-Mane Kimbinga

20-Doleizinho

21-Tóy Patrol

22-Mam Berna

22-Sukissa

23-Lito

24-Samurai

25-Lapada

26-Adi Negona

27-Candibal

28-Nenê Rola

29-Paulo Moura

30-Biring

31-Chico 90

32-Linda Rowling

33-Folha Caída

34-Zé dos Cafriques

35-Trimoni

36-Tu Baça

37Aranha

38-Novato

39-Rei Vila

40-Tô Vaca

Notas históricas atribuídas na tradição oral:

Charangú é frequentemente apontado por moradores como uma das figuras mais conhecidas do Cazenga. Ele é o patrono de todos delinquentes que já existiu no Cazenga entre 1980 a 2000.

António Bandeira- era associado à zona do Tanque do Cazenga.

Vicente- teria morrido após um assalto à residência de um agente da polícia.

Jacobino- teria sido morto na Rua da Levi's por agentes da DNC.

Caso Mulato- era associado à área entre a Rua António Bandeira e o Zamba 1.

Peixinho- era associado à Rua do Coral.

Kapapa era associado à zona da Sonefe.

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30/06/2026



TITULO: CHARANGÚ A LENDA VIVA DO CAZENGA

HIP HOP LENDAS NUNCA MORREM”.🎧🎤

O nome completo deste  senhor é Lourenço José Ferreira, conhecido pelo nome de guerra “Diandengue”, foi um enfermeiro, i...
26/06/2026

O nome completo deste senhor é Lourenço José Ferreira, conhecido pelo nome de guerra “Diandengue”, foi um enfermeiro, intelectual, político e nacionalista angolano, nascido a 1 de janeiro de 1924, na aldeia de Mazozo, província de Icolo e Bengo. Filho de José Ferreira e Joana Gonçalves, destacou-se pela sua participação na luta nacionalista e na construção das instituições do Estado angolano.

Realizou os seus estudos primários nas escolas das missões da Igreja Metodista que actuavam na região de Icolo e Bengo. Posteriormente, iniciou a sua vida profissional como agente sanitário nos Serviços de Assistência Médica Indígena, passando mais tarde a exercer funções como auxiliar de enfermagem em diversos postos sanitários da região.

Ainda nos primeiros anos de organização do movimento nacionalista angolano, esteve ligado aos primeiros momentos de existência do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), ao lado de figuras como Ilídio Machado, Mário Pinto de Andrade, Lúcio Lara, Viriato da Cruz e Manuel Pedro Pacavira, assumindo responsabilidades nas acções de organização e mobilização do movimento.

Ainda na década de 1950, deslocou-se para o Dundo, na região das Lundas, onde trabalhou na Diamang. Nesta região, juntamente com o comandante Ngakumona, participou na criação do primeiro núcleo do MPLA naquela área.

Em 1963, deslocou-se para Léopoldville (actual Kinshasa), onde voltou a integrar as estruturas da direcção do MPLA. Mais tarde, em 1972, exerceu funções como secretário particular do então Presidente Agostinho Neto.

PERÍODO PÓS INDEPENDENCIA

Após a Independência Nacional, em 1975, Diadengue desempenhou várias funções de relevo no aparelho do Estado, tendo sido membro do Bureau Político e do Comité Central do MPLA.

Participou igualmente na criação das estruturas de segurança do Estado angolano, sendo co-fundador da DISA que hoje é o SINSE.

Com a reorganização dos serviços de segurança, foi criado o MINSE, onde Diandengue assumiu o cargo de Vice-Ministro do Interior para a Segurança do Estado.

Num período em que Angola consolidava as suas instituições após a Independência, surgiu a necessidade de criação de um órgão responsável pelo controlo da entrada, permanência e saída de estrangeiros no país. Assim, em 1976, Diandengue cria o então Serviço de Emigração e Fronteiras (SEF), tornando-se o seu primeiro Chefe/Director-Geral. O órgão funcionou inicialmente num edifício localizado na Rua António Eanes, junto ao antigo mercado do Kinaxixi, em Luanda.

Ao longo dos anos, este serviço passou por várias designações, como SEF, DEFA, DNEFA e novamente DEFA, até chegar à actual denominação de Serviço de Migração e Estrangeiros (SME), tendo Lourenço José Ferreira “Diandengue” sido reconhecido como seu patrono.

Entre 1977 e 1979, exerceu ainda o cargo de Comissário Provincial do Cuanza Norte. Posteriormente, foi nomeado Secretário de Estado para a Habitação, onde desempenhou um papel importante na organização habitacional do país no período pós-independência, contribuindo para a regularização de habitações e para a defesa do acesso justo à residência através de contratos.

Como dirigente político, participou também no enquadramento e formação de muitos jovens nas estruturas do MPLA, entre eles João Luís Neto Xietu, que viria a tornar-se o primeiro Chefe do Estado-Maior das FAPLA, além de outros quadros nacionais.

No início da década de 1990, por razões de saúde, afastou-se progressivamente da vida pública, deixando de poder continuar a prestar o seu contributo directo à Nação.

MORTE

Lourenço José Ferreira “Diandengue” faleceu no dia 10 de fevereiro de 1994, deixando um legado ligado ao nacionalismo angolano, à organização do Estado e à criação das estruturas de migração e segurança nacional.
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No Cazenga, entre o fim dos anos 80 e início dos 90, não se falava de crime pesado sem citar um nome: Agostinho Bartolom...
22/06/2026

No Cazenga, entre o fim dos anos 80 e início dos 90, não se falava de crime pesado sem citar um nome: Agostinho Bartolomeu. Mas na rua, ninguém o chamava assim. O nome conhecido pela população era Charangu. Esse apelido não veio do crime. Veio de pessoa próxima. Um vizinho, amigo próximo do tio dele, começou a chamá-lo de Charangu. O nome pegou!! E com o tempo, se tornou uma segunda identidade. Todo adolescente que cresceu no Cazenga naquela época sabia quem é o Charangu. Ou conhecia alguém que conheceu. Porque quando se tratava de grande trafulhice, Charangu estava metido e era o número Direta ou indiretamente.

Charangu, ou Ngú como alguns diziam baixinho, virou uma lenda viva no Cazenga bairro Hoje Ya Henda na década de 80 a 90. Para os jovens da época, ele era ídolo. Ele era o homem que não baixava a cabeça, desafiava tudo e todos do Cazenga. Para os adultos, era pesadelo mas para as crianças era herói. A crueldade que ele aplicava nos golpes deixou marcas no município. Mesmo as autoridades policiais da época o respeitavam. Não era respeito por admiração. Era respeito por medo do que ele era capaz de fazer.

O que transformou Charangu em lenda foi a dupla vida que tinha. Ele conseguiu entrar para os quadros do Ministério do Interior. Virou polícia. De dia vestia a farda, portava a arma do Estado. De noite, segundo relatos de moradores antigos do Cazenga, tirava a farda e virava meliante. Usava o conhecimento da corporação a favor do crime. Essa “colaboração antagonista” não durou. Os superiores hierárquicos descobriram e se irritaram. Não se serve a dois senhores. A polícia decidiu cortar relações com ele.

Certo dia, numa tarde de novembro de 1993 Charangu protagonizou um ato que selou o destino dele. Estava no seu Land Rover preto quando cruzou com um senhor num Tata eslovaco branco. O que aconteceu depois ainda é contado em voz baixa no município do Cazenga pelos moradores antigos. Reza a história que Charangu esquartejou o homem. E não parou aí. Na mesma noite, andou pelo Cazenga carregando a cabeça da vítima nas ruas.

Depois dessa barbaridade Charangu virou alvo. Os mesmos homens que um dia foram colegas de farda saíram à caça. Encurralaram Charangu no Hoji Ya Henda. Ali, Agostinho Bartolomeu morreu com tiros dos ex-colegas da polícia. Mas a história não terminou no corpo.

A lenda urbana do Cazenga diz que, após sua morte o crânio de Charangu ficou por um tempo na extinta DNIC. O crânio ficou na sala de interrogatório. O crânio não estava lá como um troféu. Era usado como um sinal de aviso aos Batuqueiro e bandidos da época. Era usado como pressão psicológica para todo suspeito que sentasse naquela cadeira. Era um recado silencioso: “É assim que acaba quem br**ca com os dois lados”.

Hoje o Cazenga é outro. Mas se você perguntar aos mais velhos quem foi Charangu, o silêncio vem antes da resposta. Porque algumas histórias não morrem. Viram marca no chão, viram lenda, viram lição.

Tem 2 Parte...

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_Fonte: Iconografia da História by Carlos Júnior_

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