Jornal Na Mira do Crime

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03/10/2026

Assa*lto a um estabelecimento comercial no bairro Terra Nova município do Rangel - Band!dos levaram vários bens

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NEGATIVO DA SEMANA: BEBÉS SÃO JOGADOS AO LIXO (QUASE TODOS OS DIAS EM LUANDA) SOB OLHAR CÚMPLICE DAS AUTORIDADESJá começ...
03/10/2026

NEGATIVO DA SEMANA: BEBÉS SÃO JOGADOS AO LIXO (QUASE TODOS OS DIAS EM LUANDA) SOB OLHAR CÚMPLICE DAS AUTORIDADES

Já começa a ser assustadoramente frequente encontrar bebés recém-nascidos abandonados em contentores e lixeiras de Luanda.

O caso mais recente, de um corpo de bebé encontrado com fraldas numa lixeira no Catinton, município da Maianga, surge, segundo as informações divulgadas, como o terceiro caso em apenas três dias, o que deveria ser mais do que suficiente para despertar a atenção de quem tem a responsabilidade de investigar, mas também de quem tem a obrigação de prevenir.

Perante uma sucessão destas, a pergunta ao SIC é inevitável: o que está a ser feito para esclarecer estes casos?

Não se pede ao SIC que venha a público apontar culpados sem provas, nem que transforme investigações em conferências de imprensa, muito menos que divulgue elementos que possam prejudicar o trabalho dos investigadores. Pede-se apenas que investigue e, dentro daquilo que a lei permite, informe a sociedade sobre o que está a ser apurado.

Afinal, quando aparece um bebé numa lixeira, não basta saber quem encontrou o c0rp0. É preciso saber em que circunstâncias aquele bebé foi parar ali, quem poderá ter conhecimento dos factos, se nasceu vivo ou mo*rt0, o que determinaram os exames médico-legais e se existem outros elementos capazes de ajudar a reconstruir o que aconteceu.

Quando o segundo caso aparece, já merece atenção. Quando surge o terceiro em apenas três dias, talvez seja altura de alguém no SIC pegar nos processos, colocá-los lado a lado e perguntar se existe alguma coisa que os aproxima. Pode não existir qualquer ligação entre eles, naturalmente, mas descobrir isso também faz parte da investigação.

Seria interessante saber se os casos estão a ser analisados apenas separadamente ou se alguém está a olhar para o conjunto. Não seria pedir demais ao órgão de investigação criminal que procurasse perceber se estamos perante três acontecimentos distintos ou perante um fenómeno que merece uma atenção especial.

O cidadão, entretanto, vê uma coisa bastante diferente. Encontra-se um bebé, aparecem as fotografias, as redes sociais entram em ebulição, surgem os comentários, aparecem os habituais especialistas de teclado e, quando todos já têm uma versão dos acontecimentos, continuam a faltar as respostas de quem tem meios legais e técnicos para as procurar.

Assim f**a fácil para qualquer um ser investigador. Basta ter um telefone, uma conta nas redes sociais e muita imaginação.

O problema é que investigação criminal não se faz com imaginação. Faz-se com vestígios, perícias, testemunhos, cruzamento de informações e provas. É justamente aí que o SIC deve entrar, não para satisfazer a curiosidade pública, mas para substituir a especulação pela verdade possível de ser demonstrada.

O silêncio institucional, quando existe, também tem consequências. Deixa espaço para rumores, permite que pessoas sejam apontadas sem qualquer prova e faz crescer a desconfiança de quem apenas quer saber se estes casos estão a ser devidamente acompanhados.

O SIC não tem obrigação de dizer tudo. Tem, isso sim, a obrigação de investigar aquilo que lhe compete.

Se existem investigações em curso, que prossigam. Se os exames estão a ser realizados, que sejam realizados. Se há elementos que podem conduzir aos responsáveis, que sejam seguidos. Se não existe qualquer relação entre os casos, que isso seja determinado pela investigação. Quando houver resultados que possam ser divulgados, que a sociedade seja informada.

O que não parece razoável é que cada bebé encontrado numa lixeira provoque mais barulho nas redes sociais do que dentro das instituições que devem procurar respostas.

A questão também deve chegar ao Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher.

O que está a ser feito para perceber o que acontece antes de uma criança aparecer numa lixeira? Que acompanhamento existe para mulheres grávidas em situação de extrema vulnerabilidade? Que estruturas de apoio estão disponíveis para uma mulher que não sabe o que fazer com uma gravidez, que teme a própria família ou que atravessa uma situação social que não consegue resolver?

A OMA também pode e deve olhar para este problema com a seriedade que merece. Não basta falar das mulheres em conferências, cerimónias e datas comemorativas. Há mulheres nos bairros, algumas certamente a viver situações que não chegam aos gabinetes, e é aí que o trabalho de proximidade pode fazer a diferença.

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03/10/2026

Administração do Kilamba removeu às plantas que estão à venda ao longo da via expressa antes de 24 horas da primeira notif**ação

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03/10/2026

Automobilistas questionam actuação da Polícia de Trânsito no Kinaxixi

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DENUNCIADOS PELO NA MIRA DO CRIME: SIC "VARRE" BAIRRO MAYÉ-MAYÉ E DESMANTELA ASSOCIAÇÃO CR!MINOSA "OS JAMAICANOS"O Servi...
03/10/2026

DENUNCIADOS PELO NA MIRA DO CRIME: SIC "VARRE" BAIRRO MAYÉ-MAYÉ E DESMANTELA ASSOCIAÇÃO CR!MINOSA "OS JAMAICANOS"

O Serviço de Investigação Criminal (SIC), através da Direcção de Investigação Criminal do Sequele, deteve, no dia 28 de Setembro do ano em curso, sete cidadãos, com idades entre 19 e 38 anos, integrantes do grupo denominado.

“Os Jamaicanos”, susp3itos de envolvimento em crimes de r0ub0 e furto de diversos artigos e valores monetários, com maior incidência na Urbanização Mayé-Mayé, município do Sequele.A operação, foi realizada na sequência de uma denúncia pública divulgada no Jornal Na Mira do Crime, e enquadrou-se nas acções de combate à criminalidade v!olenta e resultou de buscas dirigidas efectuadas naquela circunscrição.

De acordo com o SIC Sequele, os detidos terão confessado o envolvimento em três ocorrências registadas entre Agosto e Setembro deste ano, relacionadas com o r0ub0 de diversos artigos numa residência e furtos em residências e num estabelecimento comercial, todos ocorridos no bairro Mayé-Mayé.

Os susp3itos actuariam, sobretudo, durante a madrugada, aproveitando-se da ausência dos proprietários para introduzir-se nos imóveis mediante arr0mbamento e, posteriormente, comercializar os bens subtraídos no mercado informal.

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AUTORIDADES NA HUÍLA REMOVEM MAIS DE 90 ENGENHOS EXPLOSIVOS ENCONTRADOS NUMA FOSSA SÉPTICAForças Armadas Angolanas, afec...
03/10/2026

AUTORIDADES NA HUÍLA REMOVEM MAIS DE 90 ENGENHOS EXPLOSIVOS ENCONTRADOS NUMA FOSSA SÉPTICA

Forças Armadas Angolanas, afectos ao Batalhão de Desminagem, removeram, no dia 29 de Setembro do ano em curso, na província da Huíla, no interior de uma fossa séptica, 98 engenhos explosivos que estavam escondidos numa fossa séptica.

Dados em posse do Jornal Na Mira do Crime dão conta que o material explosivo foi descoberto quando o proprietário da residência fazia limpeza da mesma fossa.

​A residência dista aproximadamente à 500 metros da Unidade de Reacção e Patrulhamento da Huíla.

O Batalhão de Engenharia da 5ª Região Militar Sul, bem como o Centro Nacional de Desminagem, procederam a remoção dos explosivos
por volta das 08 horas do dia 30 de Setembro, totalizando a remoção de 98 engenhos explosivos, destes:

​14 Obuses de Morteiro 76 mm;
​06 Obuses de Morteiro 82 mm;
​06 Obuses de Morteiro 60 mm;
​01 Obus de Morteiro 122 mm;
​20 Projectis de ZU-23;
​45 Projectis de ZU-14/5
​01 Projectil de RPG7;
​01 Projétil perfurante de 100 mm;
​01 Projétil de OZM;
​01 Projétil TKM;
​01 Carregadores sem munições;
​01 Cano AKM, todos em estado obsoleto.

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https://namiradocrime.info/show/17678

AVERIGUAÇÃO EM CURSO - FAMÍLIA DENUNCIA ALEGADA DISCRIMINAÇÃO RELIGIOSA CONTRA TRÊS IRMÃS "MUÇULMANAS" NO "SME DA SONANG...
02/10/2026

AVERIGUAÇÃO EM CURSO - FAMÍLIA DENUNCIA ALEGADA DISCRIMINAÇÃO RELIGIOSA CONTRA TRÊS IRMÃS "MUÇULMANAS" NO "SME DA SONANGOL"

Três irmãs muçulmanas, maiores de idade, residentes no Cazenga e de nacionalidade angolana, denunciam alegadas situações de discriminação religiosa e questionamentos sobre a sua nacionalidade durante um pedido de passaportes no Posto de Atendimento do Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) da Sonangol, em Luanda.

Helena Tambu Luvumbu, de 21 anos, Mariana Tambu Luvumbu, de 19, e Aminata Teresa Kuanzambi Luvumbu, de 20 anos, deslocaram-se ao referido posto no dia 16 de Setembro, por volta das 7 horas, para cumprir uma marcação agendada para às 8 horas.

As três irmãs são angolanas e professam a religião muçulmana. Segundo a família, os seus pais são igualmente angolanos e provenientes da província do Uíge, concretamente do município de Maquela do Zombo.

Segundo as cidadãs, o atendimento decorria normalmente até ao momento em que Aminata foi informada de que existiriam alegadas “anomalias” no sistema.

A partir daí, afirma ter sido questionada sobre a sua nacionalidade, a origem dos pais e outros dados familiares.

A cidadã identif**a uma funcionária chamada Indira como uma das responsáveis pelo atendimento e afirma que lhe foram solicitados os documentos dos pais, apesar de ser maior de idade.

Perante essa exigência, o irmão das jovens entrou em contacto com os pais, que se encontravam na província do Uíge, concretamente em Maquela do Zombo. Os pais terão enviado, através do WhatsApp, fotografias dos respectivos Bilhetes de Identidade para que os documentos fossem apresentados.

Segundo a família, apesar do envio das fotografias dos documentos, as funcionárias do SME terão exigido igualmente a presença física dos pais no posto. A situação terá contribuído para prolongar o atendimento e dificultar a conclusão do pedido de passaportes.

Durante o atendimento, segundo as denunciantes, também teriam sido feitas observações relacionadas com a religião muçulmana e a origem familiar.

A família afirma ainda que outra funcionária, identif**ada por Marta, terá participado da situação. Uma das irmãs relata igualmente que lhe foi solicitado que retirasse o hijab para a fotografia.

Segundo as denunciantes, um funcionário, tratado por elas como “comandante”, terá afirmado que, se dependesse dele, as mulheres seriam obrigadas a retirar o hijab logo à entrada.

As três irmãs dizem ter permanecido no local durante várias horas. Por volta das 15 horas e 50 minutos, após questionarem sobre o andamento do processo, terão sido orientadas a regressar numa outra data acompanhadas dos pais. Até ao momento, segundo a família, os pedidos de passaporte continuam pendentes.

A família afirma possuir comprovativos da marcação e do atendimento, além de ter apresentado uma reclamação através do portal do SME.

Contactado pelo Jornal Na Mira do Crime, através da Direcção e do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do SME, o órgão acusou a recepção do pedido de esclarecimento e informou que tomou boa nota das preocupações apresentadas pelas três cidadãs.

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02/10/2026

Câmara de Vigilância regista fu*rto no interior de uma cantina em Luanda

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02/10/2026

Polícias sem que circulam numa moto sem capacetes interpelam motoqueiro nas bombas de combustível do Kilamba e apreendem a mototorizada

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02/10/2026

CÂMARA DE VIGILÂNCIA REGISTA MULHER A FU*RTAR TELEMÓVEL NUM SUPERMERCADO NO GOLF 2

Bom dia, NA MIRA DO CRIME

Meu nome é Valdemiro Costa. Venho expor uma situação urgente ocorrida ONTEM (QUINTA-FEIRA - 02), ao final da tarde, na Loja dos Sabores (localizada no Golf 2, entre os Bombeiros e o Tribunal).

Enquanto falava ao telefone utilizando auriculares, por descuido, coloquei o meu Samsung S24 Ultra no carrinho de compras.

Nesse momento, uma mulher — cuja imagem e presença aparecem visivelmente no vídeo e nas fotografias de segurança — aproximou-se e fu*rtou o aparelho.

Partilho este caso por acreditar na vossa colaboração e nos vossos serviços para ajudar a identif**ar a susp3ita ou recuperar o equipamento.

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