Joana Clementina

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29/01/2026

Ministério da justiça deveria ser o mais organizado para dar exemplo, é o mais desorganizado com todo tipo de confusão graças ao seu ministro altamente matumbo e arrogante.
By Djamila Rangel

29/01/2026

Quando o Estado decide investir recursos financeiros no reforço dos meios do Serviço de Inteligência e Segurança Militar, essa decisão tem como objectivo principal **proteger o país e garantir a segurança de todos os cidadãos**. Este tipo de investimento não deve ser visto como um gasto desnecessário, mas como uma medida preventiva e estratégica.

O Serviço de Inteligência e Segurança Militar é responsável por **identificar, acompanhar e neutralizar ameaças** que possam colocar em risco a soberania nacional, a estabilidade política e a paz social. O seu trabalho é discreto, mas essencial, pois actua antes que os problemas se tornem visíveis ou causem danos graves à população.

As viaturas adquiridas não servem para fins pessoais nem representam luxo institucional. São **ferramentas de trabalho** indispensáveis para garantir mobilidade, rapidez e eficácia nas operações. Num país de grande dimensão territorial e com zonas de difícil acesso, a capacidade de deslocação rápida é fundamental para responder a situações de risco, vigiar áreas sensíveis e apoiar operações de segurança.

Este investimento representa uma **aposta na prevenção**. A experiência demonstra que crises de segurança geram consequências graves, como perda de vidas humanas, destruição de infra-estruturas, instabilidade económica e aumento do desemprego. Prevenir essas situações custa menos ao Estado e evita sofrimento à população.

Além disso, Angola encontra-se inserida numa região onde existem desafios de segurança, incluindo criminalidade organizada, tráfico ilícito e instabilidade em países vizinhos. Reforçar os meios da Inteligência Militar é uma forma de garantir que o Estado esteja preparado para proteger o território nacional e responder de forma eficaz a qualquer ameaça.

A segurança é um pilar essencial do desenvolvimento. Sem segurança, não há investimentos, não há crescimento económico e não há tranquilidade para as famílias. Ao fortalecer os seus serviços de segurança, o Estado cria condições para o funcionamento normal das instituições, da economia e da vida social.

Em conclusão, o investimento em viaturas para o Serviço de Inteligência e Segurança Militar é uma **decisão responsável e necessária**, orientada para a defesa da soberania nacional, a manutenção da paz e a protecção do bem-estar da população. Trata-se de um investimento na estabilidade do país e no futuro de todos os angolanos.

Por: ESBS

29/01/2026

Quem bebia coca cola na Jamba não eram os cerca de 18.000 cidadãos civis homens, mulheres e crianças rapatados em ataques realizados pelas colunas regionais e batalhões semi-regulares das FALA contra aldeias, comunas, municípios, viaturas isoladas ou colunas de viaturas transportando bens alimentares, medicamentos e outros meios destinados as populações no interior do país, mas sim as mulheres e filhos dos dirigentes da UNITA e alguns militares escoltas de Jonas Savimbi e de alguns dirigentes políticos e militares.

Só quem não nasceu em nenhuma das cidades de Angola ou tenha nascido na JAMBA (Santuário de elefantes) e nunca viu uma fábrica de refrigerantes da Mission em Luanda ou noutra região do país como é o caso de Adriano Sapiñala, pode dizer ou escrever tamanhas asneiras sobre o consumo de Coca cola na JAMBA.

É natural que Adriano Sapiñala e outros seus colegas que nasceram e cresceram na JAMBA sempre viveram num regime de cativeiro e podem ignorar que em Angola há mais de 5 décadas que se produz Coca cola, Pepsi cola, 7up, Laranjada, Limonada e outras marcas de gasosas que os seus pais e outros seus contemporâneos podem testemunhar e corrigir a sua mente doentia, produto de uma visão doutrinária própria da educação e da cultura anti-cubana e anti-soviética que foram incutidas nas suas mentes ao longo dos anos de convivência que tiveram na JAMBA.

Os angolanos que nasceram e cresceram nas cidades, vilas e aldeias sempre consumiram Coca cola desde o tempo colonial e contrariamente a ignorância de Adriano Sapiñala, ao considerar que bebiam umas gasosas cubanas, sabem que em Cuba não se fabrica Coca cola como resultado da proibição imposta pelos EUA no bloqueio econômico que perdura desde 1963 até a presente data. Por isso Angola nunca importou Coca cola de Cuba.

É óbvio que a partir da década de 80 algumas famílias de dirigentes ou quadros da UNITA que viviam na JAMBA passaram a ter acesso a alguns produtos e outros bens, incluindo refrigerante Coca cola, provenientes das regiões do Rundo e da faixa de Caprive controladas pelo regime do Apartheid da África do Sul que controlavam a Namíbia, passando igualmente a poderem fazer compras naqueles territórios com dinheiro resultante das vendas de dentes de Marfim, de Rinoceronte e Diamentes resultante de abates indiscriminada da fauna e de garimpo de Diamante nas áreas de Tchipundo, Mavengue, Lícua e Mavinga e simultaneamente o regime Sul-africano colocou à disposição da UNITA o aeroporto do Rundo, a partir do qual instalou um centro de recepção de meios logísticos provenientes de Kinshasa, Johannesburg e da Zâmbia, coordenado pelo Capitão Isaías Samakuva, podendo receber vários apoios dos seus aliados, incluindo refrigerante Coca cola.
Ti Metade

29/01/2026

E está a começar o Telejornal

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29/01/2026

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Bié- Cuito : Subdiretora Administrativa do IPAG faleceu vítima de um acidente ocorrido em Benguela/Lobito Do grave acide...
29/01/2026

Bié- Cuito : Subdiretora Administrativa do IPAG faleceu vítima de um acidente ocorrido em Benguela/Lobito

Do grave acidente de viação ocorrido ontem, 28 de janeiro de 2026, por volta das 16h45, na Estrada Nacional EN-250, nas imediações do Alto Pundo, envolvendo um veículo de transporte de passageiros da Huambo Expresso

Infelizmente, entre os óbitos está a Subdirectora Administrativa do IPAG, Leonor Wile José. e Várias outras pessoas ficaram feridas estando a receber assistência.

🕊️ A JONEWS manifesta profundo pesar e envia condolências à família, amigos e colegas da Subdirectora

O p**o Cumbi zerou o game!!!Afinal o miúdo ofereceu Posto médico no Cuanza Sul na abertura do ano associativo da AMáquin...
28/01/2026

O p**o Cumbi zerou o game!!!

Afinal o miúdo ofereceu Posto médico no Cuanza Sul na abertura do ano associativo da AMáquina ANJE Angola

Rolls-Royce Phantom VII em Angola
28/01/2026

Rolls-Royce Phantom VII em Angola

HUAMBOEsta é a estrada que sai do ISUPE EKUIKUI  II E VAI ATÉ AO BAIRRO BOM PASTOR!Sinceramente!🚶🚶🚶Sr Administrador Muni...
28/01/2026

HUAMBO
Esta é a estrada que sai do ISUPE EKUIKUI II E VAI ATÉ AO BAIRRO BOM PASTOR!

Sinceramente!🚶🚶🚶

Sr Administrador Municipal do Huambo.
Será que este bairro esta no Sambo?
Ou mesmo dentro da cidade do Huambo?

28/01/2026

TODOS FINGEM, MAS TODOS SABEM: O MERCADO DA PATENTE NA POLÍCIA NACIONAL

Há coisas que, mesmo quando ninguém confessa, o cheiro denuncia. Na Polícia Nacional angolana, o processo de patenteamento tornou-se exactamente isso: um cheiro persistente que não sai, por mais perfume institucional que se espalhe nos discursos oficiais. Não é boato de esquina, nem maledicência de quem perdeu promoção. É um padrão repetido, visível, comentado em voz baixa nos corredores e em voz alta nas ruas. Como dizem os mais velhos, quando o fumo é muito, o fogo não pode ser imaginação.

Aliás, há perguntas que não se fazem porque a resposta é conhecida e bem conhecida, sobretudo por quem é polícia:
“Quanto custa uma patente na Polícia Nacional?” é uma delas. O preço não aparece em tabela oficial, não vem em decreto, não se discute em conferência de imprensa. Circula à boca pequena, nos corredores, nas esquinas, nos cafés e nas pensões onde, dizem, também se tratam assuntos de Estado. Uns falam em 300 mil kwanzas, outros em 800 mil, outros em valores bem mais altos quando o sonho é subir mais depressa e mais alto. O preço varia conforme a patente, o padrinho, o grau de intimidade e, claro, a urgência.

A versão oficial é bonita. Promoções baseadas no mérito, na antiguidade, na formação académica, na avaliação de desempenho, modernização, rejuvenescimento dos quadros, necessidade de renovação. Tudo palavras bonitas. Mas o povo também tem discurso, e esse é mais direto:
É a do “quem indica”, do “quem conhece”, do “quem é filho de quem” ou do “quem resolve”. Como diz a sabedoria popular, não é o tambor que faz o som, é a mão que o toca. E na Polícia Nacional, a mão certa vale mais do que décadas de serviço. Neste caso o padrinho, não é espiritual. É político, hierárquico, familiar ou financeiro. Às vezes tudo junto.

Há agentes com 30 ou 40 anos de casa, licenciados, alguns com cursos feitos à própria custa, que continuam a usar a mesma patente como se fosse castigo hereditário. Ao lado deles, jovens com menos de dez anos de serviço saltam degraus como quem sobe escadas rolantes. Não é génio, não é bravura, não é currículo. É padrinho. Padrinho na cozinha, padrinho no gabinete, padrinho na cama ou padrinho na conta bancária. Cada um escolhe o método, o sistema aceita todos.

O mais grave não é o esquema em si. Corrupção, infelizmente, já deixou de chocar num país onde o escândalo dura menos que uma bateria de telemóvel. O mais grave é a naturalização do esquema. Toda a gente sabe. Os agentes sabem, os oficiais sabem, os comandos sabem, o Ministério sabe, os serviços secretos sabem. E quando todos sabem e ninguém faz nada, já não é só corrupção. É máfia institucionalizada, com estatuto, farda e selo do Estado.

Os serviços de inteligência, que deveriam proteger a integridade das instituições, parecem ter um olhar seletivo. Veem muito bem quando o assunto é político, oposição, activismo, crítica. Aí são atentos, rápidos, eficazes como na velha PID, o foco não é a moral das instituições, é a sobrevivência do poder. Mas quando o problema corrói por dentro uma das principais estruturas do Estado, fazem-se de cegos. Como diz o provérbio africano, quando o rato vive dentro do celeiro, não é o gato que vai denunciá-lo. Muitas vezes, comem juntos.

A Polícia Nacional transforma-se, assim, num espelho do pior que pode acontecer a uma estrutura paramilitar: hierarquia sem autoridade moral, disciplina sem justiça, obediência sem respeito. O agente deixa de acreditar na instituição e passa a acreditar apenas no sistema informal. Trabalhar bem deixa de ser incentivo. O incentivo passa a ser agradar, alinhar, calar. A competência perde valor, a lealdade pessoal ganha preço.

E depois há o silêncio. Um silêncio pesado, quase cúmplice. Não podem fazer greve, é verdade. Mas também não disputam a legalidade, não exigem transparência, não pressionam de forma colectiva. Cada um tenta resolver o seu problema individualmente, entrar no mesmo jogo, procurar o seu padrinho. O sistema agradece, porque assim nunca há maioria consciente, apenas injustiçados isolados.

O Presidente da República, dizem muitos, sabe. E se sabe, tolera. E se tolera, legitima. Porque esses jovens promovidos a alta velocidade não caem do céu, nem se escondem no mato. Estão visíveis, circulam, ostentam. Num país em guerra, isto seria uma bomba-relógio. Num país em paz, vai corroendo lentamente a moral, a confiança e a própria ideia de Estado.

Como diz o mais velho, a casa começa a cair não quando o telhado racha, mas quando os cupins tomam conta das vigas. O patenteamento tornou-se o cupim da Polícia Nacional. Hoje fala-se disso, amanhã pode-se falar de outros vícios ainda mais graves. A pergunta mantém-se no ar, sem resposta oficial, mas com resposta popular: quanto custa uma patente? Custa dinheiro, custa favores, custa dignidade e custa, sobretudo, a credibilidade de uma instituição que devia proteger o cidadão e não proteger esquemas.

E enquanto o banquete continuar restrito aos mesmos, servido à mesa dos amigos do sistema, a conta será sempre paga pelos de baixo. Até ao dia em que os de baixo percebam que são maioria. Aí, como diz a sabedoria antiga, até o leão respeita o rebanho quando ele decide avançar junto.

POR: HORÁCIO DOS REIS | JORNALISTA

Viva o MPLAVeremos a platina line a dizer os da AGT não roubaram nada tudo é fake news
28/01/2026

Viva o MPLA
Veremos a platina line a dizer os da AGT não roubaram nada tudo é fake news

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