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19/11/2022

Site da Interpol desmente PGR - Isabel dos Santos não esta ser procurada pela Interpol

18/11/2022

Morreu Nagrelha, o "Estado Maior" do Kuduro (EM ACTUALIZAÇÃO)
Morreu esta sexta-feira,18, na cidade de Luanda, o músico Gelson Caio Manuel Mendes "Nagrelha" do grupo os Lambas, aos 36 anos, vítima de doença, confirmou ao Novo Jornal o director do Hospital D. Alexandre do Nascimento.

https://youtu.be/3PNiNf_qxfs
18/11/2022

https://youtu.be/3PNiNf_qxfs

Morreu Nagrelha, o "Estado Maior" do Kuduro (EM ACTUALIZAÇÃO)Morreu esta sexta-feira,18, na cidade de Luanda, o músico Gelson Caio Manuel Mendes "Nagrelha" d...

15/11/2022

Recentemente surgiu um vídeo nas redes sociais, sobre uma senhor que esta a ser operada um milagre em praça pública, ele tinha a mão curvada e depois é supostamente curada, mas fomos pesquisar a respeito e tudo isso não passa de um teatro.

ENTREVISTA CONCEDIDA A VITIMA.
Lamento ter sido usado pelo Pastor Okafor, outros para encenar falsos milagres –Mulher presa por cura controversa.
Quando você começou a fingir milagres para as igrejas?

Após a morte da minha mãe, comecei a trabalhar com um vendedor de alimentos. Trabalhei lá nove anos. Em 1999, sofri um acidente e minha perna e mão direita foram afetadas. O vendedor de alimentos com quem eu estava trabalhando não podia mais me envolver por causa dos ferimentos. Fui então para a casa da minha irmã em Igando e fiquei com ela de 2000 a 2003 quando conheci meu marido. Ele se casou comigo com os ferimentos. Tivemos três filhos juntos e ele morreu em 3 de outubro de 2017. Não havia nada para mim novamente. Sem ajudante e sem casa para eu ficar. Mudei-me com meus filhos para a loja da minha irmã onde morávamos.

Foi na loja que conheci uma garota chamada Fatila Musa. Eu implorei por dinheiro e ela me deu N1.000. Ela viu minha mão e disse que se ela me levasse a algumas igrejas eu ganharia algum dinheiro. Ela saiu e voltou em setembro de 2018. Ela então me levou para uma igreja em Ogba, Lagos.
Link do nosso Podcast Podcast

28/09/2022

Diga não ao preconceito institucional...

26/09/2022

Imunidade de Manuel Vicente termina hoje!

24/12/2021

Nesta quinta feira o músico e empresário Fly Skuad viu a nossa publicação na nossa pagina no facebook, e finalmente reagiu sobre as afirmações provocantes do grande Jay-Z, e a repercussão está assustadora
O rapper angolano Fly Skuad recorreu às redes sociais para a reagir à entrevista de Jay-Z amplamente divulgada nesta quarta-feira, 22 de dezembro, onde o norte-americano afirmou que a nível mundial não existe alguém capaz de o vencer numa batalha de freestyle.

Fly Skuad reconheceu a magnitude de Jay-Z, porém, convidou o artista norte-americano a vir para Angola a fim de disputarem juntos uma batalha de freestyle e garantiu que vai precisar apenas de 99 segundos para vencer.

26/09/2021

O Bledo: O super alimento e oxigenante cerebral que passa despercebido para muitos. É comum andar pelas ruas, e ver esta planta crescendo obstinadamente sem que ninguém a plantou, assim, como se fosse monte. Esta erva é subestimada desde tempos coloniais, mas possui uma quantidade altíssima de nutrientes. Seu nome científico é amaranthus, e traz na alimentação: acido fólico, cálcio, fósforo, ferro, magnésio, potássio, ferro, zinco, cobre, vitamina B1 ou tiamina, B2 ou rivoflavina, B3, A e C (mais do que laranja). .. Também é fonte de aminoácidos como a lisina, que se encontra na carne, peixe, ovos. Possui calorias, proteínas, carboidratos, fibra e cinzas, é baixa em colesterol e tem maior fibra que milho, arroz e trigo. Assim também serve para limpar o aparelho digestivo, para combater a diarreia, hemorragias internas, menstruação excessiva, úlceras na pele, febre, irritação na garganta, parasitas, tosse e depressão. Além disso, é utilizada na estimulação neural e na oxigenação cerebral

Temos Mais 9dades curte a página

ELEIÇÕES NOS EUA COMO TRUMP MUDOU O MUNDO....Fonte: BBC news BrazilLuanda.10.11.2020...O presidente dos Estados Unidos n...
10/11/2020

ELEIÇÕES NOS EUA COMO TRUMP MUDOU O MUNDO....
Fonte: BBC news Brazil
Luanda.10.11.2020...

O presidente dos Estados Unidos não é apenas o líder do país, ele é provavelmente a pessoa mais poderosa do mundo. Suas decisões mudam a vida de todos. E Donald Trump não é exceção.

Em 3 de novembro, os americanos vão decidir se dão a Trump mais quatro anos de governo ou se escolhem outro presidente. Mas, ganhando ou não um segundo mandato, Trump já mudou o mundo em seus quatro anos na Casa Branca. Entenda como.

Como o mundo vê os Estados Unidos
O presidente Trump repete com frequência que os EUA são "o maior país do mundo". Mas, de acordo com uma recente pesquisa do Pew Research Center feita em 13 países, Trump não ajudou muito melhorar a imagem do país no exterior.

Em muitos países europeus, a porcentagem do público com uma visão positiva dos EUA está em seu nível mais baixo em quase 20 anos. No Reino Unido, 41% tiveram uma opinião favorável do país, enquanto na França a opinião positiva foi de 31%, a menor desde 2003. Na Alemanha, apenas 26% das pessoas têm uma visão positiva dos EUA.
A resposta dos EUA à pandemia do coronavírus foi um fator importante — apenas 15% dos entrevistados sentiram que os EUA lidaram bem com a pandemia, de acordo com dados de julho e agosto...
Retrocessos no combate às mudanças climáticas
É difícil dizer exatamente o que o presidente Trump pensa sobre as mudanças climáticas, porque ele chamou o fenômeno tanto de "um trote que saiu caro" quanto de um "assunto sério" que seria "muito importante" para ele.

Os fatos são que após seis meses no cargo ele consternou os cientistas ao anunciar a retirada dos EUA do acordo climático de Paris, nos qual quase 200 países se comprometeram a tomar medidas para tentar manter o aumento da temperatura global abaixo de 2ºC.

Os EUA são o segundo maior emissor de gases do efeito estufa, atrás apenas da China, e pesquisadores alertaram que, se Trump for reeleito, pode ser impossível controlar o aquecimento global.

Rejeitando o acordo de Paris, o presidente afirmou que este "teria prejudicado produtores americanos com excessivas restrições regulatórias". Trump removeu uma série de regulamentações contra poluição para cortar o custo de produção de carvão, petróleo e gás.

Várias minas de carvão dos EUA tiveram de fechar mesmo assim, pressionadas pela competição do gás natural mais barato e pelos esforços de Estados para apoiar a energia renovável. Números do governo mostram que as fontes renováveis ​​geraram mais energia do que o carvão nos EUA em 2019, pela primeira vez em mais de 130 anos.

A saída dos EUA do acordo climático de Paris entra formalmente em vigor em 4 de novembro, um dia após a eleição presidencial. Joe Biden prometeu colocar o país no pacto se ganhar.

Os temores de que a retirada dos EUA causaria um efeito dominó não se concretizaram, embora alguns observadores acreditem que isso facilitou o caminho para Brasil e Arábia Saudita bloquearem o progresso na redução das emissões de carbono...
Fronteiras fechadas — para alguns
O presidente Trump deu os primeiros passos de sua política para a imigração apenas uma semana após sua posse, fechando as fronteiras dos EUA para viajantes de sete países de maioria muçulmana. Atualmente, 13 nações estão sujeitas a rígidas restrições de viagens.

O número de estrangeiros que vivem nos EUA era cerca de 3% maior em 2019 do que em 2016, no último ano do mandato do presidente Barack Obama. Mas o perfil dos imigrantes mudou.

A porcentagem de residentes nos EUA nascidos no México diminuiu constantemente durante o mandato de Trump, enquanto o número de pessoas que se mudaram de outras partes da América Latina e do Caribe aumentou.

Também tem havido uma redução no número de vistos que permitem às pessoas se estabelecerem permanentemente nos EUA — principalmente para familiares de pessoas que já vivem no país.

Se há algo que simboliza a política de imigração do presidente Trump é certamente o muro que ele prometeu construir na fronteira com o México. Em 19 de outubro, a Alfândega e o Serviço Proteção de Fronteiras dos EUA afirmaram que 597 km de muro foram construídos — quase todos eles substituindo cercas que já existiam.

O muro, no entanto, não diminuiu a onda de pessoas desesperadas para se mudar aos EUA. O número de migrantes detidos na fronteira EUA-México atingiu seu nível mais alto em 12 anos em 2019, estimulado por um pico nas chegadas durante a primavera. Mais da metade eram famílias, principalmente da Guatemala, Honduras e El Salvador, onde a violência e a pobreza estão levando as pessoas a buscar asilo e uma nova vida em outro lugar.

Voltando-se para os refugiados, Donald Trump fez cortes no número de pessoas que podem se reestabelecer no país. Os EUA receberam quase 85 mil refugiados no ano fiscal de 2016, que caíram para menos de 54 mil pessoas no ano seguinte.

Em 2021, o máximo será de 15 mil pessoas — o menor número desde o programa de refugiados lançado em 1980...
A ascensão das notícias falsas
"Acho que um dos melhores termos que eu criei é fake news (notícias falsas, em inglês)", disse Donald Trump em uma entrevista em outubro de 2017.

Embora o presidente definitivamente não tenha inventado o termo fake news, é justo dizer que ele o pop**arizou. De acordo com postagens de mídia social e transcrições de áudio monitoradas por Factba.se, ele usou a frase cerca de 2 mil vezes desde a primeira vez que a tuitou, em dezembro de 2016.

Se você pesquisar no Google por fake news hoje, obterá mais de 1,1 bilhão de resultados em todo o mundo. Em gráficos ao longo do tempo, você pode ver como o interesse dos EUA aumentou no inverno de 2016-17 e atingiu o pico na semana em que o presidente fez o que chamou de "Fake News Awards", uma lista de notícias que considerou falsas.

Durante as eleições de 2016, fake news significavam literalmente notícias falsas, como uma mentira muito compartilhada que dizia que o papa Francisco endossou Trump para a presidência. Mas à medida que caiu no uso pop**ar, o termo deixou de ser apenas uma forma de se referir a desinformação.

O presidente frequentemente usa o termo para atacar as notícias das quais não gosta ou que enxerga como prejudiciais a ele. Em fevereiro de 2017, ele foi além, rotulando vários veículos de comunicação de "inimigos do povo americano".

O termo hoje é usado por líderes na Tailândia, Filipinas, Arábia Saudita e Bahrein, entre outros, e alguns usam o suposto combate à "divulgação de notícias falsas" como desculpa para justificar a repressão e processos contra ativistas e jornalistas da oposição.

Grupos da sociedade civil dizem que, ao usar o termo para atacar reportagens confiáveis, os políticos minam fundamentalmente a democracia, que depende de um conhecimento das pessoas sobre os fatos reais...
As 'guerras sem fim' dos EUA e um acordo no Oriente Médio
Em um discurso em fevereiro de 2019, o presidente Trump prometeu retirar as tropas dos EUA da Síria, dizendo que "as grandes nações não lutam em guerras sem fim."

Mas, meses depois, Trump decidiu manter cerca de 500 soldados na Síria para proteger os poços de petróleo. O presidente reduziu a presença que herdou no Afeganistão e, até certo ponto, no Iraque e na Síria. Mas as forças americanas ainda estão em todos os lugares em que estavam no dia em que ele assumiu o cargo.

Existem medidas que podem ter impacto no Oriente Médio sem o uso de tropas, é claro. O presidente Trump transferiu a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém em 2018, reconhecendo a cidade, incluindo seu leste ocupado, como a capital de Israel. No mês passado, ele saudou o "amanhecer de um novo Oriente Médio", quando os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein assinaram acordos que normalizam as relações com Israel — uma medida que os EUA ajudaram a intermediar.

Retórica à parte, esta foi talvez a conquista diplomática mais significativa da administração Trump. Os dois Estados do Golfo são apenas a terceira e a quarta nações árabes no Oriente Médio a reconhecer Israel desde que o país declarou sua independência em 1948.

A arte do acordo (de comércio)
O presidente Trump parece desprezar negócios que não negociou pessoalmente. Em seu primeiro dia no cargo, ele abandonou a Parceria Trans-Pacífico, um acordo comercial de 12 nações aprovado pelo presidente Obama, após classificá-lo como "horrível". A retirada beneficiou principalmente a China, que tinha visto o acordo como uma tentativa de conter sua influência na região Ásia-Pacífico.

Mas, nos EUA, o fim do acordo foi saudado por críticos que diziam que o acordo comprometeria empregos americanos.

Trump também renegociou o Nafta (acordo de livre comércio da América do Norte) com o Canadá e o México, que ele tinha chamado de "talvez o pior acordo comercial já feito". Sua substituição não mudou muito, mas endureceu as disposições trabalhistas e as regras sobre o fornecimento de peças automotivas.

A verdadeira fixação do presidente tem sido em como os EUA se beneficiam no comércio mundial. O resultado foi uma guerra comercial amarga com a China, na qual as duas maiores economias do mundo impuseram centenas de bilhões de dólares em impostos sobre os produtos uma da outra.

A guerra comercial tem sido uma dor de cabeça para os produtores de soja dos EUA e para as indústrias de tecnologia e automotiva. A China também foi afetada, na medida em que empresas transferiram sua produção para países como Vietnã e Camboja para reduzir seus custos.

Para 2019, o déficit comercial dos EUA em bens com a China ficou ligeiramente abaixo do nível de 2016. As empresas americanas importaram menos para evitar as tarifas de Trump.

No entanto, apesar da pandemia de coronavírus influenciar fortemente as tendências para 2020, os EUA ainda importam mais produtos do que exportam....
Conflitos com a China
Em 2 de dezembro de 2016, Trump (então presidente eleito) deu o passo altamente incomum de falar diretamente com o presidente de Taiwan rompendo com um precedente criado em 1979, quando as relações formais foram cortadas. Carrie Gracie, então editora da BBC para a China, previu que a medida geraria "alarme e raiva" em Pequim, que vê Taiwan como uma província da China e não um Estado independente.

A atitude de Trump foi a primeira em uma disputa multifacetada entre os grandes rivais geopolíticos, que levou a relação entre os países ao ponto mais crítico em anos.

Os EUA irritaram a China ao chamar de ilegais suas reivindicações territoriais no Mar da China Meridional; ao cobrar tarifas sobre seus produtos; ao proibir downloads dos aplicativos TikTok e WeChat e ao impor sanções à gigante das telecomunicações chinesa Huawei — que os EUA afirma ser uma ameaça à segurança nacional.

Mas as tensões não começaram com Trump e são impulsionadas em parte pelas próprias ações da China. O presidente Xi Jinping, no poder desde 2013, aprovou uma lei de segurança nacional altamente controversa sobre Hong Kong e determinou a prisão em massa de membros de uma minoria muçulmana na China.

O presidente Trump levou a disputa ideológica para diversos campos, insistindo em chamar o coronavírus de "vírus chinês", em uma tentativa de escapar de questionamentos sobre sua própria resposta à pandemia.

No entanto uma mudança na liderança dos EUA não significaria necessariamente um tom mais conciliador com a China. O candidato democrata Joe Biden chamou o presidente Xi Jinping de "bandido" e afirmou que o líder chinês "não tem um osso [democrático] em seu corpo".

Uma quase guerra com o Irã
"O Irã será totalmente responsável por vidas perdidas ou danos incorridos em qualquer uma de nossas instalações. Eles pagarão um PREÇO muito GRANDE! Isso não é um Aviso, é uma Ameaça", escreveu Trump em uma postagem no Twitter na véspera de Ano Novo de 2019 . "Feliz Ano Novo!", continuou.

Dias depois, os EUA assassinaram Qasem Suleimani, o general mais poderoso do Irã e o homem que liderou suas operações militares no Oriente Médio. O Irã retaliou, disparando mais de uma dúzia de mísseis balísticos contra duas bases americanas no Iraque. Mais de 100 soldados americanos ficaram feridos e analistas consideraram as nações à beira da guerra.

Não houve guerra, mas civis inocentes morreram: poucas horas depois dos ataques com mísseis do Irã, seus militares abateram por engano um jato de passageiros ucraniano, matando todas as 176 pessoas a bordo.

Como a relação dos países chegou a isso? Uma série de erros de cálculo mútuos contra um pano de fundo de desconfiança.

Os EUA e o Irã estão em desacordo desde 1979, quando o xá (seu monarca) apoiado pelos EUA foi deposto e 52 americanos foram feitos reféns dentro da embaixada dos EUA.

Em maio de 2018, Trump aumentou as tensões ao abandonar um acordo nuclear de 2015, no qual o Irã concordou em limitar seu programa nuclear em troca do levantamento das sanções econômicas. Trump então implementou o que a Casa Branca chamou de "o regime de sanções mais duras já imposto" — com o objetivo de obrigar os líderes do Irã a um acordo mais do seu agrado.

Teerã se recusou a se dobrar. As sanções levaram a economia do Irã a uma recessão severa e, em outubro de 2019, o custo dos alimentos aumentou 61% com relação ao ano anterior e o preço do tabaco, 80%. Iranianos realizaram protestos generalizados um mês depois.

Embora a crise do coronavírus tenha absorvido a atenção política em ambos os países, seus canais diplomáticos permanecem poucos e seus pontos de conflito numerosos.

10/11/2020

Opinião..
Você pode pegar o Putin ou o Obama e levar para governar um país africano, e no final de 5 anos o país não vai mudar, por que? Porque o problema não é o prosidente, o problema são as imposições económicas e tributárias na qual a África foi mergulhada.

Para você ser um bom empreendedor, no mínimo você tem de ter um bom passaporte para ter livre circulação para ir negociar com os fornecedores, percebes?

Nossos passaportes africanos em todos aeroportos do mundo é verificado cem vezes, nos é bloqueado vistos, quantos estudantes não recebem vistos para estudar no exterior?

Não temos direito a livre circulação, e quando temos, as imposições e cotações para fornecer tecnologia ou conhecimento para os negros é limitado, pois, é lei na Europa não permitir que os negros tenham acesso a técnica, só podemos negociar na posição de revendedores e nunca ter acesso a produção.

Por exemplo, voce vê os irmãos na América, são bilionários, mas o que eles fazem com o dinheiro? Absolutamente nada.

Acha que é falta de vontade, não! É o mercado, é tão privado que não podemos chegar na fonte de poder.

A Isabel sofreu um boicote e o marido, vocês sabem como eles injetaram dinheiro em Portugal para levantar a economia.

Portanto, não é porque não estudamos ou porque o próximo presidente será melhor, é a política internacional.

Você envia dinheiro da Bélgica para Alemanha e o táxi é de 1 euro no máximo, mas se tirar de Mozambique ou Angola para Portugal eles cobram até dez euros, isso é parte do embargo e pressão económica que o ocidente faz com a África.

Precisamos de uma moeda única africana e um sistema financeiro, militar, espiritual, médico e alimentar só negro, a parte deles, caso contrário eles farão o que fizeram em Angola, cancelaram os " Wester Union " ou Moneygram e transações bancárias, fornecimento da moeda deles e o colapso social é eminente.

Não importa que business você tentar criar, o negócio só funciona quando você é o produtor e o intermediário e o vendedor.

Podes ir a China comprar mobília, perfume, carros da Holanda...isso só aumenta a tua pobreza, pois a tua posição é de comprador revendedor, não podes ser rico.

Para que a África mude, as fronteiras terrestres criados pela conferência de Berlin deve cair, o continente deve ser conectado novamente para restabelecer o comércio livre africano que responde a organização africana do comércio e não aos p**a.

Criar uma moeda única que não sofra oscilações para que possamos negociar de maneira igual e não vamos precisar de dólar ou de euro, teremos a moeda mais valiosa da terra e a economia mais estável.

O africano precisa ter livre circulação dentro do próprio continente, essa comunicação terrestre vai trazer investimentos e negócios genuínos e não essa pouca vergonha de ir comprar lixo na Europa e revender em África...isso só acontece porque as fronteiras continuam fechadas.

Em vez de marchamos para destituir o presidente, temos de ir manifestar em " Adisabeba " para que todos países africanos deixem cair as fronteiras para que possamos circular a vontade sem vistos e outras imposições.

No passado o kemet e a núbia eram nações unidas, hoje nem para Namíbia um sudanês pode entrar sem vasculhar a documentação.

Por: Randy Neto

10/11/2020

Opinião..
SE OS DE FORA NÃO CONSEGUEM DERRUBAR O IMPÉRIO
QUE FAÇAM OS ( FURIOSOS ) DENTRO DO SISTEMA
Tudo o que mais se quer para Angola e bem dos angolanos é mesmo só , e quanto antes .
A mudança seja ela protagonizada por quem for , ainda mesmo que pelos marimbondos furiosos lá de dentro logo que aceitem a diferença e reconhecem os seus erros e crimes cometidos.
Está visto que desse jeito o país está entregue a bicharada ou seja aos restos humanos .
E pior do que isto , restos humanos que não suportam os seus erros e não reconhecem suas limitações e por isso , nunca terão como conviver com quem discorda.
Mataram Mfulupinga , vão matando outros , colocaram Abel Chivukuvuku fora do jogo , estão aprontando a cama ou o caixão .
Quem sabe , tudo é de se esperar quando se lida com criminosos para Adalberto Júnior , se este não tiver sete vidas como os gatos desconfia-se por ai.
Os discursos musculados , arrogantes e prepotentes , assim como o festival de calúnias , insultos e provocações estudadas e encomendadas vão continuar na medida em que 2022 vai se aproximando .
E assim ao contrário do que seria aconselhável a convivência entre os que pensam diferente que permite um embate mais saudável de ideias entre uns e outros estará cada vez mais longe.
Assim se faz a boa política , mas como não dá lucro nem poder para se continuar á roubar e consolidar o já roubado até mesmo em tempo de pandemia .
A arrogância e a prepotência será sempre a arma mais segura e confiável para os restos humanos sem capacidade de enxergar que a humildade é a maior prova de sabedoria.
Continuarei
Fórum Livre Opinião & Justiça..
Fonte: Fernando Vumby

10/11/2020

Política..
CABINDA

Saí Corrupto entra Corrupto.

Governador Marcos Nhunga rescindiu Contratos com empresas prestadoras de serviços de recolhas de lixo em Cabinda, para dar o contrato a sua empresa Build Interna com sede localizada na cidade de Cabinda em frente ao Hotel HD, com estaleiro localizado no bairro Tenente Coronel Kimba(Combustível) antigo estaleiro dos chineses...

Caminhões de recolha de lixo e máquinas para agricultura vindo de Luanda em nome do Governo da Província de Cabinda para o benefício do Governador...
Fonte: Joana Clementina

10/11/2020

Utilidade pública..
Bilhete de Identidade Angolano agora com 10 anos de caducidade.
Fonte: Rádio Nacional de Angola

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