Avante Alegrete

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É com profundo pesar que recebemos a notícia do falecimento do cantor missioneiro Pedro Ortaça, uma das grandes referênc...
29/05/2026

É com profundo pesar que recebemos a notícia do falecimento do cantor missioneiro Pedro Ortaça, uma das grandes referências da música e da cultura gaúcha.

Sua trajetória foi marcada pelo talento, pela simplicidade e pelo compromisso em preservar e divulgar a identidade missioneira através da arte. Com sua voz e suas composições, Pedro Ortaça eternizou a história, os costumes e a alma do povo do Rio Grande do Sul, deixando um legado que seguirá vivo nas futuras gerações.

Neste momento de dor, manifestamos nossa solidariedade aos familiares, amigos, admiradores e a todos que tiveram o privilégio de conhecer e acompanhar sua caminhada.

Pedro Ortaça parte, mas sua obra e sua contribuição para a cultura gaúcha permanecerão para sempre na memória do nosso povo.

Nossos sentimentos.

27/05/2026

Gente, não é que eu queira me exibir, mas gostaria de compartilhar essa foto que tirei junto com o Trampi, hoje durante agenda, onde estive pedindo pra ele olhar mais para nossa fronteira oeste.
Os invejosos vão dizer que essa foto não é verdadeira, mas isso não importa, o que vale é a verdade por traz disso.

24/05/2026

OLÍVIO DUTRA fala sobre a Frente Ampla de Esquerda

A fala do companheiro Olívio Dutra traduz algo fundamental para o momento político que vive o Rio Grande do Sul e o Brasil: a necessidade da unidade do campo democrático e popular diante dos enormes desafios sociais, econômicos e políticos do nosso tempo. Mais do que uma simples aliança eleitoral, a construção mencionada por Olívio representa a retomada de um projeto comprometido com o povo trabalhador, com a democracia e com a justiça social.

Ao destacar a presença de oito partidos nessa composição, incluindo o PDT, Olívio demonstra maturidade política e compreensão histórica. O trabalhismo gaúcho sempre teve forte ligação com as lutas populares, e a união dessas forças amplia a capacidade de construir um governo comprometido com quem mais precisa. Em tempos de intolerância, individualismo e ataques à democracia, a unidade das forças progressistas se torna ainda mais necessária.

Outro ponto importante da fala de Olívio é a valorização da candidatura de uma mulher. Em uma sociedade ainda marcada pelo machismo estrutural, afirmar o protagonismo feminino na política é também defender uma democracia mais representativa e inclusiva. Não se trata apenas de disputar eleições, mas de construir espaços onde mulheres tenham voz, liderança e reconhecimento.

A defesa da eleição de bancadas fortes na Assembleia Legislativa e no Congresso Nacional também revela uma visão estratégica. Não basta eleger governos populares se não houver sustentação política para implementar mudanças profundas. O Brasil precisa avançar em políticas de distribuição de renda, fortalecimento do Estado e ampliação dos direitos sociais, e isso exige compromisso coletivo e participação popular.

Quando Olívio fala de uma democracia vivida no cotidiano do povo, ele toca no centro da questão. Democracia não pode ser apenas o direito ao voto a cada quatro anos. Democracia verdadeira signif**a acesso à saúde, educação, emprego, moradia, cultura e dignidade. Signif**a um Estado que funcione para a maioria da população, e não para privilégios de poucos.

A trajetória do presidente Lula

Neste Dia das Mães, o MTC se une para celebrar não apenas o dom da maternidade, mas a força transformadora das mulheres ...
10/05/2026

Neste Dia das Mães, o MTC se une para celebrar não apenas o dom da maternidade, mas a força transformadora das mulheres que, diariamente, entrelaçam o cuidado da família com a dedicação à classe trabalhadora.

Mães na Fé e no Trabalho

Ser mãe no MTC é exercer a maternidade social.
É entender que o amor dedicado a um filho é o mesmo combustível que alimenta a luta por direitos, por dignidade e por pão na mesa de todos os irmãos e irmãs. Vocês são o exemplo vivo de que a ternura não exclui a firmeza, e que a fé se manifesta em gestos concretos de solidariedade.

O Legado da Presença

Às nossas companheiras que:
Educam para a liberdade e para a consciência crítica;
Trabalham arduamente, sendo alicerces de seus lares e do movimento;
Oram com as mãos na massa, transformando a realidade ao seu redor;
Resistem aos desafios com a esperança renovada no Evangelho.

Nossa Gratidão

Que a proteção de Maria, nossa mãe e companheira de caminhada, ilumine cada passo de vocês. Que o cansaço da jornada seja recompensado pelo sorriso dos seus filhos e pela vitória das causas que defendemos juntos.

"A mãe é aquela que guarda todas as coisas no coração, mas também aquela que se levanta para defender a vida onde quer que ela esteja ameaçada."

Feliz Dia das Mães a todas as companheiras do MTC!
Pela dignidade do trabalho e pela vida em plenitude.

A adoção da jornada de 40 horas semanais com dois dias de folga (escala 5x2) é o padrão estabelecido pela Organização In...
28/04/2026

A adoção da jornada de 40 horas semanais com dois dias de folga (escala 5x2) é o padrão estabelecido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pela maioria das economias desenvolvidas desde meados do século XX.

No entanto, o sucesso desse modelo é melhor observado em países que conseguiram equilibrar essa carga horária com alta produtividade e qualidade de vida. Abaixo e na figura, destaco exemplos onde essa transição se consolidou como um caso de sucesso:

1. França: O Pioneirismo da Redução

A França é um dos casos mais emblemáticos. Em 2000, o país foi além e reduziu a jornada padrão de 39 para 35 horas semanais, mantendo a escala 5x2.
O que deu certo: A medida estimulou a criação de novos postos de trabalho e forçou as empresas a investir em eficiência tecnológica.
Resultado: O país mantém um dos maiores índices de produtividade por hora trabalhada no mundo, provando que "trabalhar menos" não signif**a "produzir menos".

2. Alemanha: Flexibilidade e Foco
A Alemanha adota formalmente a semana de 40 horas, mas, na prática, muitos setores industriais operam com 35 a 38 horas.
O que deu certo: O uso do "banco de horas", que permite que o trabalhador compense horas extras com folgas, mantendo o descanso semanal rigoroso.
Resultado: A economia alemã é a mais forte da Europa, sustentada por uma cultura de foco total durante as horas de expediente.

3. Estados Unidos: O Legado de Henry Ford
Embora hoje os EUA enfrentem discussões sobre excesso de trabalho, eles foram os pioneiros na escala 5x2. Em 1926, Henry Ford implementou a semana de 40 horas em suas fábricas.
O que deu certo: Ford percebeu que trabalhadores descansados compravam mais carros e eram mais eficientes.
Resultado: Isso estabeleceu a classe média americana e serviu de modelo para a Lei de Padrões Justos de Trabalho de 1938.

Por que nesses países o modelo "deu certo"?

O sucesso da jornada de 40 horas (ou menos) nesses locais não se deve apenas à lei, mas a três pilares:
1. Infraestrutura e Tecnologia: A automação permite que o trabalho braçal ou repetitivo seja feito em menos tempo.
2. Cultura de Gestão: Foco em entregas e metas, e não apenas em "presença física" na mesa de trabalho.
3.

23/04/2026

O que está em curso no Rio Grande do Sul não é modernização, é um projeto claro de transferência do patrimônio público para interesses privados, com custo direto para a população.

O governo de Eduardo Leite, ao lado do seu vice Gabriel Souza, agora pré-candidato ao governo do RS, insiste em um modelo de concessões rodoviárias que preocupa e revolta. O chamado sistema Free Flow, vendido como avanço tecnológico, vem acompanhado de um dado alarmante: a previsão de 58 pontos de cobrança. Na prática, isso signif**a mais tarifas, mais gastos e mais pressão no bolso de quem trabalha e depende das estradas todos os dias.

Enquanto prometem R$ 12 bilhões em investimentos, o que se vê é a repetição de um modelo que já deu sinais claros de fracasso. A privatização da CEEE trouxe problemas no fornecimento de energia e prejuízos à população. A venda da Corsan levantou dúvidas sobre aumento de tarifas e perda de controle sobre um serviço essencial. Agora, querem aplicar a mesma lógica nas rodovias: cobrar mais e entregar menos.

E não dá pra ignorar quem está por trás desse projeto. A família Covati, que apoia esse modelo, se soma a um grupo político que trata o Estado como negócio e não como instrumento de desenvolvimento e justiça social.

O discurso é sempre o mesmo: “o Estado precisa ser enxuto”. Mas, na prática, isso signif**a abrir mão de serviços estratégicos, aumentar tarifas e deixar a população refém de contratos que priorizam o lucro, não o interesse público.

O Rio Grande do Sul não pode ser desmontado peça por peça. Estradas, energia, água, tudo isso é patrimônio do povo gaúcho. E precisa ser tratado como tal.

Esse modelo não é solução. É retrocesso.

No debate sobre o futuro do Rio Grande do Sul, é importante olhar além do discurso e analisar as atitudes concretas de q...
22/04/2026

No debate sobre o futuro do Rio Grande do Sul, é importante olhar além do discurso e analisar as atitudes concretas de quem pretende governar.

De um lado, o pré-candidato Luciano Zucco tenta se apresentar como alguém preocupado com o Estado e sua população. Mas, quando teve a oportunidade de decidir sobre o patrimônio público, mostrou na prática qual é o seu projeto: votou a favor da privatização da Corsan.

Do outro lado, Juliana Brizola e Edegar Pretto tiveram uma postura clara e coerente com a defesa do povo gaúcho. Ambos votaram contra a privatização da Corsan, entendendo que a água é um direito essencial e não uma mercadoria.

A diferença é evidente: enquanto Zucco escolheu abrir mão de um patrimônio público estratégico, Juliana e Edegar se posicionaram na defesa de um serviço fundamental, que impacta diretamente a vida da população, especialmente dos que mais precisam.

Quando se trata de decidir o futuro do Estado, não basta discurso bonito. O voto na Assembleia revela o verdadeiro compromisso de cada um. E, nesse caso, f**a claro quem está ao lado do povo e quem está disposto a vender o que é público.

O pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul, Luciano Zucco, tenta agora posar de defensor das mulheres, gravando víd...
22/04/2026

O pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul, Luciano Zucco, tenta agora posar de defensor das mulheres, gravando vídeos e demonstrando “preocupação” com o feminicídio. Mas essa encenação não se sustenta quando analisamos o histórico político e o campo ideológico que ele representa.

Zucco está alinhado a um projeto político que teve como principal liderança Jair Bolsonaro, um governo marcado por declarações misóginas, ataques constantes às pautas femininas e, sobretudo, por uma condução desastrosa da pandemia de Covid-19.
Foram mais de 700 mil vidas perdidas no Brasil, muitas delas evitáveis, resultado de negligência, negacionismo e desprezo pela ciência. Entre essas vítimas, milhares de mulheres, mães, trabalhadoras, chefes de família.

Não dá para ignorar que o mesmo campo político que hoje tenta se apropriar da pauta do combate ao feminicídio foi, na prática, responsável por enfraquecer políticas públicas, desmontar estruturas de proteção social e banalizar a violência com discursos irresponsáveis.

A luta contra o feminicídio exige seriedade, compromisso histórico e coerência, não oportunismo eleitoral. Não basta gravar vídeo e ensaiar indignação. É preciso ter trajetória, defender políticas concretas e, acima de tudo, não estar associado a um projeto que sempre tratou a vida, especialmente a das mulheres, com descaso.

Essa conversa não cola.
O povo gaúcho sabe diferenciar quem realmente luta pela vida de quem apenas tenta surfar em cima de uma pauta sensível em época de eleição.

Na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, ocorreu uma importante Audiência Pública da Comissão de Serviços Público...
18/04/2026

Na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, ocorreu uma importante Audiência Pública da Comissão de Serviços Públicos, presidida pelo deputado Leonel Radde (PT), com a participação do deputado Eduardo Suplicy, para debater um tema urgente e necessário: o acesso à Cannabis Medicinal.

Com o tema “Cannabis Medicinal: o papel das associações canábicas no RS, o acesso à saúde e a necessidade de regulamentação”, o encontro reuniu vozes comprometidas com a garantia de direitos, evidenciando a importância das associações na promoção do cuidado, da dignidade e da qualidade de vida de milhares de pessoas.

O debate reforça a urgência de avançarmos na regulamentação, assegurando acesso seguro, democrático e com respaldo legal à Cannabis Medicinal como política pública de saúde.

DireitoÀSaúde LeonelRadde EduardoSuplicy AssembleiaRS CannabisÉSaúde AcessoÀSaúde JustiçaSocial

ESTADO MÍNIMOEsse é o plano da Extrema-Direita e de seus aliados.
14/04/2026

ESTADO MÍNIMO
Esse é o plano da Extrema-Direita e de seus aliados.

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