Revista Pan-Amazônica de Saúde - RPAS

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A Revista Pan-Amazônica de Saúde, editada nos formatos impresso e eletrônico (utilizando metodologia SciELO), com periodicidade trimestral, publica artigos nos campos epidemiológico, entomológico, ecológico, antropológico, socioeconômico, dos imunobiológicos, do meio ambiente e outros relacionados à saúde humana. Aceita contribuições em português, inglês e espanhol e, na versão eletrônica, disponibiliza artigos completos nos três idiomas. Como diferenciais, a Revista já dispõe de DOI (Digital Object Identifier), o que facilita sua localização e acesso na Internet; e permite a inclusão de material suplementar – como áudio, vídeo, slide e outros na versão eletrônica. A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) atribuiu a estratificação B4 à Revista Pan-Amazônica de Saúde nas áreas de avaliação CIÊNCIAS BIOLÓGICAS II e INTERDISCIPLINAR. A Revista já conta com a estratificação B5 nas áreas de BIODIVERSIDADE, CIÊNCIAS BIOLÓGICAS III, MEDICINA I, MEDICINA II e MEDICINA VETERINÁRIA. É uma conquista notável para um periódico com apenas três anos de publicação.

SEU NENZINHO: UM GUARDIÃO DA SAÚDE NA AMAZÔNIA FRENTE ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS: A TRAJETÓRIA DE ALDECI CERQUEIRA MAIA NA R...
03/08/2026

SEU NENZINHO: UM GUARDIÃO DA SAÚDE NA AMAZÔNIA FRENTE ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS: A TRAJETÓRIA DE ALDECI CERQUEIRA MAIA NA RESERVA EXTRATIVISTA CAZUMBÁ-IRACEMA

Como uma liderança comunitária pode transformar a saúde e fortalecer a resistência de populações amazônicas diante das mudanças climáticas?

O novo artigo publicado pela RPAS apresenta a trajetória de Aldeci Cerqueira Maia, conhecido como “Seu Nenzinho”, líder comunitário e agente de saúde da Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, no Acre.

Ao longo de mais de três décadas, Seu Nenzinho desenvolveu estratégias de cuidado comunitário, vacinação e educação em saúde adaptadas às necessidades da população local. Suas ações tornaram-se exemplos de resiliência diante das dificuldades de acesso aos serviços públicos e dos impactos ambientais e climáticos que afetam as comunidades amazônicas.

O estudo evidencia a importância dos agentes comunitários de saúde e das lideranças locais na construção de sistemas de saúde sustentáveis, capazes de integrar conhecimentos comunitários, proteção ambiental e promoção da saúde.

Leia o artigo completo em: https://bit.ly/RPASv17a1800

Autores: Dângela Nunes Abiorana.

*Devido às limitações técnicas de formatação textual desta plataforma, os textos aqui publicados não apresentam as devidas marcações (negrito e itálico).

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PREVISÃO DA INCIDÊNCIA DE TUBERCULOSE NO BRASIL: ANÁLISE DE SÉRIES TEMPORAIS DAS TENDÊNCIAS E DOS IMPACTOS DA PANDEMIA D...
31/07/2026

PREVISÃO DA INCIDÊNCIA DE TUBERCULOSE NO BRASIL: ANÁLISE DE SÉRIES TEMPORAIS DAS TENDÊNCIAS E DOS IMPACTOS DA PANDEMIA DE COVID-19

FORECASTING TUBERCULOSIS INCIDENCE IN BRAZIL: TIME SERIES ANALYSIS OF TRENDS AND IMPACTS OF THE COVID-19 PANDEMIC

A tuberculose continua sendo um importante desafio para a saúde pública no Brasil, e compreender sua evolução é essencial para fortalecer as estratégias de controle da doença.

O novo artigo publicado pela RPAS analisa a incidência da tuberculose no país entre 2001 e 2022, utilizando modelos estatísticos de séries temporais para projetar o comportamento da doença até 2030.

Os resultados demonstram que, após um período de redução, a incidência voltou a crescer a partir de 2015. Durante a pandemia de COVID-19, houve queda temporária nas notificações, provavelmente relacionada às dificuldades de diagnóstico e acesso aos serviços de saúde, seguida de novo aumento nos anos posteriores.

As projeções indicam que, se a tendência atual persistir, a incidência da tuberculose poderá retornar, até 2030, a níveis semelhantes aos observados no início dos anos 2000, reforçando a necessidade de fortalecer o Sistema Único de Saúde, ampliar a vigilância epidemiológica e implementar políticas públicas eficazes para o enfrentamento da doença.

Leia o artigo completo em: https://bit.ly/RPASv17a1720en

*Devido às limitações técnicas de formatação textual desta plataforma, os textos aqui publicados não apresentam as devidas marcações (negrito e itálico).

Autores: Amaury de Souza, Vahid Fakoor, Elias Silva de Medeiros, José Francisco de Oliveira Júnior, Kelvy Rosalvo Alencar Cardoso, Alvaro David Orjuela Cañón.

ESTUDO DE POPULAÇÕES DE ANOPHELES NUNEZTOVARI (DIPTERA: CULICIDAE) NA AMAZÔNIA BRASILEIRA UTILIZANDO MORFOMETRIA GEOMÉTR...
31/07/2026

ESTUDO DE POPULAÇÕES DE ANOPHELES NUNEZTOVARI (DIPTERA: CULICIDAE) NA AMAZÔNIA BRASILEIRA UTILIZANDO MORFOMETRIA GEOMÉTRICA DE ASAS

STUDY OF ANOPHELES NUNEZTOVARI (DIPTERA: CULICIDAE) POPULATIONS FROM THE BRAZILIAN AMAZON USING WING GEOMETRIC MORPHOMETRICS

O novo artigo publicado pela RPAS demonstra como a morfometria geométrica de asas pode contribuir para diferenciar espécies do complexo Anopheles nuneztovari, importantes vetores da malária na Amazônia.

O estudo analisou populações de mosquitos coletadas em municípios do estado do Pará e identificou diferenças morfológicas entre machos de Anopheles goeldii e Anopheles nuneztovari sensu stricto, além de evidenciar dimorfismo sexual nas asas.

Os resultados demonstram que essa abordagem é rápida, eficiente e de menor custo quando comparada às técnicas de caracterização genética, podendo ser utilizada inclusive em atividades de campo. A pesquisa reforça o potencial da morfometria geométrica como ferramenta auxiliar para estudos entomológicos e para o aprimoramento das estratégias de vigilância e controle dos vetores da malária.

Leia o artigo completo em: https://bit.ly/RPASv17a1719

Autores: Sidney dos Reis Diniz, Marcia Moraes Martins dos Santos, Yan Carvalho da Silva, Thiago Vasconcelos dos Santos, Ana Cecília Feio dos Santos, Izis Mônica Carvalho Sucupira, Marinete Marins Póvoa.

*Devido às limitações técnicas de formatação textual desta plataforma, os textos aqui publicados não apresentam as devidas marcações (negrito e itálico).

DESCRIÇÃO DO NÚMERO DE CASOS DE MORTE SÚBITA NOS PERÍODOS PRÉ E PÓS-PANDEMIA DO VÍRUS SARS-COV-2 NO ESTADO DO PARÁ, BRAS...
10/07/2026

DESCRIÇÃO DO NÚMERO DE CASOS DE MORTE SÚBITA NOS PERÍODOS PRÉ E PÓS-PANDEMIA DO VÍRUS SARS-COV-2 NO ESTADO DO PARÁ, BRASIL

O número de mortes súbitas aumentou expressivamente no estado do Pará após o início da pandemia de COVID-19.

O novo artigo publicado pela RPAS analisou 1.476 óbitos registrados no Sistema de Informações sobre Mortalidade, comparando os períodos pré-pandemia e pós-pandemia. Os resultados indicaram crescimento de quase 253% entre os homens e de 266% entre as mulheres, com maior prevalência em pessoas com histórico de doenças cardiovasculares.

Por se tratar de um estudo ecológico, os autores ressaltam que não é possível afirmar que os indivíduos incluídos no excesso de mortes súbitas tenham sido infectados pelo SARS-CoV-2. Ainda assim, os dados evidenciam uma mudança importante no padrão de mortalidade e reforçam a necessidade de novas investigações.

O estudo destaca a importância de compreender os possíveis mecanismos envolvidos, ampliar a vigilância epidemiológica e desenvolver estratégias preventivas para reduzir os riscos de complicações cardiovasculares após infecções.

Leia o artigo completo em: https://bit.ly/RPASv17a1694

Autores: Davi Jesus Silva Saraiva Campos, Alfredo Henrique Paula de Souza, David Bruno Souza Ferreira, Felipe Goes Costa, Fernando Franklin Ferreira Costa, João Marcelo Seixas Brito, Luis Henrique Rocha Bezerra, Thiago da Silva Bonfim, Sandra Souza Lima, Antônio Carlos Rosário Vallinoto.

Crédito da imagem: gerada com uso de IA.

*Devido às limitações técnicas de formatação textual desta plataforma, os textos aqui publicados não apresentam as devidas marcações (negrito e itálico).

04/07/2026

A área para comentários das redes sociais da RPAS está temporariamente desabilitada, em observância à legislação eleitoral.
A suspensão permanecerá até o fim das eleições gerais.
Agradecemos a compreensão.
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MONITORAMENTO AMBIENTAL DE ROTAVÍRUS EM CANAIS DE ESGOTO URBANOS NA CIDADE DE BELÉM, ESTADO DO PARÁ, AMAZÔNIA BRASILEIRA...
29/06/2026

MONITORAMENTO AMBIENTAL DE ROTAVÍRUS EM CANAIS DE ESGOTO URBANOS NA CIDADE DE BELÉM, ESTADO DO PARÁ, AMAZÔNIA BRASILEIRA

O novo artigo publicado pela RPAS revela a circulação persistente do rotavírus da espécie A (RVA) em canais urbanos de Belém (PA), evidenciando importantes desafios para a vigilância ambiental e a saúde pública. O estudo analisou amostras coletadas ao longo de 2021 em oito canais da cidade e identificou a presença do vírus em 72,9% das amostras.

Os resultados demonstram que o RVA permanece circulando em ambientes impactados pela precariedade do saneamento básico e pela degradação ambiental, reforçando o potencial da vigilância baseada em esgoto como ferramenta para o monitoramento de agentes infecciosos e para o planejamento de ações preventivas.

A pesquisa também caracterizou molecularmente os genótipos circulantes, contribuindo para o conhecimento epidemiológico do rotavírus na Amazônia Brasileira e destacando a importância do monitoramento ambiental como estratégia complementar à vigilância em saúde.

Leia o artigo completo em: https://bit.ly/RPASv17a1775

Autores: Wallex da Silva Guimarães, Jones Anderson Monteiro Siqueira, Ana Vitoria de Paula Barros, Guilherme Junior Leite da Piedade, Patrícia dos Santos Lobo, Dielle Monteiro Teixeira, Yvone Benchimol Gabbay, Sylvia de Fátima dos Santos Guerra, Luana Silva Soares.

Doi: https://doi.org/10.5123/S2176-6223202601775

Crédito da imagem: imagem gerado com IA.

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MONITORAMENTO AMBIENTAL DE ROTAVÍRUS EM CANAIS DE ESGOTO URBANOS NA CIDADE DE BELÉM, ESTADO DO PARÁ, AMAZÔNIA BRASILEIRA...
29/06/2026

MONITORAMENTO AMBIENTAL DE ROTAVÍRUS EM CANAIS DE ESGOTO URBANOS NA CIDADE DE BELÉM, ESTADO DO PARÁ, AMAZÔNIA BRASILEIRA

O novo artigo publicado pela RPAS revela a circulação persistente do rotavírus da espécie A (RVA) em canais urbanos de Belém (PA), evidenciando importantes desafios para a vigilância ambiental e a saúde pública. O estudo analisou amostras coletadas ao longo de 2021 em oito canais da cidade e identificou a presença do vírus em 72,9% das amostras.

Os resultados demonstram que o RVA permanece circulando em ambientes impactados pela precariedade do saneamento básico e pela degradação ambiental, reforçando o potencial da vigilância baseada em esgoto como ferramenta para o monitoramento de agentes infecciosos e para o planejamento de ações preventivas.

A pesquisa também caracterizou molecularmente os genótipos circulantes, contribuindo para o conhecimento epidemiológico do rotavírus na Amazônia Brasileira e destacando a importância do monitoramento ambiental como estratégia complementar à vigilância em saúde.

Leia o artigo completo em: https://bit.ly/RPASv17a1775

Autores: Wallex da Silva Guimarães, Jones Anderson Monteiro Siqueira, Ana Vitoria de Paula Barros, Guilherme Junior Leite da Piedade, Patrícia dos Santos Lobo, Dielle Monteiro Teixeira, Yvone Benchimol Gabbay, Sylvia de Fátima dos Santos Guerra, Luana Silva Soares.

Doi: http://dx.doi.org/10.5123/s2176-6223202601775

Crédito da imagem: imagem gerado com IA.

*Devido às limitações técnicas de formatação textual desta plataforma, os textos aqui publicados não apresentam as devidas marcações (negrito e itálico).

TRAVELER HEALTH IN THE BRAZILIAN AMAZON: A NEW FRONTIER FOR HEALTH SURVEILLANCE, EDUCATION, AND RESEARCHSAÚDE DO VIAJANT...
17/06/2026

TRAVELER HEALTH IN THE BRAZILIAN AMAZON: A NEW FRONTIER FOR HEALTH SURVEILLANCE, EDUCATION, AND RESEARCH

SAÚDE DO VIAJANTE NA AMAZÔNIA BRASILEIRA: UMA NOVA FRONTEIRA PARA A VIGILÂNCIA EM SAÚDE, ENSINO E PESQUISA

Viajar pela Amazônia vai muito além do turismo. A intensa mobilidade de trabalhadores, pesquisadores, migrantes, militares, garimpeiros e populações ribeirinhas transforma a região em um cenário estratégico para a vigilância em saúde.

O novo artigo publicado pela RPAS discute a importância da Medicina de Viagem na Amazônia brasileira, destacando seu papel na prevenção, identificação e monitoramento de doenças infecciosas emergentes e reemergentes. Em um contexto de aumento global das viagens, mudanças climáticas, migrações e expansão do turismo ecológico, os viajantes tornam-se importantes sentinelas epidemiológicas para a detecção precoce de ameaças à saúde pública.

O estudo ressalta que a Amazônia reúne condições únicas, como elevada biodiversidade, circulação de agentes infecciosos, intensos fluxos populacionais e desafios de acesso aos serviços de saúde, fatores que reforçam a necessidade de integrar vigilância, assistência, ensino e pesquisa para fortalecer a resposta aos agravos na região.

Leia o artigo completo em: https://bit.ly/RPASv17a1970pt

Autores: Tânia do Socorro Souza Chaves, Lívia Caricio Martins, João Paulo Mendes Filho, Erica Gomes do Nascimento Cavalcante, Eliane Regine Fonseca Santos, Haroldo José de Matos, Giselle Maria Rachid Viana

Doi: https://doi.org/10.5123/S2176-6223202601970

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Instituto Evandro Chagas e a Revista Pan-Amazônica estão presentes no XII Congresso de Secretarias Municipais de Saúde.
06/04/2026

Instituto Evandro Chagas e a Revista Pan-Amazônica estão presentes no XII Congresso de Secretarias Municipais de Saúde.

A INFLUÊNCIA AMBIENTAL E A INFECÇÃO PELO TOXOPLASMA GONDII NA AMAZÔNIA: CONTRIBUIÇÃO DO INSTITUTO EVANDRO CHAGAS (PARÁ, ...
08/01/2026

A INFLUÊNCIA AMBIENTAL E A INFECÇÃO PELO TOXOPLASMA GONDII NA AMAZÔNIA: CONTRIBUIÇÃO DO INSTITUTO EVANDRO CHAGAS (PARÁ, BRASIL)

O artigo recém-publicado na RPAS traz uma revisão narrativa com base em quase três décadas de estudos conduzidos pelo Laboratório de Toxoplasmose do Instituto Evandro Chagas (IEC), abordando a ecoepidemiologia da toxoplasmose na Amazônia, especialmente no estado do Pará.

A toxoplasmose, causada pelo protozoário Toxoplasma gondii, é endêmica na região, com elevada soroprevalência em humanos e animais, agravada pelas condições ambientais e climáticas locais. O estudo enfatiza como o desmatamento, a urbanização desordenada e outras ações antrópicas influenciam a manutenção e disseminação do parasito.

O artigo reforça a importância da abordagem integrada de “Uma Só Saúde” e da vigilância epidemiológica para enfrentar os desafios relacionados à toxoplasmose em áreas tropicais.

Leia o artigo completo em: https://bit.ly/RPASv16a1814

Autores: Ediclei Lima do Carmo, Rafaela dos Anjos Pinheiro Bogoevich Morais, Aristeu Vieira da Silva, Cléa Nazaré Carneiro Bichara, Marinete Marins Póvoa

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