Dra. Gabriella Huber Neuropediatra

Dra. Gabriella Huber Neuropediatra Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Dra. Gabriella Huber Neuropediatra, Criador de conteúdos digitais, Rio das pedras, Angra dos Reis.

Feliz Natal! Que o amor de Jesus, que veio ao mundo para nos salvar, ilumine seu lar com fé, paz e renove nossos coraçõe...
25/12/2025

Feliz Natal!
Que o amor de Jesus, que veio ao mundo para nos salvar, ilumine seu lar com fé, paz e renove nossos corações neste Natal.

A seletividade alimentar costuma aumentar no verão, principalmente em crianças com TEA ou dificuldades sensoriais. A com...
12/12/2025

A seletividade alimentar costuma aumentar no verão, principalmente em crianças com TEA ou dificuldades sensoriais. A combinação de calor, variação de rotina e sensações táteis mais intensas pode tornar certos alimentos ainda menos toleráveis — especialmente
comidas quentes, texturas pastosas ou cheiros fortes.

Há uma tendência natural de buscar alimentos mais frios e crocantes, o que pode ser usado a favor do desenvolvimento alimentar. Frutas geladas, picolés naturais, vegetais crus e smoothies são portas de entrada para ampliar o repertório alimentar, desde que oferecidos sem pressão e com previsibilidade sensorial.

Para crianças com seletividade mais rígida, pequenos passos fazem diferença: permitir que acriança toque o alimento sem obrigação de comer, oferecer variedade dentro da categoria preferida e criar rituais de preparo para aumentar a familiaridade. O objetivo não é “forçar” mas favorecer experiências positivas.
A nutrição equilibrada depende da persistência gentil dos pais e, quando necessário, de acompanhamento multiprofissional (nutricionista, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional).
Quanto mais cedo a intervenção, menor o risco de déficits nutricionais ou estresse familiar.
Compartilhe com outro responsável que enfrenta seletividade alimentar em casa.

10 anos de formados Medicina UFRJ 2015.2
09/12/2025

10 anos de formados
Medicina UFRJ 2015.2

Vivemos em uma era em que as telas são onipresentes — estão nas mãos das crianças antes mesmo que saibam falar. E embora...
01/12/2025

Vivemos em uma era em que as telas são onipresentes — estão nas mãos das crianças antes mesmo que saibam falar. E embora elas possam ensinar e entreter, o uso excessivo tem um impacto silencioso (e profundo) sobre o cérebro infantil.
Durante os primeiros anos de vida, o cérebro da criança se forma a partir de estímulos sensoriais e sociais: o toque, o olhar, o brincar, o som da voz dos pais. São essas interações que constroem conexões neurais e formam habilidades como empatia, atenção, coordenação e linguagem.
Quando substituímos esses estímulos reais por telas — ainda que com conteúdo “educativo” —
o desenvolvimento emocional e cognitivo perde riqueza.
Pesquisas apontam que o tempo excessivo de exposição digital está associado a:
📉 Redução da capacidade de atenção e concentração;
😔 Aumento de sintomas de ansiedade e irritabilidade;
💤 Alterações no sono e no humor;
🧠 Dificuldades no raciocínio e empatia social.
Isso não significa que as telas devam ser proibidas — mas precisam de limites claros.
A recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria é:
👶 Nenhum uso de telas até 2 anos.
👧 Até 5 anos, máximo de 1h por dia, com supervisão.
👦 A partir dos 6 anos, uso equilibrado e consciente.
E o mais importante: pais presentes fazem a diferença.
O conteúdo é menos determinante que o contexto — o que uma criança mais precisa não é de
pixels, mas de presença.
✨ Substitua tempo de tela por tempo de vínculo.
Crianças que brincam, se movem e se conectam com o mundo real crescem com mais
curiosidade, empatia e saúde emocional.

A disciplina positiva não significa permissividade. É um modelo de educação baseado na empatia, no respeito e na comunic...
25/11/2025

A disciplina positiva não significa permissividade. É um modelo de educação baseado na empatia, no respeito e na comunicação assertiva.
Ela parte do princípio de que toda criança quer pertencer e ser ouvida. Quando um comportamento inadequado ocorre, a intenção não é “corrigir pelo medo”, mas compreender a necessidade emocional por trás da atitude.
Punir gera obediência temporária. Ensinar com empatia gera aprendizado duradouro.
A criança que é acolhida aprende a reconhecer suas emoções, a lidar com frustrações e a desenvolver responsabilidade sem perder o vínculo afetivo.
🧠 A psicologia infantil mostra que o diálogo respeitoso fortalece a autoestima e a autonomia.
Substituir o “por que você fez isso?” por “o que aconteceu para você se sentir assim?” muda completamente a percepção da criança sobre si mesma.
A disciplina positiva é um investimento no futuro emocional do seu filho — e começa com o
exemplo.


No Transtorno do Espectro Autista (TEA), o ácido folínico (ou leucovorina) é utilizado como suplemento com o objetivo de...
19/11/2025

No Transtorno do Espectro Autista (TEA), o ácido folínico (ou leucovorina) é utilizado como suplemento com o objetivo de corrigir distúrbios do metabolismo do folato, especialmente em casos com autoanticorpos contra o receptor de folato (FRAA) ou alterações na via do folato cerebral.



🔬 Ação do ácido folínico no TEA

O ácido folínico:
• Ultrapassa a barreira hematoencefálica de forma mais eficiente que o ácido fólico comum.
• Atua corrigindo uma deficiência funcional de folato no sistema nervoso central.
Em alguns casos de autismo, estudos encontraram baixos níveis de folato no cérebro – mesmo com níveis normais no sangue. Nesses casos, a suplementação com ácido folínico “furaria” esse bloqueio e reporia o folato no cérebros

Tal suplementação pode melhorar sintomas como:
• linguagem e comunicação
• comportamento social
• irritabilidade
• atenção e foco

Essa resposta costuma ser mais evidente em crianças com autoanticorpos anti-receptor de folato positivos.

Cuidados: Nunca inicie a suplementação sem orientação do(a) médico(a) da sua criança. O ácido folínico pode causar efeitos colaterais (náusea, dor de estômago, diarreia) e até alterações no comportamento (agitação, irritabilidade, insônia)
Além disso, em crianças com epilepsia, o medicamento pode interferir nos anticonvulsivantes
Portanto, converse com o neurologista/neuropediatra antes de qualquer tratamento.

CTA: Salve este post para lembrar e compartilhe com outras famílias! Tire suas dúvidas com o especialista da criança antes de iniciar qualquer terapia.
Hashtags:

O sono infantil vai muito além do descanso. Ele é um dos pilares do desenvolvimento cognitivo,emocional e físico.Enquant...
11/11/2025

O sono infantil vai muito além do descanso. Ele é um dos pilares do desenvolvimento cognitivo,
emocional e físico.
Enquanto dorme, o cérebro da criança processa informações, consolida aprendizados e regula
hormônios fundamentais, como o GH (hormônio do crescimento).
No entanto, a rotina acelerada e o excesso de estímulos digitais têm reduzido o tempo e a qualidade do sono infantil. Crianças cansadas tendem a apresentar irritabilidade, dificuldade de concentração e até comportamentos impulsivos — sintomas que, muitas vezes, são confundidos
com TDAH.
🧩 A psicologia infantil observa o sono como espelho da saúde emocional. Medos, inseguranças e ansiedade podem se refletir em insônia, pesadelos ou dificuldade para relaxar.
Criar um ritual de sono é essencial: reduzir luzes e telas, manter horários fixos e oferecer um
ambiente seguro e tranquilo.
O descanso é parte do cuidado.
Quando uma criança dorme bem, ela não apenas recarrega energia — ela aprende a se equilibrar emocionalmente.

Mito ou verdade? Paracetamol na gravidez e autismoVocê ouviu que usar paracetamol na gestação poderia causar autismo? Re...
07/11/2025

Mito ou verdade? Paracetamol na gravidez e autismo

Você ouviu que usar paracetamol na gestação poderia causar autismo? Recentemente, uma grande pesquisa publicada no JAMA mostrou que não há vínculo causal comprovadoentre o uso de paracetamol durante a gravidez e o aumento do risco de TEA, TDAH ou
deficiência intelectual nos filhos. 
🔍 O que o estudo analisou

Foram mais de 2,4 milhões de crianças acompanhadas na Suécia. 

Quando comparados irmãos (que compartilham genética e ambiente familiar), não se encontrou associação significante entre uso de paracetamol na gestação e diagnóstico de TEA. 

O aumento pequeno de risco observado em análises simples desapareceu quando as variáveis familiares/genéticas foram consideradas. 
✅ Então o que isso significa?

Significa que:
Utilizar paracetamol durante a gravidez, quando necessário e com orientação médica, não está comprovadamente ligado ao autismo.

A presença de febre ou dor na gravidez pode por si só ter impacto — usar um medicamento seguro pode prevenir complicações.

Estudos anteriores que sugeriam risco podem ter sido confundidos por fatores genéticos, condições maternas ou ambiente familiar, e não pelo medicamento em si.

📌 Recomendações práticas

Nunca se automedique — mesmo medicamentos “comuns” devem ser usados com supervisão profissional na gestação.

Em casos de dor ou febre, discuta com seu obstetra ou profissional de saúde: paracetamol continua sendo uma das opções mais seguras quando bem indicada.

Evite pânico ou culpa: informação atual mostra nenhuma evidência forte de que o paracetamol cause autismo. A chave é usar com critério, orientado.

Continue acompanhando pesquisas e conversando com profissionais de saúde sobre os melhores cuidados durante a gestação.

Salve este post para lembrar e compartilhe com outras famílias! Tire suas dúvidas com o especialista da criança antes de iniciar qualquer terapia.
Hashtags:

O RQE (Registro de Qualificação do Especialista) é um documento oficial emitido pelo Conselho Regional de Medicina que c...
03/11/2025

O RQE (Registro de Qualificação do Especialista) é um documento oficial emitido pelo Conselho Regional de Medicina que comprova que o médico concluiu residência ou título em uma especialidade. Sem esse registro, ele não pode legalmente anunciar-se como especialista.

Ou seja, antes de marcar uma consulta, informe-se sobre o RQE do profissional. Procure esse número no site do CRM do seu estado ou na página “Busca Médico” do CFM, inserindo o nome do médico.

Essa consulta é simples, gratuita e garante transparência na escolha do especialista.
Ter um médico com RQE ativo é garantia de qualificação reconhecida: pacientes atendidos
por especialistas sem RQE correm riscos desnecessários. A legislação médica brasileira é clara: atuar como especialista sem esse registro acarreta
processos ético-legais, multas ou até suspensão do exercício profissional.

Exigir o RQE não é só formalidade – é investir na segurança de quem cuida da saúde da sua família. Seja curioso e proteja seus filhos: verifique sempre o RQE do especialista antes de confiar o cuidado a ele.

Salve este post e compartilhe com outros pais!

Informe-se, pergunte ao seu médico e ajude
a garantir atendimentos mais seguros.


01/11 — Dia Mundial da Conscientização sobre o TDAH: um bom momento para falar com clareza sobre esse transtorno que afe...
01/11/2025

01/11 — Dia Mundial da Conscientização sobre o TDAH: um bom momento para falar com clareza sobre esse transtorno que afeta atenção, impulsividade e regulação do comportamento em crianças e adolescentes. O TDAH é um quadro neurobiológico — não é “falta de educação” nem resultado único de criação.
O que observar: perda de atenção em atividades que exigem foco; distração fácil; dificuldade em seguir instruções; inquietação excessiva; falar demais; agir por impulso. Em crianças pequenas os sinais podem ser sutis; em adolescentes, a desatenção costuma
prejudicar estudos e organização. Meninas muitas vezes apresentam sintomas menos hiperativos e passam despercebidas.
Diagnóstico: é clínico e multidimensional — depende de história detalhada, relatos da família e da escola, escalas padronizadas e avaliação de comorbidades (ansiedade, dificuldades de aprendizagem, sono, alterações neurológicas). Não existe um exame único
que “determine” TDAH; avaliar contexto é essencial para evitar rótulos indevidos.
Tratamento e acompanhamento: envolve abordagem multiprofissional. Intervenções psicoeducativas, terapia cognitivo-comportamental, treinamento parental e adaptações escolares costumam ser eficazes. Em muitos casos, quando indicado, a medicação
(estimulantes ou outros fármacos) combina-se a essas estratégias e melhora atenção e autorregulação — sempre com acompanhamento médico rigoroso e monitoramento de
efeitos.
Na escola: pequenas adaptações fazem grande diferença — dividir tarefas em etapas, instruções claras e curtas, reforço positivo, pausas para atividade física, assentos
preferenciais e provas em ambiente com menos distração. A parceria entre família e escola
é a chave do sucesso.
Desmistificando: açúcar, falta de limites ou “preguiça” não explicam o TDAH. Tampouco é
causado por vacinas. Evite tratamentos milagrosos; busque evidência e orientação
especializada.
Por que o diagnóstico precoce importa? Porque quanto antes entendermos o perfil da criança, mais rápido montamos estratégias que preservam autoestima, aprendizagem e relações sociais. O objetivo não é “consertar”, mas dar ferramentas para que a criança se organize, aprenda e floresça.

Hoje é o Dia do Médico, e é impossível não parar um instante para sentir gratidão.Gratidão por ter escolhido essa profis...
18/10/2025

Hoje é o Dia do Médico, e é impossível não parar um instante para sentir gratidão.
Gratidão por ter escolhido essa profissão — e mais ainda, por ela também ter me escolhido.

Ser médica é muito mais do que cuidar de doenças.
É cuidar de vidas, de histórias, de esperanças.
É acolher famílias em momentos de incerteza e oferecer não apenas conhecimento, mas presença, calma e empatia.

Na neuropediatria, isso ganha um significado ainda mais profundo.
Cada pequeno progresso de uma criança é uma vitória compartilhada.
Cada sorriso, um lembrete de que a ciência e o amor caminham juntos.
Cada família que confia, um presente.

Hoje, olho para trás e vejo o quanto aprendi — com os livros, com os colegas, mas principalmente com meus pequenos pacientes.
Eles me ensinam todos os dias sobre coragem, resiliência e a beleza de recomeçar, mesmo nas menores conquistas.

Sinto orgulho da médica que me tornei e da jornada que continuo trilhando.
E sinto gratidão — pela oportunidade de exercer uma profissão que me transforma tanto quanto transforma o mundo ao meu redor.

Feliz Dia do Médico a todos que fazem da medicina um ato de amor. 💙

35 anos 🥰 Só a agradecer pelo caminho traçado até aqui e pedir ao Senhor que continue me guiando 🙏🏻
15/10/2025

35 anos 🥰
Só a agradecer pelo caminho traçado até aqui e pedir ao Senhor que continue me guiando 🙏🏻

Endereço

Rio Das Pedras
Angra Dos Reis, RJ

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dra. Gabriella Huber Neuropediatra posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Dra. Gabriella Huber Neuropediatra:

Compartilhar