24/12/2025
No Natal, evocamos o nascimento de Jesus, o Rei dos reis no inconsciente coletivo. Ele não surge no ego inflado de palácios, mas na periferia da alma, numa manjedoura simples, entre impulsos animais e pastores marginais. Mesmo soberano, Jesus rejeita o poder: escolhe amar incondicionalmente, servir os excluídos e integrar as sombras da humanidade. Assim, o Natal nos convida a uma regressão terapêutica: iluminar a periferia psíquica, amando sem repressão, para renascer inteiros neste Natal. Viva Jesus, Viva o Amor!!!