Voo livre canal

  • Home
  • Voo livre canal

Voo livre canal Criador de conteúdo digital

As eleições de 2026 ampliam a visibilidade da presença LGBTQIA+ na política brasileira. Pela primeira vez em uma eleição...
18/08/2026

As eleições de 2026 ampliam a visibilidade da presença LGBTQIA+ na política brasileira. Pela primeira vez em uma eleição geral, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresenta oficialmente dados sobre orientação sexual e identidade de gênero das candidaturas. Até o momento, 407 candidatos declararam orientação sexual não heterossexual e 107 candidaturas são de pessoas trans. Os números ainda podem sofrer alterações com o processamento dos registros pela Justiça Eleitoral.

Entre os 407 candidatos que informaram orientação sexual, 150 se declararam bissexuais, 134 g**s, 86 lésbicas, 26 pansexuais e 11 assexuais. Outros 10.871 candidatos se declararam heterossexuais e 9.160 preferiram não divulgar a informação. Já entre as candidaturas trans, 54 disputam o cargo de deputado estadual, 50 de deputado federal, duas de deputado distrital e uma de vice-governador. Ao todo, são 107 candidaturas trans entre 20.511 registros, o equivalente a 0,52%, número 35% maior que o registrado no pleito anterior.

A presença LGBTQIA+ nas eleições, porém, não começa agora. Em 2022, A ANTRA já havia realizado levantamentos próprios e identificaram 79 candidaturas trans. A diferença é que, neste ano, o TSE passa a oferecer um retrato oficial dessa participação nas eleições gerais.

Dar visibilidade a essas candidaturas ajuda a mostrar quem ocupa e disputa os espaços onde são definidas as políticas que afetam diretamente a população LGBTQIA+. A presença ainda é pequena, mas cada candidatura também representa uma disputa por reconhecimento, representação e direito de participar das decisões sobre o futuro do país.

18/08/2026

tetra

18/08/2026

#22 Master

18/08/2026

governadora

Parada LGBTQIA+ transforma o Centro de Chapecó em espaço de arte, diversidade e resistênciaA tarde deste domingo (16) fo...
18/08/2026

Parada LGBTQIA+ transforma o Centro de Chapecó em espaço de arte, diversidade e resistência

A tarde deste domingo (16) foi marcada por cores, música, performances, discursos e manifestações de orgulho no Centro de Chapecó. A Parada LGBTQIA+ ocupou as ruas da cidade e reuniu pessoas para celebrar a diversidade, reivindicar direitos e reforçar a importância do combate à LGBTfobia.

A concentração aconteceu em frente à Catedral Santo Antônio, na região da Praça Coronel Bertaso. De lá, os participantes seguiram pela Avenida Getúlio Vargas, passando pela região da Havan, em uma caminhada que levou bandeiras, cartazes e manifestações de diferentes grupos da comunidade LGBTQIA+ para uma das principais vias do município.

Depois do percurso, o público retornou à região da Praça Coronel Bertaso, onde a programação artística continuou. O evento contou com apresentações de artistas de Chapecó e de outros municípios, transformando a praça em um espaço de música, performance e celebração da diversidade.

Mais do que uma festa, a Parada carrega uma trajetória de mobilização social. Em Chapecó, o movimento começou a ocupar as ruas ainda em 2016 e, ao longo dos anos, tornou-se uma das principais manifestações LGBTQIA+ do Oeste catarinense. Estudos realizados pela Universidade Federal da Fronteira Sul apontam que a iniciativa é organizada pela UNA LGBT de Chapecó e surgiu como uma forma de enfrentar diferentes formas de violência e ampliar a presença da população LGBTQIA+ nos espaços públicos.

A história da manifestação também mostra que cultura e política caminham juntas. Em edições anteriores, a programação reuniu discursos, artistas, drag queens, cantores e performances que utilizaram a arte para discutir preconceito, identidade, violência e direitos. Em 2024, por exemplo, a performance “Marretada Trans”, realizada em parceria com o Coletivo Transcender e a UFFS, utilizou um muro cenográfico destruído a golpes de marreta e, posteriormente, transformado em jardim, como representação de resistência e reconstrução.

A Parada também possui uma dimensão regional. Edições anteriores reuniram participantes de diversos municípios do Oeste de Santa Catarina, além de pessoas vindas do Paraná e do Rio Grande do Sul. Em 2022, por exemplo, a organização estimava participantes vindos de 11 municípios, e a imprensa registrou cerca de seis mil pessoas no evento.

Outro elemento que faz parte da trajetória da manifestação é a ocupação simbólica do Centro de Chapecó. A concentração diante da Catedral e a caminhada pelas principais avenidas colocam a pauta LGBTQIA+ no coração da cidade, levando para o espaço público uma discussão que muitas vezes permanece restrita a ambientes privados ou institucionais.

A mobilização ganhou ainda mais relevância diante dos debates políticos envolvendo a presença de crianças e adolescentes nesses eventos. Em 2025, uma lei municipal de Chapecó que restringia a participação de crianças em paradas LGBTQIA+ foi suspensa por decisão liminar do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, após uma ação direta de inconstitucionalidade.

Assim, a edição deste domingo se insere em uma história que vai muito além de uma caminhada. A Parada LGBTQIA+ de Chapecó tornou-se um espaço de encontro entre diferentes gerações, artistas, movimentos sociais e moradores que defendem o direito de existir e ocupar a cidade sem violência ou discriminação.

Entre música, performances, bandeiras e manifestações, a mensagem levada às ruas foi direta: a diversidade também faz parte da história de Chapecó e reivindica seu lugar no presente e no futuro da cidade.

DAIANE ESTÁ CANSADA? A ANOMALIA NA EDUCAÇÃO DE BARRA FUNDA: quem comandou, quanto recebeu e o que aconteceu com o IDEB?S...
14/08/2026

DAIANE ESTÁ CANSADA?

A ANOMALIA NA EDUCAÇÃO DE BARRA FUNDA: quem comandou, quanto recebeu e o que aconteceu com o IDEB?

Se queremos entender a educação de Barra Funda, precisamos parar de olhar apenas para o prefeito.
É preciso olhar para quem comandou a Secretaria de Educação, por quanto tempo, como os profissionais foram valorizados e quais resultados apareceram durante cada período.

E a história do IDEB, começa em 2013.
2013–2016: Alexandre Nicola e Eliane Gerevini

Durante a gestão de Alexandre Elias Nicola, a Secretaria de Educação esteve sob responsabilidade de Eliane Salete Gerevini Boni, conforme os registros históricos levantados.

Em 2013, o IDEB dos anos finais era 4,7.
Em 2015, passou para 5,1.
Ou seja, uma evolução de 0,4 ponto.

Não temos resultado municipal divulgado para os anos iniciais nesses dois ciclos, portanto não vamos inventar números.

Mas existe uma primeira conclusão:

a rede apresentou evolução nos anos finais durante aquele período.

2017–2018: Marcos Piaia e Beloni Dal Mora
Em 2017, começa a gestão de Marcos André Piaia.

E quem assume a Secretaria de Educação é Beloni Terezinha Martins Dal Mora.

Há registro oficial de Beloni assumindo a Secretaria de Educação no início daquele mandato.
E é justamente em 2017 que Barra Funda aparece com um resultado extraordinário:

IDEB dos anos iniciais: 7,0.

Nos anos finais:
IDEB: 5,4.
Mas precisamos ter cuidado.
Não seria correto dizer que Beloni "produziu sozinha" o 7,0.

As crianças avaliadas em 2017 já haviam passado anos dentro da rede municipal, inclusive durante a gestão anterior.
Mas uma coisa é inegável:

Beloni estava à frente da Secretaria quando Barra Funda alcançou esse resultado.
E isso merece ser reconhecido e investigado.

2019–2020: Marcos Piaia e Daiane Michele Finatto
Em 2019 acontece uma mudança importante.
Daiane Michele Finatto assume a Secretaria de Educação.
E ela permanece.
Em 2019, o IDEB dos anos iniciais passa de 7,0 para 6,8.
Nos anos finais:
5,4 → 5,5.

Ou seja, nos anos finais houve pequena evolução, enquanto os anos iniciais começaram a perder desempenho.

E aqui começa uma continuidade administrativa muito importante.

2021–2024: André Signor e Daiane Finatto
André Signor assume a Prefeitura.
Mas Daiane permanece na Secretaria de Educação.

Isso significa que podemos observar uma mudança de prefeito sem uma mudança equivalente no comando da Educação.

Em 2021:

Anos iniciais: 6,7
Anos finais: 5,1

Em 2023:
Anos iniciais: 6,0
Anos finais: 5,8

Portanto:

Anos iniciais
7,0 → 6,8 → 6,7 → 6,0
Uma queda de 1 ponto desde 2017.

Anos finais

4,7 → 5,1 → 5,4 → 5,5 → 5,1 → 5,8

Uma história diferente, com crescimento no longo prazo, mas também oscilações.

E aqui precisamos fazer uma pergunta séria:

Se Daiane está à frente da Secretaria desde 2019, quais políticas foram implementadas para impedir a queda dos anos iniciais?

Não é uma acusação.
É uma pergunta de gestão.

2025–2026: André Signor e novamente Daiane

E chegamos ao presente.

A própria Prefeitura informa que Daiane Michele Finatto atua como secretária de Educação, Cultura, Desporto e Turismo desde 2019. Portanto, ela atravessou a gestão de Marcos Piaia e permanece na gestão André Signor. (barrafunda.rs.gov.br)

São aproximadamente sete anos de continuidade na mesma Secretaria.

Isso pode ser uma enorme vantagem.
Uma secretária que permanece tanto tempo conhece a rede, os professores, os alunos, os problemas e os resultados.

Mas justamente por isso a cobrança precisa ser maior.
Depois de sete anos, precisamos perguntar:
Qual foi o plano?
Quais metas foram alcançadas?
Quais fracassaram?
O que mudou depois da queda do IDEB?

E por que os anos iniciais chegaram a 6,0?

E então aparece a anomalia salarial
Enquanto analisamos o desempenho da rede, encontramos outra questão.
Em 2024, o Município contratava Monitor Escolar, com Ensino Médio, por:
R$ 1.665,04 para até 30 horas.

No mesmo período, o Assistente Administrativo, também com Ensino Médio, aparecia com:

R$ 3.099,79 para até 40 horas.
A diferença era de R$ 1.434,75 por mês. (barrafunda.rs.gov.br)

Em 2026:

Monitor Escolar: R$ 1.774,27.
Assistente Administrativo: R$ 3.303,14.
A diferença chegou a R$ 1.528,87.

O Assistente Administrativo recebe, portanto, aproximadamente 86% a mais que o Monitor Escolar em vencimento básico.

E existe outro detalhe:

O Monitor trabalha diretamente dentro da escola, acompanhando os alunos e participando da rotina educacional.
Não estamos dizendo que os dois cargos deveriam receber a mesma coisa.

Mas precisamos perguntar:

Qual é a justificativa para uma diferença tão grande entre duas funções que exigem Ensino Médio?

E o mais importante: o monitor não é cargo de confiança
Também precisamos corrigir uma informação que poderia gerar confusão.

Os documentos encontrados mostram que os Monitores Escolares são contratados por processo seletivo simplificado, em contratos temporários.

Não são simplesmente cargos de confiança.
Isso torna a pergunta ainda mais importante:

Por que uma função permanente dentro da rotina escolar continua sendo exercida por contratação temporária?

Quantos monitores existem?
Quantos são efetivos?
Quantos são temporários?
Há quanto tempo alguns trabalham dessa maneira?
Quantos processos seletivos já foram realizados?

Por que não existe uma carreira efetiva para essa função, se a necessidade é permanente?

E quanto ganham os profissionais que sustentam essa educação?

É aqui que a investigação precisa avançar.
Queremos comparar, ano por ano:

2013
Alexandre Nicola
Secretária: Eliane Gerevini

2015
Alexandre Nicola
Secretária: Eliane Gerevini

2017
Marcos Piaia
Secretária: Beloni Dal Mora

2019
Marcos Piaia
Secretária: Daiane Finatto

2021
André Signor
Secretária: Daiane Finatto

2023
André Signor
Secretária: Daiane Finatto

2025–2026
André Signor
Secretária: Daiane Finatto

E, em cada período, precisamos colocar ao lado:

IDEB

salário dos professores
salário dos monitores
salário dos assistentes
reajustes
inflação
número de profissionais
concursos
processos seletivos
contratos temporários
investimento por aluno
aprovação
Português
Matemática
Só então poderemos dizer qual gestão realmente conseguiu melhorar a educação.

Não é sobre estar cansada. É sobre saber se a política está cansada.
Não temos como afirmar que Daiane esteja cansada.
Mas podemos fazer uma pergunta política legítima:

Depois de aproximadamente sete anos à frente da Secretaria, a política educacional de Barra Funda ainda está produzindo avanços ou precisa de renovação?

Porque continuidade pode ser virtude.

Mas continuidade sem resultado pode virar acomodação.

E os números precisam responder.

7,0 nos anos iniciais em 2017.
6,8 em 2019.
6,7 em 2021.
6,0 em 2023.

Enquanto isso, a mesma secretária permanece no comando desde 2019.

Isso não prova que Daiane seja responsável pela queda.

Mas torna impossível discutir seriamente o futuro da educação sem perguntar o que a Secretaria fez diante dessa queda.

E existe outra pergunta:

Por que quem trabalha diretamente com nossas crianças, como o Monitor Escolar, recebe R$ 1.774,27, enquanto outro cargo de Ensino Médio chega a R$ 3.303,14?

Não quero professor contra monitor.
Não quero monitor contra assistente.
Não quero servidor contra servidor.
Quero entender a política.

Porque educação não é apenas o professor.

É professor, monitor, assistente, direção, coordenação, merenda, transporte, limpeza, família e comunidade.
Se queremos melhorar o IDEB, precisamos valorizar toda a rede que constrói esse resultado.

E depois de tantos anos, a pergunta para a Secretaria de Educação é simples:

Qual é o plano para Barra Funda voltar aos 7,0 e, desta vez, conseguir permanecer lá?

Porque o verdadeiro desafio não é apenas chegar ao topo.

É conseguir ficar lá. Ou seria importante ter uma professora, alguém da educação, do chão de escola no lugar de quem não tem formação em educação?

Não esqueça.
10/08/2026

Não esqueça.

10/08/2026

Address


Alerts

Be the first to know and let us send you an email when Voo livre canal posts news and promotions. Your email address will not be used for any other purpose, and you can unsubscribe at any time.

Shortcuts

  • Want your business to be the top-listed Media Company?

Share