Bicho-papão pitch

Bicho-papão pitch 📌 Olá, pessoal! A página caiu de novo. Como a maioria sabe, eu tenho uma conta secundária e irei postar as novas histórias lá.
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O link estará na bio e também na primeira publicação abaixo."

Olá, pessoal! Eu não estou postando esta semana porque o Facebook está derrubando o alcance. Não é só comigo, é com vári...
31/07/2026

Olá, pessoal! Eu não estou postando esta semana porque o Facebook está derrubando o alcance.

Não é só comigo, é com várias outras pessoas que têm página. Também sofri uma restrição nada a ver. Como a maioria sabe, eu tenho uma conta secundária, e quando essa cai, eu posto lá as novas histórias. O link está na bio e no comentário desta publicação.

Irei postar uma nova história hoje, e amanhã já posto normal os relatos que vocês me mandam. Tenho várias histórias guardadas para postar para vocês, só não postei porque sofri essa restrição e a queda no alcance."

MINHA NAMORADA ME ABANDONOU HÁ 2 MESES PRA VOLTAR COM O EX DE 35 ANOS QUE TEM TRÊS FILHOS COM MÃES DIFERENTES.Tenho 25 a...
22/07/2026

MINHA NAMORADA ME ABANDONOU HÁ 2 MESES PRA VOLTAR COM O EX DE 35 ANOS QUE TEM TRÊS FILHOS COM MÃES DIFERENTES.

Tenho 25 anos, sou trabalhador e moro sozinho. A minha namorada tem a mesma idade que eu e me abandonou para viver uma vida de princesa com o ex, só porque ele possui condições e tem carro, e eu não.

Há 3 anos, tudo começou na empresa em que trabalhávamos. Foi lá onde nos conhecemos. Marcamos um encontro e logo no primeiro dia a gente ficou. Ela disse que estava em um relacionamento, mas que estava prestes ao fim.

Continuamos, acabamos nos assumindo e começamos a ter um relacionamento sério. Depois de 1 ano, perdemos o emprego e as coisas começaram a apertar. Ela sempre me falava que o ex a fazia sofrer muito, que a traía, não a valorizava, que ela sentia repulsa dele e muito mais.

Mas o que eu não percebia é que ela estava em uma dependência emocional e eu era apenas o curativo. Ela começou a se envolver com o ex de novo. Ele sempre vinha com presentes e ela aceitava. Eu acabei descobrindo, ela pediu desculpas, mas eu fiquei na incerteza.

Acabei tendo acesso às mensagens no celular dela. Um belo dia, ela disse que ia à igreja e que ia demorar a voltar, mas, na verdade, estava indo se encontrar com ele, e eu vi tudo.

Preferi me calar porque eu já estava quebrado, e a única coisa que eu conseguia oferecer era o meu amor e a nossa intimidade, enquanto o outro tem dinheiro, carro, etc.

Eu acabei mostrando as mensagens para ela depois de dias, por não aguentar mais. Ela chorou, eu também. Pedi um tempo, ela veio, pediu perdão e eu a perdoei novamente.

Passados 8 meses, ela começou a mudar. Já não era a mesma, ficou fria e distante. A nossa relação passou a ter muitas discussões e conflitos, até que ela decidiu terminar.

Disse que queria um tempo sozinha, que estava confusa e que, no fundo, não tinha superado o ex.

Mas eu acabei descobrindo que eles voltaram de vez. Ele disse que quer casar e construir uma família com ela. Ela acabou terminando comigo, deixando um vazio e muita tristeza na minha vida.

Estou frustrado e acho que eles nunca chegaram a terminar de verdade. Ela está disposta a ser madrasta de três filhos e largar um futuro comigo para continuar com um homem que fez tanto mal a ela.

Relato J.M.D

O que vou contar aconteceu comigo há alguns anos. Hoje tenho 34, mas ainda acontecem alguns fenômenos estranhos. Bom, va...
22/07/2026

O que vou contar aconteceu comigo há alguns anos. Hoje tenho 34, mas ainda acontecem alguns fenômenos estranhos. Bom, vamos lá.

Na época eu tinha uns 20 anos. Foi um dia de rotina normal: acordei, fui para o trabalho, depois academia. Eu só queria chegar em casa, porque estava exausta.

Finalmente cheguei. Preparei minha janta, tomei banho, joguei um pouco e fui dormir.

Ao deitar, senti o quarto um pouco gelado. Não dei bola. Achei que fosse coisa da minha cabeça. Fiquei relembrando o quanto o dia tinha sido puxado... até sentir um arrepio estranho.

Olhei para o teto e a luz do quarto apagou.
Ali o pavor tomou conta de mim. Me cobri com o cobertor e foi quando senti algo me puxar com toda a força para o chão. Meu quarto era um pouco grande, e aquela força me arrastou para perto da porta.

Fiquei alguns segundos tentando entender o que tinha acontecido. Me levantei e corri de volta para a cama. De novo, aquela coisa me puxou pelo pé. Isso se repetiu por alguns minutos, até que parou.

Quando tentei correr para o quarto dos meus pais, algo me lançou de volta para a cama. Só que dessa vez foi pior: eu sentia como se flutuasse e caísse com tudo em cima da cama de novo. E foi assim por horas.

Tomada pela exaustão de lutar contra aquilo, eu simplesmente aceitei. Meu corpo já estava todo dolorido. Eu já não tinha mais lágrimas nem forças.
Até que ouvi o galo do vizinho cantar. Caí sobre a cama. Finalmente aquele pesadelo interminável parou.

O primeiro raio de sol entrou pela janela e eu consegui correr até o quarto da minha mãe. Entrei desesperada, chorando muito e pedindo socorro.

Ela viu os roxos em mim. Mas o detalhe que mais chamou atenção foi um arranhão muito grande no meu ombro e uma marca de mão no meu pulso. Uma mão que não batia com o tamanho da minha.

Até hoje eu não sei o que era aquilo.
Pela primeira vez na vida eu senti medo de verdade. Porque o que eu mais tenho medo é daquilo que eu não vejo... mas consigo sentir.

Relato Tai andrade

Ajudei a minha cunhada quando ela estava desempregada. Em troca, ela quase me fez ser demitida e transformou minha vida ...
22/07/2026

Ajudei a minha cunhada quando ela estava desempregada. Em troca, ela quase me fez ser demitida e transformou minha vida num inferno.

Eu e a irmã do meu noivo nos conhecemos na faculdade, pois fazíamos a mesma graduação. Até então éramos "amigas". Inclusive, foi através dela que conheci o meu noivo.

Assim que terminamos a faculdade, consegui um emprego na área em que me formei. Ela, durante a graduação, conseguiu um estágio, mas, quando terminou o curso, disse que não foi efetivada porque duas amigas "roubaram" a vaga dela.

Durante o período em que ficou desempregada, ela vivia me pedindo para indicá-la caso surgisse alguma oportunidade na empresa onde eu trabalhava.

Algum tempo depois, abriu uma vaga justamente no meu setor, porque a colega que dividia a função comigo engravidou e pediu demissão. Sem pensar duas vezes, lembrei dela e fiz a indicação.

Foi, sem dúvida, o maior arrependimento da minha vida.
Desde que ela entrou na empresa, minha vida profissional virou um verdadeiro inferno. Ela começou a inventar histórias sobre mim para os meus superiores e, por causa disso, quase fui demitida.

Desde então, meu trabalho passou a ser constantemente vigiado, sou chamada a atenção por qualquer coisa, e percebi que tudo piorou depois que voltei das minhas primeiras férias.

Como minha situação na empresa ficou fragilizada, minha cunhada passou a se aproveitar disso.

Ela deixa praticamente todas as demandas nas minhas costas, passa boa parte do tempo andando pela empresa ou puxando o s**o dos superiores, vive apresentando atestados médicos e quem precisa cobrir o trabalho dela sou eu.

Depois da ameaça de demissão, fiquei muito preocupada. Tenho um filho de quatro anos, que é de um relacionamento anterior, e sou eu quem corre atrás para que nada falte para ele.

Por isso, comecei a procurar alguma forma de fazer uma renda extra, caso eu realmente venha a perder o emprego.

Recentemente pensei em começar a revender produtos da Natura e do Boticário e comentei essa ideia com o meu noivo.

Muito provavelmente ele comentou com a irmã dele, porque, cerca de uma semana depois, ela apareceu vendendo Natura e Avon.

Perguntei como ela havia feito para se tornar revendedora, já que eu também tinha interesse. A resposta dela foi que não iria me explicar, porque eu me tornaria concorrente.

O mais absurdo é que nem venderíamos para o mesmo público. Eu deixei claro que minha intenção era montar uma lojinha online e divulgar os produtos pelas minhas redes sociais.

Já ela vende para os vizinhos, ex-colegas da faculdade e até para pessoas da empresa onde trabalhamos.

Engoli mais essa situação, assim como venho engolindo muitas outras há bastante tempo, mas confesso que fiquei extremamente chateada.

O que mais me revolta é que, enquanto ela esteve desempregada, eu a ajudei de todas as formas que pude.

Já emprestei dinheiro para que ela pagasse contas e não tivesse o nome negativado, já dei meu vale-refeição para que ela tivesse o que comer, e até paguei o transporte dela para ir trabalhar quando o cartão dela foi bloqueado.

E, quando finalmente precisei de uma ajuda simples, recebi como resposta que ela não iria me orientar porque eu poderia virar concorrente.

Eu sei que ninguém é obrigado a retribuir favores e que não devemos fazer o bem esperando algo em troca. Tudo o que fiz por ela foi de coração, sem cobrar absolutamente nada.

O que realmente me machuca é perceber que ela é o tipo de pessoa que aceita toda a ajuda possível quando precisa, mas, na primeira oportunidade de ajudar alguém, pensa apenas no próprio benefício.

Não é sobre dinheiro nem sobre revenda de cosméticos. É sobre reciprocidade, gratidão e caráter. Infelizmente, demorei para enxergar isso.

Relato R.W.F

Foram 17 dias de muita luta na emergência, até que recebi a pior notícia que uma mãe poderia ouvir.Eu sempre quis ser mã...
22/07/2026

Foram 17 dias de muita luta na emergência, até que recebi a pior notícia que uma mãe poderia ouvir.

Eu sempre quis ser mãe e me tornei mãe de um menino lindo chamado Gusttavo. Ano passado, eu tive a pior dor do mundo: eu tive que devolver ele para Deus.

Estava tudo bem. Num sábado chuvoso, eu acordei cedo e fui trabalhar. Ele e meu esposo me levaram para o serviço por conta da chuva; eu dei um beijo nele e entrei para trabalhar.

Ao meio-dia me buscaram e fomos para casa. Quando foi por volta das 20 horas, a gente resolveu comer uma pizza. Nós jantamos pizza e depois fomos dormir.

Só que, por volta da meia-noite, meu filho começou a passar mal. Aí achei que seria porque ele tinha comido muito, mas não, o meu pior pesadelo tinha começado. Ele passou mais mal ainda, dormiu um pouco e depois passou mal de novo. Então, corremos com ele para a emergência.

Chegando lá, os médicos falaram que o intestino dele tinha obstruído e que ele tinha que passar por uma operação de risco. Horas depois, já às 23 horas, ele foi operar e saiu da sala lutando pela vida.

Foram dias lutando. E, com 17 dias de luta, infelizmente, os médicos avisaram que o cérebro dele já não respondia mais. Naquele dia o meu mundo parou. Eu vi os monitores sendo desligados e meu único filho de 10 anos nos deixar para sempre.

Desde então, eu e meu esposo vivemos na esperança de um dia reencontrar. Te amo muito, meu filho.

Relato

Fui colocada para fora de casa aos 11 anos pela minha própria mãe. Sobrevivi ao pior, construí minha família, mas a mágo...
21/07/2026

Fui colocada para fora de casa aos 11 anos pela minha própria mãe. Sobrevivi ao pior, construí minha família, mas a mágoa ainda dói.

Quando eu tinha por volta dos meus 4 anos de idade, minha mãe conheceu o pai do meu irmão mais novo. Eu nunca confiei nele.

Porém, minha mãe foi morar com ele em uma cidade no interior e, depois, voltou para buscar a mim e ao meu irmão mais velho, já que vivíamos com nossos avós.

Lá descobrimos que tudo o que ela dizia era mentira. Ele não era uma boa pessoa e não deixava eu e meu irmão mais velho comermos nada que ele comprava; minha mãe nos dava comida escondido.

Por diversas vezes, tive que me intrometer nos conflitos pesados dos dois. Então, um dia, eu, com meus 11 anos de idade, na inocência de uma criança, pedi para minha mãe escolher entre eu e ele.

Então ela fez sua escolha dizendo: "Quer que eu te ajude a fazer suas malas?". E assim foi.

Fiquei um mês e meio totalmente desamparada, sem ter onde morar. Conheci coisas muito ruins para me manter acordada, pois tinha um medo terrível de dormir à noite.

Quando eu conseguia tomar banho, ia para a escola só para poder comer. Nessas idas, conheci uma pessoa que me acolheu na casa dela. Porém, tudo lá girava em torno da ameaça:

"Se não fizer o que eu mando, volta a ficar sem teto". Eu, com meus 13 anos de idade, acabei me envolvendo com companhias muito perigosas e entrei para o caminho errado na cidade, ficando conhecida por isso.

Um certo dia, essa pessoa me colocou para fora da casa dela e, mais uma vez, me vi sozinha. Voltei para a casa da minha mãe (que, nessa época, já tinha se separado) e conheci minha esposa, com a qual estamos juntas há 8 anos.

Hoje posso dizer que minha vida foi transformada. Estou longe de tudo que me fazia mal, não me envolvo com nada de errado e estou construindo a minha família e o meu futuro.

Porém, eu me sinto mal por ainda carregar uma mágoa muito grande em relação à minha mãe. Eu a perdoei, mas não esqueço nem por um segundo tudo o que vivi.

Anônimo a pessoa não quer se identificar...

MEU FILHO DE 5 ANOS ME DISSE QUE ASSIM QUE A IRMÃZINHA NASCESSE ELE IRIA PARTIR, E ASSIM FOI. (Campos do Jordão - 2011)....
21/07/2026

MEU FILHO DE 5 ANOS ME DISSE QUE ASSIM QUE A IRMÃZINHA NASCESSE ELE IRIA PARTIR, E ASSIM FOI. (Campos do Jordão - 2011).

Eu estava grávida de 3 meses quando o Heitor, meu filho de apenas 5 anos, me disse: "MAMÃE, QUANDO A JUJU NASCER EU VOU MORAR COM DEUS".
Eu fiquei brava e pedi para ele parar de falar isso, e ele me disse:

"MAMÃE, DESCULPA. FOI O HOMEM QUE APARECEU AO LADO DA MINHA CAMA QUE ME DISSE". Então eu achei que aquilo era apenas um sonho, que ele havia sonhado e por isso falou.

Nessa mesma tarde, fui a uma vizinha para desabafar. Fiquei muito mexida com tudo isso, e ela me disse que aquilo era coisa de criança e que as netas dela falavam asneiras de vez em quando. Mas eu fiquei preocupada a minha gravidez toda.

Quando comecei a sentir as contrações para ter minha filha, eu disse ao meu marido que deixasse o Heitor com a minha mãe, e pedi que não o deixasse sair de casa para nada.

Meu esposo não sabia da conversa que meu filho teve comigo; ele sofre de ansiedade e já lidou com tristezas profundas no passado, então resolvi não comentar nada com ele.

Minha filha nasceu, uma menina linda com 3,250 kg. No segundo dia, meu marido levou o Heitor para ver a irmãzinha. Ele sentou na poltrona e a colocamos nos braços dele. Ele chorou de felicidade, olhou para ela e disse: "CUIDA BEM DA MAMÃE, TE AMO JUJU".

Eu disse a ele que ele e o papai cuidariam da gente, pois seríamos as únicas mulheres da família e que os homens é que tinham que cuidar da gente. Ele me olhou e sorriu com os olhos.

Na volta para casa, houve um acidente. Um carro na contramão colidiu com o nosso carro. Havia 5 pessoas no outro veículo, todos adolescentes bêbados.

No nosso carro estavam minha mãe, meu esposo que estava ao volante e meu filho. Nenhum deles teve ferimentos graves, exceto meu filho. Meu pequeno Heitor nos deixou no local. Recebi a notícia algumas horas depois; meu pai, minha melhor amiga e um médico me deram a notícia.

Eu enlouqueci. Como o dia mais feliz da minha vida tinha se tornado o pior dia da minha vida? Eu me levantei. Não sentia dor física, mas a dor na alma era dilacerante. Quis ver meu filho que estava no IML do outro lado da rua.

Não me deixaram ir. Saí correndo toda cheia de pontos, pois queria ver com meus próprios olhos. E vi. Meu filho ali, coberto com um lençol. Ali caiu a ficha. Ali eu tive a certeza de que meu mundo havia acabado e de que minha vida seria a pior possível.

Foram dias, meses, anos para me recuperar. Nunca amamentei minha bebê, pois caí em uma tristeza profunda. Quase não participei de nada dos primeiros dias dela.

Hoje consigo seguir a vida, consigo cuidar da minha família, mas penso no meu Heitor todos os dias. No sorriso dele, na curiosidade normal para a idade, nos cabelinhos lisos e loirinhos que pareciam fios de ouro.

Mas o que mais me intriga é como ele sabia que iria partir. Quem foi o homem que apareceu ao lado dele? Eu queria as respostas, mas talvez elas nunca cheguem até mim.
Eu te amo, filho. Até um dia.

Cláudia Marques Buenno - SP.

ACHO QUE MEU FILHO DE 16 ANOS TEM A MALDADE NA ALMA, EU VEJO UMA SOMBRA NELE.Sou casada, tenho dois filhos: uma moça de ...
21/07/2026

ACHO QUE MEU FILHO DE 16 ANOS TEM A MALDADE NA ALMA, EU VEJO UMA SOMBRA NELE.

Sou casada, tenho dois filhos: uma moça de 27 anos e um rapaz de 22 anos, que dos 3 aos 16 anos sempre me deu trabalho.

Quando ele era criança, tinha um comportamento agressivo com os colegas na escola, tinha um olhar maldoso e não tinha nenhuma empatia ou cuidado com os bichinhos. Eu procurei ajuda.

Os psicólogos diziam que era coisa da idade e que logo ele mudaria o comportamento, mas isso não era verdade.
Quando ele fez 15 anos, fizemos um bolo para ele. Na hora do parabéns, vi nitidamente uma sombra atrás dele. Tinha um formato horrível, era como se tivesse chifres.

Ele, mesmo sendo avisado de que o bolo tinha um palito segurando os enfeites e que era para não brincar igual a esses imbecis da internet, mesmo sabendo do perigo, empurrou meu sobrinho de 7 anos contra o bolo.

O menino foi parar no hospital devido ao impacto no rosto e precisou de atendimento médico de urgência.

Quando ele soube que o menino estava muito mal no hospital, ele ria sem parar, ria alto e com prazer. Meu marido tinha um certo receio dele, parecia ter medo ou sei lá o que.

Ele nos ameaçava de todas as formas, até que aconteceu algo que me fez pedir ajuda e autorizei a internação dele em uma clínica especializada mantida pelo governo.

O que aconteceu foi que ele cometeu um ato irresponsável e perigosíssimo dentro de casa que poderia ter custado nossas vidas, então, no dia seguinte, ele foi internado.

No dia da visita, ele me olhou com um olhar macabro, como se estivesse me desejando o mal. Até que olhei no seu ombro e vi uma mão que parecia feita de fumaça preta. Foi a coisa mais aterrorizante da minha vida.

Decidi buscar ajuda espiritual e só consegui salvar meu filho graças a isso. Hoje ele é um rapaz de 22 anos, estudioso, está fazendo faculdade, trabalhador, educado, um ser humano incrível.

Mas esse mal o acompanhou desde muito novo, parecia já ter nascido com ele, e hoje ele está liberto, graças a Deus.

Soraia Monterrey Silvestre - PR.

Estou há dez anos com meu parceiro e não temos filhos. Há pouco tempo, em um fim de semana normal, ele me veio com a his...
20/07/2026

Estou há dez anos com meu parceiro e não temos filhos. Há pouco tempo, em um fim de semana normal, ele me veio com a história de que tinha que viajar para outra cidade, a umas cinco horas daqui, para orçar um trabalho importante.

Como qualquer esposa que apoia seu companheiro, me ofereci para ir com ele. A resposta dele foi um "não" categórico; me disse que viajaria com dois colegas da empresa, que era só chegar, revisar o orçamento e voltar.

Que em dois dias no máximo estaria de volta. Não suspeitei de nada. Afinal de contas, era o trabalho dele.

Ele saiu de casa por volta das nove da noite. O silêncio e a tranquilidade da casa me envolveram, até que, à meia-noite e meia, o telefone tocou e acabou com a minha paz. Era do pronto-atendimento.

Meu marido tinha passado por um incidente muito sério na estrada. Senti que o mundo estava desabando sobre mim; a angústia embaçou minha visão pensando que o pior tinha acontecido.

Saí desesperada. Quando cheguei e o vi, a situação dele era extremamente delicada.

Enquanto tentava processar o choque, o socorrista que fez o resgate se aproximou de mim e me disse umas palavras que, em vez de me acalmar, me deixaram atônita:

"Ainda bem que a mulher que estava no banco do carona com ele não se machucou tanto quanto o seu marido."

A mulher? Senti um vazio no estômago, como se o chão sumisse. Com a voz trêmula, perguntei a ele sobre os dois colegas de trabalho que supostamente viajavam junto.

Ele me olhou estranhando e confirmou o pior dos meus pesadelos: "Não, senhora. No veículo viajavam apenas os dois."

Não sei o que doeu mais naquele instante: se o impacto de ver meu marido naquela situação extrema ou a dura certeza de saber que ele havia mentido para mim. Não havia nenhuma viagem de negócios.

Ele ia passar o fim de semana com ela, aproveitando a vida enquanto eu ficava em casa esperando por ele.

A raiva me cegou. Descobri onde a dita cuja estava e fui confrontá-la. Era uma funcionária da mesma empresa. Ao se ver descoberta e encurralada pelas minhas perguntas, não conseguiu sustentar a mentira.

Chorando, me pediu perdão e confessou que estavam saindo há quase um ano.

O drama não terminou aí. Após vários dias inconsciente, meu marido acordou, mas as consequências do ocorrido foram devastadoras:

ele teve sequelas físicas permanentes e perdeu totalmente os movimentos, precisando de cuidados para o resto da vida.

E é aqui que começa a minha maior provação.
A família dele, em vez de demonstrar um mínimo de vergonha ou empatia por mim, exige que, "por ser a esposa", tenho que levá-lo para casa e cuidar dele pelo resto da vida.

Minha resposta à mãe dele foi clara, firme e sem hesitação: "Eu não vou cuidar de homem que me traiu. O imprevisto não foi comigo; foi com a outra. Que ela cuide dele, ou que a senhora cuide."

Desde aquele dia, um conflito enorme começou. A mãe e as irmãs me ofendem, inventam coisas sobre mim para os vizinhos e andam falando de mim por aí como a "vilã da história". Dizem que vão tomar atitudes legais e me tirar de casa.

Mas eu mantenho minhas convicções intactas. A mãe está esperando que ele seja liberado do atendimento para ir deixá-lo na porta da minha casa. Já a avisei para nem se atrever, porque do mesmo jeito que o deixar na entrada, é lá que ele vai ficar. Não vou ceder.

Às vezes fico pensando... se a situação fosse o inverso, se tivesse sido eu a passar por isso com outra pessoa, essas mesmas mulheres estariam me defendendo ou pedindo compaixão por mim? Claro que não. Teriam me condenado sem pena.

Eu decidi valorizar a minha dignidade acima da culpa que querem me impor.

Pedi minha namorada em namoro diante dos pais dela e diante dos meus pais, algo respeitoso, sério e responsável. Seis me...
20/07/2026

Pedi minha namorada em namoro diante dos pais dela e diante dos meus pais, algo respeitoso, sério e responsável.

Seis meses após, ela insistiu que eu fosse conhecer o irmão mais velho dela, porque se eu não o conhecesse, eu não poderia pedi-la em noivado. Então eu fui.

Fiquei 10 minutos esperando abrirem o portão porque não encontravam a chave. Estava chovendo no dia e eu tomei um banho na rua. Ao entrar, fui cumprimentar a esposa do irmão dela com aquele beijo tradicional no rosto, de forma respeitosa.

Ela colocou as duas mãos no meu peito, me afastou e disse: "Sem beijos, somente aperto de mão". Eu apertei a mão e me apresentei.

Sentei no sofá com a minha namorada, então a esposa do irmão dela apareceu e disse: "Olha, eu não sei se tu tá com fome. Se tu tiver, nós não temos nada para comer, temos essas paçocas aqui só".

Ela pegou cinco paçoquinhas e literalmente jogou no sofá. Eu agradeci e disse que estava sem fome. Depois, fui convidado a ir para a mesa conversar com o irmão dela. A esposa do cara disse que aquilo era "protocolo para entrar na família".

O irmão dela apontou o dedo no meu rosto e disse que era lutador. Falou que, se um dia eu fizesse algum mal para a irmã dele, ele tomaria atitudes drásticas e faria eu me arrepender amargamente, que iria até o inferno me buscar.

Disse para não tirar ele pra otário e que, se eu quisesse, poderia chamar o meu pai, que ele falaria aquilo na cara do meu pai.

Eu respondi que jamais na minha vida faria algo do tipo, meu Deus. Falei que meus pais são casados há mais de 30 anos, são cristãos e meu pai trata minha mãe como uma rainha, que eu tenho exemplo em casa e jamais faria mal a ela.

Então ele me disse assim: "Todo cara que não presta diz isso!". Minha namorada viu absolutamente tudo o que aconteceu. Ela me conhecia há dois anos, tínhamos seis meses de namoro, e ela não se posicionou a meu favor. Eu passei por toda aquela humilhação em silêncio.

Depois, ela me disse que se eu quisesse que a gente ficasse junto, eu deveria relevar a situação, que o irmão dela não pediria desculpas e que eu não deveria contar para a minha família. Eu saí daquela casa me sentindo um lixo.

Eu sempre a tratei como uma princesa, dei iPhone, ajudei muito os pais dela. Inclusive, um dia antes eu fui a um circo e ela perguntou se eu aceitaria que a filha desse irmão dela fosse junto.

Eu aceitei. Paguei o ingresso delas, comprei pipoca, depois fomos lanchar, paguei os hambúrgueres, sorvetes e deixei as duas em casa.

Meses depois, por eu não ter aceitado esse desrespeito, perguntei para ela: se caso acontecesse aquilo de novo ou algo parecido, ela estaria do meu lado? Ela me disse que eu era rancoroso demais, que eu deveria relevar, e terminou comigo.

Disse que se eu a tinha pedido para Deus, eu deveria merecer tê-la, que se eu não evoluísse era "tchau, bye bye" e não adiantava chorar.

Me chamou de controlador e terminou comigo, sem eu ter feito absolutamente nada! Eu só fiz o bem. Eu estava apenas falando de um desrespeito e penso que, em um relacionamento, somos um time, temos que estar juntos.

Ela terminou comigo. Estou muito mal e chorando bastante. Ela colocou toda a responsabilidade em cima de mim. Perdi a vontade de comer, de fazer as coisas, me sinto muito mal.

Saí dessa situação toda duvidando de mim mesmo, me sentindo insuficiente e com a autoestima lá embaixo

Relato Marcos F

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Belém, PA

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