31/01/2026
👤 O MONSTRO DA CEASA: A Frieza que a Justiça não segurou!!!
Belém foi palco de um dos crimes mais cruéis nos anos de 2004 e 2005. Enquanto o país ainda discutia o caso de Altamira, a capital paraense descobria que um predador agia em seus próprios quintais. O local: as matas densas atrás da CEASA e as trilhas do Utinga.
O nome: Erivaldo de Jesus do Nascimento, o "Monstro da Ceasa".
🧶 O Modus Operandi (Relatos Reais)
Segundo os inquéritos da época e depoimentos de quem conseguiu escapar, Erivaldo não usava força bruta inicialmente. Ele usava a manipulação.
A Isca: Ele frequentava a feira da Ceasa e abordava adolescentes que faziam "bicos" como carregadores. Oferecia valores em dinheiro para que o ajudassem a buscar madeira ou materiais no mato.
O Ataque: Longe de testemunhas, ele utilizava a técnica do estrangulamento (asfixia mecânica). Investigadores relataram que ele não demonstrava qualquer remorso, descrevendo os assassinatos como se fossem tarefas rotineiras.
🔍 A Captura e a Confissão
A casa caiu para Erivaldo em maio de 2005. O desaparecimento do menino Dielson (13 anos) e de Jeremias (14 anos) gerou uma pressão popular imensa. Testemunhas foram categóricas: os meninos foram vistos pela última vez com "um homem moreno, de bicicleta".
Ao ser preso, Erivaldo levou a polícia até as covas. O que os peritos encontraram foi um cenário de guerra: esqueletos de vítimas anteriores que nem sequer tinham sido registradas como mortas. Ele foi condenado por pelo menos 6 assassinatos confirmados, mas a polícia suspeitava de muitos outros.
⚖️ A Sentença e a Realidade Atual
Erivaldo recebeu p***s que somadas ultrapassavam os 100 anos de reclusão. Na época, a sociedade acreditou que ele jamais veria a luz do dia.
Contudo, a realidade é outra: Apesar da brutalidade e da sentença centenária, o sistema penal brasileiro possui limites de tempo de cumprimento e benefícios de progressão. Atualmente, o "Monstro da Ceasa" já se encontra em liberdade. Ele progrediu para o regime aberto, voltando ao convívio social após cumprir parte da pena, o que gera, até hoje, indignação e medo nas famílias das vítimas.
📌
O caso de Erivaldo é o exemplo real de que, muitas vezes, o "fim" da história para a justiça não é o mesmo "fim" para a segurança da sociedade. Ele agiu na mesma época que Francisco das Chagas, mostrando que o Pará foi alvo de predadores que usavam a vulnerabilidade social para caçar.
💬 Você sabia que ele já está em liberdade? O que você pensa sobre a progressão de pena em casos de crimes hediondos como este? Compartilhe e debata conosco.