A volta de Cristo

A volta de Cristo PARA TODA PESSOA VERDADEIRAMENTE CONVIDADA, O RELACIONAMENTO COM DEUS É O GRANDE OBJETIVO DA VIDA.

Cristo, é o real mantenedor da sua vida entregue se a ele e tudo o mais ele fará por você.

✅📕Qual é a relação expositiva de Hebreus 7:18-19 dentro da Antiga Aliança e Nova Aliança?✅📕 Vamos olhar Hebreus 7:18-19 ...
29/10/2025

✅📕Qual é a relação expositiva de Hebreus 7:18-19 dentro da Antiga Aliança e Nova Aliança?

✅📕 Vamos olhar Hebreus 7:18-19 de forma expositiva, dentro do contraste entre Antiga Aliança e Nova Aliança:

📖 Texto-base

Hebreus 7:18-19

> “Por um lado, há o cancelamento do mandamento anterior, por causa de sua fraqueza e inutilidade (pois a lei nada aperfeiçoou); por outro, a introdução de uma esperança superior, pela qual nos aproximamos de Deus.”

✅📕1. O “mandamento anterior” (Antiga Aliança) – v. 18

O termo grego ἀθέτησις (athetesis) significa anulação, revogação, pôr de lado.

O mandamento aqui refere-se ao sistema levítico-sacerdotal da Antiga Aliança.

Razão da revogação:

“Fraqueza” (ἀσθενὲς), incapacidade de salvar.

“Inutilidade” (ἀνωφελές), não produzia perfeição, apenas apontava para algo maior.

👉 A Antiga Aliança, com seus sacrifícios, era sombra (Hb 10:1), um sistema pedagógico (Gl 3:24) que apontava para Cristo, mas não resolvia definitivamente o problema do pecado.

✅✅2. “A lei nada aperfeiçoou” – v. 19a

O autor enfatiza que a lei (no sentido do sistema sacerdotal levítico) não podia conduzir à perfeição (Hb 9:9; Hb 10:11).

O propósito da lei cerimonial era mostrar a insuficiência do homem e preparar o coração para o verdadeiro sacrifício: Cristo.

Ellen G. White comenta:

> “A lei dos sacrifícios apontava para Cristo. O sacrifício de animais era em si mesmo destituído de virtude; só possuía valor porque indicava para o sacrifício do Filho de Deus.” (PP, p. 367).

✅📕3. “A introdução de uma esperança superior” (Nova Aliança) – v. 19b

O grego usa ἐπεισαγωγή (epeisagōgē), “introdução, inauguração”.

Essa esperança melhor é Cristo como Sumo Sacerdote eterno (Hb 7:22-25).

Pela Nova Aliança, temos:

Acesso direto a Deus (Hb 4:16; Hb 10:19-20).

Perfeição pela graça de Cristo (Hb 9:14).

Esperança viva (1Pe 1:3), não baseada em símbolos, mas em uma realidade consumada.

👉 A Nova Aliança não é apenas uma mudança administrativa, mas a realidade daquilo que a Antiga prefigurava.

✅📕4. Síntese Expositiva

Antiga Aliança:

Sistema levítico.

Baseado em sacerdotes humanos e sacrifícios de animais.

Não trazia perfeição, apenas apontava para Cristo.

Nova Aliança:

Fundada no sacrifício único de Cristo.

Ele é o Sumo Sacerdote eterno (Hb 7:24).

Garante uma “esperança superior”, que é a redenção completa e o acesso a Deus.

📌 Aplicação prática:

O contraste de Hb 7:18-19 mostra que o cristão não deve confiar em formas, rituais ou méritos humanos, mas na esperança viva em Cristo, que nos dá livre acesso ao Pai. A Antiga Aliança revela nossa necessidade; a Nova Aliança supre essa necessidade em Jesus.

✅📕 Qual é a diferença entre participar da expiação como o “portador da culpa do pecado”? ✅📕Vamos analisar cuidadosamente...
28/10/2025

✅📕 Qual é a diferença entre participar da expiação como o “portador da culpa do pecado”?

✅📕Vamos analisar cuidadosamente a diferença entre participar da expiação como o “portador da culpa do pecado” e fazer expiação pelo pecado, considerando a perspectiva bíblica e teológica.

✅📕 Vou separar passo a passo, com termos exegéticos e teológicos claros:

✅📕1. Fazer parte da expiação como portador da culpa (bode emissário ou Az**el)

✅📕Definição: Neste papel, alguém ou algo não paga pelo pecado em si, mas carrega ou representa a culpa e o castigo do pecado de outro.

Exemplo bíblico: Levítico 16 – o bode para Az**el:

O sacerdote coloca as mãos sobre a cabeça do bode e confessa todos os pecados de Israel.

O bode é então enviado para o deserto, simbolizando que os pecados foram transferidos.

✅📕Função:

O bode não elimina os pecados por si mesmo; ele representa a transferência da culpa e do juízo divino.

Há uma dimensão simbólica: o pecado é “levado para fora” do povo, mas não é o bode que é salvo, ele é parte do ritual.

✅📕Comparação com Satanás no ritual:

Algumas interpretações (Ellen G. White, O Grande Conflito, cap. 28) sugerem que Satanás é o receptor simbólico da culpa, mostrando quem realmente merecia o castigo, mas não paga ele mesmo – apenas é exposto como originador do pecado.

2. Fazer expiação pelo pecado (sacrifício substitutivo)

Definição: Aqui, alguém paga o preço do pecado de outro, oferecendo remissão real.

Exemplo bíblico: Jesus Cristo na Cruz.

Ele não apenas “carrega a culpa” ou simboliza os pecados; Ele toma sobre Si a penalidade que os pecadores mereciam (Isaías 53:4-6).

O sacrifício é eficaz para a reconciliação com Deus, removendo o pecado de quem crê.

✅📕Função:

Expiação é real e substancial: não é apenas uma representação simbólica, mas uma ação que perdoa e purifica.

📕📕Paulo enfatiza: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós” (Gálatas 3:13).

📕📕3. Resumo comparativo

Aspecto Portador da culpa (bode/Az**el) Expiação pelo pecado (Cristo)

Natureza Simbólica/representativa Real/substitutiva
Paga pelo pecado? Não; só representa a culpa Sim; leva o castigo merecido pelo pecador
Efeito sobre o pecador Transferência da culpa Perdão, reconciliação com Deus
Exemplo bíblico Bode emissário (Lev 16) Jesus Cristo na Cruz (Isaías 53; Hebreus 9)
Participação de Satanás Demonstra-se o culpado original Não participa; Cristo é inocente

✅ Conclusão teológica:

Portar a culpa do pecado é um papel simbólico que mostra quem realmente merece o juízo; é uma representação do pecado.

Fazer expiação pelo pecado é uma ação substancial e redentora, capaz de remover o pecado e reconciliar o pecador com Deus.

✅📕Daniel 8:14 diz:"E ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado."✅📕A compreen...
28/10/2025

✅📕Daniel 8:14 diz:
"E ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado."

✅📕A compreensão expositiva, hermenêutica e exegética desse verso, especialmente no contexto do desapontamento de 1844, é central para a teologia profética adventista. Vamos analisar em três camadas: expositiva (explicativa), hermenêutica (interpretação teológica) e exegética (análise textual e contextual).

✅📕I. Exposição do Texto (Exposição Expositiva)

Daniel 8 apresenta uma visão profética com símbolos: o carneiro, o bode e um chifre pequeno. A cena culmina com a profanação do santuário e a pergunta: “Até quando durará a visão...?” (v.13). A resposta é o verso 14, que promete purificação após 2.300 tardes e manhãs.

“✅📕Tardes e manhãs”: expressão hebraica ‘erev boqer’, geralmente usada para indicar um ciclo completo de um dia (Gênesis 1:5). Aqui, entende-se como 2.300 dias proféticos, que equivalem a 2.300 anos literais (cf. Números 14:34; Ezequiel 4:6 – princípio dia-ano).

✅📕“Santuário”: na época de Daniel, o templo em Jerusalém havia sido destruído. O texto aponta para o santuário celestial (Hebreus 8:1-2), não o terrestre.

✅📕“Purificado”: o termo hebraico tsadaq pode ser traduzido como “reivindicado, justificado, restaurado, purificado”. É distinto do termo usado para a purificação cerimonial de Levítico 16 (taher), mas pode ser correlacionado em contexto.

II. Interpretação Hermenêutica

A hermenêutica adventista vê em Daniel 8:14 o início do juízo investigativo no céu.

Aplicação profética: O início dos 2.300 anos é sincronizado com a profecia de Daniel 9:24-27 (as 70 semanas), que compartilha o mesmo ponto de partida: 457 a.C., o decreto de Artaxerxes para restaurar Jerusalém (Esdras 7:7-13).

Termino em 1844 d.C.: 457 a.C. + 2300 anos = 1844 d.C. (sem ano zero).

Purificação do santuário: a doutrina adventista compreende que, em 1844, Cristo iniciou a segunda fase de Seu ministério no santuário celestial, conforme o modelo do Dia da Expiação (Levítico 16). Hebreus 9:23-26 confirma que o santuário celestial requer purificação.

III. Exegese do Texto e Contexto

✅📕A. Contexto imediato

Daniel 8:9-12 fala de um poder (o chifre pequeno) que profana o santuário e remove o "sacrifício contínuo" (tamid). Este poder é associado à Roma papal, que usurpou o lugar de Cristo como mediador.

Daniel 8:13-14 é a resposta divina à crise espiritual: Deus restaurará a verdade e o santuário.

B. Linguagem

“Será purificado” (nisdaq) aparece em forma passiva. O sujeito implícito é Deus.

O verbo está no perfeito (aspecto completo), indicando certeza profética.

C. Comparação tipológica

O Dia da Expiação era o dia do juízo para Israel (Levítico 16).

O juízo investigativo iniciado em 1844 corresponde a esse antítipo celestial: Cristo como Sumo Sacerdote examina os registros (Daniel 7:9-10; Apocalipse 14:6-7).

IV. O Grande Desapontamento de 1844

✅📕A. Expectativa errada

Guilherme Miller e outros entenderam corretamente a cronologia, mas interpretaram mal o evento.

Pensaram que a "purificação do santuário" seria a volta de Cristo à Terra.

B. Correção profética

Após o desapontamento, a verdade foi esclarecida por meio do estudo do santuário celestial (Hebreus 8-9). Ellen G. White comenta:

> “O santuário em questão... não podia ser a terra; segundo a Bíblia, o santuário do novo concerto é o santuário celestial.” (O Grande Conflito, p. 417).

✅📕O desapontamento foi comparável à experiência dos discípulos após a cruz: esperavam um reino terreno, mas não compreendiam o verdadeiro ministério de Cristo (Lucas 24:25-27).

V. Aplicações Espirituais

1. Deus tem um tempo determinado para tudo (Eclesiastes 3:1).

2. O juízo é uma realidade celestial em curso (Apocalipse 14:6-7).

3. Cristo é nosso intercessor e juiz no santuário (1 João 2:1).

4. A restauração da verdade (Daniel 8:12-14) é parte da missão do remanescente (Apocalipse 12:17; 14:12).

📕✅O que Ellen G White quer dizer a luz da Bíblia com a frase abaixo?✅📕O único remédio para os pecados e sofrimentos dos ...
27/10/2025

📕✅O que Ellen G White quer dizer a luz da Bíblia com a frase abaixo?

✅📕O único remédio para os pecados e sofrimentos dos homens é Cristo. Unicamente o evangelho de Sua graça pode curar os males que amaldiçoam a sociedade.

📕✅Essa citação de Ellen G. White — “O único remédio para os pecados e sofrimentos dos homens é Cristo. Unicamente o evangelho de Sua graça pode curar os males que amaldiçoam a sociedade” — reflete uma profunda verdade teológica central do evangelho, totalmente harmonizada com a Bíblia. Vamos entender o significado dela à luz das Escrituras:

📖 1. Cristo é o único remédio para o pecado

Ellen White usa o termo “remédio” de forma soteriológica (referente à salvação) e também moral e espiritual, indicando que o pecado é como uma doença mortal que somente Cristo pode curar.

> 🕊 Romanos 3:23-24:
“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.”

> 🩸 Atos 4:12:
“E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.”

👉 Assim, Ellen White está dizendo que nenhum sistema humano, filosofia, governo ou reforma social pode curar o mal do pecado. Somente Cristo, com Seu sacrifício expiatório, pode restaurar o coração humano e trazer verdadeira paz.

💧 2. O evangelho é o poder transformador de Deus

Quando ela diz: “Unicamente o evangelho de Sua graça pode curar os males que amaldiçoam a sociedade”, isso se apoia diretamente em:

> ⚡ Romanos 1:16:
“Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê...”

> 💖 2 Coríntios 5:17:
“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.”

Ellen White enfatiza que a transformação do indivíduo precede a transformação da sociedade. O evangelho é o único agente regenerador capaz de mudar corações — e, por consequência, mudar o mundo.

🌍 3. A sociedade sofre porque o coração humano está enfermo

A autora reconhece que os “males que amaldiçoam a sociedade” — injustiça, egoísmo, corrupção, violência — são sintomas do pecado no coração humano.
Ela concorda com o diagnóstico bíblico:

> 💔 Jeremias 17:9:
“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?”

> 🕊 Ezequiel 36:26:
“E vos darei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo...”

Portanto, a única solução não é política, econômica ou educacional, mas espiritual — o novo nascimento em Cristo.

🌿 4. Ellen White e a restauração completa

Nos escritos dela, a ideia de “cura” é ampla: inclui o corpo, a mente e a alma. Ela via Cristo como o Médico divino, que não apenas perdoa, mas restaura a imagem de Deus no homem.

> ✨ “Cristo foi o grande Médico missionário. Ele veio para restaurar todo o homem — corpo, mente e alma.”
(A Ciência do Bom Viver, p. 17)

Assim, a cura dos “males da sociedade” começa quando o evangelho é vivido no coração e refletido no caráter dos cristãos.

🕊 5. Aplicação espiritual e prática

O “remédio” é Cristo habitando em nós (Colossenses 1:27).

A “cura” é a transformação moral e espiritual que se manifesta em amor, justiça e misericórdia.

O “evangelho da graça” é o antídoto divino contra o egoísmo e a corrupção.

📜 Resumo teológico:

Conceito Explicação bíblica e profética

Pecado é doença Isaías 1:5-6; Romanos 3:23
Cristo é o remédio João 14:6; Atos 4:12
Evangelho é a cura Romanos 1:16; 2 Coríntios 5:17
Graça é o meio Efésios 2:8-9
Sociedade é curada pela conversão Mateus 5:13-16; Tito 2:11-12

💬 Conclusão

Ellen G. White, em perfeita harmonia com a Bíblia, declara que Cristo é o único remédio eficaz para o pecado e para os sofrimentos humanos. O evangelho da graça é a única esperança real para o indivíduo e para o mundo.
Sem Cristo, todo esforço humano é paliativo; com Ele, há cura, perdão e restauração completa.

> 🌿 “O pecado é a doença da alma; Cristo é o médico, e o evangelho é o remédio.”
— (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 528)

📕✅Porque Jesus Cristo precisava cumprir a lei ?📕✅Essa pergunta  é profunda e teológica também.A resposta sobre por que J...
27/10/2025

📕✅Porque Jesus Cristo precisava cumprir a lei ?

📕✅Essa pergunta é profunda e teológica também.
A resposta sobre por que Jesus Cristo precisava cumprir a lei é central para compreender o plano da salvação, o caráter de Deus e o significado da obediência.

✅📕Vamos analisar com base bíblica, exegética e nos escritos de Ellen G. White, de forma clara e profunda:

✝️ Por que Jesus Cristo precisava cumprir a lei

📜 1. Porque a lei é a expressão do caráter de Deus

A lei de Deus não é apenas um conjunto de regras; é a revelação do caráter divino — santo, justo e bom.

> “A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma.”
(Salmos 19:7)

> “De maneira que a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom.”
(Romanos 7:12)

Logo, se Cristo é o reflexo exato da imagem de Deus (Hebreus 1:3), Ele não poderia vir ao mundo e viver em oposição à lei, porque isso seria contradizer a natureza divina.

Ellen G. White explica:

> “A lei de Deus é tão sagrada quanto o próprio Deus. É uma revelação da Sua vontade e do Seu caráter.”
(O Grande Conflito, p. 467)

Portanto, Jesus precisava cumprir a lei para revelar ao mundo o caráter do Pai e mostrar que a lei é santa e imutável, assim como o próprio Deus.

📖 2. Porque o homem havia violado a lei

Desde a queda de Adão, a humanidade se tornou transgressora da lei de Deus (Romanos 3:23; 1 João 3:4).
A consequência do pecado é a morte (Romanos 6:23).
Logo, alguém precisava:

Viver em perfeita obediência à lei, onde o homem falhou;

Assumir a penalidade da transgressão, morrendo em lugar do pecador.

Cristo veio fazer as duas coisas:

1. Cumprir a lei em obediência perfeita;

2. Sofrer a pena da lei em favor do homem.

> “Deus enviou Seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei.”
(Gálatas 4:4-5)

Ellen G. White diz:

> “Cristo, como representante do homem, foi sujeito à lei. Sua vida de perfeita obediência demonstrou que a lei pode ser obedecida e que a justiça da lei pode ser cumprida em nós.”
(O Desejado de Todas as Nações, p. 49)

Assim, Cristo cumpriu a lei como substituto e exemplo:

Substituto, porque Sua obediência é imputada ao crente;

Exemplo, porque Ele mostra o que é possível pela graça divina.

🕊️ 3. Porque o plano da redenção exige obediência perfeita

A salvação não anula a lei, mas a confirma.
A justiça divina exige obediência perfeita; a misericórdia oferece essa obediência em Cristo.

> “Porquanto, como pela desobediência de um só homem muitos se tornaram pecadores, assim também pela obediência de um só muitos se tornarão justos.”
(Romanos 5:19)

Portanto, Cristo precisava cumprir a lei para satisfazer a justiça de Deus e tornar possível a salvação dos pecadores.
Sem uma obediência perfeita substitutiva, não haveria redenção.

Ellen G. White confirma:

> “Cristo veio viver a lei na humanidade, para que Sua justiça fosse imputada ao homem e a obediência do homem fosse aceita através de Cristo.”
(Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 394)

🕎 4. Porque Ele veio engrandecer e tornar gloriosa a lei

Isaías profetizou:

> “O Senhor se agradou, por amor da sua justiça, em engrandecer a lei e torná-la gloriosa.”
(Isaías 42:21)

Muitos pensavam que a lei era um conjunto de restrições, mas Cristo veio revelar o seu verdadeiro espírito — o amor.
Por isso Ele disse:

> “Amarás o Senhor teu Deus... e ao teu próximo como a ti mesmo. Desses dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.”
(Mateus 22:37-40)

Ellen G. White comenta:

> “Cristo veio engrandecer a lei e torná-la gloriosa, mostrando que ela se baseia no amor. A obediência a seus preceitos é o cumprimento de todo o dever do homem.”
(O Desejado de Todas as Nações, p. 307)

Cumprindo a lei, Cristo revelou que ela é o caminho da vida e da felicidade, e não um fardo.

🩸 5. Porque só assim Ele poderia ser o sacrifício perfeito

A lei exigia que o sacrifício fosse sem defeito (Levítico 22:21).
Cristo, para ser o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1:29), precisava viver sem pecado, em perfeita obediência à lei.

> “Sabendo que fostes resgatados... com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem defeito e sem mácula.”
(1 Pedro 1:18-19)

> “Ele não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em Sua boca.”
(1 Pedro 2:22)

Sem o cumprimento da lei, Ele não poderia ser o substituto perfeito nem oferecer uma expiação eficaz.
Portanto, sua obediência é a base da nossa justificação.

Ellen G. White afirma:

> “Foi mediante a obediência que Cristo cumpriu o plano da salvação. Ele suportou a prova em nossa carne, e demonstrou que é possível ao homem guardar a lei de Deus.”
(Mensagens Escolhidas, vol. 3, p. 142)

🌿 6. Porque Ele veio mostrar que a obediência é possível

Satanás afirmava que o homem não podia guardar a lei de Deus.
Cristo veio refutar essa mentira com Sua própria vida.

> “Eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor.”
(João 15:10)

Ellen G. White declara:

> “Cristo veio a este mundo e viveu uma vida de obediência perfeita para mostrar que o homem pode guardar a lei de Deus.”
(Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 219)

Portanto, a obediência de Cristo é prova viva de que a graça de Deus é suficiente para vencer o pecado.

🕊️ Conclusão

Jesus precisava cumprir a lei porque:

1. A lei é o reflexo do caráter de Deus — e Ele veio revelá-lo.

2. O homem a havia violado — e Ele veio restaurar a obediência.

3. A justiça de Deus exigia obediência perfeita — e Ele a satisfez.

4. O plano da redenção exigia um sacrifício sem mácula — e Ele o ofereceu.

5. Satanás dizia que era impossível obedecer — e Ele provou o contrário.

6. Ele veio engrandecer a lei e torná-la gloriosa, mostrando seu verdadeiro fundamento: o amor.

> “A obediência de Cristo à lei de Deus é o que nos dá direito à vida eterna. Sua justiça é colocada na conta de todo aquele que crê.”
(Ellen G. White, Fé e Obras, p. 101)

Portanto, Jesus não apenas cumpriu a lei por nós, mas em nós, para que a justiça da lei se cumpra naqueles que vivem segundo o Espírito (Romanos 8:4).

✅📕O que podemos compreender a definição de que Jesus Cristo cumpriu a lei na sua esfera?✅📕Essa expressão “Jesus Cristo c...
27/10/2025

✅📕O que podemos compreender a definição de que Jesus Cristo cumpriu a lei na sua esfera?

✅📕Essa expressão “Jesus Cristo cumpriu a lei na sua esfera” é profundamente teológica e revela uma verdade central da relação entre Cristo, a Lei e a salvação.

✅📕 Vamos destrinchar essa ideia à luz bíblica, exegética e dos escritos de Ellen G. White, para entendermos o que significa Cristo cumprir a lei em Sua própria esfera.

📖 1. O Significado Bíblico de “Cumprir a Lei”

O texto principal é:

> “Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar, mas cumprir.”
(Mateus 5:17)

A palavra grega usada aqui para “cumprir” é πληρόω (plēróō), que significa “encher até o máximo”, “tornar completo”, “dar pleno significado”.

Portanto, quando Jesus diz que veio cumprir a lei, Ele está dizendo que veio vivê-la perfeitamente, demonstrar seu verdadeiro alcance espiritual e revelar seu caráter divino — não apenas em palavras, mas em vida.

✝️ 2. “Na Sua Esfera” — O Que Significa?

Quando se diz que Cristo cumpriu a lei na Sua esfera, estamos reconhecendo que:

Ele cumpriu a lei como Deus encarnado, sem pecado, vivendo em perfeita obediência à vontade do Pai (João 8:46; Hebreus 4:15).

Essa “esfera” é a esfera divina e humana unidas: Ele, sendo o Verbo feito carne (João 1:14), cumpriu a lei como representante da humanidade, mas com a perfeição da divindade operando nEle.

👉 Assim, na Sua esfera divina, Cristo é o autor da lei;
na Sua esfera humana, Ele é o cumpridor da lei.

Ellen G. White resume isso poderosamente:

> “Cristo veio engrandecer a lei e torná-la gloriosa. Mostrou que ela se baseia no amplo fundamento do amor a Deus e ao homem, e que a obediência a seus preceitos abrange todo o dever do homem.”
(O Desejado de Todas as Nações, p. 307)

Logo, cumprir a lei na Sua esfera significa demonstrar, por Sua vida, o que a lei é na essência divina — amor em ação (Romanos 13:10).

📜 3. A Relação Entre a Esfera de Cristo e a Nossa esfera.

A Bíblia ensina que Cristo cumpriu a lei em Sua esfera, para que o homem, pela fé, possa cumpri-la na sua.
Observe:

> “A fim de que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.”
(Romanos 8:4)

Ou seja:

Cristo, em Sua esfera divina-humana, revelou a justiça da lei.

Nós, em nossa esfera humana, podemos refletir essa justiça, não por obras da carne, mas pela presença do Espírito de Cristo em nós.

Ellen G. White confirma:

> “Cristo cumpriu a lei em Sua humanidade. Ele era tentado em todos os pontos, mas sem pecado. Ele mostrou que é possível para o homem obedecer aos mandamentos de Deus.”
(Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 219)

🔥 4. O Cumprimento da Lei é o Reflexo do Caráter Divino.

A lei é o transcrito do caráter de Deus (Salmos 19:7; Romanos 7:12).
Quando Cristo a cumpriu em Sua esfera, Ele estava revelando o caráter do Pai em forma humana.

> “A lei de Deus é tão santa quanto Ele mesmo. É a expressão do Seu caráter. Cristo veio viver essa lei em Sua vida humana, para que o homem pudesse ver o que significa obediência.”
(Caminho a Cristo, p. 62)

Assim, o cumprimento da lei por Cristo foi revelacional e redentivo:

Revelacional, porque mostrou o caráter de Deus ao mundo.

Redentivo, porque a obediência de Cristo é imputada e comunicada ao crente pela fé.

🌿 5. Aplicação Prática e Espiritual

Cumprir a lei “na nossa esfera” significa:

Refletir o caráter de Cristo no cotidiano;

Viver em harmonia com os princípios divinos de amor e justiça;

Depender da graça de Cristo para uma obediência motivada pelo amor, e não pela legalidade.

Ellen G. White diz:

> “A obediência perfeita é possível somente por meio do poder de Cristo. Ele cumpriu a lei em Sua esfera, e nós devemos cumpri-la na nossa, por meio da força que Ele nos concede.”
(The Signs of the Times, 15 de junho de 1888)

🕊️ Conclusão

Cristo cumpriu a lei na Sua esfera, isto é:

Como Deus, Ele é o autor da lei;

Como homem, Ele viveu em perfeita conformidade com ela;

Como Redentor, Ele capacita Seus seguidores a viverem segundo os mesmos princípios.

Em suma:

> 🔹 Cristo cumpriu a lei para que a justiça da lei se cumpra em nós.
🔹 Ele mostrou o que a lei é em sua pureza — o amor divino atuando em forma humana.

ELLEN G. WHITE: A PROFETISA QUE DESAFIOU O TEMPO E A CIÊNCIA - O jornalista Rene Noorbergen, holandês radicado nos Estad...
26/10/2025

ELLEN G. WHITE: A PROFETISA QUE DESAFIOU O TEMPO E A CIÊNCIA -

O jornalista Rene Noorbergen, holandês radicado nos Estados Unidos e renomado biógrafo de Jeane Dixon, surpreendeu o mundo ao declarar, em reportagem especial para a Camara Press Limited, que as predições de Ellen G. White atingiram 100% de exatidão entre as que já puderam ser comprovadas. Essa afirmação deixou perplexos leitores e estudiosos, especialmente em uma época marcada pela desconfiança em relação aos chamados “profetas modernos”.

Decepcionado com videntes e médiuns de seu tempo, Noorbergen declarou-se profundamente impressionado com Ellen G. White, uma mulher que, muito antes da ciência de sua época, revelou verdades que só seriam confirmadas décadas mais tarde.

Ela predisse a destruição de São Francisco, advertiu sobre o abuso do raio X como agente cancerígeno e afirmou que o cérebro humano emite correntes elétricas — declarações ousadas feitas no final do século XIX, quando tais ideias pareciam absurdas ou impensáveis.

“Jamais mentiu ou desnaturou seu dom”, reconheceu o jornalista.
Em artigo para o National Enquirer, lido por mais de 30 milhões de pessoas, Noorbergen destacou algumas das predições de Ellen G. White que se confirmaram de forma inquestionável.

Uma das mais impactantes foi a visão sobre a destruição de São Francisco. Em 1902, ela advertiu que a cidade seria atingida por uma grande catástrofe caso não houvesse arrependimento. Essa profecia foi repetida em diversas ocasiões, cada vez com mais detalhes e intensidade.

O cumprimento veio em 18 de abril de 1906, quando um devastador terremoto e incêndio destruíram a cidade — exatamente como ela havia predito.

Seus escritos sobre esse episódio podem ser encontrados em Evangelismo (p. 27) e Testemunhos Seletos, vol. 3, além de outras obras ainda não traduzidas para o português.

A VISÃO PROFÉTICA SOBRE A MEDICINA
Outro ponto que deixou Noorbergen admirado foi a precisão com que Ellen White antecipou conceitos médicos. Ela não tinha formação acadêmica — estudou apenas até o terceiro ano elementar —, mas desafiou o conhecimento empírico de sua época com declarações revolucionárias.

Entre elas:
• O fumo é um veneno lento e perigoso.
• O uso abusivo do raio X causa câncer.
• As cidades se tornariam progressivamente mais poluídas e problemáticas.
• O câncer tem origem em “germes” (termo que usava para vírus).
• O cérebro emite correntes elétricas que atuam no sistema nervoso.

Sessenta anos antes do surgimento da encefalografia, Ellen White já escrevia sobre a atividade elétrica cerebral, algo que a ciência só confirmaria décadas depois.

DENÚNCIA AO ESPIRITISMO
Mais do que falar sobre ciência, Ellen White também se destacou por denunciar as práticas espiritistas. Noorbergen enfatizou que ela foi a única em sua geração a identificar a verdadeira natureza dessas manifestações. Em O Conflito dos Séculos (p. 562), ela afirmou que os chamados “espíritos familiares” são, na realidade, “espíritos de demônios”, alertando que Deus proibira toda tentativa de comunicação com os mortos, como registrado na Bíblia (Números 25:1-3; Salmo 106:28; I Coríntios 10:20; Apocalipse 16:14).

Essas palavras, fortes e corajosas, a diferenciaram de outros que temiam confrontar a crescente influência do espiritismo no século XIX.

O que mais impressionou Noorbergen, entretanto, foi a integridade de Ellen G. White. Ela não suavizava a mensagem divina, denunciava pecados sem temor e nunca utilizou seu dom para benefício próprio. Sua vida simples e coerente era prova viva da autenticidade de sua missão.

O jornal The Independent, em 23 de agosto de 1915, registrou sua morte com estas palavras: “A Sra. Ellen G. White, dirigente e ensinadora dos adventistas do sétimo dia, viveu e morreu em bem-estar e honra... Seu esposo, Pastor White, partilhou com ela a honra de fundar a Igreja Adventista do Sétimo Dia, mas ela foi sua única profetisa.”

Ela faleceu aos 88 anos de idade, em paz, aguardando a volta de Cristo que tanto pregara.

Ellen G. White não foi apenas uma visionária, mas uma mulher que desafiou o ceticismo de seu tempo com mensagens que atravessaram fronteiras e gerações. Suas profecias sobre saúde, sociedade e espiritualidade continuam a ecoar, confirmando que o verdadeiro dom profético não depende de reconhecimento humano, mas da fidelidade à voz de Deus.

Seu legado permanece como um testemunho vivo da ação divina na história — um convite a olhar para além das circunstâncias presentes e confiar na Palavra que jamais falha.

26/10/2025
✅📕O que Ellen G White quer dizer a luz da Bíblia? ✅📕Quem espalha as sementes da dissensão e discórdia colhe em sua própr...
26/10/2025

✅📕O que Ellen G White quer dizer a luz da Bíblia?

✅📕Quem espalha as sementes da dissensão e discórdia colhe em sua própria alma os frutos mortais. O próprio ato de olhar para o mal nos outros desenvolve o mal em quem olha.

✅📕Essa afirmação de Ellen G. White traz um princípio profundamente bíblico e espiritual sobre o perigo da crítica, do juízo e da maledicência, e o efeito espiritual devastador que isso causa em quem o pratica.

✅📕 Vamos analisá-la à luz das Escrituras.

🕊️ Citação:

> “Quem espalha as sementes da dissensão e discórdia colhe em sua própria alma os frutos mortais. O próprio ato de olhar para o mal nos outros desenvolve o mal em quem olha.”
(Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 67)

1️⃣ – Princípio Bíblico: O que o homem semeia, isso também ceifará

📖 Gálatas 6:7-8

> “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna.”

👉 Ellen White aqui aplica esse princípio à língua e ao pensamento crítico.
Quando uma pessoa semeia palavras de discórdia, críticas ou suspeitas, ela está plantando sementes espirituais — não apenas nos outros, mas em si mesma.
Essas sementes germinam em frieza espiritual, orgulho, amargura e separação de Deus.

2️⃣ – O perigo de olhar para o mal nos outros

📖 Mateus 7:3-5

> “E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho? [...] Tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.”

👉 Jesus ensina que, quando olhamos constantemente para os defeitos alheios, perdemos a capacidade de enxergar nossos próprios pecados.
Ellen White chama isso de “desenvolver o mal em quem olha” — ou seja, ao concentrar-se no mal dos outros, a mente se habitua ao pecado, e o coração se endurece.

3️⃣ – Contaminação espiritual pelo foco no erro

📖 Filipenses 4:8

> “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.”

👉 A mente cristã deve se ocupar do que edifica.
Quando se fixa no mal — nas falhas, nos pecados e nos erros dos outros —, o caráter é moldado por aquilo que contempla.
Ellen White ensina que “pela contemplação somos transformados” (Caminho a Cristo, p. 68).
Se contemplamos Cristo, refletimos Seu caráter; se contemplamos o mal, refletimos o mal.

4️⃣ – A consequência: “frutos mortais”

📖 Tiago 3:16

> “Porque onde há inveja e espírito faccioso, aí há perturbação e toda obra perversa.”

👉 O resultado inevitável da semente de discórdia é a morte espiritual — perda da paz, separação da comunhão, ausência do Espírito Santo.
Esses são os “frutos mortais” de que Ellen White fala.

5️⃣ – Exemplo prático e espiritual

📖 Lucas 18:9-14 – A parábola do fariseu e do publicano O fariseu olhava para o mal no outro (“Não sou como este publicano”), e em seu coração crescia o orgulho.
O publicano, por outro lado, olhava para si e clamava por misericórdia.
👉 O primeiro colheu “fruto mortal” — a rejeição divina; o segundo recebeu a justificação.

✨ Conclusão espiritual

Ellen White está dizendo que:

Criticar e semear discórdia não apenas destrói os outros, mas corrompe o coração do próprio crítico.

A mente que contempla o erro perde a sensibilidade espiritual.

A verdadeira santificação se manifesta em humildade, amor e intercessão, não em julgamento.

🕯️ Aplicação prática:

Antes de falar, pergunte: “O que vou dizer edifica ou destrói?”

Antes de julgar, lembre-se: “Cristo morreu por aquele que estou prestes a criticar.”

E antes de olhar para o mal, contemple o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

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