Renata Matos

Renata Matos * Especialista em PNL | Palestrante
* Já ajudei mais de 300 pessoas a terem resultados através da PNL
* Agende uma sessão diagnóstico.

Clique no link e fale comigo pelo WhatsApp ⬇️ Sou Renata Matos, muito prazer! Residente em Belo Horizonte, formada em Técnico em Desenvolvimento de Banco de Dados. Casada e mãe de dois filhos, Pedro Augusto e Lucas.
À partir do meu processo de autoconhecimento descobri que o meu propósito é resgatar aqueles que enfrentam infâncias tumultuadas, enfatizando a necessidade do amor-próprio, usando ferramentas da Programação Neurolinguística. Autora de palestras e mentorias para ajudar as pessoas a descobrirem e viverem o seu propósito. Sejam bem-vindos ao meu perfil! Instagram:

15/09/2026

Sua equipe pode ir longe com uma liderança mais consistente.

Treinamento Presencial: CMI/SECOVI-MG
17 e 18 de Setembro

Garanta sua vaga: 31 98867-3914

14/09/2026

Você sabe o que precisa mudar.
Talvez já saiba há muito tempo.

Mesmo assim, continua adiando aquela conversa, repetindo o mesmo comportamento, procrastinando uma decisão ou voltando para padrões que jurou que não queria mais viver.

E é aí que muita gente conclui:

“Eu não tenho disciplina.”
“Eu não consigo.”
“Eu começo e nunca termino.”

Mas e se, em vez de se julgar, você começasse a investigar o que essa resistência está tentando mostrar?

Porque tentar mudar apenas o comportamento, sem compreender o que existe por trás dele, pode fazer você continuar travando a mesma batalha — só mudando o cenário.

Consciência não é apenas perceber que algo precisa mudar.

É começar a compreender por que, mesmo querendo tanto uma mudança, uma parte de você ainda resiste a ela.

E é sobre isso que quero conversar com você.

Comente RESISTÊNCIA e eu te envio as informações da aula gratuita de hoje. 🤎





Você pode ter o melhor planejamento estratégico do mundo. Se não souber comunicar, liderar, desenvolver, ouvir e compree...
11/09/2026

Você pode ter o melhor planejamento estratégico do mundo. Se não souber comunicar, liderar, desenvolver, ouvir e compreender comportamento, uma hora a conta aparece.

No turnover.
No absenteísmo.
Nos conflitos.
Na queda de produtividade.
Na perda de bons profissionais.
E até na experiência do cliente.

Talvez esteja na hora de parar de chamar desenvolvimento humano de soft.

Porque, dentro de uma empresa, o que chamamos de “soft” costuma produzir consequências bastante concretas.

No fim, negócios não acontecem entre empresas.

Negócios acontecem entre pessoas.

E eu deixo uma pergunta para quem lidera:

Você conhece tão bem as pessoas do seu negócio quanto conhece os números dele?





O comportamento que mais ameaça a cultura da sua empresa pode ser justamente aquele com o qual todo mundo já se acostumo...
08/09/2026

O comportamento que mais ameaça a cultura da sua empresa pode ser justamente aquele com o qual todo mundo já se acostumou.

Porque nem sempre o problema chega fazendo barulho.

Às vezes ele chega como ironia. Como exposição. Como uma cobrança que sempre ultrapassa o trabalho e atinge a pessoa.

Alguém percebe. Outro comenta no corredor. A equipe sabe quem costuma ser o alvo.

Mas ninguém interrompe.

E depois de algum tempo acontece uma coisa importante: aquilo deixa de causar estranhamento.

É aqui que eu acredito que uma empresa precisa prestar muita atenção.

Porque toda vez que um comportamento se repete sem ser questionado, as pessoas aprendem alguma coisa sobre aquele ambiente.

Quem faz, aprende até onde pode ir.

Quem recebe, aprende o que precisa suportar.

Quem observa, aprende o preço de se posicionar.

E a liderança, mesmo sem perceber, participa desse aprendizado pelo que interrompe e também pelo que permite continuar.

Por isso, antes de dizer “na minha empresa não existe assédio”, eu faria uma pergunta mais difícil:

Que comportamento acontece repetidamente na sua empresa e só continua acontecendo porque todo mundo já se acostumou com ele?

Talvez o maior risco para uma cultura não seja aquilo que ninguém percebe.

É aquilo que todo mundo percebe e já considera normal.




A gente insiste no resultado, mas continua com o mesmo comportamento.Repete a mesma conversa.Toma as mesmas decisões.Per...
06/09/2026

A gente insiste no resultado, mas continua com o mesmo comportamento.
Repete a mesma conversa.
Toma as mesmas decisões.
Permanece no mesmo ambiente.
Executa da mesma forma.

E espera que, em algum momento, a realidade responda diferente.

Persistir pode ser importante. Mas persistência também exige a capacidade de perceber quando o resultado ainda é possível, mas a forma como estamos tentando alcançá-lo precisa mudar.

Às vezes, o que precisa ser deixado para trás não é aquilo que você deseja.

É a maneira como você insiste em chegar até lá.

O que você continua tentando do mesmo jeito, mesmo já tendo percebido que esse jeito não funciona?




31/08/2026

É muito mais fácil criar uma regra para o comportamento do outro do que desenvolver governo sobre o próprio comportamento.

A empresa precisa mudar.

O funcionário precisa ter mais responsabilidade.

O líder precisa aprender a liderar.

As pessoas precisam ter mais bom senso.

Alguém precisa colocar ordem nisso.

E talvez muitas dessas afirmações estejam certas.

O problema começa quando passamos tanto tempo tentando organizar o que está fora que deixamos de investigar a única parte sobre a qual realmente podemos exercer domínio direto: nós mesmos.

Queremos pessoas mais respeitosas, mas como reagimos quando somos contrariados?

Queremos relações mais maduras, mas conseguimos sustentar uma conversa desconfortável sem atacar, fugir ou tentar vencer?

Queremos responsabilidade, mas cumprimos aquilo que combinamos quando ninguém está cobrando?

Queremos liberdade, mas sabemos lidar com ela sem transformar todo limite em opressão?

Queremos uma sociedade melhor, empresas melhores, famílias melhores, líderes melhores.

Só que nenhuma dessas estruturas existe sem pessoas.

E é esse ponto da leitura que ficou comigo:

quanto mais empenhados estamos em governar o que está fora, mais fácil f**a negligenciar aquilo que ainda não conseguimos governar dentro.

Isso não elimina a necessidade de leis, limites, regras ou instituições. Também não transforma problemas coletivos em responsabilidade exclusivamente individual.

Mas existe uma parte do aperfeiçoamento social que nenhuma regulamentação consegue fazer por nós.

Autodomínio.

Responsabilidade.

Discernimento.

Capacidade de escolher o próprio comportamento mesmo quando seria mais fácil justif**ar-se pelo comportamento do outro.

Talvez a pergunta mais desconfortável não seja “quem deveria fazer alguma coisa sobre isso?”.

É:

O que eu cobro do mundo que ainda preciso aprender a governar em mim?





Tem oração que pede mudança. E tem mudança que começa quando percebemos que também precisaremos participar da resposta.P...
30/08/2026

Tem oração que pede mudança. E tem mudança que começa quando percebemos que também precisaremos participar da resposta.

Pedimos ao Senhor mais sabedoria, mas continuamos escolhendo no impulso.

Pedimos direção, mas insistimos em caminhos que já sabemos que precisam ser revistos.

Pedimos paz, mas alimentamos conversas, pensamentos e relações que nos mantêm em conflito.

Pedimos propósito, mas entregamos nossos dias ao automático.

Pedimos para sermos pessoas melhores, mas nem sempre queremos encarar os comportamentos que precisam mudar para que isso aconteça.

E talvez exista uma pergunta importante depois de cada oração:

Se o Senhor me mostrar o que precisa ser diferente, eu estarei disposta a fazer a minha parte?

Porque fé não precisa nos afastar da responsabilidade.

Você pode pedir discernimento e prestar mais atenção às suas escolhas.

Pode pedir coragem e ainda precisar ter a conversa difícil.

Pode pedir uma nova direção e precisar abrir mão de um caminho conhecido.

Pode pedir relações melhores e observar o que a sua presença tem produzido nelas.

Pode pedir uma vida com mais propósito e começar a tratar seus dias como parte desse propósito.

Orar também pode ser um lugar de honestidade.

De reconhecer aquilo que queremos receber, mas também aquilo que precisamos desenvolver.

De pedir ajuda sem entregar a Deus a responsabilidade pelas escolhas que continuam sendo nossas.

Hoje, antes de pedir que alguma coisa ao seu redor mude, experimente fazer uma oração um pouco mais desconfortável:

“Senhor, mostre-me também o que precisa mudar em mim.”

Porque algumas das respostas que pedimos podem começar justamente no comportamento que teremos coragem de rever.

Se a resposta para uma das suas orações exigisse uma mudança sua, qual seria a mais difícil de fazer?


29/08/2026

Endereço

Belo Horizonte, MG
31160290

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