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A história de Cleia Rosa dos Santos Bueno ficou conhecida em Mato Grosso como o caso da “Viúva Negra” por uma sequência ...
16/09/2026

A história de Cleia Rosa dos Santos Bueno ficou conhecida em Mato Grosso como o caso da “Viúva Negra” por uma sequência de dois assassinatos que aconteceram com pouco mais de um ano de diferença.

O primeiro homem morto foi Jandirlei Alves Bueno, de 39 anos, marido de Cleia.

O segundo foi Adriano Gino, de 29 anos, justamente o homem com quem ela mantinha um relacionamento e que, de acordo com a investigação, havia participado da morte de Jandirlei.

Tudo começou com uma crise no casamento.

Cleia e Jandirlei viviam juntos em Sinop, no Mato Grosso, mas a relação estava desgastada. Enquanto ainda era casada, Cleia mantinha um relacionamento extraconjugal com Adriano.

Ela queria f**ar com o amante.

E, em outubro de 2016, o marido acabou se tornando o primeiro alvo.

Cleia facilitou a entrada de Adriano na residência do casal. A intenção era fazer com que a morte de Jandirlei parecesse um assalto que havia dado errado.

Adriano e outro homem atacaram Jandirlei com uma faca.

O homem sofreu duas facadas no abdômen e foi levado para o hospital. Ele não morreu naquele momento. Jandirlei permaneceu internado e acabou morrendo cerca de dois meses depois, em consequência dos ferimentos.

Enquanto isso, Cleia tentava sustentar a versão de que havia sido vítima de um assalto dentro da própria casa.

Ela chegou a simular estar em estado de choque e não conseguiu fornecer aos investigadores detalhes básicos sobre os supostos criminosos.

Não informou características físicas, roupas ou outras informações que pudessem ajudar a identif**ar os autores.

A história, porém, começou a desmoronar.

A investigação apontou que o suposto assalto havia sido uma encenação para esconder um crime planejado. Cleia queria se livrar do marido para poder viver com Adriano.

E foi exatamente isso que aconteceu.

Depois da morte de Jandirlei, Cleia e Adriano passaram a morar juntos. Só que o relacionamento que deveria representar o começo de uma nova vida começou a se transformar em outro problema.

Depois de alguns meses, Adriano teria mudado de comportamento e passado a ameaçar Cleia caso ela tentasse terminar a relação.

O homem que havia ajudado Cleia a se livrar do marido agora sabia demais. E, de acordo com a acusação, ela decidiu fazer com Adriano exatamente o que havia feito com Jandirlei.

Só que dessa vez o plano seria ainda mais cruel.

Em dezembro de 2017, Cleia teria dopado Adriano enquanto ele dormia. Depois, chamou Adriano dos Santos e José Graciliano dos Santos para executar o amante.

Adriano Gino estava desacordado quando os homens o atacaram.

Ele foi morto com golpes de enxada na cabeça. Depois do assassinato, o corpo foi retirado do local e enterrado.

A intenção não era ap***s eliminar Adriano. Era também impedir que ele pudesse revelar o que sabia sobre a morte de Jandirlei.

Para convencer os executores a cometerem o crime, Cleia teria prometido um carro como pagamento. O veículo chegou a ser apreendido pela polícia na casa dela, mas o pagamento não teria sido entregue.

O desaparecimento de Adriano chamou a atenção dos investigadores. E os próprios homens envolvidos na execução acabaram revelando o que havia acontecido.

Eles confessaram o assassinato e indicaram aos policiais o local onde haviam enterrado Adriano.

Foi assim que a polícia encontrou os restos mortais do homem que, pouco mais de um ano antes, havia sido amante de Cleia e participado da morte do marido dela.

Cleia foi presa em março de 2018.

No início da investigação, ela confessou os crimes, enquanto os homens envolvidos na execução de Adriano também admitiram participação.

O caso chegou ao Tribunal do Júri de Sinop.

Depois de três dias de julgamento, entre 28 e 30 de julho de 2021, os jurados condenaram Cleia pelas mortes de Jandirlei e Adriano e também pela ocultação do cadáver da segunda vítima.

A pena foi de 44 anos e 9 meses de prisão, em regime inicialmente fechado.

Os dois homens condenados pela execução de Adriano também receberam p***s de prisão: Adriano dos Santos foi condenado a 13 anos e 6 meses, enquanto José Graciliano dos Santos recebeu 16 anos, 7 meses e 15 dias.

Assim, a mulher conhecida como “Viúva Negra” continua condenada por dois homicídios.

Primeiro, o marido.

Depois, o amante.

Ex-finalista do Miss Suíça foi estrangulada pelo marido, teve o corpo desmembrado e partes trituradas em um liquidif**ad...
16/09/2026

Ex-finalista do Miss Suíça foi estrangulada pelo marido, teve o corpo desmembrado e partes trituradas em um liquidif**ador;

Kristina Joksimovic tinha 38 anos, era modelo, empresária e mãe de duas meninas. Em 2008, ela chegou à final do concurso Miss Suíça e, depois da carreira nas passarelas, passou a trabalhar treinando outras modelos.

Ela vivia em Binningen, uma cidade próxima a Basileia, na Suíça, com o marido, Marc Rieben, e as duas filhas pequenas. Por fora, a família parecia levar uma vida normal. Mas, dentro de casa, o casamento estava chegando ao fim.

Kristina havia decidido se separar.

O casal discutia o divórcio, a guarda das crianças e questões financeiras. Segundo a acusação, Marc não aceitava que a esposa fosse embora e queria f**ar com a guarda das duas filhas, além de não concordar em pagar ajuda financeira a ela.

Um mês antes de ser assassinada, Kristina havia pedido o divórcio.

No dia 13 de fevereiro de 2024, os dois estavam em casa quando começaram uma discussão sobre a separação. Segundo a acusação apresentada no julgamento, Marc atacou Kristina e a estrangulou.

Mas o que aconteceu depois chocou até os investigadores.

Depois de matar a esposa, Marc levou o corpo para a área de lavanderia da casa. Ali, ele desmembrou Kristina utilizando diferentes ferramentas, entre elas uma serra elétrica, uma faca e tesouras de jardinagem.

Depois, partes do corpo foram colocadas em um liquidif**ador e trituradas. Outros restos foram submetidos a produtos químicos na tentativa de destruí-los.

A investigação também descobriu que Marc havia pesquisado na internet maneiras de se livrar de um cadáver, algo que foi usado pela acusação para sustentar que ele não simplesmente agiu em um momento de pânico.

E havia duas crianças pequenas naquela casa.

Enquanto Kristina estava sendo assassinada e seu corpo destruído no lavatório, as duas filhas do casal estavam na residência.

Naquele mesmo dia, familiares começaram a estranhar o desaparecimento de Kristina. O pai dela foi até a casa.

E foi ele quem acabou encontrando os restos da própria filha.

Segundo os relatos apresentados posteriormente no processo, ele abriu a porta da lavanderia e encontrou a cabeça de Kristina dentro de uma sacola plástica.

O homem saiu desesperado e pediu ajuda. A polícia foi chamada e Marc acabou preso. Mas, inicialmente, ele apresentou outra versão.

Marc admitiu que Kristina havia morrido pelas mãos dele, mas afirmou que tinha agido em legítima defesa. Segundo sua versão, Kristina teria pegado uma faca e avançado contra ele.

Ele teria segurado o pescoço dela para se defender e, depois, entrado em pânico.

O problema para Marc foi que os elementos encontrados pelos investigadores não sustentavam essa versão. A perícia confirmou que Kristina havia sido estrangulada e não encontrou evidências que comprovassem que ela tivesse iniciado um ataque contra o marido.

Durante o julgamento, a acusação sustentou que o crime estava relacionado à separação e ao desejo de Marc de manter o controle sobre a esposa, as filhas e a situação financeira da família.

A defesa tentou apresentar Marc como um marido dedicado e sustentou novamente a versão de que ele havia agido em legítima defesa.

O julgamento aconteceu em maio de 2026, mais de dois anos depois do assassinato.

Durante o processo, Marc admitiu que Kristina morreu pelas mãos dele e disse que se arrependia profundamente. Os detalhes do caso foram tão graves que o julgamento ocorreu com o público impedido de acompanhar diretamente as audiências.

No dia 13 de maio de 2026, veio a sentença.

Marc Rieben foi condenado à prisão perpétua pelo assassinato de Kristina Joksimovic e pela profanação do cadáver.

Além da prisão perpétua, ele também foi condenado a pagar indenizações à família de Kristina.

As duas filhas do casal f**aram sob os cuidados dos familiares maternos após a morte da mãe.

Ele se apaixonou pelo namorado adolescente da própria enteada e, segundo a polícia, matou a ex para f**ar com ele;Daniel...
16/09/2026

Ele se apaixonou pelo namorado adolescente da própria enteada e, segundo a polícia, matou a ex para f**ar com ele;

Daniele Sanches, de 36 anos, foi morta no dia 29 de março de 2025, em Santa Veridiana, na região de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O corpo foi levado para uma área de mata e queimado.

O crime só começou a ser descoberto semanas depois, quando o namorado adolescente da filha de Daniele contou à própria mãe o que teria acontecido.

O responsável é Ronald Mendes, de 32 anos, conhecido como Rony. Segundo a investigação da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), a história começou anos antes.

Ronald e Daniele começaram um relacionamento em 2019. Ela já tinha filhos de outro relacionamento e passou a morar com Ronald. Os dois também tiveram um filho, que tinha ap***s 2 anos quando a mãe foi assassinada.

A relação, porém, era marcada por brigas e, segundo testemunhas ouvidas pela polícia, havia relatos de agressões contra Daniele e os filhos.

A situação teria mudado quando Ronald conheceu o namorado da própria enteada.

De acordo com a investigação, o adolescente tinha 16 anos quando começou a se relacionar com a filha de Daniele. Ronald teria se aproximado do rapaz e, segundo a polícia, acabou desenvolvendo sentimentos por ele.

A delegada responsável pelo caso afirmou que a investigação identificou um “triângulo amoroso” envolvendo Ronald, Daniele e o adolescente.

As brigas entre Daniele e Ronald f**aram cada vez mais intensas.

Cerca de um mês antes de ser morta, Daniele saiu de casa com os filhos mais velhos e foi morar temporariamente com a mãe, em Nova Iguaçu. Ela teria dito a Ronald que pretendia procurar a Justiça para conseguir a guarda do filho caçula.

Naquele momento, ele teria decidido matar Daniele para poder seguir a vida ao lado do adolescente e do filho pequeno que tinha com ela.

E foi assim que, segundo a polícia, Ronald teria preparado uma armadilha.

Na noite de 29 de março, ele mandou mensagens para Daniele e a convidou para um encontro íntimo. A mulher comprou salgadinhos e levou uma garrafa de vinho.

Os dois seguiram para uma área de mata em Santa Cruz.

Segundo a investigação, quando Daniele já estava nua, Ronald a algemou e tentou degolá-la. Como a faca estaria cega, ele teria desferido diversas facadas contra a vítima.

Depois de matá-la, Ronald teria voltado para casa coberto de sangue. Foi então que, segundo o próprio depoimento dele, pediu que o adolescente e outro jovem comprassem gasolina.

Ronald retornou ao local onde havia deixado Daniele e ateou fogo ao corpo.

Mas não teria sido uma única vez.

De acordo com o depoimento do adolescente, Ronald voltou ao local outras três vezes, totalizando quatro idas à área de mata, para colocar fogo novamente e tentar destruir completamente os restos mortais.

Depois do crime, Ronald teria mostrado imagens do assassinato ao adolescente. Com medo, o jovem deixou a residência onde morava e foi para a casa da própria mãe.

Durante as semanas seguintes, Ronald continuou enviando mensagens para o adolescente. A mãe do rapaz começou a desconfiar da situação e questionou o filho.

Foi então que ele contou o que sabia.

A partir desse relato, a polícia passou a investigar o desaparecimento de Daniele.

Ronald acabou levando os investigadores até o local onde teria deixado o corpo. Em uma área de mata, os agentes encontraram uma ossada, que foi encaminhada para perícia para confirmar oficialmente a identidade dos restos mortais.

Existe ainda uma disputa importante nas versões apresentadas à polícia. O adolescente afirma que não participou do assassinato.

Já Ronald teria tentado se livrar da responsabilidade, alegando que o menor teria planejado a morte de Daniele e participado da execução.

A polícia investiga as duas versões, mas, até aquele momento, Ronald era o homem preso pelo feminicídio e pela ocultação do cadáver.

Ronald ainda não foi condenado pelo assassinato de Daniele.

Ela já tinha denunciado o marido por agressões e conseguido uma medida protetiva. Na noite anterior à morte, descobriu u...
16/09/2026

Ela já tinha denunciado o marido por agressões e conseguido uma medida protetiva. Na noite anterior à morte, descobriu uma traição. No dia seguinte, foi encontrada estrangulada dentro de casa

Bianca Caroline Fernandes tinha 21 anos e sonhava em ser enfermeira.

Ela trabalhava para conseguir pagar a própria faculdade e vivia com o marido, Altimar Pereira de Sena, de 43 anos, no Jardim Campo Belo, em Campinas, São Paulo.

Mas, por trás daquele relacionamento, havia um histórico de violência que já tinha chegado à polícia.

Em março de 2026, Bianca denunciou Altimar por violência doméstica.

Segundo o boletim de ocorrência, depois de uma discussão, ela relatou ter sido agredida com tapas e socos, além de ter sofrido ameaças e lesões.

A Justiça concedeu uma medida protetiva no dia 30 de março.

Altimar foi intimado da decisão em 2 de abril e, segundo a Polícia Civil, não havia nos autos nenhuma decisão posterior revogando a medida.

Mesmo assim, os dois acabaram retomando o relacionamento.

Segundo amigas de Bianca, ela teria voltado a viver com Altimar depois de um período de separação. Uma das informações levantadas pelas amigas é que existiria também uma possível dependência financeira na relação.

E, na noite anterior à morte, surgiu um novo conflito. Bianca teria encontrado indícios de uma traição no carro do marido. Ela teria enviado mensagens para uma amiga contando o que havia descoberto e confrontado Altimar sobre a situação.

Naquela madrugada, Bianca e Altimar estiveram juntos e foram a um bar próximo da residência, mas Altimar contou à polícia uma versão diferente.

Segundo o depoimento dele, ele percebeu que Bianca estaria usando dr**as, levou a companheira de volta para casa, deixou-a sozinha e trancada e voltou para o bar.

Depois, afirmou que retornou pela manhã acompanhado de um amigo. Foi quando, segundo sua própria versão, encontrou Bianca morta.

Mas a cena encontrada pela polícia não bate com o depoimento dele.

Na manhã de 13 de setembro de 2026, equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros foram chamadas à residência. Inicialmente, a ocorrência teria sido tratada como um possível mal súbito.

Bianca estava caída no chão de um dos quartos. Ao lado dela havia um grande espelho quebrado. Quando os peritos começaram a examinar o local, encontraram marcas no pescoço compatíveis com estrangulamento.

E havia um detalhe ainda mais importante: um cabo de carregador de celular estava enrolado no pescoço de Bianca.

O objeto foi apreendido para perícia. O celular da vítima e o cabo foram recolhidos para análise.

Altimar estava em frente à residência quando as equipes chegaram.

Ele foi levado para o 2º Distrito Policial de Campinas.

Para a Polícia Civil, havia elementos suficientes para prendê-lo em flagrante: ele teria sido a última pessoa conhecida a estar com Bianca viva, havia sinais de estrangulamento, o cabo estava no pescoço da vítima, havia indícios de sangue no espelho e não havia outra pessoa identif**ada dentro do imóvel.

Altimar negou ter feito qualquer mal à companheira. Mesmo assim, foi preso por suspeita de feminicídio qualif**ado. Depois da audiência de custódia, a prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva.

Agora, a investigação está nas mãos da Delegacia de Defesa da Mulher de Campinas, que precisa esclarecer a dinâmica completa da morte e confrontar a versão apresentada pelo suspeito com as provas encontradas na casa.

Geovanna Janny Brites Monteiro, de 23 anos, saiu de casa no dia 28 de agosto, em Goiânia, dizendo que iria até Goianira ...
16/09/2026

Geovanna Janny Brites Monteiro, de 23 anos, saiu de casa no dia 28 de agosto, em Goiânia, dizendo que iria até Goianira buscar um cartão que estava na casa da madrinha.

Ela morava com o pai, no Jardim Novo Mundo, e era mãe de dois filhos, uma menina de 8 anos e um menino de 4.

Mas Geovanna nunca chegou à casa da madrinha.

Antes de seguir para o endereço, ela passou por um salão de beleza para fazer as unhas. A profissional chegou a enviar uma foto dela para a madrinha. Aquela acabou sendo uma das últimas imagens de Geovanna antes do desaparecimento.

Depois disso, ela não foi mais localizada.

A família começou a procurá-la e registrou um boletim de ocorrência. Durante nove dias, ninguém sabia onde Geovanna estava.

Os familiares chegaram a espalhar cartazes e procurar por informações enquanto tentavam descobrir o que havia acontecido.

A preocupação aumentava porque, segundo a família, Geovanna fazia acompanhamento em um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e utilizava medicamentos controlados, que ela não levou quando saiu de casa.

Então, no dia 6 de setembro, nove dias depois do desaparecimento, a família recebeu uma informação que mudaria completamente o caso.

O Instituto Médico-Legal entrou em contato com os parentes porque uma mulher não identif**ada estava internada no HUGOL, em Goiânia.

Ela havia sido socorrida naquele mesmo dia depois de sofrer queimaduras gravíssimas.

Era Geovanna.

A jovem estava com queimaduras em 92% da superfície do corpo e em estado extremamente grave. Ela havia sido levada para o hospital sem documentos e permaneceu internada sem que a família soubesse imediatamente que se tratava dela.

Segundo as informações divulgadas sobre a ocorrência, antes de ser queimada Geovanna teria passado por um posto de combustíveis próximo ao HUGOL.

Uma das versões divulgadas afirma que ela teria comprado gasolina, colocado o combustível, e utilizado um isqueiro, provocando as chamas ela mesma.

Funcionários do posto teriam usado extintores para apagar o fogo, enquanto uma mulher que passava pelo local também ajudou no socorro.

Geovanna foi levada imediatamente para o HUGOL, que f**a próximo ao local. Mas havia uma questão que a família ainda não conseguia entender:

o que havia acontecido com Geovanna desde o momento em que desapareceu, em 28 de agosto, até chegar àquele posto de combustíveis?

E essa pergunta continua sem resposta.

A família também questiona como a gasolina foi vendida, em qual recipiente o combustível foi colocado e quais foram as circunstâncias que levaram Geovanna a sofrer as queimaduras.

A irmã dela, Thamires Cristina Soares de Oliveira, também questionou a responsabilidade do estabelecimento pela venda do combustível.

Geovanna permaneceu internada por cerca de uma semana. Os familiares ainda esperavam que ela sobrevivesse e pudesse voltar para casa.

Mas, na manhã de 13 de setembro, veio a notícia mais triste. Às 8h50, Geovanna morreu no HUGOL em consequência das queimaduras. A Polícia Científ**a confirmou que as queimaduras foram a causa da morte.

O caso, porém, ainda tem pontos que precisam ser esclarecidos.

Embora algumas reportagens tenham divulgado que Geovanna teria provocado o fogo fogo, essa versão não foi confirmada oficialmente pelas autoridades.

A Polícia Civil registrou inicialmente o caso como morte acidental por queimaduras. A Polícia Científ**a também informou que não realizou perícia no local onde as lesões aconteceram e, por isso, não possui elementos para determinar exatamente como Geovanna sofreu as queimaduras.

Ou seja, ainda falta entender o que aconteceu durante os nove dias em que Geovanna esteve desaparecida e, principalmente, o que ocorreu nos momentos que antecederam as queimaduras.

No dia 15 de setembro, dois dias após a morte, Geovanna foi sepultada no Cemitério Parque de Goiânia.

Ela deixou dois filhos.

Ela decidiu cortar contato com o ex depois que, segundo a família, ele entrou para uma facção. Dias depois, foi morta a ...
15/09/2026

Ela decidiu cortar contato com o ex depois que, segundo a família, ele entrou para uma facção. Dias depois, foi morta a marteladas dentro de casa;

Rose Garcia do Nascimento, de 29 anos, estava separada de Edenilson da Silva Martins havia cerca de quatro anos.

Os dois haviam começado o relacionamento em 2015, mas, segundo familiares, Rose já não queria mais manter qualquer vínculo com o ex-companheiro.

A família afirma que a situação mudou ainda mais depois que Edenilson teria passado a integrar uma organização criminosa. Rose teria decidido cortar o contato com ele e seguir a própria vida.

Mas, segundo uma amiga próxima, Edenilson não aceitava o fim da relação. Ele dizia ser “louco por ela” e continuava tentando manter algum tipo de vínculo com Rose.

Na manhã de segunda-feira, 14 de setembro, Rose saiu de casa para levar o filho, de 7 anos, à escola. Depois, foi para a academia.

Quando voltou para casa, no bairro Lagoa do Barro, em Caucaia, encontrou uma situação que não esperava.

O próprio pai estava amarrado dentro da residência.

Segundo a apuração inicial, Edenilson havia rendido o homem e o mantido preso dentro do imóvel. Uma reportagem baseada na apuração do Jornalismo da Jangadeiro afirma que ele teria sido amarrado junto a uma janela, em um dos quartos.

O pai de Rose conseguiu escapar e sobreviveu.

Rose também acabou sendo rendida.

Segundo as informações divulgadas sobre o crime, Edenilson teria ameaçado a ex-companheira e colocado fita adesiva sobre a boca dela, amordaçando-a.

Em seguida, ele pegou um martelo.

O ataque foi direcionado principalmente para a cabeça de Rose. O homem teria desferido diversos golpes de martelo, provocando vários ferimentos e hematomas na região.

Rose não resistiu.

Ela morreu dentro da própria casa.

Depois do crime, Edenilson fugiu e passou a ser procurado pelas autoridades. Ele foi identif**ado como o principal suspeito do feminicídio, mas, até as informações mais recentes divulgadas pela imprensa, continuava foragido.

A Polícia Civil do Ceará investiga o caso. A apuração está sendo conduzida pelas autoridades responsáveis pelos crimes contra a mulher, enquanto a perícia trabalha para esclarecer exatamente como o assassinato aconteceu.

O suspeito, além de trabalhar como guia turístico na região do Cumbuco, possui antecedentes citados pela imprensa por porte ilegal de arma de fogo e associação criminosa.

Também há informações jornalísticas de que ele seria suspeito de envolvimento com venda de dr**as na região.

O que mais chama atenção nesse caso é que, segundo pessoas próximas, Rose já havia decidido se afastar daquela relação havia anos.

Eles estavam separados havia aproximadamente quatro anos.

A família afirma que ela queria cortar definitivamente o vínculo depois que Edenilson teria passado a fazer parte de uma organização criminosa.

E, segundo uma amiga, ele não aceitava que ela seguisse a própria vida.

Agora, Rose está morta.

Ela já tinha denunciado as ameaças. Mesmo assim, ele entrou na igreja e a matou durante a missa;Na noite de 7 de outubro...
15/09/2026

Ela já tinha denunciado as ameaças. Mesmo assim, ele entrou na igreja e a matou durante a missa;

Na noite de 7 de outubro de 2016, Simone Marca, de 30 anos, estava dentro da Catedral São José, em Ituiutaba, no Triângulo Mineiro. Ela havia ido à igreja acompanhada do homem com quem estava se relacionando havia cerca de um mês.

O que ninguém ali sabia é que Simone já havia vivido meses de medo.

Ela havia mantido um relacionamento extraconjugal com Marcos Ferreira da Silva, jornalista e dono de um jornal local, que era casado. Segundo a Polícia Civil, os dois foram amantes por mais de um ano, mas Simone decidiu terminar a relação.

Marcos não aceitava o fim.

Simone havia feito um desabafo nas redes sociais meses antes. Ela contou que vivia um relacionamento conturbado, que era xingada, ameaçada e controlada, e escreveu que tinha medo de que ele fizesse alguma maldade contra ela.

De acordo com a delegada responsável pelo caso, ele já havia sido preso duas vezes por violência doméstica e tinha saído da prisão naquela mesma semana. Simone também tinha uma medida protetiva contra ele.

Mas, naquela noite, ela estava dentro de uma igreja.

Durante a missa de sétimo dia de uma pessoa conhecida, Simone estava sentada em um dos primeiros bancos. Cerca de 80 pessoas estavam dentro do templo.

Em determinado momento, o telefone dela tocou. Uma testemunha contou que Simone demonstrou preocupação e teria dito que se tratava de uma pessoa violenta.

Pouco depois, Marcos entrou na igreja.

Ele estava armado com uma faca.

Segundo as testemunhas, ele se aproximou de Simone e desferiu o primeiro golpe pelas costas.

Ela gritou.

Na sequência, Marcos continuou atacando. As reportagens da época registraram diferentes contagens dos golpes — algumas mencionaram três, outras cinco ou cerca de seis —, mas a Polícia Civil confirmou que foram vários golpes de faca.

As primeiras facadas atingiram Simone pelas costas. Depois, os ataques continuaram na parte da frente do corpo.

E então veio o ferimento descrito pela própria delegada como um dos aspectos mais assustadores do crime: Marcos provocou um corte profundo que se estendia do pescoço até o abdômen de Simone.

Não se tratava ap***s de uma sequência de golpes rápidos. O corte atravessava praticamente toda a extensão frontal do corpo, do pescoço em direção ao abdômen.

A delegada Roberta Borges Silva Ferreira, responsável pela investigação, afirmou na época que, mesmo trabalhando na área de homicídios, nunca havia visto algo tão assustador.

Tudo aconteceu diante das pessoas que participavam da missa.

O atual namorado de Simone estava ao lado dela e, ao presenciar o ataque, fugiu em meio ao pânico que tomou conta da igreja.

Simone foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do hospital.

Marcos, então, fugiu.

Ele entrou em um carro que estava estacionado em frente à igreja e deixou o local.

Mas, durante a fuga, fez algo que acabaria se tornando uma das provas mais importantes contra ele: gravou um áudio confessando o assassinato e enviou a gravação pelo WhatsApp para a delegada.

No áudio, Marcos dizia que havia matado Simone porque ainda gostava e a amava. Também reclamava do fato de ela estar com outro homem e mencionava o episódio em que havia sido preso.

Ele chegou a dizer que pretendia se entregar ap***s depois que passasse o período do flagrante.

Não conseguiu.

No dia seguinte, 8 de outubro, Marcos foi localizado pela Polícia Militar em Rio Verde, Goiás, escondido na casa de parentes. Ele não reagiu à prisão e foi levado de volta para Ituiutaba.

A investigação mostrou que o assassinato não aconteceu sem antecedentes.

Simone já havia relatado ameaças. Já havia procurado a polícia. Tinha medida protetiva. E, segundo a investigação, Marcos tinha histórico de violência doméstica.

Ainda assim, ele conseguiu chegar até ela.

E a encontrou justamente em um lugar onde ela deveria estar segura: dentro de uma igreja, durante uma missa, cercada por dezenas de pessoas.

Quase um ano depois, em agosto de 2017, Marcos Ferreira da Silva foi levado a júri popular.

A pena foi de 20 anos de prisão.

Benedito Cardoso dos Santos tinha 42 anos e trabalhava em uma propriedade rural em Confresa, no Mato Grosso. Segundo o i...
15/09/2026

Benedito Cardoso dos Santos tinha 42 anos e trabalhava em uma propriedade rural em Confresa, no Mato Grosso. Segundo o irmão, era um homem alegre, tranquilo e brincalhão.

Não era filiado a partido político e, apesar de apoiar Lula, a família dizia que ele não era fanático por política.

Na noite de 7 de setembro de 2022, Benedito estava na propriedade onde trabalhava quando começou uma conversa com o colega Rafael Silva de Oliveira, que apoiava Jair Bolsonaro.

O assunto era política.

De um lado, Benedito defendia Lula. Do outro, Rafael defendia Bolsonaro. A conversa foi f**ando cada vez mais agressiva até se transformar em uma briga.

Segundo o depoimento prestado por Rafael à polícia, Benedito teria dado um soco nele e o ameaçado com uma faca. Rafael afirmou que conseguiu tomar a arma e, a partir daquele momento, passou a perseguir o colega, mas isso foi o que ele alegou.

O que aconteceu depois foi muito além de uma briga.

Benedito correu.

Rafael foi atrás dele e começou a golpeá-lo com uma faca, atingindo principalmente a região das costas. Benedito caiu no chão, e mesmo depois de estar caído continuou sendo atacado.

Segundo a versão apresentada à polícia, Rafael atingiu Benedito na região do olho, pescoço e testa.

E então aconteceu uma das partes mais brutais do crime.

Rafael deixou a vítima caída e foi até um barracão. Lá, pegou um machado.

Ele voltou até Benedito e golpeou seu pescoço enquanto ele ainda estava vivo. Posteriormente, a investigação apontou que Rafael teria tentado decapitar Benedito com o machado, mas não conseguiu.

O resultado da perícia revelou uma violência ainda maior do que aquela descrita inicialmente pelo próprio acusado. O laudo apontou 70 perfurações provocadas por faca e machado.

Os ferimentos estavam espalhados por diferentes partes do corpo, incluindo cabeça, pescoço, peito, pernas e abdômen. Depois do ataque, Rafael escondeu as armas utilizadas no crime.

Em seguida, deixou a propriedade e foi caminhando até a cidade de Confresa.

Quando chegou ao município, procurou atendimento médico. Estava com ferimentos na mão e na testa e apresentou uma versão de que teria sido vítima de uma tentativa de roubo.

Mas a história não convenceu os investigadores.

A polícia encontrou a faca e o machado escondidos na propriedade, além de outros elementos que ligavam Rafael ao assassinato.

Ele acabou preso e, diante dos policiais, confessou o crime. Rafael ainda teria filmado o corpo de Benedito depois do assassinato.

A Justiça considerou a violência e as circunstâncias do crime e decretou a prisão preventiva de Rafael. O juiz responsável afirmou que a intolerância política não poderia ser admitida em uma sociedade baseada no pluralismo de ideias.

Enquanto Rafael era preso, a família de Benedito precisava lidar com a perda. Ele era o mais novo de cinco irmãos.

O irmão Paulo contou que, quando recebeu a notícia, não pensou em política. Pensou ap***s em buscar o corpo do irmão, velá-lo e enterrá-lo.

O sepultamento aconteceu em Santana do Araguaia, no Pará, onde Benedito foi enterrado pela família.

Quase um ano depois, em agosto de 2023, Rafael foi levado a julgamento pelo Tribunal do Júri. Rafael foi condenado a 14 anos de prisão pelo assassinato de Benedito.

Durante o julgamento, Rafael manteve a confissão e disse que não se arrependia do crime.

Irmãs saíram de casa com os filhos e desapareceram. Dias depois, foram encontradas enterradas em uma cova rasa;Francinet...
15/09/2026

Irmãs saíram de casa com os filhos e desapareceram. Dias depois, foram encontradas enterradas em uma cova rasa;

Francinete Pereira da Silva Neta, de 24 anos, e Jocinéia Dias da Silva, de 23, saíram de casa em Teresina, no Piauí, na noite de 13 de novembro de 2024. As duas estavam acompanhadas dos filhos: uma menina de 4 anos e um menino de 6.

Pouco tempo depois, porém, as crianças foram separadas das mães.

O menino foi deixado com um familiar. Já a menina de 4 anos acabou sendo deixada em uma unidade de saúde da região. E foi justamente o relato da criança que ajudou a revelar que algo muito grave havia acontecido.

Segundo as informações repassadas à polícia, a menina contou que a mãe havia sido espancada, teve os cabelos raspados e foi baleada.

Enquanto a família procurava pelas duas irmãs, as investigações avançavam.

No dia 16 de novembro, três dias depois do desaparecimento, os corpos de Francinete e Jocinéia foram encontrados enterrados em uma cova rasa, em uma área de mata na região da Santa Maria da Codipi, Zona Norte de Teresina.

As duas estavam desaparecidas havia mais de 48 horas.

A partir daí, a polícia começou a reconstruir os últimos momentos das irmãs e descobriu uma possível ligação com a guerra entre facções criminosas.

Segundo o DHPP, os companheiros de Francinete e Jocinéia estavam presos, eram pais dos filhos delas e eram ligados ao Primeiro Comando da Capital, o PCC.

As investigações apontaram que, enquanto eles estavam presos, as duas teriam iniciado relacionamentos com integrantes do Bonde dos 40, grupo rival.

Essa teria sido uma das principais linhas para explicar o que aconteceu.

A investigação apontou que as irmãs foram atraídas por uma mulher até uma área de predominância do Bonde dos 40. Ao chegarem ao local, teriam sido levadas para dentro de uma casa.

Ali, segundo a polícia, aconteceu uma espécie de “Tribunal do Crime”, elas foram consideradas integrantes da facção que seus companheiros faziam parte.

As duas teriam sido interrogadas, torturadas e tiveram os cabelos cortados antes de serem assassinadas. Um dos detalhes que chamou a atenção dos investigadores foi que os celulares das vítimas chegaram a acessar a rede Wi-Fi do imóvel onde elas teriam sido mantidas.

Depois das mortes, um grupo teria levado os corpos para uma área próxima e os enterrado em uma cova rasa, numa tentativa de esconder o crime.

A investigação também identificou seis pessoas inicialmente suspeitas de participação na ação, incluindo mulheres que teriam ajudado a atrair as vítimas para o local.

Em dezembro de 2024, Maria Mikaele Rodrigues da Silva foi presa. Segundo o delegado responsável, ela admitiu ter ido até o imóvel onde as irmãs estavam sendo mantidas e afirmou ter presenciado uma espécie de interrogatório, embora tenha negado participação nas agressões e nas mortes.

Em janeiro de 2025, outro suspeito, conhecido como G. da Bala, foi preso em Timon, no Maranhão. A polícia ainda procurava outros envolvidos, entre eles homens conhecidos pelos apelidos de “Pêu” e “Colombiano”.

O caso avançou para a Justiça.

Em fevereiro de 2025, a denúncia do Ministério Público foi recebida e cinco acusados se tornaram réus: Maria Mikaely Rodrigues da Silva, Rafael Rodrigues Alves, conhecido como “Colombiano”, Thiago Fernando Dias dos Santos, o “Thiaguim do Norte”, Nicolas da Silva Batista, conhecido como “Pêu”, e Gabriel Rodrigues, o “Da Bala”.

Eles passaram a responder pelo duplo homicídio, além de acusações de ocultação de cadáver, corrupção de menores e organização criminosa. A decisão foi tomada pela 3ª Vara do Tribunal Popular do Júri de Teresina.

Para a família, porém, nenhuma prisão seria capaz de apagar o que aconteceu.

O avô das jovens contou que os familiares sempre tentaram aconselhá-las a não se envolverem com facções criminosas. Disse ainda que a família ajudava as duas, mas evitava qualquer aproximação com os grupos por medo de represálias.

Francinete e Jocinéia deixaram dois filhos pequenos.

Endereço

Belo Horizonte, MG

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