Brasília Capital da Felicidade

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Movimento Brasília Capital da Felicidade ✨
🌍 Inspirado no FIB, promovemos ciência, bem-estar e união
📢 Participe do nosso propósito de transformar Brasília em um exemplo global de felicidade e qualidade de vida!

Cosete Ramos participou, em Brasília, do lançamento do livro “Como ser mais feliz e se preocupar menos - 10 lições práti...
12/09/2026

Cosete Ramos participou, em Brasília, do lançamento do livro “Como ser mais feliz e se preocupar menos - 10 lições práticas da filosofia para enfrentar a vida moderna”, da escritora e economista finlandesa Heidi Virta, publicado pela Tagore Editora.

A obra parte de uma pergunta essencial: o que podemos fazer com as “cartas” que recebemos na vida? A partir de filósofos como Sócrates, Platão, Aristóteles, Epicuro e Sêneca, Heidi aproxima reflexões antigas de questões muito presentes no cotidiano, como ansiedade, comparação, relações humanas, uso do tempo, propósito, autoconhecimento e bem-estar.

O encontro reuniu convidados em torno de um tema que dialoga diretamente com o Movimento Brasília Capital da Felicidade: compreender a felicidade não como uma fórmula pronta, mas como uma construção ligada às escolhas, às relações, ao conhecimento e à maneira como conduzimos a própria vida.

A programação contou ainda com a presença do embaixador da Finlândia e do presidente do BID, ampliando o diálogo sobre felicidade, desenvolvimento humano e qualidade de vida.

O 7 de Setembro marca a Independência do Brasil e faz parte da história de um país que continua sendo construído por sua...
07/09/2026

O 7 de Setembro marca a Independência do Brasil e faz parte da história de um país que continua sendo construído por suas escolhas, suas instituições e, principalmente, por sua gente.

Pensar no desenvolvimento do Brasil é olhar para educação, saúde, segurança, cultura, participação cidadã e para as condições que permitem às pessoas viver com mais qualidade de vida.

É essa compreensão que orienta o Movimento Brasília Capital da Felicidade: tratar a felicidade como uma dimensão do desenvolvimento humano e coletivo, ligada à vida real das pessoas e às políticas públicas.

O FIB - Felicidade Interna Bruta amplia esse olhar ao considerar aspectos do bem-estar que vão além dos indicadores econômicos, como saúde, educação, comunidade, meio ambiente e qualidade de vida.

Na última terça-feira, 1º de setembro, o CODESE-DF realizou a 2ª Reunião Geral de 2026, reunindo diretoria, mantenedores...
06/09/2026

Na última terça-feira, 1º de setembro, o CODESE-DF realizou a 2ª Reunião Geral de 2026, reunindo diretoria, mantenedores, diretores dos Eixos e gestores das Câmaras Técnicas, em formato híbrido, na sede do Sinduscon-DF.

Cosete Ramos participou da reunião representando o Movimento Brasília Capital da Felicidade.

A pauta contemplou os avanços do projeto “O DF que a gente quer”, com a apresentação das ações já realizadas, dos recursos captados e dos resultados obtidos, além do andamento do material produzido pelas Câmaras para a finalização do livro.

O encontro abordou ainda as próximas Sabatinas com os candidatos ao GDF, previstas para os dias 23 e 24 de setembro, e o estágio da liberação dos recursos destinados à conclusão do trabalho de consultoria com a FDC.

Mais um momento de alinhamento, planejamento e construção conjunta em torno de projetos estratégicos para o desenvolvimento do Distrito Federal.

Quando pensamos nos países mais felizes do mundo, é comum imaginar lugares com alta renda, segurança, bons serviços públ...
30/08/2026

Quando pensamos nos países mais felizes do mundo, é comum imaginar lugares com alta renda, segurança, bons serviços públicos e estabilidade.

Esses fatores importam, mas não contam sozinhos toda a história da felicidade.

No Brasil, um dado chama atenção: no Ipsos Happiness Report 2026, 80% dos brasileiros entrevistados se declararam felizes ou muito felizes. Entre os principais motivos aparecem sentir-se amado, com 34%, saúde física e mental, com 31%, e a relação com família e filhos, com 29%.

Isso ajuda a compreender uma característica importante da felicidade brasileira: os vínculos ocupam um lugar central na maneira como percebemos uma vida boa.

Família, amizade, conversa, acolhimento e a sensação de ter com quem contar fazem parte dessa construção.

Em entrevista à EXAME, o pesquisador Tal Ben-Shahar destacou a força das relações no Brasil, apontando o calor humano e a importância do tempo de qualidade com pessoas próximas.

Na Finlândia, líder do Relatório Mundial da Felicidade de 2026, confiança social, segurança e funcionamento das instituições ajudam a explicar os altos níveis de satisfação. O Brasil aparece na 32ª posição, mas pesquisas mostram a força dos laços familiares e comunitários.

Isso não significa que vínculos substituam políticas públicas, saúde, segurança ou qualidade de vida. Significa reconhecer um patrimônio humano importante da nossa cultura: a capacidade de encontrar felicidade nas relações e na presença do outro.

Uma conversa, uma visita, uma mesa compartilhada ou uma amizade cultivada podem ter efeitos reais sobre o bem-estar.

Talvez uma das riquezas da felicidade brasileira esteja exatamente aí: transformar convivência em vínculo e vínculo em pertencimento.

Fontes de referência:
EXAME - “Se sentir amado faz brasileiro mais feliz, diz estudo”.
VEJA - “Qual a posição do Brasil na lista de países mais felizes”.
EXAME / Você S/A - “O professor que ensina a ser feliz sugere que você faça isto em 2019”.
VEJA - “Por que conversar com estranhos pode melhorar o bem-estar”.

Quando foi a última vez que você fez alguma coisa com as próprias mãos sem pensar em produtividade, trabalho ou resultad...
27/08/2026

Quando foi a última vez que você fez alguma coisa com as próprias mãos sem pensar em produtividade, trabalho ou resultado?

A tecnologia facilita uma quantidade enorme de tarefas. Guardamos contatos no celular, buscamos qualquer informação em segundos e recorremos às telas sempre que surge um intervalo. O problema é que facilidade e descanso não são necessariamente a mesma coisa.

Passar o tempo livre alternando entre vídeos, mensagens e conteúdos mantém nossa atenção circulando entre estímulos. Já um hobby manual exige outro tipo de presença: escolher, experimentar, repetir, perceber detalhes e acompanhar algo tomando forma diante de nós.

É por isso que atividades aparentemente pequenas podem ter um espaço importante na rotina.

Cuidar de plantas, cozinhar, pintar, fazer cerâmica, bordar, tocar um instrumento ou montar um quebra-cabeça são exemplos citados em conteúdos do Portal Drauzio Varella sobre estímulo cognitivo e lazer. Essas práticas podem favorecer concentração, coordenação, aprendizado e sensação de bem-estar. (Drauzio Varella⁠)

Existe um detalhe importante: hobby não precisa ser desempenho.

Quando toda atividade precisa virar meta, conteúdo, renda ou comparação, o lazer perde parte de sua função. O prazer pode estar justamente em fazer alguma coisa porque você gosta — mesmo sem ser excelente nela.

Aproveitar as pequenas coisas não precisa ser uma ideia abstrata. Às vezes, começa com uma receita feita sem pressa, algumas páginas de um livro, uma planta cuidada todos os dias ou algo criado pelas próprias mãos.

Fonte de referência:
Portal Drauzio Varella - A importância de ter hobbies e fazer trabalhos manuais, Drauzio Varella, publicado em 24 de março de 2025. (Drauzio Varella⁠)

Portal Drauzio Varella - Lazer é mais do que distração: entenda como os hobbies ajudam o cérebro, Beatriz Zolin, publicado em 30 de setembro de 2025. (Drauzio Varella⁠)

Em um tempo de tanta conexão, muita gente também tem sentido mais distância nas relações.A tecnologia aproximou o mundo,...
26/08/2026

Em um tempo de tanta conexão, muita gente também tem sentido mais distância nas relações.

A tecnologia aproximou o mundo, facilitou conversas e encurtou caminhos. Mas, ao mesmo tempo, também mudou a forma como nos relacionamos. Em meio à pressa, ao excesso de telas e à rotina acelerada, algumas pessoas têm sentido falta de escuta, presença e vínculo real.

Nesse cenário, já começa a aparecer um novo comportamento: o uso da inteligência artificial como espaço de conversa, apoio e até conselho. Para muita gente, ela funciona como ferramenta. Para outras, pode começar a ocupar um lugar mais sensível no dia a dia.

E isso já não está apenas no campo das possibilidades. Existem alguns aplicativos de inteligência artificial desenvolvidos justamente para oferecer companhia, manter conversas mais pessoais e simular a experiência de um amigo digital. À medida que essas tecnologias evoluem, as interações tendem a se tornar cada vez mais naturais e personalizadas.

Ainda não vivemos, de forma ampla, aquela realidade imaginada no filme Her. Mas a ideia de tecnologias cada vez mais personalizadas, capazes de conversar de forma fluida e acompanhar emocionalmente a rotina das pessoas, já não parece tão distante.

Isso não significa substituir os afetos humanos. Mas nos convida a pensar sobre o tempo em que vivemos: se as relações entre as pessoas estão mais frágeis, a tecnologia pode acabar ocupando espaços que antes pertenciam à convivência humana.

Talvez a pergunta não seja apenas sobre o avanço da inteligência artificial.

Talvez a pergunta mais importante seja: como cuidar das relações humanas em um mundo em que a companhia digital se torna cada vez mais presente?

Fontes de referência:
Veja Saúde - “Conectados, mas sozinhos: por que a era digital aprofunda o isolamento emocional”.
Superinteressante - “Terapia nos tempos da IA”.
Superinteressante - “A explosão da solidão”.
VEJA - “Novos estudos atestam a explosão do uso de IA para suporte psicológico”.
VEJA - “A inteligência artificial afetará nossas relações interpessoais

Você pega o celular para olhar uma mensagem. Depois, vê um vídeo. Em seguida, uma notícia, uma notificação, outra public...
19/08/2026

Você pega o celular para olhar uma mensagem. Depois, vê um vídeo. Em seguida, uma notícia, uma notificação, outra publicação e, quando percebe, muito mais tempo passou do que você imaginava.

As redes sociais nos colocam diante de uma quantidade de informações muito maior do que conseguimos processar de forma consciente ao mesmo tempo. São imagens, sons, opiniões, notícias e novidades disputando continuamente a nossa atenção.

Nosso cérebro, porém, tem limites.

Quando cada novo conteúdo oferece a possibilidade de encontrar algo interessante, divertido ou surpreendente, o sistema de recompensa participa desse processo. A expectativa pelo próximo estímulo pode reforçar o comportamento de continuar olhando a tela, mesmo quando já estamos cansados.

É nesse ponto que a relação com a tecnologia merece atenção.

Não se trata de dizer que o celular simplesmente “acaba com a dopamina”. A dopamina participa de processos relacionados à motivação, à aprendizagem e à busca por recompensas. O problema está na exposição contínua a estímulos rápidos e sucessivos, que pode dificultar a pausa e favorecer uma busca constante por novidade.

E o excesso também cobra espaço daquilo que sustenta nosso bem-estar: descanso, concentração, sono, conversas sem interrupção, convivência e momentos em que não precisamos receber um novo estímulo a cada segundo.

As redes sociais fazem parte da vida contemporânea e também podem informar, conectar e aproximar pessoas. O desafio é perceber quando deixamos de escolher conscientemente continuar e passamos apenas para o próximo conteúdo.

Cuidar da felicidade também significa criar espaço para a nossa atenção descansar.



Folha de S.Paulo - Bombardeio de informações e estímulos causa sobrecarga digital e sensação de cabeça que não desliga (2026).
Portal Drauzio Varella - Abuso das redes sociais (2023). Aborda dopamina, novidades digitais e circuitos de recompensa.
UOL VivaBem - Você está viciado em dopamina? Veja se o “jejum” do prazer funciona (2026).

14/08/2026
Cuidar da felicidade também é cuidar das condições que nos permitem viver bem.A alimentação oferece ao organismo energia...
14/08/2026

Cuidar da felicidade também é cuidar das condições que nos permitem viver bem.

A alimentação oferece ao organismo energia e nutrientes importantes. O sono contribui para a recuperação física e mental. A atividade física fortalece o corpo, favorece o humor, a memória, a autoestima, a mobilidade e a autonomia. Quando esses cuidados fazem parte da rotina, ampliamos nossas possibilidades de trabalhar, aprender, conviver e participar da vida com mais disposição.

Também é importante acompanhar a saúde de forma responsável. Possíveis carências de ferro, vitamina B12, vitamina D ou de outros nutrientes não devem ser identificadas apenas por sintomas, conteúdos da internet ou explicações genéricas.

Manter as consultas em dia, seja na Unidade Básica de Saúde, o conhecido postinho, seja com um médico particular e realizar os exames indicados é o caminho seguro para compreender o que cada organismo realmente precisa.

Nenhum post, artigo ou teoria substitui uma avaliação profissional. Vitaminas, ferro e outros suplementos não devem ser utilizados por conta própria, pois a necessidade, a quantidade e o período de uso dependem da condição de cada pessoa.

Cuidar da saúde não é buscar soluções milagrosas. É construir, todos os dias, uma rotina possível de alimentação adequada, movimento, descanso, prevenção e acompanhamento.

Porque uma Brasília mais feliz também se constrói com saúde, informação e cuidado contínuo.

14/08/2026

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