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A INDÚSTRIA DA ILUSÃOO Estado que lucra enquanto o povo aposta em milagresO prêmio da Mega-Sena não acumula por falha do...
02/02/2026

A INDÚSTRIA DA ILUSÃO

O Estado que lucra enquanto o povo aposta em milagres
O prêmio da Mega-Sena não acumula por falha do sistema. Ele acumula porque o sistema funciona exatamente assim. Milhões apostam. Quase ninguém ganha. O dinheiro entra em volume recorde e a ilusão se renova a cada concurso.
Vende-se esperança onde faltam políticas públicas.
A chance de ganhar é de uma em mais de 50 milhões, mas isso raramente é dito com a clareza necessária. O que se promove é o espetáculo do prêmio bilionário, o frenesi coletivo, a falsa sensação de que “agora vai”. Não vai. Nunca vai para quase todos.
Quando o prêmio finalmente sai, o roteiro se repete: um único vencedor. Milhões financiaram. Um recebe. O restante f**a com o discurso oficial de que “parte do dinheiro vai para áreas sociais”, como se isso justif**asse a exploração sistemática da frustração popular.
A Mega-Sena não é um jogo inocente. É um modelo regressivo de arrecadação, sustentado principalmente por quem menos pode perder. Em vez de enfrentar a desigualdade, o Estado opta por monetizar a esperança. Em vez de garantir direitos, oferece números sorteados.
O problema não é quem aposta.
O problema é quem lucra com isso.
A pergunta que não quer calar, e que precisa estar na capa, é simples e incômoda:
quem está f**ando milionário enquanto o país aposta em milagres?

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SÁDICOSO NASCIMENTO DE MONSTROSO assassinato do cão Orelha, cometido por monstros adolescentes de Santa Catarina, hoje e...
28/01/2026

SÁDICOS
O NASCIMENTO DE MONSTROS

O assassinato do cão Orelha, cometido por monstros adolescentes de Santa Catarina, hoje evadidos nos Estados Unidos, não é apenas um crime contra um animal indefeso. É um retrato perturbador de uma sociedade que normaliza a crueldade, relativiza a violência e aprende tarde demais a reconhecer o monstro quando ele já se sente confortável para agir. Orelha não morreu por acaso. Morreu porque dois jovens escolheram fazer do sofrimento um espetáculo privado, um exercício de poder covarde, uma demonstração de frieza que deveria acender todos os alarmes possíveis.
Há quem tente minimizar. É só um cachorro. São só adolescentes. Foi só um erro. Não. Não é só. A violência contra animais é um marcador clássico de perversidade moral. Ela revela prazer na dor do outro, ausência de empatia e indiferença absoluta à vida. Quem tortura um animal não está testando limites. Está exibindo caráter. E caráter não nasce do nada. É cultivado na impunidade, no silêncio cúmplice, na pedagogia frouxa que confunde direitos com permissividade.
O fato de os dois adolescentes estarem fora do país agrava ainda mais o quadro. A evasão não é detalhe burocrático. É símbolo de um sistema que falha em conter, responsabilizar e transmitir limites claros. A mensagem que f**a é devastadora. A crueldade pode atravessar fronteiras. A dor não tem passaporte. A justiça, aparentemente, tem.
O caso de Orelha expõe a falência de uma cultura que ainda trata maus tratos como delito menor. Exibe também a hipocrisia de discursos que defendem valores enquanto fecham os olhos para a brutalidade cotidiana. A lei existe, mas é aplicada com timidez. A responsabilização é lenta. A mensagem transmitida é perigosa. Faça e talvez nada aconteça. Esse talvez mata. Mata animais hoje. Mata pessoas amanhã.
Não se trata de vingança. Trata se de responsabilidade. A sociedade precisa reagir com firmeza, exigir cooperação internacional, apuração rigorosa, medidas socioeducativas que não sejam mero protocolo e políticas públicas que levem a sério a proteção animal. Crueldade não pode ser fase. Sadismo não pode ser relativizado. Violência não pode ser tolerada.
Orelha não tinha voz. Teve dor. Cabe a nós transformar essa dor em um limite claro. Porque monstros não surgem do nada. Eles se revelam quando a sociedade escolhe fingir que não viu.

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INSEGURANÇA PÚBLICAO Fracasso Mortal da Segurança Pública de Cláudio CastroO Estado do Rio de Janeiro vive uma tragédia ...
27/01/2026

INSEGURANÇA PÚBLICA
O Fracasso Mortal da Segurança Pública de Cláudio Castro

O Estado do Rio de Janeiro vive uma tragédia cotidiana que já deixou de ser exceção para se tornar regra: motoqueiros, trabalhadores, pais de família, jovens tentando sobreviver ao caos econômico, estão sendo assassinados em série, em diferentes regiões do estado, enquanto o governo Cláudio Castro assiste, inerte, à barbárie se espalhar pelas ruas.
Não se trata de fatalidade. Não é “violência difusa”. É o retrato cru de uma política de segurança pública falida, errática e covarde, que abandonou o cidadão comum à própria sorte.
Os chamados motoboys viraram alvos preferenciais da criminalidade. São executados em assaltos, mortos por disputas territoriais do tráfico, confundidos em operações policiais desastrosas ou simplesmente descartados como estatística. A moto, instrumento de trabalho, virou sentença de morte. E o Estado? O Estado some.
Cláudio Castro governa um Rio de Janeiro onde não há estratégia, não há inteligência, não há comando. O que existe é um simulacro de política pública baseado em operações midiáticas, discursos vazios e uma repetição cansada da retórica da “guerra às drogas”, guerra esta que só mata pobres, negros e trabalhadores, enquanto as estruturas do crime seguem intactas.
O governador parece confortável em administrar cadáveres. Não apresenta plano, não enfrenta milícias, não desmonta o crime organizado financeiro, não investe seriamente em inteligência policial e muito menos protege quem está na linha mais frágil da sociedade. O resultado é um estado onde trabalhar virou risco de vida.
Cada motoqueiro assassinado carrega a assinatura da omissão governamental. Cada família destruída é consequência direta de uma gestão que prefere terceirizar responsabilidades, culpar a conjuntura e posar para fotos ao invés de agir.
É impossível não enxergar o padrão: áreas dominadas pelo crime, policiamento desordenado, ausência do Estado durante o dia e violência extrema à noite. Um governo que não controla território algum, mas insiste em fingir normalidade.
A política de segurança de Cláudio Castro fracassou. Fracassou em proteger, fracassou em prevenir, fracassou em reagir. E quando o Estado falha repetidamente, ele deixa de ser apenas incompetente, torna-se cúmplice pelo silêncio.
Quantos motoqueiros ainda precisarão morrer para que o governador acorde? Quantos corpos serão necessários para que se admita, publicamente, que o modelo está esgotado?
Enquanto isso não acontece, o Rio segue sangrando sobre duas rodas, e Cláudio Castro segue governando um cemitério a céu aberto.
Isso não é gestão.
Isso é abandono.

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Nikolas Ferreira: o baderneiro profissional que testa os limites da democraciaPor Paulo Roberto AccioliA proibição da “c...
24/01/2026

Nikolas Ferreira: o baderneiro profissional que testa os limites da democracia
Por Paulo Roberto Accioli

A proibição da “caminhada” promovida por Nikolas Ferreira em Brasília não é censura, não é abuso de poder e muito menos autoritarismo. É contenção. É freio de emergência. É o Estado dizendo, com atraso, que não aceitará mais ser usado como figurante no teatro da desordem encenado por um deputado que vive da provocação permanente.
A decisão de Alexandre de Moraes, acolhendo pedido da PGR, não surge do nada. Ela nasce do óbvio ululante: o Brasil passou por uma tentativa concreta de golpe, com depredação, violência e ataque direto às instituições. E Nikolas Ferreira pertence ao mesmo ecossistema político que relativizou, estimulou e depois fingiu surpresa diante do vandalismo do 8 de janeiro.
Levar manifestantes às imediações da Papuda, onde estão presos personagens centrais do golpismo, não é ato cívico. É provocação consciente. É aceno para uma base radicalizada que ainda sonha com ruptura institucional. É teste de estresse da democracia, feito por quem sabe exatamente até onde pode esticar a corda antes que ela arrebente.
Nikolas não é vítima. É operador do conflito. Vive da fabricação de inimigos imaginários, do discurso ressentido e da encenação permanente de perseguição. Quando a Justiça age, ele grita ditadura. Quando o Estado se omite, ele ocupa o vácuo com caos. Seu mandato virou um palanque contínuo de deslegitimação institucional.
O deputado se especializou em confundir liberdade de expressão com licença para a irresponsabilidade. Mas democracia não é terra sem lei, e mandato parlamentar não é salvo-conduto para brincar com fogo em um país ainda traumatizado por tentativas de ruptura. O argumento da “caminhada pacíf**a” é uma farsa retórica: ninguém é ingênuo a ponto de ignorar o simbolismo, o contexto e o histórico.
Alexandre de Moraes não proibiu ideias. Proibiu uma encenação perigosa. Impediu que Brasília voltasse a ser palco de um espetáculo que já custou caro à democracia brasileira. Quem chama isso de censura ou é desonesto intelectualmente ou aposta deliberadamente no caos como método político.
Nikolas Ferreira representa a política do grito, da mentira performática e do conflito permanente. Não constrói, não propõe, não dialoga. Provoca, tensiona e depois se esconde atrás da palavra “liberdade” para justif**ar sua própria irresponsabilidade.
A verdade incômoda é esta: a democracia brasileira não pode mais ser refém de parlamentares que atuam como agitadores profissionais. Não pode tratar como normal quem flerta com a desordem e depois posa de mártir. A decisão de Moraes é dura porque o tempo da tolerância acabou.
Se Nikolas Ferreira quer fazer política, que o faça dentro dos limites da Constituição. Se quer espetáculo, radicalização e confronto, que assuma de vez o papel que já desempenha: o de incendiário travestido de deputado.
A democracia não deve nada a quem trabalha diariamente para desgastá-la. E desta vez, corretamente, disse não.

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INACEITÁVELPor Paulo Roberto AccioliRádio Mundial News-RJQuatro mulheres assassinadas por dia no Brasil. Mais de dez ten...
21/01/2026

INACEITÁVEL
Por Paulo Roberto Accioli
Rádio Mundial News-RJ

Quatro mulheres assassinadas por dia no Brasil. Mais de dez tentativas diárias de feminicídio. Todos os dias de 2025. Não há adjetivo que suavize esse horror. É inaceitável. É vergonhoso. É a prova cabal de que o Estado brasileiro falhou de forma criminosa em proteger metade de sua população.
Não se trata de fatalidade. Não é tragédia imprevisível. O feminicídio é anunciado. Ele vem precedido de ameaças, agressões, denúncias, pedidos de ajuda ignorados. As mulheres avisam. O Estado escuta e não age. Ou finge que escuta. O resultado é sempre o mesmo corpo no chão, família destruída, filhos órfãos e uma nota oficial vazia no dia seguinte.
Em 2025, o Brasil convive com números que configuram uma verdadeira carnificina de mulheres. Quatro assassinatos por dia não são estatística, são execução cotidiana. Dez tentativas diárias revelam que o problema é ainda maior do que os óbitos registrados. Quantas sobrevivem por acaso, por intervenção de terceiros, por falha do agressor. Quantas morrerão amanhã porque nada foi feito hoje.
Leis existem. O que não existe é prioridade. A Lei Maria da Penha foi transformada em peça de propaganda institucional, enquanto delegacias especializadas fecham à noite, medidas protetivas viram papel sem valor e agressores reincidentes circulam livremente. O Estado sabe quem são, sabe onde estão e ainda assim permite que matem.
O Governo Federal não pode continuar se escondendo atrás de discursos genéricos e campanhas simbólicas. A situação exige resposta emergencial, imediata e contundente. Exige dinheiro, estrutura, comando e cobrança de resultados. Exige integração real entre forças de segurança, Justiça e políticas sociais. Exige monitoramento efetivo de agressores e proteção concreta às vítimas. Qualquer coisa menos do que isso é cumplicidade.
Cada feminicídio é um atestado de omissão estatal. Cada mulher morta carrega a assinatura da negligência do poder público. Quando o Estado falha repetidamente, ele deixa de ser apenas incompetente e passa a ser responsável.
Normalizar quatro mortes por dia é aceitar a barbárie. Tratar o feminicídio como pauta secundária é escolher quem vive e quem morre. O Brasil precisa decidir se continuará enterrando mulheres ou se, finalmente, terá coragem política para enfrentar essa violência estrutural.
Porque o que está acontecendo não é inevitável. É inaceitável.

Imagens íntimas falsas'Me sinto suja', diz brasileira vítima de foto manipulada por IA do X
08/01/2026

Imagens íntimas falsas
'Me sinto suja', diz brasileira vítima de foto manipulada por IA do X

Brasileira relata ter se sentido "suja" após ter foto editada pelo Grok, IA de Elon Musk. Especialista alerta: prática é crime e pode dar multa!

Porto de Galinhas: o paraíso sequestrado pela máfia das cadeirasPorto de Galinhas, vendida ao mundo como joia do turismo...
05/01/2026

Porto de Galinhas: o paraíso sequestrado pela máfia das cadeiras

Porto de Galinhas, vendida ao mundo como joia do turismo brasileiro, tornou-se um retrato vergonhoso da ausência do Estado e da banalização da violência contra o cidadão comum. O que deveria ser um espaço público, democrático e acessível foi sequestrado por um cartel organizado que age como máfia, impondo regras próprias, cobrando pedágios ilegais e recorrendo à intimidação e à agressão física contra turistas.
Não se trata de episódios isolados. É um sistema. Um esquema estruturado, conhecido, tolerado e, pior, protegido pela omissão criminosa das autoridades. Cadeiras e guarda-sóis, que deveriam ser uma comodidade opcional, transformaram-se em instrumento de coerção. Quem não paga é hostilizado. Quem resiste é ameaçado. Quem denuncia é ignorado. Há relatos de empurrões, xingamentos, cercos intimidatórios e até agressões explícitas, tudo à luz do dia, diante de famílias, idosos e crianças.
Isso não é turismo. Isso é extorsão em área pública.
O mais escandaloso é o silêncio cúmplice do poder público municipal e estadual. Onde está a fiscalização? Onde estão a prefeitura, a polícia, o Ministério Público, o Procon? A praia não pertence a um bando armado de cadeiras, mas à população brasileira. O artigo 225 da Constituição garante o acesso livre às praias. O que ocorre em Porto de Galinhas é uma violação aberta da lei, da dignidade humana e do direito de ir e vir.
A lógica mafiosa é simples. O território é dominado, o lucro é garantido, a violência é o método e a impunidade é o combustível. Quando o turista passa a ser tratado como inimigo, quando o medo substitui o lazer, o paraíso já morreu. O que resta é um cenário degradado, onde a imagem do Brasil é arranhada por práticas que lembram feudos privados e milícias urbanas.
É preciso dizer sem rodeios. Porto de Galinhas virou refém de um cartel. Um cartel que envergonha Pernambuco, envergonha o turismo nacional e expõe a falência do Estado diante de interesses econômicos mesquinhos. Não é aceitável que um dos destinos mais famosos do país seja conhecido pela violência, pela truculência e pela exploração descarada.
Ou o poder público retoma o controle, desmonta o esquema, pune os agressores e devolve a praia ao povo, ou assume publicamente sua covardia. Porque neutralidade, nesse caso, não existe. Quem se cala consente. Quem se omite é cúmplice.
O turista não pode ser tratado como refém. A praia não é propriedade privada. E Porto de Galinhas não pode continuar sendo sinônimo de medo, abuso e desordem organizada. Se nada for feito, o dano será irreversível. E a responsabilidade terá nome, cargo e endereço institucional.

Explosões atingiram Caracas e outras regiões na madrugada
03/01/2026

Explosões atingiram Caracas e outras regiões na madrugada

Segundo o presidente dos EUA, líder venezuelano foi retirado do país por via aérea junto com a esposa. Explosões atingiram Caracas na madrugada deste sábado (3).

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