werlany_maciel

werlany_maciel Aqui um espaço acolhe(dor)! Te conduzo a viver melhor através da TERAPIA BREVE! Terapeuta TRG TRG - TERAPEUTA DE REPROCESSAMENTO GENERATIVO

06/12/2025

Nem toda mãe foi amor. Algumas foram ferida disfarçada de cuidado.

Crescer com uma mãe abusiva é uma dor silenciosa — porque, aos olhos dos outros, ela era “boa”, “presente” ou “preocupada demais”.
Mas por trás das aparências, havia gritos, controle, manipulação e uma criança que aprendeu a viver pisando em ovos.

Essa criança cresceu achando que o problema era ela.
Que precisava ser perfeita pra merecer amor.
Que sentir raiva da mãe era pecado.
E hoje, adulta, ainda se culpa por se afastar, ainda sente medo de dizer “não”, ainda se escolhe por último. E faz de tudo para ter o reconhecimento dessa mãe.

O abuso emocional materno não deixa marcas no corpo, mas adoece a alma.
E o primeiro passo pra cura é reconhecer o que foi abuso, e não “cuidado exagerado”.

Na terapia, você entende que não é ingratidão olhar pra essa dor — é libertação.
Porque amar a si mesma começa quando você para de justif**ar o que te destruiu.

Reprocessar é curar a criança que um dia só queria ser amada.
Se você passou ou passa por isso, agende sua sessão.

30/11/2025

O caso do Gerson — o rapaz que invadiu a área restrita de uma leoa e acabou morrendo — não é apenas uma tragédia.
É um pedido de socorro que chegou tarde demais.

Ele já tinha inúmeras passagens pela polícia, histórico de comportamentos de risco e sinais claros de sofrimento psíquico. Isso escancara algo que muitos fingem não ver: a negligência com a saúde mental no nosso país.

Quando alguém vive repetindo padrões autodestrutivos, se envolve em situações de perigo ou até pensa em tirar a própria vida, isso não é “falta de juízo”.
É dor.
É desamparo.
É saúde mental não tratada.

E esse abandono cobra um preço alto demais.
Quantas vidas já se perderam porque o cuidado emocional foi ignorado? Quantas tragédias poderiam ser evitadas se existisse acolhimento, tratamento e políticas eficientes?

A verdade é dura, mas precisa ser dita:
✨ quando a mente adoece e não recebe ajuda, o risco se torna parte da rotina.

Se você tem vivido no limite, se coloca em situações perigosas, sente impulsos que não consegue controlar ou percebe que algo dentro de você está pedindo ajuda… por favor, não espere o pior acontecer.
Procure um profissional. A sua vida importa.

E se você ama alguém que apresenta esses sinais, não minimize. Não espere “piorar”. Não trate como drama.
Acolha. Incentive. Acompanhe. Ajude.

Jornalista Claudia Carvalho

26/11/2025

A cena de Viviane em Três Graças dói porque é real.
Quando ela conta ao namorado que é uma mulher trans… e ele simplesmente não entende… ali não é só um relacionamento que se rompe.
É a quebra de uma expectativa, de um sonho, de um lugar de acolhimento que ela acreditou que tinha.

E é exatamente isso que muitas pessoas vivem todos os dias:
ser quem são, mas ainda assim serem tratadas como algo “a ser explicado”, “justif**ado”, “engolido”.

O que essa cena nos mostra é que amor sem consciência machuca.
Porque não basta gostar… é preciso enxergar o outro de verdade.
Respeitar sua história.
Entender sua identidade.
E não fugir diante do que você não compreende.

Na terapia, muitas vezes acolho pessoas que carregam feridas abertas por relações assim — falta de empatia, invalidar a existência do outro, confundir identidade com “fase”, “escolha” ou “problema”.

E a verdade é simples:
ninguém deveria ter que implorar para ser reconhecido.

Se essa cena te tocou, talvez não seja só sobre a novela.
Talvez seja sobre você… sobre algo que já viveu… ou sobre alguém que você ama e não sabe como apoiar.

🧠✨ A terapia ajuda a reconstruir segurança, pertencimento e identidade emocional depois de situações que deixam marcas profundas.
E você não precisa passar por isso sozinho(a).

A saúde mental ultrapassar o câncer como maior preocupação do país diz muito sobre o nosso tempo — e diz ainda mais sobr...
26/11/2025

A saúde mental ultrapassar o câncer como maior preocupação do país diz muito sobre o nosso tempo — e diz ainda mais sobre como estamos adoecendo.

Hoje, as pessoas não querem mais passar anos em terapia.
Ninguém quer receber um diagnóstico de ansiedade ou depressão e ouvir:
“Você vai ter que aprender a conviver com isso pelo resto da vida.”

E sabe por quê?
Porque, no fundo, todos já perceberam que não é normal viver assim.
E que existe, sim, uma razão para estarmos sentindo tanto — nada nasce do nada.

Por trás da ansiedade que paralisa,
da tristeza constante,
da falta de energia,
da autossabotagem,
dos bloqueios na vida amorosa, profissional ou financeira…
há raízes emocionais.
Raízes antigas, muitas vezes invisíveis, guardadas no inconsciente.

E é justamente aí que a terapia breve, online, focada no inconsciente, faz a diferença.

Ela não f**a apenas “ensinando a lidar”.
Ela não te coloca para passar anos revisitando os mesmos sintomas.
Ela detecta a raiz, limpa aquilo que estava te travando e permite que você mude o quadro que vive hoje — de verdade.

A saúde mental virou a maior preocupação do brasileiro, mas a boa notícia é:
existem caminhos mais rápidos, profundos e respeitosos para quem não quer mais sobreviver… quer viver.

Se você está sentindo que passou do limite, saiba: pedir ajuda não te faz fraco.
Te faz corajoso por decidir curar a causa — e não apenas remediar o sintoma.

❤️🧠✨🙏

21/11/2025

É muito bom ter uma amiga assim pra desabafar…
Mas, brincadeiras à parte: nada substitui a terapia com um profissional.

Desabafar ajuda, alivia, acalma… mas resolver de verdade aquilo que te trava só acontece quando você acessa a raiz: o inconsciente.

Na Terapia de Reprocessamento do Inconsciente você não precisa narrar tudo, não precisa contar cada detalhe e nem expor coisas que te deixam constrangido.
O processo acontece diretamente no inconsciente — é ele que mostra os “filmes” que precisam ser trabalhados, mesmo sem você precisar falar sobre todos eles (caso não queira).

É uma terapia breve, profunda e direcionada, que limpa as marcas emocionais deixadas lá atrás e muda padrões que você vem repetindo há anos.

Em poucos meses, você já percebe a diferença: mais leveza, mais consciência, mais liberdade interna.
Porque quando a raiz é tratada, a mudança aparece na vida real.

Se você sente que já passou da hora de cuidar de você, eu posso te ajudar.
Me chama no direct ou WhatsApp.

Dump de saúde mental em novembro 🫣🤭
21/11/2025

Dump de saúde mental em novembro 🫣🤭

16/11/2025

Esse vídeo me chocou…
Durante uma meia maratona em João Pessoa, um homem sofreu uma morte súbita… caiu no chão… e várias pessoas continuaram correndo como se nada tivesse acontecido.

Eu sei que há ambulâncias no percurso…
Mas ainda assim… ver alguém caindo e todo mundo seguindo como se não tivesse acontecido nada mexe com a gente.

E me fez refletir sobre algo que vejo todos os dias no consultório:
Estamos nos tornando emocionalmente anestesiados.
A pressa, a sobrecarga, a correria, as dores não tratadas… tudo isso vai endurecendo o coração.

E quando o outro cai, a questão não é só que seguimos…
É que seguimos como se nada tivesse valor.
Como se a vida tivesse perdido prioridade.
Como se sentir fosse um peso.

Isso me faz perguntar:
Quanto vale uma vida hoje?
Em que momento a medalha, o tempo, a foto, o post… se tornaram mais importantes do que parar por alguém?
E se fosse um de nós ali, caídos no chão, sem forças?

Talvez muitos corredores já estejam acostumados a ver pessoas passando mal em provas.
Talvez, para alguns, aquilo se tornou “normal”.

Mas eu penso…
eu não conseguiria passar normalmente por uma pessoa que cai na minha frente.
Não consigo naturalizar o que deveria nos tocar.
Não consigo aceitar a ideia de que continuamos correndo enquanto alguém perde a vida ao lado.

E essa reflexão é dura, mas necessária:

Por que estamos assim?
Como chegamos a esse nível de frieza?
E, principalmente… como podemos voltar a sentir?

A verdade é que ninguém nasce insensível.
A vida, os traumas, a correria, a autoproteção… tudo isso vai nos desconectando da compaixão.

A cura emocional devolve exatamente isso:
sensibilidade, presença, humanização.
A capacidade de olhar para o outro — e para si — com verdade.

E para quem sentiu esse vídeo como eu — apertou, incomodou, chocou —
é porque ainda existe humanidade aí dentro.
E ela merece ser cuidada.

Informações da notícia:
Neto Nogueira, dono das Óticas Personalité, teve morte súbita hoje, a 200 metros da chegada da Meia Maratona de João Pessoa.

Deixo aqui meus sentimentos, respeito e acolhimento aos familiares e amigos. Que Deus conforte o coração de cada um. 💛🙏

15/11/2025

Eles reagem, recuam, se assustam, se escondem… atacam.
E isso mostra uma verdade que muita gente ignora: animais também sentem medo, insegurança e… sim, podem desenvolver traumas.

A gente cresce ouvindo que “é só um animal”, mas não é.
Eles aprendem pelo ambiente, registram ameaças e guardam memórias emocionais – assim como nós.
Uma experiência que para o humano parece “engraçada”, para o animal pode ser confusão, pânico e dor emocional.

Trauma é qualquer coisa que ultrapassa a capacidade do corpo (humano ou não-humano) de lidar com o estresse.
E negligenciar isso é um dos maiores erros que cometemos com quem depende de nós.

E aqui tem um ponto importante:
O humano tem a chance de reprocessar, curar e ressignif**ar suas dores.
Mas o animal? Ele não tem esse recurso.
Por isso, é essencial evitar situações que possam causar medo, susto ou insegurança — porque um trauma no animal não pode ser tratado da mesma forma que no humano… e muitas vezes, nunca é desfeito.
Agora reflitam: se um animal tudo como “irracional” sofre com possíveis agressões, que dirá das crianças?!

Existem marcas que não começam na vida adulta.Começam lá atrás… quando quem deveria ser porto seguro escolheu ser ausênc...
13/11/2025

Existem marcas que não começam na vida adulta.
Começam lá atrás… quando quem deveria ser porto seguro escolheu ser ausência.

Quando um pai ignora um filho, escolhe outra família, passa reto na escola, não olha, não reconhece… aquela criança aprende uma coisa muito perigosa:
✨ “Eu não sou importante o suficiente para que alguém fique.”

E isso vira ferida.
Daquelas que crescem junto com a gente.

Na vida adulta, essas crianças viram pessoas que:
– têm medo de ser deixadas
– aceitam migalhas emocionais
– se culpam por não serem “boas o bastante”
– se esforçam demais para serem vistas
– sentem que precisam conquistar amor o tempo todo

Mas nada disso nasceu em você.
Foi aprendido.
Foi doído.
E pode ser reprocessado.

Você não precisa continuar vivendo a partir da dor que te deram.
Sua história pode mudar — e você merece mudar essa história.

👉 Se isso tocou você porque fala da sua infância, me manda um “quero entender” no direct.
Vamos ressignif**ar essa ferida na raiz.

12/11/2025

Não é sobre fama, dinheiro ou status.
É sobre o quanto uma separação mal conduzida pode deixar marcas profundas nos filhos — marcas que não desaparecem com o tempo.

Muitos pais, movidos pela dor, pelo ego ou pela imaturidade emocional, acabam punindo o outro cônjuge através dos filhos. E quem mais sofre é quem menos tem culpa.

Crescer se sentindo rejeitado por um dos pais deixa feridas difíceis de compreender:
👉 dificuldade de confiar nas pessoas
👉 medo de ser trocado ou abandonado
👉 relacionamentos cheios de insegurança
👉 uma necessidade constante de provar seu valor

Na infância, você só queria ser amado por completo.
Na vida adulta, essa falta vira um vazio difícil de preencher.

Mas é possível reprocessar essa dor e ressignif**ar o que aconteceu — sem precisar reviver tudo o que te feriu.

Se você sente que carrega essa rejeição até hoje, me chama no direct.
Você não precisa continuar repetindo essa história.

Endereço

Campina Grande, PB

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