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werlany_maciel Aqui um espaço acolhe(dor)! Te conduzo a viver melhor através da TERAPIA BREVE! Terapeuta TRG TRG - TERAPEUTA DE REPROCESSAMENTO GENERATIVO

Há histórias que não foram construídas com a presença, a convivência ou da forma como gostaríamos. E reconhecer isso tam...
09/08/2026

Há histórias que não foram construídas com a presença, a convivência ou da forma como gostaríamos. E reconhecer isso também faz parte do processo.

Honrar pai e mãe não significa dizer que tudo foi perfeito, apagar ausências ou negar as dores que fizeram parte da nossa história. Honrar também pode ser reconhecer as nossas raízes, compreender de onde viemos e escolher o que faremos com tudo aquilo que recebemos.

A maturidade emocional nos ensina que não podemos mudar o passado, mas podemos mudar o lugar que ele ocupa dentro de nós.

Podemos olhar para nossas raízes sem precisar carregar para sempre suas dores. Podemos ressignificar, seguir mais leves e construir uma história diferente para aqueles que vieram depois de nós.

Hoje, escolho olhar para a vida com gratidão. Pela origem, pelas raízes e, principalmente, pela possibilidade de escrever novos capítulos. 🤍

Às nossas raízes, o reconhecimento.
À nossa história, um lugar.
E à vida, gratidão.

Feliz Dia dos Pais!

O caso do ator, que teria sido flagrado pela mãe enquanto uma criança era abusada, nos obriga a fazer uma pergunta que c...
06/08/2026

O caso do ator, que teria sido flagrado pela mãe enquanto uma criança era abusada, nos obriga a fazer uma pergunta que causa desconforto: e se ninguém tivesse entrado naquele quarto?

A alegação de que ele estaria bêbado e teria confundido a criança com a namorada será analisada pela Justiça. Mas, independentemente do desfecho, esse caso expõe uma realidade que milhares de crianças vivem todos os dias.

A maioria dos abusos se***is contra crianças não acontece por desconhecidos. Acontece dentro de casa ou é praticada por alguém de confiança da família.

O que salvou essa criança, segundo as informações divulgadas, não foi ela conseguir pedir ajuda. Foi alguém abrir a porta.

Muitas vítimas nunca conseguem contar o que viveram. Sentem medo, vergonha, são ameaçadas ou nem compreendem que estão sendo abusadas. Crianças com autismo podem encontrar ainda mais dificuldades para comunicar o que aconteceu.

Infelizmente, muitos casos nunca chegam à polícia. Quando o agressor faz parte da família, o silêncio costuma falar mais alto. Há quem não denuncie por medo, culpa, vergonha ou para “não destruir a família”.

Mas o silêncio não protege a família. O silêncio protege o agressor.

E enquanto ele permanece sem ser responsabilizado, outras crianças podem continuar sendo vítimas.

Como terapeuta, já acompanhei adultos que carregam por décadas as consequências de um abuso sofrido na infância: ansiedade, depressão, crises de pânico, culpa, dificuldade de confiar, baixa autoestima e relacionamentos marcados pelo trauma.

Por isso, quando uma criança fala, ela precisa ser ouvida. E quando não consegue falar, os adultos precisam estar atentos aos sinais. A responsabilidade nunca é da criança.

Se você passou por um abuso na infância, saiba que a culpa nunca foi sua. O que fizeram com você não define quem você é. As marcas do trauma podem ser cuidadas. A terapia oferece um espaço seguro para acolher essa dor, ressignificar essa história e recuperar a autoestima, a segurança e a liberdade emocional.

Você não pode mudar o que aconteceu. Mas pode impedir que essa dor continue definindo a sua vida.

Advogada: leticiacamposvale

05/08/2026

A inveja é uma emoção humana. Em algum momento, todos nós podemos nos comparar e sentir desconforto diante das conquistas ou características de outra pessoa.

Mas existe uma diferença entre sentir algo e deixar que esse sentimento controle suas atitudes.

Quando a dor interna não é elaborada, algumas pessoas podem transformar frustração, insegurança e sensação de inferioridade em comportamentos que ferem o outro.

A terapia não trabalha apenas o que fazemos, mas também aquilo que existe por trás das nossas ações: nossas crenças, feridas e emoções não resolvidas.

A pergunta não é apenas: “Por que alguém faz isso com o outro?”
Mas também: “O que essa pessoa carrega dentro dela para precisar destruir aquilo que não consegue suportar ver no outro?”

30/07/2026

Muitas pessoas olharam para ela e enxergaram apenas uma mulher em situação de prostituição.

Ele olhou e enxergou uma pessoa.

Não sabemos quais dores, perdas, violências ou abandonos alguém enfrentou para chegar onde está hoje. Nem toda história é igual, mas toda pessoa tem uma história.

Para muitas pessoas, esse caminho não nasceu de uma escolha livre, mas de traumas, abusos, exploração, falta de proteção ou da sensação de não haver outra saída.

A boa notícia é que a história não precisa terminar aí.

Com ajuda, acolhimento e um processo terapêutico, é possível ressignificar feridas, romper ciclos e construir uma vida diferente. O passado explica muita coisa, mas não precisa definir o futuro.

Antes de julgar, pergunte-se: “Que história essa pessoa carrega que eu não conheço?”

A empatia não justifica escolhas. Ela nos lembra que todo ser humano merece ser visto com dignidade, respeito e a oportunidade de recomeçar.

27/07/2026

Quando ouvimos histórias de filhos que sofreram abusos, violência e abandono justamente de quem deveria protegê-los, percebemos que nem toda família é um lugar seguro.

Essas experiências deixam marcas profundas no inconsciente e podem influenciar toda a vida adulta.

É por isso que, como terapeuta, reflito muito sobre a ideia de que toda pessoa precisa “honrar pai e mãe” para prosperar ou ser feliz.

Respeito todas as abordagens terapêuticas, pois acredito que todas buscam o melhor para o paciente. Mas, diante de histórias tão dolorosas, penso que precisamos ter muito cuidado para não gerar ainda mais culpa em quem já foi vítima.

Há pessoas que conseguem elaborar o perdão no íntimo. Mas existem traumas tão profundos que isso simplesmente não acontece naquele momento. E elas não deveriam acreditar que serão impedidas de viver uma vida plena por causa disso.

Pai e mãe nos deram a vida, e isso pode ser motivo de gratidão. Porém, em alguns casos, essa gratidão se encerra no nascimento. O abuso, a violência e a negligência nunca podem ser romantizados ou minimizados.

Na minha prática, acredito em um processo terapêutico que acolhe a dor sem julgamento e trabalha as marcas emocionais deixadas pelo trauma, sem impor ao paciente o que ele precisa sentir para poder seguir em frente.

Quem foi vítima já carregou peso demais. A terapia deve aliviar esse peso, não criar outro fazendo-a aceitar que é imprescindível honrar pai e mãe para ser feliz.

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21/07/2026

Cada vez mais, pesquisas investigam a relação entre saúde emocional e doenças físicas. Embora o câncer seja uma doença multifatorial — envolvendo fatores genéticos, ambientais e de estilo de vida — alguns estudos sugerem que o estresse crônico e emoções intensas não elaboradas podem influenciar a saúde e a resposta do organismo.

No consultório, é muito comum encontrar histórias marcadas por grandes dores: traições, abandonos, perdas, rejeições e outras experiências que deixaram feridas profundas que caminharam para alguma doença grave.

Muitas pessoas dizem: “Eu já perdoei.” E, conscientemente, podem até acreditar nisso. Mas, muitas vezes, o inconsciente ainda carrega a dor, a mágoa e o sofrimento, que continuam produzindo efeitos na vida e no corpo. O corpo vai somatizando até que se não tratado a doença se instala.

Perdoar não é apenas dizer que está tudo bem. É deixar de carregar o peso daquela experiência.

Por isso, fazer terapia é tão importante. Ela ajuda a ressignificar experiências dolorosas, reduzir o impacto emocional que elas exercem e promover mais saúde e qualidade de vida.

Cuidar das emoções não garante que uma doença nunca acontecerá, mas é um passo essencial para cuidar do ser humano de forma integral.
Da mesma forma que fazemos atividade física para prevenir doenças, cuidar da mente é imprescindível para seguir com qualidade de vida.

🚨ALERTA DE GATILHO! Não confiem em ninguém. NINGUÉM!A maioria dos meus pacientes foi abusada na infância e, muitas vezes...
15/07/2026

🚨ALERTA DE GATILHO! Não confiem em ninguém. NINGUÉM!

A maioria dos meus pacientes foi abusada na infância e, muitas vezes, dentro da própria casa, com a casa cheia. Veraneios em família, festas de aniversário, passeios em família… É comum os pais irem trabalhar e deixarem os filhos brincando com outros primos ou sob os cuidados de pessoas conhecidas.

Já recebi casos de abuso cometidos por uma vizinha adolescente. A gente acha que só homem é perigoso. Não se engane: o abusador, muitas vezes, não demonstra nenhum sinal. Muito pelo contrário, costuma ser alguém que parece confiável.

Na maioria desses casos, até hoje ninguém sabe. E, quando souberam, muitas famílias não denunciaram por se tratar de alguém da própria família. Em outros casos, a vítima não foi acreditada.

Todo cuidado é pouco. Cuidem de suas crianças.

A dor nem sempre faz barulho. Às vezes, ela veste uma camisa de futebol, entra em campo, sorri para as fotos e continua ...
13/07/2026

A dor nem sempre faz barulho. Às vezes, ela veste uma camisa de futebol, entra em campo, sorri para as fotos e continua lutando em silêncio.

A história de Jayden Adams nos lembra que perder alguém, carregar um luto ou enfrentar uma depressão não é sinal de fraqueza. É uma dor real, que muitas vezes permanece invisível para quem está de fora.

Nem sempre conseguimos enxergar a batalha que alguém está enfrentando. Por isso, antes de julgar mudanças de comportamento, afastamento ou silêncio, escolha a empatia.

Cuidar da saúde mental não é luxo. Não é exagero. É necessidade.

Que essa história nos faça olhar com mais atenção para quem está ao nosso lado e também para nós mesmos. Pedir ajuda pode salvar vidas, e oferecer um ouvido sem julgamentos também.

🤍 Que Jayden descanse em paz. E que sua história nos lembre da importância de falar sobre saúde mental com responsabilidade, acolhimento e humanidade.

11/07/2026

É seu Santos, a terapia não é só para aprender a lidar com as nossas emoções… é para aprender a lidar com as pessoas que ainda não cuidam das delas. 😂

Nem sempre conseguimos mudar o comportamento de quem está ao nosso redor. Mas podemos mudar a forma como reagimos, estabelecer limites saudáveis e proteger a nossa saúde emocional.

A terapia não faz as pessoas difíceis desaparecerem. Ela fortalece você para que elas deixem de controlar a sua paz.

Quem aí já precisou respirar fundo por causa de alguém hoje? 🤭💙

Endereço

Campina Grande, PB

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