Dra Lorena Vidal

Dra Lorena Vidal Dra Lorena Vidal - Geriatra
✨Aproveite sua jornada, por que envelhecer não é sinônimo de não viver!✨

Consulta online não é “consulta menor”. É consulta com presença, só que à distância.Eu gosto de pensar que ela pode ser ...
11/06/2026

Consulta online não é “consulta menor”.
É consulta com presença, só que à distância.

Eu gosto de pensar que ela pode ser leve, mas nunca superficial. Eu preparo meu espaço com intenção: mesa bem montada, água do lado, um café, e às vezes uma vela quando o dia pede. Parece detalhe, mas é o meu jeito de te receber e te lembrar que esse tempo é seu.

Na prática, antes do nosso encontro você recebe orientações para enviar exames e informações importantes.
E, na consulta, eu escuto com calma, olho sua história inteira e conecto o que você sente com rotina, sono, alimentação, medicações e objetivos.
No final, você não sai com recomendações soltas.
Você sai com um plano claro, escrito e possível para a sua vida real.

O que muda não é o formato.
É o método.
Tem gente que passa por vários especialistas e continua confusa porque ninguém juntou as peças do quebra-cabeça. Mesmo online, eu consigo organizar o todo, ajustar o que precisa ser ajustado e acompanhar a evolução com direção.

Se você mora longe, tem uma rotina apertada, cuida de alguém ou quer um cuidado com profundidade e sem pressa, o atendimento online pode ser o caminho ideal para começar.

Se quiser informações ou horários, me chame no direct ou clique no link da bio para falar diretamente com a minha secretária 😊

10/06/2026

A síndrome do pôr do sol é um padrão muito comum em pessoas com demência: no fim da tarde e à noite, elas podem ficar mais confusas, agitadas, irritadas, ansiosas, querer “ir embora”, caminhar sem rumo, resistir ao banho e aos cuidados, ou ter piora do sono.

Isso não é “manha” e não é falta de amor da família.
É o cérebro já vulnerável somado a gatilhos do fim do dia: cansaço, menos luz natural, ambiente mais barulhento…

O que costuma ajudar é prevenir antes de virar crise.
Rotina previsível, exposição à luz natural pela manhã, movimento durante o dia, evitar sonecas longas no fim da tarde, hidratação e alimentação bem distribuídas, e um ambiente mais calmo no começo da noite.

Se você cuida de alguém que “vira outra pessoa” no fim do dia, você não está sozinho.
Salve este post e envie para alguém da família que precisa entender isso — e, se quiser, me diga nos comentários quais horários são mais difíceis aí na sua casa.

Depois dos 60, muita gente adia o cuidado porque ainda “dá conta”. Dá conta, mas com mais esforço. Dá conta, mas com mai...
09/06/2026

Depois dos 60, muita gente adia o cuidado porque ainda “dá conta”.
Dá conta, mas com mais esforço.
Dá conta, mas com mais cansaço.
Dá conta, mas deixando de fazer coisas que antes eram simples.

E é assim que a fragilidade começa: não com uma grande queda, mas com pequenas perdas que a gente vai normalizando.
Levantar da cadeira virou esforço.
A caminhada encurtou.
A escada “pesou”.
A energia acabou mais cedo.
E, sem perceber, a vida vai encolhendo.

O problema de adiar é que o susto costuma chegar depois: uma pneumonia, uma internação, uma queda.
E aí recuperar é mais difícil do que prevenir.

A boa notícia é que músculo responde em qualquer idade. Fragilidade não é destino.
É um processo que pode melhorar com treino de força ou fisioterapia, proteína bem orientada, sono e constância.

Se hoje você sente que está “perdendo o simples”, não espere piorar para começar.

Salve este post e escolha uma ação para esta semana: 2 dias de força e proteína em todas as refeições.

Na geriatria, a pergunta nem sempre é “pode ou não pode?”. Muitas vezes é “o que vale a pena manter?”.Esse paciente cheg...
08/06/2026

Na geriatria, a pergunta nem sempre é “pode ou não pode?”. Muitas vezes é “o que vale a pena manter?”.

Esse paciente chegou para mim aos 94 anos. Lúcido, presente, com história, família, afetos. Fragilizou com intercorrências cardíacas e, quando surgiu indicação, fizemos o que precisava ser feito: marca-passo, mesmo com 95 anos, porque idade não é sinônimo de desistir de cuidado.

Depois disso, a família questionou o vinho diário: um cálice pequeno, um ritual de décadas com a esposa. E foi aí que eu pensei no que realmente importa: segurança, sim, mas também sentido de vida.

Nem todo risco é igual. Nem toda “proibição” traz benefício. Às vezes, tirar o pouco prazer que resta não melhora a saúde — só empobrece a vida. E cuidar de um idoso é também reconhecer isso, com responsabilidade e bom senso.

Importante: este post não é incentivo ao consumo de álcool. Há casos em que é contraindicado (interações, doenças do fígado, quedas, medicações, histórico pessoal). Decisão sempre deve ser individualizada em consulta.

Muita gente tenta “adivinhar” a fase da demência apenas pelos esquecimentos. Mas o que define a fase, na prática, é o im...
04/06/2026

Muita gente tenta “adivinhar” a fase da demência apenas pelos esquecimentos. Mas o que define a fase, na prática, é o impacto na vida diária: o que a pessoa ainda consegue fazer sozinha, o que já exige supervisão e o que exige ajuda para quase tudo.

Uma avaliação bem feita organiza o cuidado, melhora segurança, reduz crises e tira a família do modo “apagar incêndio”. E tão importante quanto entender a fase é revisar fatores que pioram confusão: infecções, desidratação, sono ruim, dor, constipação e medicações inadequadas.

Se este post te ajudou, salve para consultar depois e compartilhe com alguém que também está vivendo isso em casa.

01/06/2026

Seu cérebro dá sinais cedo, e o mais importante é observar mudança de padrão: a pessoa começa a se atrapalhar com tarefas que sempre fez bem, como lidar com dinheiro, pagar contas, organizar remédios, preparar uma receita conhecida ou lembrar de conversas recentes.

Isso não quer dizer que todo esquecimento é demência. Sono ruim, ansiedade, depressão, estresse, dor e até medicações podem “imitar” perda de memória. Mas quando começa a afetar autonomia e rotina, vale investigar com calma.

Salve este reels e envie para alguém da família que precisa ver isso. Quanto mais cedo a avaliação, mais chance de organizar o cuidado e proteger qualidade de vida.

O que eu mais aprendi observando o vinho é que o melhor não nasce rápido. Ele é construído. Com critério, paciência e co...
29/05/2026

O que eu mais aprendi observando o vinho é que o melhor não nasce rápido. Ele é construído. Com critério, paciência e constância.

Envelhecer bem também. Não existe atalho que substitua o cultivo diário: construir músculos, proteger o sono, organizar a alimentação, reduzir excessos, cuidar da mente e manter vínculos. Isso é o que cria reserva. E reserva é o que te sustenta quando a vida aperta.

O futuro não é sorte. Ele é a soma do que você repete.

Salve para reler quando estiver sem motivação e escolha uma semente para plantar essa semana.

28/05/2026

Sabe quando você está bem por fora, mas por dentro parece no limite? Como se a mente não parasse e o corpo estivesse sempre em alerta?

Quatro estratégias simples que ajudam muito no dia a dia, além de medicação quando indicada: duplo suspiro (3 ciclos já mudam o estado do corpo), caminhar em locais abertos como parques, um ritual de sono com menos tela e mais desaceleração, e vínculo real: uma ligação, um café, uma conversa sem pressa.

Isso não substitui tratamento quando necessário, mas sustenta a mente no cotidiano.

Salve este reels para usar nos dias em que a cabeça não desliga e envie para alguém que você ama.

Hoje eu ganhei um vaso de flores de uma paciente. E eu confesso: isso me tocou num lugar profundo.Não pelo vaso em si. M...
27/05/2026

Hoje eu ganhei um vaso de flores de uma paciente.
E eu confesso: isso me tocou num lugar profundo.

Não pelo vaso em si. Mas pelo significado.
Porque tem dias em que a medicina é silenciosa.
Você estuda, pensa, se entrega, tenta juntar as peças… e nem sempre é fácil medir o quanto isso alcança alguém.

Essa paciente chegou até mim desacreditada.
A filha encontrou meu nome no Google, depois de muitas idas ao pronto-socorro, muitas tentativas, muitos profissionais. Ela quis começar com uma consulta online, quase como quem diz: “se eu me frustrar de novo, pelo menos não precisei sair de casa”.

Mas a gente caminhou.
Com tempo, método e cuidado de verdade.
E o que eu vi acontecer nesses meses foi o tipo de mudança que vale qualquer caminho: ela parou de voltar ao pronto-socorro, começou a ganhar força, voltou a cuidar da casa, ver o sol nascer, cuidar das plantas, cozinhar para a família.
Ainda há estrada, claro. Mas já existe vida de novo.

E é isso que essas flores representam para mim: a lembrança de que quando a gente cuida de alguém por inteiro, com presença e direção, o resultado não é só clínico. É humano.

Hoje eu recebi flores.
Mas, na verdade, eu recebi uma confirmação: é por isso que eu faço o que faço.

Mãe não precisa só de flores, perfume ou lembranças em datas especiais.Muitas vezes, o que ela mais precisa é de incenti...
08/05/2026

Mãe não precisa só de flores, perfume ou lembranças em datas especiais.

Muitas vezes, o que ela mais precisa é de incentivo para se movimentar, de tempo de qualidade com a família e de uma vida mais ativa, social e estimulante. Esses são presentes que não duram um dia. Duram anos. E podem mudar profundamente a forma como ela vai viver o futuro.

No fim, amar também é cuidar. E talvez um dos maiores presentes que um filho pode oferecer seja ajudar sua mãe a viver com mais força, autonomia, vínculo e alegria.

Qual desses presentes mais combina com a sua mãe hoje?

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Avenida Paulista, 1048 18° Andar
Campinas, SP
01310100

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