10/08/2026
🚨 *CORTES DO TRIBUNA DO MATCH | COM RODRIGO MAGNO*
🎥 *BODYCAM: PROVA OU UMA GRAVAÇÃO QUE PODE SER EDITADA?*
As câmeras corporais utilizadas por agentes de segurança pública chegaram com a promessa de *aumentar a transparência, proteger o cidadão e registrar a atuação policial*.
Tema de grande relevância levantado por nosso convidado Diego Romano, e muito bem explicado pelo Dr. Marcello Romano, advogado criminalista especialista em direito digital.
Mas surge uma questão que não pode ser ignorada:
⚠️ *E SE O SISTEMA PERMITIR ALTERAÇÕES NO CONTEÚDO GRAVADO?*
Se é possível, pelo próprio sistema, *recortar trechos, retirar o áudio, tarjar imagens ou até excluir conteúdos, como garantir que aquilo que chegou ao processo corresponde **integralmente ao que foi captado no momento dos fatos?*
No Direito, não basta apresentar uma gravação. É fundamental discutir *autenticidade, integridade, completude e cadeia de custódia da prova*.
A pergunta não é se a tecnologia é boa. A pergunta é:
🔥 *QUEM GARANTE QUE A PROVA NÃO FOI ALTERADA?*
Uma gravação parcial pode mudar completamente a interpretação de um fato. Um áudio retirado pode eliminar uma informação essencial. Um trecho excluído pode esconder justamente o momento que esclareceria toda a ocorrência.
📌 *Prova audiovisual também precisa ser confiável, íntegra e verificável.*
Se a tecnologia pode editar, o processo precisa ser capaz de *auditar*.
E quando a liberdade de uma pessoa pode depender daquela gravação, *a integridade da prova não pode ser tratada como detalhe técnico.*
⚖️ *BODYCAM NÃO É SINÔNIMO DE VERDADE. É PRECISO GARANTIR A INTEGRIDADE DO QUE FOI REGISTRADO.*
Pra assistir esse conteúdo de valor, é só digitar Deu Match TV no YouTube.
💬 *Você confiaria em uma prova audiovisual que pode ser editada pelo próprio sistema?*
Comente: *CONFIARIA* ou *NÃO CONFIARIA*.
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