Psicóloga Jenyfer Maia

Psicóloga Jenyfer Maia Psicóloga Clínica - atendendo jovens e adolesentes online. Sou Jenyfer Maia Vilhalva, psicóloga clínica (CRP 13/12664), nascida em Campo Grande - MS.

A psicologia transformou minha vida de forma profunda. Através dela, pude entender quem eu sou, quem não quero ser e quem busco ser. Me formei em Psicologia em 2022 e, hoje, atendo adolescentes e jovens de 12 a 20 anos — uma fase da vida com a qual sempre me conectei com muita naturalidade. Além da psicologia, a dança também faz parte de quem eu sou. Sou bailarina e acredito no movimento como uma

forma de expressão e cuidado com o corpo e a mente. Gosto de estar entre pessoas queridas, cultivando vínculos e boas conversas. Sou apaixonada por estar com amigos, família e por viver momentos simples e leves. Sou muitas em uma — como todos nós somos. Acredito que cada ambiente desperta algo diferente em nós, e isso é parte da beleza da vida. Entre tantas coisas, uma me define bem: busco levar a vida com leveza. Porque os desafios sempre vão existir, mas acredito que a vida é curta demais para não ser vivida com presença, gratidão e alegria.

Tem gente que entra de férias e leva a cobrança junto na mala.Se não treinar, culpa. Se não ler algo “útil”, culpa. Se n...
19/12/2025

Tem gente que entra de férias e leva a cobrança junto na mala.
Se não treinar, culpa. Se não ler algo “útil”, culpa. Se não postar que está aproveitando, culpa. Descansar virou uma atividade que precisa render.

A verdade é que férias não foram feitas para performance. Foram feitas para descompressão. E quando a mente continua cheia de metas, o corpo até para, mas o cérebro segue trabalhando em horário extra.

Agora, o que realmente ajuda nesse tempo:

🌿 Curta a família sem agenda
Conversas sem objetivo, risadas bobas, presença de verdade. Vínculo não precisa ser produtivo.

🌿 Use o tempo para se redescobrir
Fazer coisas sem saber exatamente por quê também é saudável. Gostos mudam, e férias são ótimas para perceber isso.

🌿 Crie hábitos que não tenham meta
Caminhar, ouvir música, cozinhar, dormir sem despertador. Prazer também regula o cérebro.

🌿 Teste novas rotinas, sem obrigação de manter
Nem tudo precisa virar hábito definitivo. Às vezes é só uma experiência.

🌿 Faça o que gosta sem culpa
Descansar não exige justificativa. Não precisa “merecer”.

Férias não são sobre virar alguém melhor.
São sobre lembrar quem você é quando não precisa provar nada.

E isso, curiosamente, costuma ser o melhor jeito de voltar mais inteiro. ✨

Promessas de Ano Novo costumam falhar porque nascem mais da empolgação do que da realidade. A virada do calendário cria ...
19/12/2025

Promessas de Ano Novo costumam falhar porque nascem mais da empolgação do que da realidade. A virada do calendário cria a sensação de recomeço, mas a vida continua com as mesmas demandas, hábitos e limites.

📋Muitas metas são feitas sem considerar o estado emocional de quem as cria. Cansaço, frustrações acumuladas e falta de energia não desaparecem no dia 1º de janeiro.
Alguns motivos se repetem quase sempre:

1. Falta de base emocional
As metas ignoram o cansaço real, as frustrações acumuladas e o momento emocional da pessoa. A mudança vira cobrança, não escolha consciente.

2. Expectativas altas demais
Objetivos grandes, vagos ou idealizados não cabem na rotina. Quando o resultado não vem rápido, a frustração aparece e a desistência parece inevitável.

3. Metas pouco claras ou inalcançáveis
“Ser melhor”, “mudar de vida” ou “ter mais disciplina” não dão direção prática. Sem passos concretos, o cérebro se perde e desanima.

4. Ausência de iniciativa imediata
Adiar o começo para o momento perfeito enfraquece o compromisso. Mudança acontece com pequenas ações agora, não com planos distantes.

5. Falta de constância
Sem repetição e ajustes, não há consolidação de novos hábitos. Esperar resultados rápidos aumenta a sensação de fracasso.

📌Promessas falham porque não consideram limites, emoções e processo.
Mudança sustentável nasce de metas possíveis, passos pequenos e continuidade.
“Somos o que repetidamente fazemos.” - Aristóteles

⚠️ ATENÇÃO • Seu cérebro não se recupera enquanto você “descansa preocupado”.Quando a mente continua se cobrando, o sist...
19/12/2025

⚠️ ATENÇÃO

• Seu cérebro não se recupera enquanto você “descansa preocupado”.
Quando a mente continua se cobrando, o sistema de estresse segue ativo. O corpo até para, mas o desgaste continua acontecendo por dentro.

• Forçar produtividade em cansaço prolongado treina o cérebro a viver em alerta.
Com o tempo, o descanso passa a gerar culpa automática. Não é hábito, é condicionamento neurológico.

• O cérebro só consolida memória e aprendizado em pausas.
Sem descanso real, você trabalha mais e rende menos. A sensação de estar sempre esquecendo coisas vem daí.

• Exaustão muda o comportamento antes de virar doença.
Impaciência, apatia, dificuldade de sentir prazer e vontade de se isolar são sinais precoces que muita gente ignora.

• Descansar não é perder tempo, é evitar colapso.
O corpo avisa primeiro. Se o aviso não é ouvido, ele impõe a pausa de forma mais dura.

O que faz diferença não é parar quando dá.
É aprender a parar sem culpa.

Descanso não é luxo, nem fraqueza.
É uma necessidade neurológica básica que sustenta tudo o que você tenta manter em pé.

Muitas pessoas percebem que a ansiedade cresce justamente quando o ano está terminando. Mesmo com a ideia de descanso, o...
19/12/2025

Muitas pessoas percebem que a ansiedade cresce justamente quando o ano está terminando. Mesmo com a ideia de descanso, o corpo continua agitado. Isso acontece por causa da sobrecarga emocional acumulada.

🚨O cérebro reage a estímulos, não ao calendário. No fim do ano, os estímulos se multiplicam: prazos, cobranças, comparações, expectativas familiares e preocupações com o próximo ano. Tudo isso mantém o sistema de alerta ativado.

Além disso, a mente tenta fazer um “balanço geral” da vida. O que deu certo, o que faltou, o que precisa mudar. Quando esse processo acontece junto com cansaço, o resultado é ansiedade, irritabilidade e dificuldade de relaxar.

📈A ansiedade não aumenta por fraqueza.
Ela aumenta porque o cérebro está cansado e sobrecarregado.

Reduzir cobranças, diminuir comparações e respeitar o próprio ritmo ajuda mais do que tentar “dar conta de tudo” antes do ano acabar.

🫩Nem sempre o cansaço aparece como tristeza. Muitas vezes ele se manifesta como irritabilidade, esquecimento frequente, ...
19/12/2025

🫩Nem sempre o cansaço aparece como tristeza. Muitas vezes ele se manifesta como irritabilidade, esquecimento frequente, dificuldade de concentração e uma exaustão que torna até tarefas simples pesadas. Você continua funcionando, mas sem presença. É o corpo tentando dar conta de tudo com o mínimo de energia possível.

Quando a rotina é cansativa e prolongada, o sistema nervoso entende que não há espaço para recuperação. O organismo permanece em estado de alerta, liberando hormônios do estresse por mais tempo do que deveria. Isso afeta o humor, a memória e a capacidade de tomar decisões. Não é desorganização, nem fraqueza. É adaptação ao excesso.

🧠Nesse estado, o cérebro prioriza sobrevivência, não bem-estar. Por isso, o prazer diminui, a paciência encurta e o esquecimento aumenta. O corpo está economizando recursos para continuar funcionando.

Algumas atitudes ajudam a reduzir esse impacto:
• Diminuir o ritmo possível, mesmo que não seja o ideal. Pausa também é estratégia.
• Estabelecer limites com a rotina, excesso de demandas mantém o corpo em alerta constante.
• Criar micro momentos de descanso, sem telas ou estímulos intensos.
• Cuidar do sono, ele é fundamental para regular emoções e memória.
• Buscar apoio emocional, dividir o peso ajuda o corpo a sair do estado de ameaça.

Viver em modo sobrevivência por muito tempo adoece.
O corpo avisa antes de colapsar.
Ouvir esses sinais não é desistir. É se preservar.

No fim do ano, as redes sociais se enchem de fotos de famílias sorrindo, mesas bonitas e legendas sobre união e amor. Pa...
19/12/2025

No fim do ano, as redes sociais se enchem de fotos de famílias sorrindo, mesas bonitas e legendas sobre união e amor. Parece que todo mundo vive uma harmonia constante. Mas isso é recorte, não realidade.

A comparação nasce daí. Você olha para a própria família, com conflitos e silêncios, e conclui que há algo errado. Quando, na verdade, o erro está na expectativa. Famílias reais não funcionam no modo perfeito. Elas têm atritos, falhas e desconfortos que não aparecem no feed.

As redes sociais mostram momentos, não processos. Não mostram conversas difíceis, os afastamentos ou os limites mal resolvidos. Ainda assim, muita gente mede a própria vivência por essa vitrine emocional.

A grama do vizinho parece mais verde porque só vemos a superfície.

Perseguir uma imagem irreal de família só afasta você do que realmente importa: relações honestas, mesmo que imperfeitas.

Se todo ano, nas mesmas datas, surgem os mesmos conflitos, isso não é coincidência.É padrão.🎉As festas funcionam como um...
19/12/2025

Se todo ano, nas mesmas datas, surgem os mesmos conflitos, isso não é coincidência.
É padrão.

🎉As festas funcionam como um gatilho. Reúnem as mesmas pessoas, nos mesmos lugares, com expectativas antigas e papéis já definidos. O ambiente ativa comportamentos aprendidos ao longo do tempo: quem provoca, quem se cala, quem tenta apaziguar, quem explode. Cada um entra no personagem quase sem perceber.

Na Psicologia, entendemos esses conflitos como respostas moldadas pelo contexto. O ambiente familiar carrega memórias emocionais, hierarquias e dinâmicas que o cérebro reconhece rapidamente. Mesmo adultos, voltamos a reagir como antes, não porque queremos, mas porque aquele espaço nos treinou assim.

🧨O problema é que esses padrões não apenas se repetem, eles desgastam. Geram tensão antes mesmo do encontro, irritação durante e exaustão depois. Não é a festa que faz mal. É a repetição de comportamentos que já não fazem sentido para quem você se tornou.

Para que esses conflitos não tirem sua paz, algumas escolhas ajudam:
• Reconheça o padrão antes do encontro, isso diminui o impacto emocional.
• Não entre automaticamente no papel de sempre. Você não precisa reagir como reagia.
• Evite discussões que nunca levam a mudança, preservar energia também é maturidade.
• Saiba a hora de se afastar, física ou emocionalmente, sem culpa.
• Lembre-se de que nem todo conflito precisa ser resolvido ali.

Paz não vem de convencer ninguém.
Vem de não se deixar arrastar por dinâmicas que já te fazem mal.

➡️Quebrar padrões não significa romper laços.
Significa escolher, conscientemente, não adoecer no mesmo lugar de sempre.

🏠Existe uma ideia quase sagrada de que casa é, obrigatoriamente, lar. Que voltar para onde se veio deveria trazer confor...
19/12/2025

🏠Existe uma ideia quase sagrada de que casa é, obrigatoriamente, lar. Que voltar para onde se veio deveria trazer conforto, acolhimento e pertencimento imediato. Mas essa narrativa ignora um ponto essencial: pessoas mudam, e lugares nem sempre acompanham esse movimento.

A busca por pertencimento é uma necessidade humana profunda. O problema começa quando ela se transforma em obrigação de se encaixar. Muitos voltam para casa tentando ocupar um espaço que já não existe mais, repetindo papéis antigos para não decepcionar, não gerar conflito, não parecer ingrato. O pertencimento, nesse caso, cobra um preço alto: a própria autenticidade.

🍃Ser crítico sobre isso é reconhecer que nem toda casa continua sendo lar. E isso não significa rejeição, frieza ou falta de amor. Significa maturidade. Lar não é só um endereço ou um vínculo de sangue. Lar é o espaço onde você pode existir sem se reduzir, onde não precisa voltar a versões antigas para ser aceito.

Existe uma romantização perigosa da ideia de que crescer é “voltar para agradecer”. Mas crescer também é perceber que algumas estruturas emocionais ficaram pequenas demais. Que certos ambientes acolheram quem você foi, mas não sabem lidar com quem você se tornou.

🧳O lar não é algo fixo. Ele é construído ao longo da vida, conforme amadurecemos, mudamos valores, criamos novos vínculos e aprendemos a nos respeitar. Às vezes, ele está em outra cidade, em outras pessoas ou, pela primeira vez, dentro de você.

Não caber mais não é falha.
É sinal de transformação.

E insistir em chamar de lar um lugar onde você precisa se encolher pode ser confortável para os outros, mas é profundamente desonesto com você.

Em muitos encontros familiares, o desconforto não vem de grandes conflitos, mas de pequenas invasões repetidas. Pergunta...
19/12/2025

Em muitos encontros familiares, o desconforto não vem de grandes conflitos, mas de pequenas invasões repetidas. Perguntas insistentes, comentários sobre sua vida, críticas disfarçadas de cuidado. Você percebe, sente, mas escolhe não reagir para evitar clima ruim.

🗣️O problema é que o corpo reage mesmo quando você se cala. Não é uma decisão consciente, é um ajuste. Você passa a medir palavras, antecipar reações, se preparar antes mesmo de alguém falar. Aos poucos, isso cansa. A relação continua, mas com menos presença, menos espontaneidade, menos verdade.

No corpo e no cérebro, esse esforço constante funciona como uma vigília silenciosa. Mesmo em momentos neutros, existe tensão. O organismo permanece preparado para se defender, como se algo pudesse atravessar a qualquer instante. É por isso que, mesmo sem brigas, o encontro deixa você esgotado. Não foi o que aconteceu. Foi o que precisou ser contido.

📍Por isso, algumas atitudes ajudam a proteger sem gerar confronto desnecessário:
• Reconhecer internamente o incômodo, sem se invalidar ou minimizar o que sentiu.
• Responder de forma breve e firme, sem explicações longas. Limite não precisa de discurso.
• Encerrar conversas que ultrapassam o respeito, mudando de assunto ou se retirando.
• Aceitar que nem todos vão entender seus limites, e ainda assim eles continuam sendo necessários.

Socialmente, fomos ensinados a tolerar tudo em nome da família. Mas maturidade emocional não é suportar invasões. É saber até onde ir sem se perder de si.
Calar pode parecer mais fácil no momento.
Mas se torna adoecedor quando vira regra.

✨Cuidar da própria saúde emocional também é uma forma de preservar vínculos.
Só que vínculos onde você ainda consegue existir.

Nem tudo se encerra em dezembro🗓️No fim do ano, surge a ideia de que tudo precisa ser resolvido, entendido e superado an...
19/12/2025

Nem tudo se encerra em dezembro

🗓️No fim do ano, surge a ideia de que tudo precisa ser resolvido, entendido e superado antes do dia 31. Como se a vida obedecesse ao calendário e os processos emocionais tivessem prazo de entrega.

Na Psicologia, sabemos que ciclos internos não se fecham por decisão racional. Eles se transformam conforme a experiência é elaborada, e isso leva tempo. Forçar encerramentos pode gerar mais ansiedade do que alívio.

Do ponto de vista da neurociência, o cérebro precisa de repetição, integração e segurança para reorganizar experiências emocionais. Não existe um “botão de fechamento”. Existe processamento.

👥 Socialmente, a narrativa do recomeço imediato cria comparação e cobrança. Quem não consegue “virar a página” se sente atrasado, fraco ou estagnado, quando na verdade está apenas vivendo seu próprio ritmo.

Nem tudo precisa ser encerrado agora.
Algumas coisas ainda estão em construção.
Outras só pedem pausa, não conclusão.

🫵🏻 Você não está atrasado por não ter fechado ciclos.

Ausências que gritam mais alto nessa épocaO fim de ano costuma ser associado a encontros, celebrações e alegria.Mas, par...
19/12/2025

Ausências que gritam mais alto nessa época

O fim de ano costuma ser associado a encontros, celebrações e alegria.
Mas, para muitas pessoas, ele também escancara ausências.
Alguém que não está mais. Um lugar que não existe. Uma versão da vida que não voltou.

Esse é o luto invisível.
Aquele que não aparece nas fotos, mas pesa no corpo e no silêncio.

Na Psicologia, o luto não se limita à morte. Ele também envolve rupturas, mudanças, perdas simbólicas e expectativas que não se cumpriram. O cérebro não diferencia o tipo de perda, apenas sente a ausência.

🧠Do ponto de vista da neurociência, memórias afetivas são ativadas com mais intensidade nessa época. Cheiros, músicas, rituais e datas despertam redes emocionais profundas, fazendo com que a falta seja sentida de forma ainda mais intensa.

Socialmente, existe uma pressão para “estar bem” no fim do ano. Isso faz com que muitas pessoas escondam sua dor para não parecerem ingratas ou deslocadas. Mas silenciar o luto não o diminui. Apenas o torna mais solitário.

Sentir saudade, tristeza ou vazio nessa época não significa fraqueza.
Significa vínculo. Significa humanidade.

Nem todo fim de ano é festa.
E tudo bem viver esse tempo com mais cuidado do que euforia. 🤍

No fim do ano, a gratidão muitas vezes deixa de ser um sentimento e vira uma obrigação.Você olha para a própria vida, re...
19/12/2025

No fim do ano, a gratidão muitas vezes deixa de ser um sentimento e vira uma obrigação.
Você olha para a própria vida, reconhece conquistas, mas o cansaço continua. E junto dele, a culpa por “não se sentir grato como deveria”.

Na Psicologia, entendemos que emoções não surgem por imposição.
O cérebro emocional registra o que foi vivido de verdade: sobrecarga, perdas, frustrações ou esgotamento. Já a mente racional tenta compensar isso com comparações e discursos de gratidão forçada, criando um conflito interno.

Socialmente, aprendemos que sentir gratidão o tempo todo é sinal de maturidade. Mas, quando a gratidão vira cobrança, o efeito não é bem-estar. É silenciamento emocional.

Ser grato não significa estar bem o tempo todo.
É possível reconhecer o que se tem e, ainda assim, se sentir cansado.

Gratidão saudável nasce do acolhimento, não da culpa.
E às vezes, o que falta não é gratidão.
É descanso, cuidado e permissão para sentir. 🌱

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