16/05/2026
“Eu vejo muitas pessoas falando sobre HIV como se fosse castigo, culpa ou consequência merecida, mas esquecem que estamos falando de VIDAS humanas.
Ninguém merece ser reduzido a um diagnóstico.
O HIV não escolhe orientação sexual, identidade de gênero, religião ou caráter. Existem pessoas que contraíram o vírus dentro de relacionamentos, em situações de violência, por falta de informação, confiança no parceiro e inúmeras outras realidades. Julgar sem conhecer a história do outro é muito fácil. Difícil é exercer empatia.
E sobre ser uma mulher trans: minha identidade não me faz menos digna do amor de Deus, do respeito das pessoas ou do direito de viver em paz.
Hoje existe tratamento, existe cuidado, existe vida após o diagnóstico. O que ainda mata muitas vezes é o preconceito, a desinformação e comentários cruéis como esse.
Antes de apontar o dedo para alguém, tente usar sua voz para conscientizar, acolher e informar. Porque ninguém precisa de mais julgamento no mundo, o mundo já está cheio disso. O que as pessoas precisam é de humanidade. 🤍”