30/08/2021
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REFLEXÕES PARA ESTE DIA 30
Hoje é dia 30, dia do Partido Novo. Um dia sempre feliz para o partido, apropriado para divulgação, para chamar as pessoas que queiram renovar a política, enfim, um dia especialmente dedicado ao marketing por aqueles que acreditam na ideia do Novo. Eu acredito, então vamos conversar um pouco.
Sou filiada desde 03/2018. Em 2020, quando fiz processo seletivo para participar das eleições municipais de Jundiaí para o cargo de vereadora, fui postulante, pré-candidata, e candidata, falei muito sobre os valores e princípios do partido, os quais me fizeram filiar, recebi a confiança de 1059 eleitores, aos quais sou profundamente grata. Em 2021, também na ótica da política, passei a acompanhar outras pautas que compreendo serem importantes.
Hoje aproveito o momento para atualizar meus posicionamentos aos que acreditaram e votaram em mim, independentemente de qualquer futuro político que possa vir a ambicionar.
1. Sigo no Novo devido a seus princípios e valores: sou parceira do partido na luta por uma política limpa, financeiramente enxuta, com prioridade para tratar de assuntos que de fato importam para o cidadão, na renovação dos políticos etc.;
2. Fui admiradora de João Amoêdo. Perdi a afinidade com o principal idealizador do Novo, o primeiro dentre os 181 nomes que assinaram a ata de fundação. Amoedo esteve candidato, presidente do partido, hoje é um filiado famoso, cuja opinião pesa nos pontos de vista de todos os que são simpáticos ao partido. No transcorrer de mais de 1 ano e meio de análise de suas palavras, ações, decisões e propostas, as quais não vem ao caso discorrer, não o reconheço mais, ele não me representa, mas como ele não é o Novo, está tudo bem;
3. O partido Novo tem posicionamentos vinculativos e não vinculativos. Sou filiada por estar alinhada com todos os vinculativos, respeitando, por exemplo, que se deva renunciar ao fundo eleitoral e partidário. Contudo, há posicionamentos mais recentes, recomendados, mas não obrigatórios, dos quais discordo, entre eles ser oposição absoluta ao governo, apoiar pedido de impeachment do presidente, deixar de defender o voto impresso e auditável. Repito que são decisões não vinculativas do partido, por isso não estou agindo contra a ética partidária, mas me recusando seguir sugestões de posicionamento. Se um dia o partido tornar esses pontos de vista impositivos, analisarei com cuidado o quanto isso impacta nos meus valores pessoais e se devo ou não me manter filiada;
4. Alguns filiados buscam desqualificar quem pensa como eu, ainda que não viole as diretrizes partidárias estatutárias. O fato é que entrei num partido que apoia o que é certo e critica o que é errado, e como ninguém acerta tudo, ninguém erra tudo, não posso ser oposição literal e absoluta, especialmente num sistema como o brasileiro, em que nem mesmo respeito à divisão de poderes existe mais na prática. Isso não me torna, frise-se, bolsonarista, e chamar alguém por esse adjetivo não é xingamento, mesmo que os opositores ao presidente utilizem-se do termo como fosse agressão;
5. O fato é que tenho divergido de pensamentos de pessoas do Novo, mas não me posiciono contra o partido. Se um dia isso acontecer, o caminho da desfiliação é aberto aos insatisfeitos e eu não ficaria onde não há sintonia. Sei que dentre meus leitores haverá os que discordam e concordam com isso, mas onde existe respeito aos que pensam diferente, a unidade no que é principal permanece – o Novo é o melhor partido que existe no Brasil, na atualidade;
6. Assim, após abrir o meu coração, deixo a vocês o convite para:
* posicionarem-se com clareza sobre todos os assuntos;
* manterem-se filiados, se o forem;
* filiarem-se se forem simpatizantes dos valores e princípios do Novo;
* refiliarem-se se tiverem saído, para unidos lutarmos por um Brasil melhor;
* não permitirem que detratores e desafetos os desestimulem no que é justo.
Sigo com vocês.
Venceremos a luta contra os maus políticos e homens públicos corruptos.
Ah! Dia 07 de setembro estarei na Avenida Paulista com minha bandeira do BRASIL!
Vania Mugnato de Vasconcelos
Vania pensa novo