Prof. João Bastos

Prof. João Bastos Ensino pessoas a transformar vidas e disseminar o pensamento sistêmico para ampliar a consciência e causar uma real transformação no mundo.
(1)

João Batista Bastos CRP 15/4734, graduado em Psicologia com ênfase em fenomenologia existencial. Cursou Parapsicologia, Fenomenologia, Terapias Holísticas e Vibracionais, Aprendizagem Acelerada, Pensamento Sistêmico Complexo. Fez cursos de Formação em Constelação Estrutural, Constelação Familiar Sistêmica, Constelação Jurídica, com Trainers Internacionais dentre outros, Guillermo Echegaray (Constelação Estrutural e Organizacional), Cornélia Bonenkamp (Pensamento Sistêmico e Constelação Familiar) e Bernd Isert (Coaching Sistêmico Integrativo). Teve treinamentos com Bert Hellinger, Sophia Hellinger, Bernd Isert e Artemio Longhi (mentor da Parapsicoterapia e assistente de J.B. Rhine na Universidade de Duke).

18/09/2026

Às vezes, a diferença entre um relacionamento que valoriza e um que menospreza não começa no outro. Começa nos padrões que aprendemos a reconhecer como amor.

Na Constelação Familiar, podemos olhar para vínculos, repetições e lugares que ocupamos nas relações: por que aceitamos tão pouco, por que sentimos que precisamos merecer amor ou por que certas histórias parecem se repetir, mesmo quando mudam as pessoas.

Olhar para esses movimentos não é procurar culpados. É ampliar a consciência sobre aquilo que carregamos e sobre a forma como nos relacionamos.

No Clube de Constelação, aprofundamos esse olhar para as relações, para o sistema familiar e, principalmente, para o lugar que você ocupa dentro da própria história.

Conheça o Clube de Constelação.
Link na bio.

Nem toda solidão começa com a ausência de alguém.Às vezes, ela pode estar ligada a histórias que atravessam gerações: re...
17/09/2026

Nem toda solidão começa com a ausência de alguém.

Às vezes, ela pode estar ligada a histórias que atravessam gerações: relações interrompidas, perdas, abandonos, afetos que não puderam ser vividos ou padrões que, sem perceber, continuamos repetindo.

Na Constelação Familiar, podemos olhar para essas dinâmicas com uma pergunta diferente: será que existe uma parte de mim tentando permanecer fiel a uma história que veio antes?

Honrar quem veio antes não significa repetir seus destinos.

Talvez seja possível pertencer e, ainda assim, permitir-se viver o novo.

No Clube de Constelação, abrimos espaço para esses olhares, movimentos e compreensões.

Quer conhecer o Clube de Constelação? Acesse o link na bio.

Tem gente que aprendeu muito cedo a perceber quando alguém não estava bem, evitar conflitos, ajudar, resolver e não dar ...
16/09/2026

Tem gente que aprendeu muito cedo a perceber quando alguém não estava bem, evitar conflitos, ajudar, resolver e não dar trabalho.

Com o tempo, isso pode deixar de ser apenas uma forma de cuidar e se transformar em uma maneira de garantir o próprio lugar nas relações: “Se precisarem de mim, eu pertenço.”

E então aparecem os “sins” dados por culpa, a dificuldade de colocar limites, a responsabilidade pelos problemas dos outros e aquela sensação incômoda de estar fazendo algo errado quando escolhe a si mesmo.

Na Constelação Familiar, podemos olhar para o lugar que aprendemos a ocupar dentro do nosso sistema e para aquilo que continuamos carregando mesmo depois de adultos.

Porque pertencer não deveria exigir que você cuide de todo mundo o tempo todo.

Quer aprofundar esse olhar sobre pertencimento e relações familiares?

Participe do grupo gratuito do Clube de Constelação. Link na bio.

Às vezes, a gente chama de amor aquilo que, por muito tempo, foi esforço.Você se doa mais, compreende mais, perdoa mais....
14/09/2026

Às vezes, a gente chama de amor aquilo que, por muito tempo, foi esforço.

Você se doa mais, compreende mais, perdoa mais. Tenta antecipar o que o outro precisa, evita conflitos, sustenta o que já está pesado e continua ali mesmo quando está exausta.

Não necessariamente porque ama mais.

Talvez porque, em algum momento da sua história, você tenha aprendido que amar era fazer muito para não perder alguém.

E esse aprendizado pode atravessar os anos sem que você perceba. Mudam as pessoas, mudam as relações, mas o lugar que você ocupa continua parecido: o de quem cuida, salva, suporta e tenta manter tudo de pé.

Na Constelação Familiar, podemos olhar para a origem desse movimento e para aquilo que você continua repetindo, mesmo quando já não faz sentido na sua vida adulta.

Porque amar alguém não deveria exigir que você se abandone para que o outro fique.

Participe do Grupo Gratuito do Clube de Constelação e acompanhe os próximos encontros.

Link na bio.

Alguns términos acabam na vida prática, mas continuam acontecendo por dentro.A relação terminou, o tempo passou, a rotin...
11/09/2026

Alguns términos acabam na vida prática, mas continuam acontecendo por dentro.

A relação terminou, o tempo passou, a rotina mudou. Mesmo assim, certas lembranças ainda despertam raiva, tristeza, sensação de abandono ou a impressão de que algo ficou sem conclusão.

Na Constelação Familiar, muitas vezes percebemos que a dor daquele término não começou necessariamente naquela relação. Ela pode tocar em perdas anteriores, experiências de abandono ou padrões que se repetem ao longo da história familiar.

Constelar um término não é tentar recuperar quem foi embora. É olhar para o lugar que essa história ainda ocupa em você, para que aquilo que terminou possa, de fato, ficar no passado.

Participe do Grupo Gratuito do Clube de Constelação e acompanhe os próximos encontros.

Acesse pelo link na bio.

Tem coisas na nossa vida que parecem mudar de cenário, de pessoa, de momento… mas, no fundo, continuam contando a mesma ...
10/09/2026

Tem coisas na nossa vida que parecem mudar de cenário, de pessoa, de momento… mas, no fundo, continuam contando a mesma história.

Um relacionamento que repete a mesma dor. Um bloqueio que aparece sempre que você tenta avançar. Uma sensação difícil de explicar, mas que insiste em voltar.

O Clube de Constelação nasceu como um espaço para olhar para esses padrões com mais profundidade, por meio das constelações ao vivo, aulas, encontros terapêuticos e da troca com outras pessoas.

E você não precisa chegar pronto, nem saber exatamente o que dizer. Pode participar no seu tempo, como constelado, representante ou simplesmente observando.

Talvez o primeiro movimento seja apenas se permitir conhecer.

Participe gratuitamente do nosso grupo e acompanhe os próximos encontros do Clube de Constelação. Link na bio.

09/09/2026

Quero fazer um exercício rápido com vocês.

Complete sem pensar demais:

*“Se eu não tivesse medo do julgamento dos outros, eu…”*

Não precisa contar sua história inteira.

Apenas termine a frase.

Talvez você se surpreenda com a quantidade de coisas que desejamos fazer, dizer ou mudar, mas mantemos guardadas porque existe uma plateia imaginária dentro da nossa cabeça.

Quero ler as respostas de vocês.

Às vezes, o que sentimos parece não combinar com aquilo que estamos vivendo.Uma tristeza que surge sem explicação. Um me...
08/09/2026

Às vezes, o que sentimos parece não combinar com aquilo que estamos vivendo.

Uma tristeza que surge sem explicação. Um medo desproporcional. Uma culpa por estar feliz quando alguém da família sofreu. Um peso que carregamos por tanto tempo que passamos a acreditar que sempre foi nosso.

Na visão sistêmica da Constelação Familiar, alguns desses sentimentos podem estar relacionados a padrões, aprendizados e lealdades construídos dentro da história familiar.

Olhar para essas relações não significa negar o que você sente. Significa investigar de onde isso vem e perceber o que realmente pertence à sua própria história.

Porque reconhecer o que é seu também pode ajudar a deixar de carregar aquilo que não precisa continuar com você.

Quer vivenciar essa experiência?

Participe gratuitamente do grupo do Clube de Constelação pelo link da bio e acompanhe os próximos encontros.

07/09/2026

Existe um personagem de ópera que ajudou a dar nome a um fenômeno importante na prevenção ao suicídio: o Efeito Papageno.

Na ópera A Flauta Mágica, de Mozart, Papageno chega a um momento de profundo desespero e pensa em tirar a própria vida. Antes que isso aconteça, três personagens aparecem e o ajudam a perceber que ainda existem outras possibilidades.

Séculos depois, essa cena inspirou pesquisadores a descrever o chamado Efeito Papageno: a ideia de que narrativas que mostram pessoas enfrentando crises, encontrando alternativas e buscando ajuda podem ter um efeito protetivo em pessoas vulneráveis.

Isso nos lembra de algo importante sobre o Setembro Amarelo: prevenção não é apenas falar sobre suicídio. É também mostrar caminhos possíveis, histórias de enfrentamento, redes de apoio e a possibilidade de atravessar momentos que parecem insuportáveis.

Às vezes, uma conversa, uma presença ou o acesso à ajuda certa pode fazer diferença.

Se você ou alguém que você conhece está em sofrimento emocional ou pensando em suicídio, procure ajuda. No Brasil, o CVV oferece apoio emocional gratuito e sigiloso pelo número 188, 24 horas por dia.

Setembro Amarelo dura um mês. O cuidado com a vida precisa acontecer o ano inteiro.

Endereço

Delmiro Gouveia, AL
57480000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Prof. João Bastos posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Prof. João Bastos:

Atalhos

Compartilhar