02/06/2026
Bendita seja a tecnologia que me permitiu guardar uma memória que a vida me deu tão poucas vezes: ter meu pai e minha mãe à mesa, juntos e em paz.
Tenho apenas uma lembrança assim, de um almoço em Recife. Infelizmente, foi uma cena rara. Mas carrego no coração a serenidade de saber que painho descansou no Senhor e que mainha continua sendo meu presente vivo.
Apesar da ausência, das dores e dos desafios de crescer sem a criação do meu pai, escolher o perdão e caminhar ao lado dele em seus últimos anos foi uma das maiores recompensas da minha história. O perdão não apaga a dor, mas traz paz para quem decide seguir em frente.
E sobre mainha… ela não foi “pãe”. Ela foi algo ainda maior: foi mãe. Forte, corajosa, resiliente e suficiente. Com amor, dignidade e fé, ela construiu o que muitos julgavam impossível.
Te amo, mãezinha. 🤍