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Projeto temVisão empresarial do projeto. O objetivo deixa de ser apenas defender o uso da marca e passa a transformar a ...
04/09/2026

Projeto tem

Visão empresarial do projeto. O objetivo deixa de ser apenas defender o uso da marca e passa a transformar a marca TEM em um ativo licenciável, inclusive para terceiros explorarem novos mercados.
A estratégia em três frentes:
1. Proteção da marca — manter e consolidar os 4 registros nas classes 35 e 38 e acompanhar o novo pedido na classe 41.
2. Prova de uso e anterioridade — documentar continuamente a operação da TV TEM desde 2020, incluindo conteúdo, audiência, redes sociais, transmissões e demais evidências.
3. Licenciamento — estruturar contratos que permitam a parceiros utilizar a marca em segmentos e mercados previamente definidos, com controle de qualidade, território, prazo e remuneração.
E existe uma vantagem estratégica: o licenciamento não precisa f**ar limitado à televisão. Dependendo da proteção efetivamente obtida, pode envolver conteúdo digital, mídia, publicidade, produção audiovisual, notícias, portais, eventos e outros mercados compatíveis.
O ponto fundamental será não licenciar simplesmente o nome "TV TEM" de forma genérica. O ideal é construir um portfólio de marcas e atividades, em que a TEM Publicidade permaneça como titular e os licenciados recebam autorização para explorar determinados usos.
Isso pode transformar o que hoje é uma disputa de marca em algo muito maior: uma plataforma de expansão comercial da TEM.

ESPECIAL ECONOMIAAlém do Café: Londrina vive o desafio de equilibrar a força dos serviços com a urgência da industrializ...
03/09/2026

ESPECIAL ECONOMIA
Além do Café: Londrina vive o desafio de equilibrar a força dos serviços com a urgência da industrialização
A economia de Londrina consolidou sua posição como a quarta maior força do Paraná, atingindo um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 27,9 bilhões. O município ultrapassou a vizinha Maringá na listagem nacional do IBGE e atua como uma robusta capital regional. No entanto, por trás dos prédios modernos e do comércio pulsante, lideranças empresariais e gestores públicos discutem um dilema central para o futuro: a forte dependência do setor terciário.
Historicamente impulsionada pela riqueza cafeeira, a "Londrina de 2026" vê quase 80% de sua atividade econômica e empregos concentrados no comércio e nos serviços. Se por um lado essa vocação transformou a cidade em um polo de saúde avançada e educação para o Sul do país, por outro, a falta de indústrias pesadas acendeu um sinal de alerta sobre a renda média da população.
O Raio-X da Riqueza Local
Embora ostente números expressivos no cenário nacional — ocupando a 52ª posição no ranking das maiores economias do Brasil —, a distribuição da produção interna da cidade evidencia o descompasso entre os setores.
• Comércio e Serviços: Representam a fatia soberana do desenvolvimento municipal. Instituições como a Universidade Estadual de Londrina (UEL) alimentam um ecossistema corporativo, financeiro e médico que atrai milhares de visitantes diariamente.
• Agronegócio Tecnológico: O campo migrou das antigas lavouras de café para as lavouras mecanizadas de grãos e feiras globais. Eventos de prestígio internacional como a ExpoLondrina continuam a atuar como verdadeiras vitrines de inovação, movimentando hotéis, logística e comércio de ponta.
• A Estagnação Industrial: A indústria local responde por uma parcela menor das vagas formais. Setores tradicionais, como o têxtil, encolheram nas últimas duas décadas, empurrando o PIB per capita da cidade para a faixa dos R$ 50,4 mil, valor que f**a abaixo da média do estado do Paraná (R$ 58,6 mil).
O Alerta dos Indicadores e as Oscilações do Mercado
Estudos recentes divulgados pelo Fórum Desenvolve Londrina apontaram a urgência de reformas estruturais para que a cidade não perca tração competitiva frente a outros polos do interior. O mercado de trabalho local deu mostras dessa sensibilidade: após registrar seis meses consecutivos de alta no ano, os dados oficiais do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontaram o fechamento de 943 postos de trabalho formais em julho. O recuo ficou concentrado justamente na área de serviços.
Apesar do susto temporário, analistas e entidades como a Associação Comercial e Industrial de Londrina (ACIL) indicam que o acumulado do período segue positivo, encarando o resultado como uma acomodação natural de mercado.
A Rota da Virada: O Plano de Industrialização
A receita para combater a estagnação fabril e elevar os salários locais já começou a ser desenhada. Em cooperação direta com a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), a Prefeitura de Londrina deu início a um plano inédito de neoindustrialização.
O objetivo central é identif**ar as maiores vocações da região — como a forte cadeia de alimentos e tecnologia de informação — para atrair unidades de grande porte. Para o projeto sair do papel, no entanto, o Caderno de Estudos do Fórum destaca a necessidade urgente de investimentos pesados em infraestrutura de base: duplicações de rodovias, garantia de fornecimento de água, gás canalizado e expansão da rede elétrica.
META ESTRATÉGICA ATÉ 2028:
Elevar a participação da indústria na matriz de empregos e renda para 25%,
focando em biotecnologia, agroindústria e inovação digital.
Paralelamente ao plano de atração industrial, as finanças municipais demonstram fôlego robusto. A proposta da Lei Orçamentária Anual (LOA) projeta um orçamento recorde de R$ 3,98 bilhões. O planejamento destina aportes expressivos para a base social e o capital humano, reservando R$ 797,5 milhões para a Educação e R$ 528,2 milhões para a Saúde — valores que superam com folga os mínimos exigidos por lei e preparam a infraestrutura urbana para sustentar o crescimento projetado para os próximos anos.
Entre a solidez dos serviços tradicionais e o horizonte da manufatura avançada, Londrina escreve um capítulo decisivo de sua história econômica, buscando transformar tecnologia e orçamento recorde em prosperidade real para o bolso de seus cidadãos.

O Ecossistema em Números e Destaques• Referência em Agtechs: Por estar situada em uma das regiões agrícolas mais produti...
03/09/2026

O Ecossistema em Números e Destaques
• Referência em Agtechs: Por estar situada em uma das regiões agrícolas mais produtivas do país, Londrina se consolidou como um dos principais polos de Agtechs (startups voltadas ao agronegócio) do Brasil, desenvolvendo softwares de monitoramento de safra, biotecnologia e drones.
• Governança Unif**ada: O setor se organiza de forma integrada através da governança Londrina Tecnológica, que une a academia (universidades), o setor privado (empresas e associações como a ACIL) e o poder público.
• A Força de TI: O setor de Tecnologia da Informação como um todo em Londrina conta com mais de 2.000 empresas e gera milhares de empregos formais, sendo uma das áreas que mais cresce na cidade.
Pilares de Sustentação do Ecossistema
O sucesso das startups em Londrina se deve a uma infraestrutura robusta compartilhada entre diferentes instituições:
• Formação de Talentos: A Universidade Estadual de Londrina (UEL) e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) atuam como grandes "fábricas de cérebros", formando engenheiros, cientistas de computação e administradores altamente qualif**ados todos os anos.
• Parques Tecnológicos e Incubadoras: A INTUEL (Incubadora Internacional de Empresas de Base Tecnológica da UEL) e o Parque Tecnológico de Londrina oferecem o ambiente físico e o mentoreamento necessários para que projetos acadêmicos se transformem em empresas de mercado.
• Presença Institucional de Gigantes: Londrina abriga o Tecnocentro e atrai centros de desenvolvimento de grandes companhias multinacionais (como a indiana Tata Consultancy Services - TCS), o que oxigena o mercado e eleva o nível técnico dos profissionais locais.
• Hubs de Inovação Privados: Grandes cooperativas e empresas tradicionais da região criaram seus próprios hubs (como o Cocamar Labs ou espaços da Integrada) para testar e adotar tecnologias desenvolvidas por startups locais.
Desafios do Setor
Apesar do forte ritmo de crescimento, o ecossistema de inovação local enfrenta alguns gargalos para atingir maturidade global:
• Fuga de Cérebros: A forte concorrência do mercado de trabalho remoto (com empresas de São Paulo ou do exterior pagando em dólar/euro) dificulta que as startups locais em estágio inicial retenham desenvolvedores seniores.
• Capital de Risco (Venture Capital): Embora existam redes de investidores-anjo locais, o volume de grandes rodadas de investimento (Séries A e B) ainda é concentrado na capital paulista, exigindo que muitas startups migrem seus CNPJs para grandes centros financeiros ao expandirem.

Capital dos serviços e da saúdeSão José do Rio Preto se consolida como a capital dos serviços e da saúde no Noroeste Pau...
01/09/2026

Capital dos serviços e da saúde

São José do Rio Preto se consolida como a capital dos serviços e da saúde no Noroeste Paulista
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – Com um Produto Interno Bruto (PIB) que atinge a marca histórica de R$ 26,4 bilhões, São José do Rio Preto consolida sua posição como o principal motor econômico do Noroeste Paulista. O município, que registra um PIB per capita de R$ 54,9 mil, transformou-se em um hub estratégico de negócios, atraindo investimentos e servindo como referência para uma região que engloba mais de 1 milhão de habitantes.
O grande diferencial da economia rio-pretense está na força do setor terciário. O segmento de comércio e serviços responde por 78,1% de toda a riqueza gerada na cidade. Esse cenário é visível na efervescência de seus centros de compras, na expansão do mercado de franquias — setor no qual a cidade é referência nacional — e em um sistema educacional superior que atrai estudantes de várias partes do país.
Paralelamente, a saúde de alta complexidade se destaca como um dos maiores empregadores formais da região. Hospitais de ponta e centros de pesquisa biomédica transformaram o município em um polo de transplantes e tratamentos avançados, gerando um fluxo constante de turismo de saúde que movimenta hotéis, restaurantes e transportes locais.
No setor produtivo, a indústria representa 11,6% da atividade econômica, impulsionada por distritos industriais que abrigam desde o setor moveleiro e metalúrgico até a produção de alimentos e tecnologia médica. Já a agropecuária responde por apenas 0,3% do PIB municipal, mas esse número esconde uma realidade importante: Rio Preto funciona como a "capital de serviços" do agronegócio regional, concentrando escritórios, distribuidoras de insumos, revendas de maquinários e desenvolvimento de softwares voltados para o campo.
Especialistas apontam que a diversif**ação econômica e a infraestrutura urbana qualif**ada são os principais fatores que blindam a cidade contra crises nacionais, mantendo São José do Rio Preto na vanguarda do desenvolvimento do interior de São Paulo.

Do amontoado de lenha direto para o estrelato! Quem acompanha o Portal TEM e a TV TEM Digital já percebeu um charme extr...
31/08/2026

Do amontoado de lenha direto para o estrelato!
Quem acompanha o Portal TEM e a TV TEM Digital já percebeu um charme extra nas nossas telas. O Lian, que começou a sua história sendo acolhido em um amontoado de lenhas, hoje é o embaixador oficial da nossa comunidade digital!
Da rua para o feed de milhares de pessoas, a trajetória do Lian é a prova de que boas conexões transformam vidas. E por falar em conexão, ele já deu a dica: para f**ar por dentro de tudo o que acontece na nossa região, o destino certo é a TV TEM Digital!
No Portal TEM você encontra notícias em tempo real, os vídeos mais assistidos, utilidade pública e entretenimento na velocidade de um clique (ou de uma patada!).
Acesse o link na nossa bio, confira os destaques do dia e navegue com o gatinho mais famoso da região!

Fenômeno SorocabaO Fenômeno Sorocaba: Como a Cidade se Tornou a "Capital Econômica" do Interior PaulistaCom um PIB de R$...
28/08/2026

Fenômeno Sorocaba

O Fenômeno Sorocaba: Como a Cidade se Tornou a "Capital Econômica" do Interior Paulista
Com um PIB de R$ 58,8 bilhões e forte atração de multinacionais, o município se consolida como um dos maiores polos industriais, logísticos e de serviços do Brasil.
Quem circula pelas principais rodovias que cortam a Região Metropolitana de Sorocaba percebe o ritmo acelerado de crescimento. Longe de ser apenas uma "cidade dormitório" próxima à capital, Sorocaba se transformou em uma das maiores potências econômicas do país, ocupando a 7ª colocação no ranking das cidades mais ricas do interior do Brasil e a 10ª posição no Estado de São Paulo.
Com um PIB (Produto Interno Bruto) consolidado em R$ 58,8 bilhões e um PIB per capita de R$ 81,2 mil — marca superior à média estadual e nacional —, o município atrai olhares de investidores globais pela sua diversif**ação e agressiva política de incentivos fiscais.
O "Corredor Asiático" e a Força da Indústria
A indústria representa 32,5% da economia local. A cidade faz parte de um dos eixos mais industrializados do país e ganhou o apelido mercadológico de "corredor asiático". Isso se deve à forte concentração de gigantes tecnológicas e automobilísticas do Oriente que instalaram suas plantas na região, como a Toyota (que recentemente anunciou investimentos históricos de R$ 11 bilhões no município), além de marcas como Samsung e Huawei.
A produção local vai muito além do setor automotivo, destacando-se em:
• Siderurgia e metalurgia pesada
• Energia eólica e componentes eletrônicos
• Maquinários pesados (como a JCB)
• Setor químico e farmacêutico

• Serviços e Comércio: O Verdadeiro Motor Econômico
Embora a fama industrial seja forte, o verdadeiro motor do PIB sorocabano é o setor de Serviços e Comércio, responsável por 59% do valor adicionado da cidade.
Sorocaba atua como uma capital regional de média influência. A cidade centraliza os serviços de saúde especializada, educação superior e comércio varejista para mais de 26 municípios vizinhos. O comércio varejista, sozinho, é o setor que mais emprega trabalhadores na cidade, seguido de perto pelas áreas de educação e saúde.
Boom de Exportações e Logística Estratégica
A localização geográf**a de Sorocaba é um de seus maiores ativos econômicos. Conectada a rodovias de escoamento rápido como a Castello Branco e a Raposo Tavares, a cidade funciona como um hub logístico estratégico de alcance nacional.
Essa facilidade logística impulsionou o comércio exterior. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) apontam que a cidade registrou um crescimento expressivo de 33,5% em suas exportações, superando a marca de US$ 1,9 bilhão em produtos enviados ao exterior, consolidando-se no top 5 das maiores exportadoras do interior paulista.
Desoneração Fiscal e Emprego em Alta
O grande diferencial competitivo de Sorocaba nos últimos anos tem sido a sua estratégia de gestão pública. Em vez de elevar a carga tributária, o governo municipal adotou uma postura de atração de investimentos por meio de incentivos fiscais e desburocratização.
O resultado prático dessa política foi a abertura recorde de novas frentes de trabalho (com forte presença de microempreendedores individuais e microempresas abastecendo a cadeia de suprimentos) e uma arrecadação municipal que praticamente dobrou devido ao volume de novas empresas instaladas.
Com indicadores que misturam inovação tecnológica, infraestrutura robusta e qualidade de vida, Sorocaba avança para o futuro mostrando que a receita para o crescimento sustentável une a força fabril tradicional com o dinamismo do setor de serviços tecnológico.

País quebrandoEfeito Cascata do Crédito Caro: Brasil Bate Recorde com 9,1 Milhões de Empresas no VermelhoO cenário macro...
28/08/2026

País quebrando

Efeito Cascata do Crédito Caro: Brasil Bate Recorde com 9,1 Milhões de Empresas no Vermelho
O cenário macroeconômico brasileiro desenha um quadro de extrema asfixia para o setor produtivo. Dados consolidados mostram que o país atingiu a marca histórica de 9,1 milhões de empresas inadimplentes. O montante total das dívidas em atraso já soma R$ 232,9 bilhões, o maior patamar registrado desde o início da série histórica monitorada pela Serasa Experian.
O fenômeno, apelidado por analistas de "crise do capital de giro", reflete o impacto prolongado dos juros altos sobre o fluxo de caixa das companhias, que enfrentam dificuldades severas para rolar dívidas antigas e acessar novos créditos.
A Radiografia do Sufoco Empresarial
Embora os holofotes da mídia frequentemente se voltem para grandes redes varejistas que buscam a proteção da Justiça, a crise tem CEP e tamanho muito bem definidos: a base da pirâmide econômica.
• As Pequenas Sufocadas: As micro e pequenas empresas (MPEs) representam 8,6 milhões dos CNPJs negativados. Sem o fôlego financeiro das grandes corporações e sem acesso a linhas de financiamento subsidiadas, pequenos comércios e prestadores de serviços locais viram seus custos fixos subirem enquanto as vendas patinam.
• Setores sob Pressão: O setor de Serviços lidera o ranking de inadimplência, concentrando 55,7% dos negócios negativados, seguido de perto pelo Comércio, com 32,2%.
A cada mês, o "efeito bola de neve" se agrava: hoje, cada empresa inadimplente carrega uma média de 7,3 contas em atraso, acumulando um tíquete médio negativo de R$ 25.508 por CNPJ.
O Motor da Crise: Por que as Empresas Estão Quebrando?
Economistas apontam que a atual onda de insolvência não decorre de incompetência gerencial generalizada, mas sim de uma combinação de fatores macroeconômicos agressivos:
1. A Barreira dos Juros: Com a taxa básica de juros (Selic) rodando a patamares elevados, o crédito bancário tornou-se proibitivo. Empresas que tomaram empréstimos no passado recente agora precisam refinanciar esses valores a taxas muito mais altas, consumindo todo o lucro operacional apenas para pagar juros.
2. Restrição Bancária: Após episódios recentes de fraudes e rombos bilionários em grandes companhias de capital aberto, os grandes bancos privados fecharam as torneiras. As exigências para a concessão de empréstimos corporativos f**aram muito mais rígidas, secando o mercado de crédito de curto prazo.
3. Consumidor Sem Dinheiro: Na outra ponta da corda, o consumidor final também enfrenta alto endividamento. Com o orçamento familiar espremido pela inflação de itens básicos, sobra menos espaço para o consumo discricionário, o que derruba o faturamento do varejo físico.
Do Balcão ao Campo: A Escalada das Recuperações Judiciais
A consequência direta da escassez de crédito é o recurso massivo aos mecanismos legais de proteção. O Brasil encerrou o último período com um acumulado histórico de 6.341 empresas em recuperação judicial ativa.
O dado que mais surpreende o mercado é a interiorização dessa crise. O Agronegócio, historicamente o motor do PIB brasileiro, registrou uma forte aceleração nos pedidos de proteção jurídica. Produtores e agroindústrias que se alavancaram financeiramente para investir em tecnologia nos anos anteriores foram atingidos em cheio pela quebra de safras e pela queda nos preços internacionais das commodities, forçando a busca pela via judicial para evitar a falência.

Presente em 400 cidadesA marca TEM é nossa por direito, por história e por alcance.Presente em 400 cidades do interior d...
27/08/2026

Presente em 400 cidades

A marca TEM é nossa por direito, por história e por alcance.
Presente em 400 cidades do interior de São Paulo, conectando e impactando a vida de 10 milhões de pessoas todos os dias.
Quem constrói o futuro com verdade sabe o valor de cada conquista. Desde o início da nossa jornada, a marca TEM foi registrada, protegida e trabalhada para ser o principal canal de conexão, publicidade e entretenimento do interior paulista. Nós acreditamos no pioneirismo e na legalidade.
Por isso, o mercado precisa saber: o gigantismo da nossa operação não se mede apenas pela Justiça, mas pelos números reais da nossa relevância. Estamos presentes em 400 municípios paulistas, levando informação, entretenimento e soluções publicitárias de ponta para mais de 10 milhões de habitantes.
Não fomos nós que investimos na marca alheia. Nós fomos os criadores, e protegemos legalmente o direito de usar o nome TEM nas frentes digitais, publicitárias e de comunicação de ponta a ponta.
Com o respaldo histórico do INPI e as recentes decisões da Justiça Federal, consolidamos o nosso ecossistema e expandimos nossa presença no entretenimento e no jornalismo.
O interior paulista tem voz. Tem força. Tem história.
E o nome de tudo isso é, e sempre será, TEM.

TEM Publicidade / TEM Digital.

Portal tem e tv tem digitalO Portal TEM e a TV TEM Digital são marcas de comunicação digital lançadas pela empresa TEM P...
25/08/2026

Portal tem e tv tem digital

O Portal TEM e a TV TEM Digital são marcas de comunicação digital lançadas pela empresa TEM Publicidade. A iniciativa faz parte de um investimento em inovação da agência no YouTube, TikTok e Instagram, expandindo a sua presença na produção de conteúdo e informação.

Essa consolidação ocorre em meio a um contexto específico:

Disputa de Marca: A TEM Publicidade enfrenta uma disputa jurídica de mais de duas décadas pelo uso da marca contra um grande grupo de televisão (a rede de televisão regional TV TEM, afiliada da Rede Globo).
Decisões Judiciais: A agência obteve decisões favoráveis na Justiça Federal, incluindo prazos para a cessação do uso do nome pela outra parte, processos que ainda seguem sob análise de recursos.
Independência: Mesmo com as ações em andamento, a agência mantém as operações do canal Portal TEM com recursos próprios, focando no crescimento digital.

Quintana promove 13ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e fortalece políticas públicas para ...
21/08/2026

Quintana promove 13ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e fortalece políticas públicas para a infância

O município de Quintana realizou a 13ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, reunindo representantes do poder público, dos Conselhos Municipais, profissionais da rede de proteção e a população para discutir propostas e estratégias voltadas à garantia de direitos, à proteção e ao desenvolvimento de crianças e adolescentes.
O encontro contou com a presença do prefeito Fernando Itapuã, da vice-prefeita Clarice Porto, do secretário de Promoção Social, Carlos Pereira, da secretária da Saúde, Andreia Pereira, do diretor de Educação, Jorge Luiz dos Santos, da coordenadora do CRAS, Fernanda Figueiredo, além de representantes dos Conselhos Municipais e da comunidade.
Organizada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), em conjunto com a equipe de Promoção Social, a conferência teve como objetivo ampliar o debate sobre as políticas públicas destinadas à infância e à adolescência, promovendo a participação da sociedade na definição das prioridades do município.
A programação contou com palestra ministrada por Walkíria Rodrigues Duarte, assistente social e especialista em Políticas Públicas, que abordou a importância da construção e do fortalecimento de uma rede de proteção integrada, capaz de assegurar direitos e oferecer condições adequadas para o desenvolvimento de crianças e adolescentes.
Durante o evento, o prefeito Fernando Itapuã destacou ações desenvolvidas pelo município ao longo dos anos, especialmente na área da proteção social. Entre os exemplos apresentados está o Programa Família Acolhedora, implantado em Quintana em 2010 e que se consolidou como uma importante referência na área. Também foram ressaltados os serviços e programas desenvolvidos nas áreas de Saúde, Educação e Assistência Social, que atuam de forma integrada no atendimento às crianças, aos adolescentes e às famílias.
A realização da conferência reforça uma política de planejamento permanente, na qual a participação da sociedade contribui para identif**ar necessidades, avaliar ações e estabelecer novas prioridades. A construção coletiva das políticas públicas permite que as decisões estejam mais próximas da realidade da população e amplia a capacidade do município de desenvolver ações preventivas e de longo prazo.
Ao longo da conferência, os participantes discutiram propostas relacionadas à promoção, proteção e garantia dos direitos da criança e do adolescente. As sugestões aprovadas serão encaminhadas para as Conferências Estadual e Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, levando as demandas e contribuições de Quintana para as próximas etapas do processo de formulação das políticas públicas.
A iniciativa representa mais um passo no fortalecimento da rede municipal de proteção e evidencia a importância da integração entre poder público, profissionais, instituições, famílias e sociedade. O investimento contínuo em políticas para a infância e adolescência contribui não apenas para a proteção dos direitos no presente, mas também para a construção de uma comunidade mais preparada para o futuro.
Com planejamento, participação social e integração entre diferentes áreas da administração pública, Quintana segue avançando na construção de políticas que priorizam as pessoas e buscam garantir melhores condições de desenvolvimento para as próximas gerações.

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