Cooperadores da Verdade é um apostolado de produção conteúdo católico em Podcasts, Textos e Ví Apologética Católica pela Hermenêutica da Continuidade
19/11/2025
Se você perguntar a qualquer cristão protestante qual é a base da fé dele, a resposta mais provável será algo como: “A minha única regra de fé e prática é a Bíblia”. Alguns vão usar termos técnicos, outros vão repetir slogans já prontos, mas a ideia é sempre a mesma: somente a Escritura, e nada mais, é a autoridade suprema para definir o que devemos crer e como devemos viver.
Só que, se quisermos levar essa posição a sério, a primeira coisa que precisamos fazer é voltar a perguntar o que quase ninguém pergunta. Porque por trás da expressão “somente a Bíblia” existe uma pressuposição gigantesca, que normalmente passa despercebida: afinal, de que “Bíblia” estamos falando?
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24/07/2025
Durante os primeiros quatro séculos, os cristãos não tinham uma “Bíblia fechada” como temos hoje. Havia consenso sobre muitos livros, é verdade, mas também havia dúvidas e divergências sérias sobre outros. Livros como Hebreus, Apocalipse, Tiago e até os Evangelhos circulavam em diferentes regiões com graus variados de aceitação. Ao mesmo tempo, muitos escritos não inspirados, como a Carta de Barnabé, Didaqué ou o Pastor de Hermas, eram lidos em comunidades cristãs como se fossem Escritura inspirada.
Nesse cenário, a questão se torna inevitável: com base em que critério os primeiros cristãos sabiam no que acreditar? Qual era a referência de fé da Igreja antes da definição formal da Bíblia? Será que eles já viviam o princípio do Sola Scriptura, ainda que de forma implícita? Ou será que havia uma outra realidade mais antiga e mais profunda guiando a fé da Igreja?
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22/05/2025
Infelizmente, o que se vê frequentemente em muitos ambientes evangélicos é que o passa-tempo preferido de certos pastores, pregadores e fiéis é acusar os católicos de idolatria. E aqui é preciso dizer com todas as letras: essas acusações, na maioria esmagadora das vezes, revelam não apenas um desconhecimento completo do que seja a idolatria, mas também uma grande dose de preconceito.
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12/05/2025
Feliz dia das mães! 🌹🌹🌹
08/05/2025
Habemus Papam!
Viva Leão XIV!
31/01/2025
No livro Cristianismo Puro e Simples, Lewis propôs que, ao analisar as afirmações de Jesus Cristo sobre si mesmo, só existem três alternativas lógicas: ou Jesus era um mentiroso, ou estava enganado (um lunático), ou Ele realmente era quem dizia ser — o Senhor.
De forma semelhante, quando confrontamos as afirmações ousadas da Igreja Católica sobre sua identidade, nos deparamos com um trilema inevitável: ou a Igreja Católica é mentirosa, ou está iludida, ou é verdadeira.
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Cooperadores da Verdade
Cooperadores da Verdade é um apostolado de produção conteúdo católico em Podcasts, Textos e Vídeos para a internet e redes sociais.
Nosso objetivo é levar Cristo e defender a Verdade de sua Igreja através dos meios de comunicação, custe o que custar, doa a quem doer.
Fazemos apologética Católica pela hermenêutica da continuidade, como ensinou o Papa Bento XVI, auxiliando a todos os que nos acompanham a voltar seu coração para Deus e aprender suas Santas Verdades. O podcast é um projeto que iniciou na Rádio FM mas continuou na internet, sendo também retransmitido em diversas rádios Web, FM e AM.
O Cooperadores da Verdade, que começou em 2017, com o prof. Haimann e sua esposa Maria Carolina, foi integrado ao Centro de Estudos São Francisco de Sales após o seu desligamento, em Maio de 2019. Também fazem parte do apostolado o Coral Litúrgico Cooperadores da Verdade, a Confraria Chesterton e a Liga das Mulheres Católicas.
"Não uma visão inaceitável de hermenêutica da descontinuidade e da ruptura, mas uma hermenêutica da continuidade e da reforma".
“O que mais importa ao Concílio Ecumênico é o seguinte: que o depósito sagrado da doutrina cristã seja guardado e ensinado de forma mais eficaz”, afirmava o beato Papa João XXIII no discurso de abertura. E vale a pena meditar e ler estas palavras. O Papa empenhava os Padres a aprofundar e a apresentar tal perene doutrina em continuidade com a tradição milenar da Igreja: “transmitir pura e íntegra a doutrina, sem atenuações nem subterfúgio”, mas de modo novo, “tendo em conta os desvios, as exigências e as possibilidades deste nosso tempo” (Discurso da Solene Abertura do Concílio Vaticano II, 11 de outubro de 1962).
É com esta chave de leitura e de aplicação — uma hermenêutica da continuidade e da reforma –, que devemos escutar e obedecer o Concílio e com toda a Igreja poder oferecer uma resposta significativa às grandes transformações sociais e culturais de nosso tempo.