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🚨Ligações Perigosas: suspeitas sobre o financiamento do show de Roberto Carlos em MacapáAs revelações divulgadas pela Re...
23/05/2026

🚨Ligações Perigosas: suspeitas sobre o financiamento do show de Roberto Carlos em Macapá

As revelações divulgadas pela Revista Piauí, repercutidas pelo portal O Bastidor e outros veículos de imprensa, lançam uma sombra de suspeita sobre o show de Roberto Carlos realizado no Réveillon de Macapá. Segundo as reportagens, o empresário Roberto Leme, conhecido como “Beto Louco”, teria citado em proposta de delação o pagamento de R$ 2,5 milhões relacionados ao evento, colocando nomes importantes da política amapaense no centro da polêmica.
É importante destacar que não há condenação judicial e que as informações ainda fazem parte de investigações e alegações divulgadas pela imprensa. Porém, diante da gravidade das suspeitas, o povo do Amapá merece respostas claras e transparentes.
Quando um evento milionário promovido com apoio político passa a ser associado a investigações sobre combustíveis e possíveis repasses ocultos, o silêncio apenas aumenta as dúvidas. Davi Alcolumbre e o governador Clécio Luís precisam se explicar perante a população.
O Amapá exige transparência, responsabilidade e respeito com o dinheiro público e com a confiança do povo.

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21/05/2026

🚨QUEM MONITORA QUEM? O DISCURSO QUE EXPÕE A GUERRA DIGITAL NOS BASTIDORES DA POLÍTICA DO AMAPÁ

O que mais chamou atenção não foi apenas a indignação demonstrada no vídeo, mas a própria confissão feita pela pessoa ao afirmar que possui vários perfis, diversos números de telefone e múltiplos WhatsApps para monitorar grupos e pessoas.
Em qualquer ambiente democrático, esse tipo de prática levanta questionamentos sérios sobre até onde vai a militância política e onde começa uma possível estrutura organizada de vigilância digital e controle de narrativas.
Enquanto isso, o comunicador apelidado de “Fabuloso”, constantemente atacado por aliados do governo, segue acumulando vitórias judiciais contra ações movidas pela gestão do governador Clécio Luís, conhecido popularmente por críticos como “tartaruga cansada”.
A contradição chama atenção: quem exerce o direito de crítica e vence na Justiça é chamado de criminoso. Já quem admite monitorar grupos, pessoas e manter diversos perfis paralelos tenta se colocar como vítima da situação.
A sociedade observa, questiona e tira suas próprias conclusões.





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Quando é para salvar partidos e privilégios, oposição e governo viram aliados: o povo paga a conta e a corrupção agradec...
20/05/2026

Quando é para salvar partidos e privilégios, oposição e governo viram aliados: o povo paga a conta e a corrupção agradece

O cidadão brasileiro ainda está muito preso à polarização política e, muitas vezes, esquece de acompanhar aquele que talvez seja o poder mais importante da República: o Legislativo.
Grande parte do eleitorado concentra sua atenção apenas em quem vai ocupar o Executivo, enquanto deputados e senadores acabam sendo escolhidos sem uma fiscalização séria da população.
E o resultado aparece depois. Projetos são criados às pressas, pautados de um dia para o outro e aprovados rapidamente quando interessam aos próprios partidos políticos. O chamado “desenrola dos partidos”, por exemplo, surge exatamente nesse cenário: partidos endividados, com multas milionárias, buscando benefícios para aliviar suas próprias dívidas.
Nessa hora praticamente não existe oposição. Governistas e oposicionistas se unem em uma única missão: legislar em causa própria. Enquanto isso, o fundo eleitoral cresce, os privilégios aumentam e quem paga a conta continua sendo a população brasileira.
Outro ponto que chama atenção é a tentativa de aplicar mudanças já neste ano, mesmo existindo o princípio da anualidade eleitoral, que determina que alterações nas regras eleitorais devem ocorrer com pelo menos um ano de antecedência da eleição.
O problema é que o povo acompanha pouco o trabalho dos legisladores. Muitos só lembram da política em período eleitoral. Sem fiscalização popular, o sistema continua favorecendo os próprios partidos e fortalecendo uma estrutura que parece nunca ter fim.
Enquanto a população continuar mais preocupada com disputas ideológicas do que em fiscalizar quem cria as leis do país, dificilmente veremos mudanças profundas na política brasileira.
PolíticaBrasileira


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28/03/2026

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📊 Reprovação do STF chega a 52% e expõe um cenário preocupante: a maior corte do país enfrenta crescente desconfiança da população brasileira.
Quando mais da metade da sociedade reprova o STF, o problema deixa de ser apenas jurídico e passa a ser institucional. Decisões que deveriam transmitir segurança jurídica e equilíbrio passam a gerar questionamentos, críticas e sensação de distanciamento entre a Justiça e o povo.
Sem confiança popular, qualquer instituição perde força. O alerta está dado: é preciso reconstruir credibilidade, transparência e respeito ao sentimento da sociedade.

10/03/2026

Segundo relatos, uma decisão judicial teria determinado a retirada de famílias que vivem há cerca de cinco anos em uma área próxima ao Habitacional Miracema, em Macapá.

A informação é de que a ordem teria sido expedida por via judiciais estabelecendo prazo até as 5h da manhã para que os moradores deixem o local.

Ainda não há detalhes oficiais sobre os motivos da decisão. Enquanto isso, moradores relatam preocupação e incerteza, principalmente em relação às crianças e famílias que vivem na área.

A situação chama atenção para a necessidade de diálogo, respeito e uma solução que considere a realidade dessas famílias.

📌 Seguimos acompanhando o caso.

29/09/2025

Hoje comemoro 2 anos no Facebook. Obrigado pelo apoio contínuo de vocês, que foi indispensável para mim. 🙏🤗🎉

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21/08/2025

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OMISSÃO | Em agosto, silêncio cúmplice de vereadoras de Macapá diante da violência contra servidores

Em pleno mês de agosto — mês emblemático de luta pelo fim da violência contra a mulher e pela defesa da dignidade humana — causa profunda indignação a postura omissa de duas vereadoras do município de Macapá diante de um grave episódio de agressão física e verbal sofrida por servidores municipais.

Ao invés de se posicionarem em defesa das vítimas e de condenarem a violência praticada no exercício da função pública, optaram pelo silêncio e pela conivência, deixando de cumprir o dever institucional e moral de representar os cidadãos e proteger a integridade dos trabalhadores do município.

A omissão das parlamentares ecoa como um recado perigoso: o de que a violência pode ser relativizada quando os interesses políticos falam mais alto do que a justiça e o respeito às pessoas.

A sociedade macapaense espera e exige postura firme, coragem e compromisso ético de seus representantes. Não é aceitável que, em pleno século XXI, mulheres eleitas para legislar e fiscalizar se calem diante da barbárie, especialmente quando esta se dá contra servidores públicos que apenas cumprem sua missão.

Endereço

Macapá, AP

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