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Fim da Dinastia Almeida?A pesquisa do Real Time Big Data (TRE-AM AM-00383/2026) coloca Omar Aziz com 39%, Maria do Carmo...
19/03/2026

Fim da Dinastia Almeida?

A pesquisa do Real Time Big Data (TRE-AM AM-00383/2026) coloca Omar Aziz com 39%, Maria do Carmo Seffair com 27% e David Almeida com 22%, caindo para 19% em cenário ampliado. Já na AtlasIntel, que utiliza metodologia digital, o quadro é mais duro: Maria do Carmo aparece com 41,8% e Aziz com 40,4%, enquanto David recua para menos de 10%, ficando fora do eixo competitivo. A diferença entre os institutos expõe bolhas distintas, mas converge num ponto central: Almeida não figura entre os dois primeiros em nenhum cenário. Com rejeição elevada e desempenho inferior na medição digital, os números indicam um distanciamento consistente do segundo turno e sinalizam possível encerramento de ciclo político. 🐆



O que você acha? O Gestor manauara terá o seu voto em uma eventual Candidatura ao governo?

Brasil revoga visto de assessor dos EUA após tentativa de visita a BolsonaroO presidente Luiz Inácio Lula da Silva revog...
17/03/2026

Brasil revoga visto de assessor dos EUA após tentativa de visita a Bolsonaro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva revogou o visto de Darren Beattie, assessor do governo dos Estados Unidos, após ele ter solicitado entrar no Brasil com o objetivo declarado de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso em Brasília. A decisão foi anunciada pelo governo brasileiro depois de o Supremo Tribunal Federal negar autorização para a visita, alegando risco de interferência política em um ano eleitoral.

Segundo a reportagem da Associated Press, o visto de Beattie foi cancelado sob a justificativa de que ele teria fornecido informações inconsistentes sobre o motivo da viagem ao solicitar o documento, e a revogação foi apresentada como medida recíproca a ações anteriores dos EUA envolvendo vistos de autoridades brasileiras.

O episódio ocorre em um contexto de relações diplomáticas sensíveis entre Brasil e Estados Unidos, especialmente em temas como cooperação política e troca de vistos entre autoridades. Movimentos desse tipo tendem a intensificar discussões sobre autonomia nas decisões de política externa, a soberania de critérios de concessão de vistos e a necessidade de equilíbrio entre relações internacionais e respeito às normas internas de cada país.

Estudos em economia do trabalho indicam que reduções legais de jornada sem ajuste proporcional de salário ou carga diári...
16/03/2026

Estudos em economia do trabalho indicam que reduções legais de jornada sem ajuste proporcional de salário ou carga diária podem gerar efeitos distintos sobre produtividade e emprego, dependendo do setor. Pesquisas do economista John Pencavel mostram que jornadas muito longas tendem a reduzir a eficiência marginal do trabalhador, sugerindo que menos horas podem elevar a produtividade por hora trabalhada em determinadas atividades.
Por outro lado, análises da Organisation for Economic Co‑operation and Development e da International Labour Organization apontam que reduções obrigatórias de jornada mantendo salários integrais aumentam o custo do trabalho por hora, o que pode levar empresas a reorganizar equipes, reduzir contratações ou acelerar processos de automação, especialmente em setores intensivos em mão de obra.
Nesse cenário, especialistas costumam destacar que mudanças rígidas na legislação trabalhista tendem a produzir ganhos de produtividade em alguns segmentos e pressões de custo em outros, tornando o impacto final sobre emprego, competitividade e crescimento econômico dependente da capacidade de adaptação das empresas e da estrutura produtiva do país.

Palavras chave: clt, fim da escala 6x1, qualidade de vida, impacto econômico, desemprego

Manaus cresce sem planejamento e ocupações irregulares se multiplicamLevantamento sobre a expansão urbana de Manaus apon...
15/03/2026

Manaus cresce sem planejamento e ocupações irregulares se multiplicam

Levantamento sobre a expansão urbana de Manaus aponta crescimento acelerado de aglomerados subnormais, áreas caracterizadas por ocupações irregulares e infraestrutura limitada. Dados do IBGE indicam que o número de moradores nesses territórios aumentou significativamente nas últimas décadas, acompanhando a rápida expansão populacional da capital amazonense.

Parte desse crescimento está associada à forte migração interna para a cidade, especialmente de municípios do interior do Amazonas e de outros estados da região Norte. Nos últimos anos, Manaus também passou a receber fluxos migratórios internacionais, com destaque para venezuelanos, peruanos e haitianos, fenômeno que contribui para a pressão demográfica em áreas já marcadas por déficit habitacional.
Sem planejamento urbano capaz de acompanhar esse crescimento, novas ocupações acabam surgindo em regiões com pouca presença do poder público, frequentemente sem saneamento, regularização fundiária ou serviços básicos. Em contextos assim, especialistas apontam que a ausência prolongada do Estado tende a ampliar vulnerabilidades sociais e desafios de segurança.

O cenário costuma reacender debates sobre desafios estruturais de longo prazo nas políticas de habitação e ordenamento urbano, além da necessidade de estratégias que conciliem crescimento populacional, desenvolvimento econômico e qualidade de vida sustentável.

Em Humaitá, cidade com desafios em saneamento e renda, projeto propõe aumento de até 100% para gestoresO Ministério Públ...
14/03/2026

Em Humaitá, cidade com desafios em saneamento e renda, projeto propõe aumento de até 100% para gestores

O Ministério Público do Amazonas (MPAM) atuou para suspender a tramitação de um projeto que previa aumento de até 100% nos salários do prefeito, vice-prefeito e secretários municipais de Humaitá. A intervenção ocorreu após questionamentos sobre o impacto financeiro da proposta e sua compatibilidade com regras de responsabilidade fiscal.
Segundo informações divulgadas na reportagem, o reajuste estava em análise na Câmara Municipal e poderia elevar significativamente a remuneração do alto escalão da administração local.
O debate ocorre em um município com cerca de 67 mil habitantes e IDH de 0,640, onde desafios estruturais ainda marcam a realidade social. Dados públicos indicam que apenas 15,5% do esgoto recebe tratamento, enquanto cerca de 70% da população tem acesso à rede de água tratada.
Como ocorre na maioria dos municípios do interior do país, grande parte da receita pública depende de transferências federais, especialmente do Fundo de Participação dos Municípios. Situações assim costumam ampliar o debate público sobre prioridades na gestão e sobre a destinação de recursos em cidades que ainda enfrentam desafios básicos de infraestrutura.

14/03/2026

Em Humaitá, cidade com desafios em saneamento e renda, projeto propõe aumento de até 100% para gestores

O Ministério Público do Amazonas (MPAM) atuou para suspender a tramitação de um projeto que previa aumento de até 100% nos salários do prefeito, vice-prefeito e secretários municipais de Humaitá. A intervenção ocorreu após questionamentos sobre o impacto financeiro da proposta e sua compatibilidade com regras de responsabilidade fiscal.
Segundo informações divulgadas na reportagem, o reajuste estava em análise na Câmara Municipal e poderia elevar significativamente a remuneração do alto escalão da administração local.
O debate ocorre em um município com cerca de 67 mil habitantes e IDH de 0,640, onde desafios estruturais ainda marcam a realidade social. Dados públicos indicam que apenas 15,5% do esgoto recebe tratamento, enquanto cerca de 70% da população tem acesso à rede de água tratada.
Como ocorre na maioria dos municípios do interior do país, grande parte da receita pública depende de transferências federais, especialmente do Fundo de Participação dos Municípios. Situações assim costumam ampliar o debate público sobre prioridades na gestão e sobre a destinação de recursos em cidades que ainda enfrentam desafios básicos de infraestrutura.

14/03/2026

Uma investigação da Polícia Federal citada em reportagem aponta a análise de conversas que mencionariam negociações que poderiam chegar a R$ 80 mil em pagamentos por votos durante o processo eleitoral municipal de 2024 em Manaus.
Segundo a perícia mencionada na matéria, o nome de Gabriel Alexandre da Silva Lima, genro do prefeito David Almeida, aparece nas apurações como um dos citados nas conversas analisadas. De acordo com a reportagem, ele teria atuado na organização de encontros e na interlocução com líderes religiosos, em um contexto que envolveria a mobilização de eleitores durante o período eleitoral.
O episódio ocorre após suspeitas que já haviam surgido durante o período eleitoral de 2024, quando pastores chegaram a ser presos com dinheiro em espécie, levantando questionamentos sobre possíveis práticas de compra de votos. Na ocasião, celulares e outros materiais foram apreendidos e passaram a integrar as investigações conduzidas pela Polícia Federal.
Mesmo diante das suspeitas levantadas durante a disputa eleitoral, o processo seguiu seu curso institucional e a eleição foi concluída normalmente. Casos desse tipo costumam reacender dúvidas entre eleitores sobre a efetividade das punições previstas na legislação eleitoral, especialmente em regiões onde denúncias de compra de votos aparecem de forma recorrente em períodos de campanha.

Uma investigação da Polícia Federal citada em reportagem aponta a análise de conversas que mencionariam negociações que ...
14/03/2026

Uma investigação da Polícia Federal citada em reportagem aponta a análise de conversas que mencionariam negociações que poderiam chegar a R$ 80 mil em pagamentos por votos durante o processo eleitoral municipal de 2024 em Manaus.
Segundo a perícia mencionada na matéria, o nome de Gabriel Alexandre da Silva Lima, genro do prefeito David Almeida, aparece nas apurações como um dos citados nas conversas analisadas. De acordo com a reportagem, ele teria atuado na organização de encontros e na interlocução com líderes religiosos, em um contexto que envolveria a mobilização de eleitores durante o período eleitoral.
O episódio ocorre após suspeitas que já haviam surgido durante o período eleitoral de 2024, quando pastores chegaram a ser presos com dinheiro em espécie, levantando questionamentos sobre possíveis práticas de compra de votos. Na ocasião, celulares e outros materiais foram apreendidos e passaram a integrar as investigações conduzidas pela Polícia Federal.
Mesmo diante das suspeitas levantadas durante a disputa eleitoral, o processo seguiu seu curso institucional e a eleição foi concluída normalmente. Casos desse tipo costumam reacender dúvidas entre eleitores sobre a efetividade das punições previstas na legislação eleitoral, especialmente em regiões onde denúncias de compra de votos aparecem de forma recorrente em períodos de campanha.

STF barra visita de assessor americano a BolsonaroO STF revogou a autorização para que Darren Beattie, assessor sênior n...
13/03/2026

STF barra visita de assessor americano a Bolsonaro

O STF revogou a autorização para que Darren Beattie, assessor sênior nomeado por Donald Trump, visitasse o ex-presidente Jair Bolsonaro na Papuda. Beattie, crítico da atual gestão federal e do ministro Alexandre de Moraes, buscava acompanhar Bolsonaro durante seu período de prisão, alegando agenda oficial ligada a um fórum de minerais críticos em São Paulo. O Itamaraty alertou que a visita não possuía caráter diplomático formal e poderia configurar ingerência em assuntos internos do Brasil, diante da proximidade do período eleitoral.
O episódio ocorre em um momento sensível do calendário político brasileiro, às vésperas das eleições, quando temas de segurança institucional e imprensa externa estão em destaque. A tentativa de visita de um assessor americano crítico ao governo evidencia como atores externos podem influenciar percepções e debates internos, reforçando a atenção internacional sobre a política brasileira e a forma como o país é observado no exterior.

Fontes primárias:
Reuters – STF barra visita de assessor americano a Bolsonaro⁠

🚨O que é a Lei Anti‑Oruam e como ela trouxe à luz uma das grandes estratégias do crime organizado no Brasil🚨No último di...
24/07/2025

🚨O que é a Lei Anti‑Oruam e como ela trouxe à luz uma das grandes estratégias do crime organizado no Brasil🚨

No último dia 23 de julho de 2025, o rapper Oruam (nome artístico de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno) teve prisão preventiva decretada após se entregar à Polícia Civil do Rio de Janeiro. Ele foi indiciado por uma série de crimes: tráfico de dr**as, associação ao tráfico, resistência, desacato, lesão corporal, ameaça e dano ao patrimônio público.

A prisão ocorreu após um episódio em que Oruam tentou impedir a apreensão de um adolescente procurado por roubo e com ligação direta com o Comando Vermelho. Segundo a polícia, o cantor e seus aliados tentaram obstruir o trabalho das autoridades, mobilizando seguidores para confrontar os agentes e tumultuar o cumprimento de mandado judicial.

A investigação concluiu que Oruam não agia como simples espectador da realidade criminal — mas como um elemento ativo de propaganda e articulação. Sua imagem pública servia como ferramenta de influência e mobilização digital em favor de uma facção criminosa.

O que é a PL Anti-Oruam

A PL Anti-Oruam foi proposta em 2023 pela vereadora Amanda Vetorasso, em São Paulo, com um objetivo claro: impedir que artistas contratados com dinheiro público promovam discursos de apologia ao crime organizado, ao uso de dr**as, à violência ou à exaltação de facções criminosas.

A proposta nasceu como uma lei de responsabilidade sobre o uso de recursos públicos, sem censura ou julgamento moral sobre estilos musicais. Em resumo, ela estabelece que:

Artistas não podem utilizar eventos públicos pagos pelo Estado para exaltar criminosos, facções, armas ou o tráfico;

Caso infrinjam isso, devem devolver integralmente o valor recebido;

Também ficam impedidos de serem contratados novamente com verba pública.

A lei se espalhou rapidamente por outras câmaras municipais e assembleias legislativas em diferentes estados do Brasil, ganhando o apelido de “Anti-Oruam” — justamente por Oruam representar o símbolo de uma nova geração de artistas associados ao crime e protegidos pelo verniz da cultura pop.

Mas o que uma lei de responsabilidade com gastos públicos tem a ver com isso?

Tudo.

Porque, embora tenha surgido como uma simples medida de controle do uso de recursos públicos, a PL Anti-Oruam acabou jogando luz sobre algo muito mais profundo: a atuação cultural e financeira do crime organizado na sociedade brasileira.

Ao impedir o financiamento estatal de artistas envolvidos com discursos de exaltação ao crime, a lei não apenas barrou cachês indevidos — ela expôs uma engrenagem inteira que vinha sendo naturalizada.

Mostrou que as facções criminosas não atuam só com fuzis e dr**as. Elas também operam com microfones, produtoras de eventos, redes sociais, influenciadores, clipes e palcos. Criaram um braço cultural altamente lucrativo e estratégico, capaz de:

Lavar dinheiro do tráfico sob a fachada de eventos artísticos;

Construir prestígio e influência social para seus membros e ideologias;

E ocupar espaços públicos e simbólicos, disputando o imaginário da juventude.

A PL não precisou entrar nesse mérito para atingir esse efeito — ela apenas cortou a to****ra do financiamento público. E ao fazer isso, escancarou o quanto essa estrutura depende da validação estatal para se consolidar como algo “aceitável”.

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A prova disso veio logo em seguida.

Em junho de 2025, a Polícia Civil do Rio revelou um gigantesco esquema de lavagem de dinheiro operado pelo Comando Vermelho, usando produtoras de bailes funk como fachada. A investigação apontou que essas empresas funcionavam como escritórios de fachada do tráfico, movimentando quantias milionárias com contratos fictícios, shows simulados e cachês inflacionados.

A operação atingiu nomes ligados a artistas populares, incluindo a esposa de MC Poze e integrantes da facção Al Qaeda. Segundo a polícia, essas estruturas estavam formalizadas, protegidas e legitimadas por um verniz cultural, funcionando à margem da lei, mas com aparência de legalidade.

Ou seja, a PL Anti-Oruam, ao simplesmente barrar o uso de dinheiro público em eventos desse tipo, acabou colocando os holofotes sobre esse ecossistema criminoso inteiro, até então tratado como “parte da cena cultural”.

🚨 MOVIMENTO POLÍTICO NO BRASIL QUER IMPORTAR O MODELO DE EL SALVADOR PARA ANIQUILAR O CRIME ORGANIZADO! 🚔🔥Nas últimas se...
22/07/2025

🚨 MOVIMENTO POLÍTICO NO BRASIL QUER IMPORTAR O MODELO DE EL SALVADOR PARA ANIQUILAR O CRIME ORGANIZADO! 🚔🔥

Nas últimas semanas, uma pauta tem ganhado corpo nos bastidores da política nacional: a discussão sobre um novo modelo de enfrentamento ao crime organizado, inspirado na bem-sucedida experiência de El Salvador.

O chamado “Direito Penal do Inimigo” tem sido mencionado como uma possível resposta à crescente sofisticação e brutalidade das organizações criminosas que hoje atuam com força em território brasileiro.

Essa doutrina, formulada pelo jurista alemão Günther Jakobs, parte do princípio de que certos agentes — ao romperem de forma sistemática e deliberada com o pacto civilizatório — colocam-se fora das garantias comuns do Estado de Direito. A lógica é simples: se o crime assume feições de guerra, o Estado não pode seguir tratando seus autores como meros transgressores individuais.

Foi com base nessa filosofia que El Salvador, sob a liderança do presidente Nayib Bukele, realizou um movimento radical de reestruturação de seu sistema penal. Em pouco mais de dois anos, o país passou de uma das nações mais violentas do mundo para uma das mais seguras da América Latina. Cerca de 80 mil membros de facções criminosas foram detidos, e uma megaestrutura carcerária foi criada para contê-los.

No Brasil, vozes da política contemporânea têm defendido uma reinterpretação do papel do Estado diante do crime. O movimento liderado Renan Santos, não esconde a inspiração no modelo salvadorenho. Em suas palavras, “prendeu, matou”, é o resumo de um paradigma que, embora duro, parte do princípio da autopreservação do Estado e da sociedade.

O discurso é direto: ou o Estado se impõe, ou será substituído por forças paralelas. O garantismo irrestrito tem sido usado como escudo por organizações que já não atuam mais à margem, mas sim dentro das estruturas de poder.

Existem muitos críticos. Mas não se pode negar que os resultados práticos desse endurecimento penal foram rápidos, visíveis e, sobretudo, aprovados em massa pela população salvadorenha, que hoje apoia o governo com índices recordes de popularidade.

No Brasil, onde o crime organizado já controla territórios, financia campanhas e desafia abertamente o Estado, será que chegou o momento de discutir com mais seriedade qual é o limite entre garantir direitos e perder o controle?

O “Direito Penal do Inimigo” não é uma proposta de substituição das garantias, mas sim de reconhecimento de uma exceção emergencial diante de um adversário que não joga com as mesmas regras.

Endereço

Manaus, AM

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