10/05/2026
Ah que privilégio seria se aos 23 eu acordasse com a notícia de que a partir daquele dia tudo em mim seria por um motivo. Eu teria então, construído uma redoma de amor, e com o passar dos 10 anos que viriam, eu buscaria sem cansar por todos os pontos em que eu não aprendi direito, em tudo que eu ainda não tinha me tornado, porque ainda não tinha conseguido, co mo é amar de verdade, como melhorar um pouco por dia, como se encontra conexão genuína com Deus, que perdão é o ato mais corajoso de libertação que existe, que Jesus viveu para me ensinar tudo que preciso me tornar, que tudo que passei antes disso não precisa mais servir a partir disso porque eu tenho permissão para construir o novo.
Se esse privilégio fosse possível aos 23, eu teria tido a chance de ser mãe de meninos como eu dizia na infância para ensiná-los a serem os homens que minhas mulheres tanto precisaram e nem sempre tiveram. Eu poderia encorajá-los a serem fortes, corajosos mas ainda respeitosos, dizer a eles que todos os sonhos que nascerem no coração deles podem ser realizados se eles tivessem muita determinação e fizessem tudo que podem para alcançá-los, desde que respeitassem a todos. Eu os diria ao ouvido todas as noites antes de dormir (quase como um mantra) que eles são pessoas confiáveis, que são amorosos, criativos, inteligentes e são tudo que eu sempre pedi a Deus.
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