Mesaque 🧑🏻‍💻 Ajudo sua empresa vender com tráfego pago ⚜️+R$200 Milhões em vendas para os meus clientes. Clientes parceiros em 9 Estados do Brasil.

18/08/2026

Hoje, fiz um encontro de consultoria com um cliente e apareceu um lead que estava parado no comercial dele.

Ele já tinha conseguido falar com esse cara alguns dias atrás.

O lead demonstrou interesse, mas pediu para retomarem a conversa mais à frente.

A dúvida foi:
“O que eu faço com esse cara agora?”

Minha orientação foi simples:

Não trate como perdido.
Mas também não fique perseguindo o cara toda semana.

Quando existe interesse real, mas o impedimento é tempo, eu gosto de fechar um microcompromisso.

Se o sujeito diz:
“Daqui a quatro meses faz sentido.”

Eu não termino com:
“Beleza, então nos falamos.”

Eu abro a agenda.
“Então vou te ligar dia 10 de dezembro. Pode ser?”

Coloco na minha agenda.
Peço para ele colocar na dele.

E, se fizer sentido, ainda trago esse potencial cliente para mais perto ainda.

Porque existe uma diferença enorme entre um lead que não quer comprar e um lead que quer comprar, mas ainda não chegou no momento de compra.

Principalmente em vendas complexas e tickets superiores a R$500 mil, nem toda oportunidade precisa virar reunião amanhã.

Algumas precisam ser maturadas por meses.

O erro é gastar dinheiro e energia para gerar uma boa oportunidade, descobrir que existe intenção de compra…

…e simplesmente deixar aquele contato desaparecer porque ele não estava pronto no dia em que você queria vender.

Oportunidade boa não é só aquilo que pode fechar essa semana.

É também saber exatamente quem merece continuar no seu radar, e quando você deve voltar para a conversa.

10/08/2026

Semana começando com CRM de cliente bem nutrido de oportunidades.

Esse é o tipo de tela que eu gosto de olhar.

Porque marketing bom precisa aparecer no lugar onde a empresa sente:

no CRM,
na agenda comercial,
nas conversas com compradores,
nas oportunidades reais,
e depois na receita gerada.

Curtida não paga vendedor.

Viralizar não sustenta negócio sério.

Lead sem contexto só cria barulho.

O que muda o jogo é quando aquisição, qualificação e comercial começam a conversar.

Aí a empresa para de olhar só para métrica de plataforma e começa a enxergar demanda entrando na operação.

CRM cheio não acontece por acidente.

Acontece quando a empresa entende quem quer atrair, filtra melhor quem chega e organiza o comercial para aproveitar as oportunidades certas.

Estratégia que funciona aparece no negócio de forma tangível.

O resto é relatório bonito.

03/08/2026

O lead chega meio curioso. E muitas vezes, somente.

E aí vem a tendência natural:

descartar.

Só que, em vendas complexas, esse cuidado precisa ser maior.

Interesse e prioridade são coisas diferentes.

Às vezes o lead até tem interesse.

Ele sabe que existe um problema.
Ele entende que aquilo pode ser pra ele.

Mas ainda não está doendo ou desejando o suficiente para virar decisão agora.

E é aqui que muita vendedor tirador de pedido perde oportunidade.

O lead entra frio.
A SDR trata como desqualificado.
O comercial descarta.

Mas, na prática, talvez aquele lead só precisasse de uma condução melhor para perceber o custo de continuar parado.

Por isso, em operações de vendas complexas, aquisição e SDR não podem trabalhar apenas com a lógica de “respondeu ou não respondeu”.

A função da comunicação é aumentar consciência.
A função da SDR é entender contexto.

E, em muitos casos, fazer o lead perceber que a solução que ele tratava como distante já deveria ter entrado na lista de prioridades.

Lead curioso pode ser só curiosidade mesmo.

Mas também pode ser uma oportunidade boa sendo desperdiçada por falta de condução.

Se você quer direcionamento pra sua estrutura, clica no link da bio.

Autoridade não é o que você pensa que é. E isso pode ser uma boa notícia pra você.Fiquei pensando em uma conversa que ti...
03/08/2026

Autoridade não é o que você pensa que é. E isso pode ser uma boa notícia pra você.

Fiquei pensando em uma conversa que tive com um CFO sábado de manhã.

Um cara com histórico forte.

Já ajudou a estruturar empresa de R$100 milhões por ano.

Comprou jatinho executivo.

Já esteve em mesa com grandes players do mercado.

Entende número, crescimento, estratégia..

A reunião era para apresentar minha assessoria de tráfego pago pra ele.

Mas no meio da conversa ficou claro que o melhor caminho, naquele momento, era outro.

Ele pediu uma mentoria 1:1 comigo, com encontros quinzenais.

Eu vou orientar a estratégia, corrigir a rota e ajudar a construir a aquisição do jeito certo.

Mas o que mais me chamou atenção não foi o programa fechado.

Foram duas falas dele.

Ele disse que estava conversando comigo e com mais dois profissionais.

E decidiu fechar comigo porque sentiu mais confiança.

Mesmo eu cobrando 5x mais caro que os outros.

Depois falou que me enxergava como um “estrategista pra cauda longa” e queria meu acompanhamento para os próximos anos da empresa dele também.

Alguém que talvez não resolvesse apenas o momento atual, mas pudesse acompanhar o próximo nível do negócio com mais profundidade lá na frente.

A segunda fala me pegou ainda mais.

“Mesaque, teu nome não me é estranho.
Parece que eu já ouvi teu nome em alguma mesa de mastermind faixa preta do mercado.”

Palavras dele.

Isso me deixou pensando.

Porque posicionamento não aparece apenas quando alguém curte um post.

Às vezes, aparece quando seu nome começa a circular em conversas que você nem estava presente.

E, quando essa pessoa finalmente chega até você, ela já não chega do zero.

Chega com algum nível de memória.
Algum nível de curiosidade.
Algum nível de confiança prévia.

No fim da reunião, ele fez o pagamento ainda em call.

Começamos nessa semana.

Esse é o tipo de bastidor que reforça uma coisa que eu acredito cada vez mais:

O mercado de alto ticket não compra mais só execução.

Ele compra, acima de tudo, confiança, credibilidade e reputação inabalável.

Siga pra acompanhar esse bastidor.

31/07/2026

Essa frase não é minha, mas talvez mude sua perspectiva ao ver seu negócio daqui pra frente. Como me mudou quando eu ouvi de um mentor quase bilionário.

"Eu sou um canal de Deus para expandir e melhorar o mundo."

Não significa perfeição.

Muito menos usar da fé ou o nome de Deus, como argumento comercial.

Significa apenas que, sua empresa foi feita para para abundância.

Ela contrata pessoas.

Ela paga famílias.

Ela movimenta uma cidade.

Ela gera oportunidades.

No fim das contas, prestar um serviço de excelência também é uma forma de servir.

Talvez seja por isso que, quando alguém me procura para falar de tráfego, a conversa quase sempre termina falando de pessoas, decisões e negócios.

Porque é ali que os resultados realmente começam.

Quantas pessoas vencem se você vencer? Pense aí.

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30/07/2026

Semana passada, uma CEO de um Grande grupo B2B, comentou que todo o processo dela parecia pesado.

Cada conversa exigia muito esforço.

Cada negociação parecia uma batalha.

E isso me fez dizer uma coisa que eu acredito há muito tempo.

Se tudo está difícil o tempo inteiro...
Vale a pena parar e investigar.

Porque empresas saudáveis vivem de relações em que os dois lados ganham.

O cliente resolve um problema importante.

A prestador é bem remunerado por isso.

Quando essa troca está equilibrada, a venda tende a ser mais leve.

Não significa que seja fácil.
Mas é mais fluido.

Agora, quando cada orçamento vira uma guerra...
Quando toda proposta precisa ser defendida...
Quando cada cliente parece um convencimento infinito...

Normalmente eu não olho primeiro para o preço.

Eu olho para a energia e posicionamento de quem está guiando.

E pode achar que é bobagem, você tem esse direito. Não me importo.

Então...

Será que o problema é o público?
Será que a promessa está errada?
Será que o cliente ainda não percebeu valor?

Ou será que você está tentando vender para quem nunca deveria comprar?

Na maioria das vezes, o peso não está na negociação.

Está em tudo o que aconteceu antes dela.

Foi isso que conversamos.

E, curiosamente, quase sempre que corrigimos isso...

A venda deixa de parecer uma luta e vem com satisfação. Para ambos.

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29/07/2026

Esses dias, durante uma reunião com uma cliente do setor jurídico, surgiu um assunto que parecia pequeno.

Mas estava travando completamente as vendas dela.

Ela vende com ticket médio acima de R$ 40 mil.

Mesmo assim, tinha receio de cobrar pela primeira consulta.

A dúvida dela era simples:

"E se o cliente achar caro?"

A minha resposta foi outra pergunta.

"Caro em relação a quê?"

Percebi que o problema não era o valor da consulta.
Era o momento em que esse valor estava sendo apresentado.

Expliquei para ela que, quando você fala preço antes de gerar valor, a única informação que o cliente tem é um número.

Não existe contexto.
Não existe confiança.
Não existe percepção de competência.

Existe apenas comparação.

Foi aí que mudamos completamente a lógica da conversa.

Primeiro você entende o problema.

Depois faz perguntas.

Aprofunda.

Mostra que compreendeu a situação.

Ajuda o cliente a enxergar o que ele mesmo ainda não tinha percebido.

Só então fala de preço.

Porque, nesse momento, ele já não está comparando uma consulta.

Ele está comparando o custo de continuar convivendo com o problema.

É curioso como, muitas vezes, o gargalo de uma venda não está no valor cobrado.

Está na ordem em que a conversa acontece.

E foi exatamente isso que ajustamos na estrutura dela.

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