10/11/2025
Em 14 de agosto de 1959, a divisa entre Santa Catarina e Paraná foi palco da maior tragédia envolvendo um tornado já registrado no Brasil.
Uma sequência de tornados, com o mais forte classificado como F4, devastou a região e deixou um rastro de destruição e luto.
O epicentro do desastre ocorreu em Palmas (PR), onde a força da natureza foi avassaladora. Casas, estruturas e uma vila inteira de trabalhadores foram varridas do mapa, com relatos de objetos pesados sendo arremessados a grandes distâncias.
No total, essa série de eventos climáticos resultou em cerca de 90 a 100 mortes em toda a região Sul. O impacto fatal foi sentido em várias comunidades. Nas quatro cidades mais citadas da tragédia, a contagem foi:
📍 Em Palmas (PR): Ao menos 35 vítimas fatais. 📍 Em Canoinhas (SC): 18 mortes registradas. 📍 Em Porto União (SC): 12 mortes. 📍 Em União da Vitória (PR): Pelo menos 2 mortes.
A soma documentada nessas quatro cidades chega a 67 vítimas. As demais mortes, que completam o trágico total de quase 100, ocorreram em outras localidades do Paraná e Santa Catarina que também estavam na rota de destruição do surto de tornados.
Mais do que um registro meteorológico, a tragédia de 1959 é um lembrete histórico da força da natureza e um marco trágico na memória da população do Sul do Brasil.