23/12/2025
Uma campanha não precisa “tomar lado” pra virar crise. Basta o público achar que tomou.
E aqui está a parte que muita empresa ignora: marca não vive da intenção de quem criou. Marca vive da interpretação de quem consome.
Quando você é uma marca de massa, construída em cima de “todo mundo usa”, qualquer sinal que pareça bandeira política vira risco. Não importa se era “só uma mensagem”. Se o público entendeu como posicionamento, o custo chega do mesmo jeito: boicote, ruído, queda de confiança e perda de mercado.
O ponto não é “não ter valores”.
O ponto é: você sabe quem é sua base, o que ela tolera e o que ela lê como ataque?
2026 vai ter barulho infinito. Cultura, polêmica, recorte, cancelamento, disputa. Caixa não aguenta barulho infinito.
Como o falou: “vão tentar te convencer que é o fim, mas foque no crescimento do seu negócio”.
Quer a matriz que a EISEN usa pra decidir se uma campanha é segura, interpretável ou alto risco (sem entrar em crise de percepção)?
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