18/05/2026
Esse movimento nasceu quando entendemos que: os jovens e adolescentes estavam esperando alguém que tivesse coragem de ir até eles.
Foi nas escolas, nas praças, nas ruas e nos evangelismos que tudo começou. Não começou em um palco. Não começou com milhares de servos. Começou no amor. Começou no coração de pessoas que decidiram dizer “sim” para o chamado de Deus. E foi nesse “sim” que vimos um avivamento tomar conta da cidade de Rio Verde, Goiás. Mas bem antes disso já havia tomado conta da cidade de Campo Grande, de Ponta Porã no Ms e de Pedro Juan Caballero, no Paraguai.
Foram mais de 2 mil vidas alcançadas em pequenos evangelismos. Famílias foram restauradas. Jovens voltaram a sonhar. Movimentos foram levantados dentro de várias igrejas. O que parecia pequeno se tornou uma chama impossível de esconder.
E nós entendemos que isso nunca foi sobre fazer barulho. É sobre levantar um movimento evangelístico que carrega propósito, verdade e transformação.
A chama não pode apagar.
Depois de tudo o que já vivemos, sabemos que ainda existe muito mais para viver. O que começou um dia na minha adolescência, agora acontece em Rio Verde, mas não nasceu para ficar apenas aqui. Existe um chamado para expandir. Para alcançar outros estados, outras igrejas e até outras nações.
Eu, aos 36 anos, e meu esposo, aos 46, entendemos a responsabilidade que Deus colocou em nossas mãos. Não estamos aqui apenas para assistir uma geração queimando. Estamos aqui para manter essa chama acesa, levantar líderes e ativar jovens para viverem o propósito pelo qual foram chamados.
Porque avivamento não é emoção passageira. Avivamento é quando uma geração encontra Jesus de verdade e decide nunca mais voltar atrás.
Decidimos perder a vida na terra se for preciso para ganharmos no céu. Essa é nossa missão!