14/02/2025
A sustentabilidade e os critérios ESG (Environmental, Social, and Governance) estão em alta, mas, embora muitas empresas estejam adotando essas práticas, poucas realmente se preocupam e implementam ações concretas para gerar impactos positivos no meio ambiente e na sociedade.
Dados recentes mostram que 87% dos brasileiros querem adotar um estilo de vida mais sustentável, e 56% já deixaram de comprar produtos ou serviços de empresas que não demonstram compromisso com o meio ambiente (Fonte: Kantar, 2023). Esses números refletem uma mudança significativa no comportamento do consumidor, que exige transparência e ações genuínas das marcas.
Com a promessa de que 2025 será um ano importante para a legislação de sustentabilidade em várias economias globais, as empresas serão forçadas a enxergar de vez o tema. A pressão por práticas sustentáveis virá tanto dos consumidores quanto dos governos, exigindo adaptação rápida.
Apesar disso, muitas ainda tratam o ESG como superficial, focando mais no discurso do que, na prática. A análise do Kantar BrandZ Global revela que o marketing sustentável já contribui com R$ 1,1 trilhão para o valor das 100 maiores marcas do mundo (Fonte: Kantar BrandZ, 2023). Isso mostra que, quando bem executada, a sustentabilidade pode ser um poderoso impulsionador de valor de marca.
O que isso significa para o futuro?
- Marcas que integrarem práticas ESG autênticas em seu DNA terão vantagem no mercado.
- Consumidores estão atentos ao greenwashing. Marcas que quiserem se destacar precisam adotar práticas genuínas e comunicá-las de forma clara.
- Produtos e serviços que reduzam o impacto ambiental serão prioritários.
- Novas regulamentações globais vão acelerar a adoção de práticas sustentáveis, e empresas que se adaptarem primeiro terão vantagem competitiva.
A sustentabilidade e o ESG não são tendências passageiras. No entanto, apenas aquelas que forem além do discurso e implementarem ações reais e impactantes conseguirão conquistar a confiança e a lealdade dos consumidores.