Subversos Livraria e Editora

Subversos Livraria e Editora Desde sua fundação, em 2006, a Subversos busca contribuir com a circulação de escritos singulares.

Voltada inicialmente apenas para publicações psicanalíticas, em pouco tempo passou a manter, em seu blog, um diálogo vivo e aberto com a arte, a literatura, a política e a filosofia. Sensível ao seu tempo, a editora propõe contribuir com a publicação de textos que produzam brechas em discursos totalizantes e decantá-los, sempre que possível, em livros. Atenta à sua volta, nossa equipe busca não ap

enas acolher trabalhos já escritos, mas também recolher artigos dispersos, falas, cursos ou produções acadêmicas, a fim de fazer deste material um produto-escrito que atravesse um maior número de leitores. É isso que faz pulsar a Subversos. Mais recentemente foi inaugurada também nossa livraria virtual, na qual, além dos nossos, contamos com títulos de outras editoras, todos eles afinados com a nossa orientação. A Subversos é uma editora independente e em construção permanente, cuja existência se equilibra entre um desejo decidido e as limitações que se pode encontrar ao fazer existirem produções que, muitas vezes, parecem não ser absorvíveis pelo mercado. Assim, convidamos aqueles que acreditam nesta proposta a fazerem parte dela, ajudando a mantê-la viva. Criamos algumas possibilidades de contribuições, mensais ou avulsas, implicando diferentes retornos e recompensas aos que contribuírem. Com isso, abrimos um espaço de maior proximidade entre a Subversos e aqueles que se identif**am com sua proposta, apostando nessa parceria para continuarmos nosso voo textual.

No blog da SubversosIn Situ | Entrevista: Cláudio OliveiraPor Fatima Pinheirohttp://subversos.com.br/in-situ-entrevista-...
07/10/2019

No blog da Subversos
In Situ | Entrevista: Cláudio Oliveira
Por Fatima Pinheiro
http://subversos.com.br/in-situ-entrevista-claudio-oliveira/

"Acho que a poesia salva ou pode salvar. Muitos dos escritos deste livro surgiram em momentos de grande angústia que se tornaram poesia e ao se tornar poesia não eram mais o que eram antes de serem escritos. Escrever muda tudo. Não é por acaso que Lacan definia a análise como uma injunção à escrita. O que se escreve é o real. Disso eu tenho certeza, tanto após a minha análise, quanto após ter escrito este livro."

Leia a entrevista em http://subversos.com.br/in-situ-entrevista-claudio-oliveira/






No blog da Subversos Psicanálise e negritude: necessidades e impassesPor Geisa Assiswww.subversos.com.br/psicanalise-e-n...
07/08/2019

No blog da Subversos
Psicanálise e negritude: necessidades e impasses
Por Geisa Assis
www.subversos.com.br/psicanalise-e-negritude-necessidades-e-impasses

"A questão do sujeito negro no Brasil se coloca na ordem do dia, apesar de não ser de hoje que o tema do racismo e da (in)visibilidade de sujeitos negros esteja em pauta. Talvez, tal tema tenha voltado à cena com tamanha força devido ao advento da internet e, mais ainda, das redes sociais, como, também, à tomada da palavra pelas mulheres. Não por menos, uma mulher negra vos fala.
Não apenas os sujeitos negro e negra voltam à cena com as diversas questões que os atravessam, como também observamos um movimento, uma marolinha: enfim, a psicanálise vem se ocupando de tais sujeitos e suas questões.

Isso nos coloca de frente a duas ruelas, as quais foram nomeadas como necessidades e impasses. Assim, afirmamos primeiro que a psicanálise está não-toda ao lado das questões levantadas pelo movimento negro. Aqui, impasses [...] "

Leia o texto na íntegra aqui👇🏽
subversos.com.br/psicanalise-e-negritude-necessidades-e-impasses

No blog da Subversos Infinito instante | ”In game photography”: arte, tecnologia, fotografia e videogamePor Ioana Melloh...
29/07/2019

No blog da Subversos
Infinito instante | ”In game photography”: arte, tecnologia, fotografia e videogame
Por Ioana Mello
http://subversos.com.br/in-game-photography-arte-tecnologia-fotografia-e-videogame/

"Vivemos em um momento de transição e fluidez que perpassa várias áreas, incluindo o universo imagético. A fotografia é impulsionada pelo vasto poder das tecnologias computacionais, o que acarreta enormes mudanças de parâmetros quando refletimos sobre a imagem. Pensem nas novas tecnologias em desenvolvimento e o potencial surpreendente em jogo: a realidade virtual (VR), a inteligência artificial (AI), as lentes líquidas, sensores curvos, apenas para citar alguns. Tecnologias que muitas vezes não vêm através do mercado fotográfico, mas pelas mãos de engenheiros e matemáticos.

A fotografia está passando por uma transformação tecnológica, estética e social, em escala global, o que coloca em jogo as tradicionais noções de realidade, documentação e autoria da mídia fotográf**a. Será que ainda podemos falar de uma separação clara entre virtual e real? No final dos anos 90 e início dos anos 2000, experimentamos isso mais formalmente com a separação nítida entre os avatares e o nosso verdadeiro eu, por exemplo. Agora, porém, parece cada vez mais difícil imaginar um limite. [...]"

Leia o texto na íntegra em http://subversos.com.br/in-game-photography-arte-tecnologia-fotografia-e-videogame/






No blog da SubversosO Livrinho de VidroPor Tania Riverawww.subversos.com.br/o-livrinho-de-vidro"Quando Tatiana entrou, P...
06/06/2019

No blog da Subversos
O Livrinho de Vidro
Por Tania Rivera
www.subversos.com.br/o-livrinho-de-vidro

"Quando Tatiana entrou, Paulo ficou inquieto. Ela irradiava uma estranha força, em sua extrema fragilidade.

Ausente dela mesma, sem saber de si – ele pensou. Ela aceitou uma bebida, e começou a falar, devagar. Que gostou muito da palestra. Também queria ser escritora, era esse seu enorme constrangimento. Pôs-se a rir e logo a gargalhar, num súbito desembaraço que surpreendeu o homem. Como se bastasse querer… No início, ainda adolescente, começou a pôr no papel seus sonhos. Toda noite."

Tania Rivera - "O Livrinho de Vidro"

Leia o texto na íntegra em www.subversos.com.br/o-livrinho-de-vidro





No Blog da SubversosIn Situ | A artista por ela mesma: Mar BeckerPor Fatima Pinheiro e Fernando José Karlhttp://tiny.cc/...
07/05/2019

No Blog da Subversos
In Situ | A artista por ela mesma: Mar Becker
Por Fatima Pinheiro e Fernando José Karl
http://tiny.cc/7otb6y

"Mar Becker (Marceli Andresa Becker) nasceu em Passo Fundo/RS e atualmente mora em São Paulo/SP. Formou-se em Filosofia/UPF e possui especialização em Epistemologia e Metafísica/UFFS. Participou de algumas antologias da poesia brasileira recente e tem duas plaquetes publicadas, uma pelo Centro Cultural São Paulo e outra pela Editora Quelônio (publicação em conjunto com os poetas Alberto Bresciani e Ana Estaregui, projeto Vozes Versos, curadoria de Heitor Ferraz Mello e Tarso de Melo). Ainda não publicou livro.

Mar Becker, com seus textos: “Cadernos dos fins”, “Caderno das Vindimas”, “Caderno da impermanência”, “As mulheres são todas iguais”, nos lança numa escrita poética sensual, intimista, passional e inédita. Assim se referiu o poeta Fernando José Karl, a quem convidei para participar da entrevista, sobre os efeitos que lhe causaram a escrita de Mar Becker: “Rastros de fogo durante a cinza das horas”. Podemos encontrar, nos textos dela, o movimento do traçado de uma genealogia do feminino, cujas linhas muitas vezes inacabadas são tecidas a partir dos cortes e costuras do universo das mulheres gaúchas, o que nos aproxima de uma poética erótica e íntima onde o corpo e escrita se enlaçam.

A escrita de Mar Becker testemunha a marca de um corpo falante, um corpo onde reside um gozo feminino que foge do simbólico, e que permanece não nomeável. Essa dimensão da poética de Mar Becker se aproxima do mistério do corpo quando se lança na direção de visar o enigma de um gozo que não consegue dizer-se."

Leia a entrevista no Blog da Subversos: http://tiny.cc/7otb6y

Amanhã, a partir das 19h, na Blooks Livraria, Marcus André Vieira conversa com o escritor Caio Meira e com a Diretora de...
26/04/2019

Amanhã, a partir das 19h, na Blooks Livraria, Marcus André Vieira conversa com o escritor Caio Meira e com a Diretora de Biblioteca da Escola Brasileira de Psicanálise, Andrea Vilanova, sobre seu livro recém lançado, “A escrita do silêncio (voz e letra em uma análise)”. Para aquecer, deixamos aqui um pequeno trecho do livro. Nos vemos lá!

“Para fazer a parede do recalque falar, é preciso alguém – o analista – que já teve a experiência do encontro com seu próprio recalcado, para sustentar a aposta de que as paredes falam. É preciso ter sido ou ainda ser analisante para poder, para outros, ser analista; para apostar nos sons que não ouvimos, até que se ouçam.
Parece coisa mágica, mas não é. Como primeira aproximação, talvez ajude o modo como Chico Buarque encontra mensagens sonoras em meio ao silêncio de uma montanha, Morro Dois Irmãos:

'Dois Irmãos, quando vai alta a madrugada e a teus pés vêm se encostar os instrumentos...

Aprendi a respeitar tua prumada e desconfiar do teu silêncio'.

Sim, quando se frequentou bastante o silêncio da pedra, pode-se ouvi-lo falar. Nesse caso, a experiência muito carioca, da zona sul, a de viver ao pé de uma montanha rochosa, conta. Imagino Chico chegando em casa, tarde da noite, e, da janela, perdendo seu olhar no enorme paredão rochoso à sua frente, ainda mais enorme no silêncio da madrugada, que transporta magnif**amente para seus versos:

'Penso ouvir a pulsação atravessada / Do que foi e o que será noutra existência / É assim como se o ritmo do nada / Fosse, sim, todos os ritmos por dentro / Ou, então, como uma música parada / Sobre uma montanha em movimento'.

A diferença entre Chico Buarque e o analista é que este não será um cantador do silêncio de nosso recalque. Será, ele próprio, a montanha. Terá que aceitar, para começar, esse papel, o de um Outro que nada quer especif**amente, a não ser estar ali.
É uma forma de alteridade muito especial, dessa apenas-presença, sem corpo, que se apresenta em análise. Não é coisa de outro mundo. Já se insinua, por exemplo, na presença silenciosa do companheiro desconhecido no elevador. Não há ninguém, mas há. Lacan a chamou de “a presença do Outro”, definindo-a como “anterior a tudo que possa elaborar ou compreender”. É o Outro-montanha, em seu aspecto mais esvaziado de sentido, mas, por isso mesmo, mais intenso em sua insondável realidade.
Nada mostra como essa montanha nos fará ouvir os sons do recalque. É porque parece, ainda, que o recalque é coisa de mesa de edição, e que o recalcado é uma invenção poética. O recalque, como ponto de surdez necessário para que se possa ouvir, na polifonia do mundo, alguma melodia, inscreve-se no corpo, nos acidentes da vida, coisas acontecidas e não de outro mundo”.

Confirme sua presença aqui: https://www.facebook.com/events/2489747551252851/

No blog da SubversosInfinito instante | As múltiplas facetas de Shinji NagabePor Ioana Mellowww.subversos.com.br/infinit...
23/04/2019

No blog da Subversos
Infinito instante | As múltiplas facetas de Shinji Nagabe
Por Ioana Mello

www.subversos.com.br/infinito-instante-as-multiplas-facetas-de-shinji-nagabe

"Shinji Nagabe é considerado um nissei, ou seja, um brasileiro descendente de japonês, mas como vemos em seu trabalho, ele ultrapassa essa etiqueta. De família simples do Paraná, e tendo vivido uma infância solitária, o que percebemos das origens de Shinji são esses dois pilares culturais que transbordam em suas imagens.Também f**a evidente a sua originalidade em criar universos lúdicos de materiais simples e cotidianos. Já adulto, Shinji saiu do Brasil, imigrando para França. “ESPINHA” é o resultado deste processo de transição para um novo país, de descobrimento íntimo e de reencontro com a fotografia. Um projeto pessoal com um título em duplo sentido para conseguir captar seus profundos questionamentos de artista imigrante , com duas nacionalidades de base. A espinha é tanto o osso que sustenta o corpo e as raízes de sua origem como também a espinha que fere, a realidade que dói, mas que ao mesmo tempo serve de proteção.

Ganhador do Prêmio Art Photo BCN de 2016, Prêmio Maison Blanche 2018 e finalista do Prix HSBC de Fotografia Contemporânea 2018, Shinji Nagabe é jornalista de formação. Em suas fotografias, vemos esse lado jornalístico na interação com o ambiente. Cada série sua é uma imersão com a história da região, as práticas habituais dos povoados e a cultura local. Mas esse toque de realidade é rapidamente suplantado por um mundo de fantasia, onde os objetos ganham novos signif**ados, assim como a pessoa fotografada, que com seu rosto escondido ganha outra representação [...]".

Leia o texto na íntegra em www.subversos.com.br/infinito-instante-as-multiplas-facetas-de-shinji-nagabe





No blog da SubversosO mundo por aqui | Só mais um monte de tijolosPor Gustavo Alvim de Góes Bezerrasubversos.com.br/o-mu...
14/04/2019

No blog da Subversos
O mundo por aqui | Só mais um monte de tijolos
Por Gustavo Alvim de Góes Bezerra
subversos.com.br/o-mundo-por-aqui-so-mais-um-monte-de-tijolos

“Nessa cidade de arranha-céus, o monumento que mais chama a atenção é um busto pequeno no princípio da Magnificent Mile, logo ao final da ponte DuSable. O busto é de Jean-Baptiste Pointe DuSable, um haitiano de nascimento – contemporâneo da Revolução Haitiana –, e a primeira pessoa, inserida na estrutura de colonização ocidental, a fazer daquele encontro do rio com o lago um pouso e um entreposto comercial.

O busto desse haitiano está de frente para o edifício com o nome de Trump, um dos maiores do centro comercial da cidade e com uma arquitetura ascética, de linhas sem graça, que destoa da arquitetura de linhas fortes ou delicadas – linhas adjetiváveis – dos arranha-céus daquela parte da cidade. A diferença entre o busto e a torre são tantas e tamanhas que, mesmo para colocar ambas numa mesma foto, é difícil. Falta ângulo. O busto está direcionado para a torre, então a foto é da nuca daquele haitiano. É como se aquele haitiano estivesse tentando olhar para alguma coisa que estaria para além daquele prédio. É como se o prédio estivesse bloqueando sua visão. É como se o prédio fosse um muro. Enfim, essas duas referências não cabem na mesma foto; elas dão conta de cidades diferentes [...]”.

Leia o texto na íntegra em: subversos.com.br/o-mundo-por-aqui-so-mais-um-monte-de-tijolos




No blog da SubversosRio de Janeiro, 14 de março de 2019.Uma homenagem a Marielle FrancoPor Natasha Corbelino www.subvers...
15/03/2019

No blog da Subversos
Rio de Janeiro, 14 de março de 2019.
Uma homenagem a Marielle Franco
Por Natasha Corbelino

www.subversos.com.br/rio-de-janeiro-14-de-marco-de-2019

"Arcos da Lapa, 18 de abril de 2016, mulheres se abraçam entre vômitos, o meu presente. Em Brasília, homens votam pela família, por Deus, pelo golpe no corpo da mulher. Jair Bolsonaro vota também pela memória do maior torturador nomeado da História do país no período da Ditadura Militar. É disparado o primeiro tiro.

Arcos da Lapa, 02 de outubro de 2016, mulheres se abraçam entre sorrisos, o meu presente. Está eleita vereadora Marielle Franco.

Estácio, 14 de março de 2018, o primeiro tiro chega ao rosto de Marielle. Está firmada na História a mulher que vai derrubar o horror.

Brasil, 28 de outubro de 2018, Jair Bolsonaro Presidente do Brasil, apesar de tudo, apesar de todas.

Rio das Pedras, jan a dez dos anos 90 até hoje.

Barra da Tijuca, 12 de março de 2019. E antes. E depois.

Brasil de 2019 [..]."

Leia o texto na íntegra em www.subversos.com.br/rio-de-janeiro-14-de-marco-de-2019






Infinito instante | Sophie Calle, “se cuide”Por Ioana Mellohttp://subversos.com.br/infinito-instante-sophie-calle-se-cui...
11/03/2019

Infinito instante | Sophie Calle, “se cuide”
Por Ioana Mello
http://subversos.com.br/infinito-instante-sophie-calle-se-cuide/

"Multidisciplinar, a francesa Sophie Calle trabalha com fotografia, vídeo, artes plásticas, performance e literatura. Justamente por essa facilidade de atuar em várias áreas artísticas, Sophie Calle é difícil de ser rotulada. Melhor assim! Essa liberdade de ultrapassar os limites das definições faz com que ela seja uma figura importante no universo artístico. Nascida em 1953, Sophie começou a fazer sucesso nos anos 1970, com um trabalho distinto que mistura imagens, texto e relatos pessoais.

De forma bastante conceitual, suas obras partem de suas experiências subjetivas para fazer um contraponto entre a vida privada e a vida pública. Porém, mesmo se valendo de momentos da sua vida, sua obra não é uma forma de narcisismo radical com o intuito de aparecer. Muito ao contrário, é uma fonte de inspiração para falar de questões maiores sobre a arte hoje e nossa sociedade contemporânea [...]. "

Leia mais em http://subversos.com.br/infinito-instante-sophie-calle-se-cuide/

A psicanálise do fim do mundo | Be right backPor Marcus André Vieirahttp://subversos.com.br/a-psicanalise-do-fim-do-mund...
20/02/2019

A psicanálise do fim do mundo | Be right back
Por Marcus André Vieira
http://subversos.com.br/a-psicanalise-do-fim-do-mundo-be-right-here/

"Se somos todos meio fakes e um pouco também de verdade, a pergunta não é tanto o que em nós não podemos tirar ao preço de deixarmos de ser humanos, mas talvez mais importante: até que ponto podemos mudar e ainda assim fazer parte de alguma coisa, sermos desejados? Dito de outro modo, o que Ash 2 precisa ter para ser amado por Marta? Parece que o humor era necessário. Ele tinha humor? Difícil responder. Às vezes parece que sim. O que importa é que Marta só consegue desejá-lo se supõe que era o mesmo do marido. A cada vez que ela dizia: vai embora daqui! Ele dava uma sacada de humor e então ela se derretia. Como vocês vêem, a questão da singularidade se desloca um pouco, tem menos valor em si e mais um relacional [...]".

Leia o texto na íntegra em
http://subversos.com.br/a-psicanalise-do-fim-do-mundo-be-right-here/

Aos nossos amigos, leitores e clientes, desejamos um fim de ano com a leveza necessária pra reunirmos forças e seguirmos...
28/12/2018

Aos nossos amigos, leitores e clientes, desejamos um fim de ano com a leveza necessária pra reunirmos forças e seguirmos na resistência, e cada vez mais. Um agradecimento especial aos nossos colaboradores, nomeados em nossa página, que partilham de nossas causas e tornam possível que sigamos com muito desejo nesse pós fim de mundo. Nos vemos em 2019!

Um beijo e abraço forte a cada um,

Equipe Subversos.

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Subversos Livraria e Editora posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Subversos Livraria e Editora:

Compartilhar

Categoria