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Uma das empresas que construíram uma grande operação no transporte rodoviário brasileiro encerrou sua trajetória após 25...
14/08/2026

Uma das empresas que construíram uma grande operação no transporte rodoviário brasileiro encerrou sua trajetória após 25 anos de atividade. A Bauer Express, fundada em Chapecó, Santa Catarina, chegou a operar uma frota de mais de 800 veículos, sete filiais próprias e mais de 60 unidades parceiras, com atuação em cerca de 1.200 municípios.

A empresa entrou em recuperação judicial antes de chegar ao pedido de falência, tentando renegociar dívidas e reorganizar a operação. Em fevereiro de 2026, porém, o grupo comunicou que não conseguiu superar a crise e decidiu encerrar as atividades.

O caso chama atenção porque mostra que nem mesmo uma operação de grande porte está imune às dificuldades enfrentadas pelo setor de transporte. Uma frota desse tamanho envolve despesas elevadas com diesel, manutenção, pneus, seguros, pedágios, impostos e financiamento, enquanto as empresas precisam lidar com margens apertadas e forte concorrência.

Outro desafio apontado no caso é a falta de motoristas profissionais, além das dificuldades para conseguir crédito em um cenário de juros elevados.

A história da Bauer Express também mostra como o mercado mudou ao longo de duas décadas e meia. A empresa começou como uma operação regional e conseguiu construir uma extensa rede logística, mas acabou não encontrando uma saída para os problemas financeiros.

O encerramento representa o fim de uma empresa que chegou a ter centenas de caminhões nas estradas e presença em milhares de municípios, deixando também um impacto sobre funcionários, clientes, fornecedores e parceiros.

Como uma empresa desse tamanho, com 800 caminhões e 25 anos de história, chegou ao ponto de precisar encerrar as atividades?

Uma estratégia de investimento pouco convencional chamou atenção nas redes sociais. Um investidor decidiu vender três qu...
14/08/2026

Uma estratégia de investimento pouco convencional chamou atenção nas redes sociais. Um investidor decidiu vender três quitinetes que geravam renda com aluguel e utilizar o dinheiro para comprar quatro BYD Dolphin Mini.

Segundo o relato divulgado nas redes, a renda mensal teria passado de aproximadamente R$ 4.500 para R$ 16 mil depois que os carros começaram a ser alugados. A história também foi publicada em vídeos que repercutiram nas redes sociais.

A estratégia troca um investimento tradicional, baseado em imóveis, por um modelo em que os veículos passam a funcionar como ativos geradores de renda.

A lógica é semelhante à de uma locadora: em vez de receber aluguel de imóveis, o proprietário recebe pelos períodos em que os carros são utilizados por terceiros.

O resultado apresentado pelo investidor chama atenção, mas a comparação não pode considerar apenas o faturamento. Diferentemente de uma quitinete, um automóvel sofre depreciação, exige manutenção, seguro, pneus, documentação e pode f**ar parado sem gerar receita.

Além disso, existe o risco de acidentes, danos provocados pelos usuários e períodos de baixa demanda.

Por outro lado, os carros elétricos podem apresentar custos operacionais diferentes dos modelos a combustão, especialmente em relação ao gasto com energia e manutenção.

A estratégia, portanto, divide opiniões: para alguns, o investidor encontrou uma maneira criativa de transformar carros em fonte de renda. Para outros, vender imóveis que geravam aluguel para comprar veículos, que também perdem valor com o tempo, envolve um risco consideravelmente maior.

No fim, o caso mostra que o mesmo dinheiro pode ser utilizado de maneiras completamente diferentes para tentar gerar renda.

Você venderia três quitinetes para comprar quatro carros e alugá-los?

Um abastecimento de rotina terminou em uma descoberta inusitada em Campina Grande, na Paraíba. Uma viatura da Polícia Ro...
14/08/2026

Um abastecimento de rotina terminou em uma descoberta inusitada em Campina Grande, na Paraíba. Uma viatura da Polícia Rodoviária Federal abasteceu com Diesel S10 em um posto às margens da BR-230 e apresentou pane logo depois de deixar o estabelecimento.

O sistema de diagnóstico do veículo apontou a presença de água no combustível. A situação chamou ainda mais atenção porque um ônibus que havia abastecido na mesma bomba também apresentou falha mecânica e parou a menos de 100 metros do posto.

Diante da suspeita, os agentes retornaram ao estabelecimento e realizaram te**es de qualidade seguindo os parâmetros da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Os exames confirmaram que o combustível estava fora dos padrões exigidos de densidade e limpidez. As responsáveis pelo posto foram autuadas, e o caso foi formalizado para a adoção das medidas administrativas e legais cabíveis.

O caso acabou chamando atenção justamente pela situação curiosa: a própria viatura da polícia que sofreu a pane acabou ajudando a descobrir a irregularidade no combustível vendido pelo estabelecimento.

Para o motorista comum, o episódio também serve de alerta. Combustível fora das especif**ações pode provocar falhas, perda de desempenho, aumento de consumo e danos a componentes do sistema de alimentação, dependendo do tipo e da quantidade de contaminante.

Já aconteceu de seu carro apresentar problema logo depois de abastecer?

A expansão das montadoras chinesas no Brasil ganhou mais um capítulo importante. A Omoda & Jaecoo, marcas do grupo Chery...
13/08/2026

A expansão das montadoras chinesas no Brasil ganhou mais um capítulo importante. A Omoda & Jaecoo, marcas do grupo Chery, vai assumir a fábrica da Jaguar Land Rover em Itatiaia, no Rio de Janeiro, para iniciar sua produção nacional.

A mudança chama atenção porque a unidade foi inaugurada em 2016, recebeu investimento superior a R$ 1 bilhão e representou um importante projeto da Land Rover no país. A fábrica tinha capacidade inicial para produzir cerca de 24 mil veículos por ano, mas nunca conseguiu utilizar todo esse potencial.

Agora, uma marca chinesa pretende aproveitar justamente essa estrutura para ampliar sua presença no mercado brasileiro. A Omoda & Jaecoo já vinha crescendo nas vendas e prepara a produção nacional como parte de sua estratégia de expansão.

O movimento também é simbólico: uma fábrica construída para produzir carros de uma tradicional marca britânica de luxo passará a fabricar veículos de uma fabricante chinesa em expansão.

E não é um caso isolado. Nos últimos anos, empresas chinesas aumentaram fortemente sua presença no Brasil, com novas fábricas, investimentos, concessionárias e uma oferta cada vez maior de carros híbridos e elétricos.

A disputa pelo consumidor brasileiro, portanto, está mudando rapidamente. As marcas chinesas deixaram de ser apenas importadoras e agora querem produzir dentro do próprio país, aproximando-se cada vez mais das fabricantes tradicionais.

O caso da fábrica de Itatiaia mostra bem essa transformação: o espaço deixado por uma marca que perdeu força na produção nacional pode ser ocupado por uma chinesa que está justamente acelerando sua expansão.

Você acha que as marcas chinesas vão dominar uma grande parte do mercado brasileiro nos próximos anos?

Enquanto muitos motoristas sonham em trocar um carro antigo por um modelo mais novo, um proprietário de Chevrolet Celta ...
13/08/2026

Enquanto muitos motoristas sonham em trocar um carro antigo por um modelo mais novo, um proprietário de Chevrolet Celta decidiu fazer justamente o contrário: continuar com o carro quitado para evitar assumir uma nova dívida.

“Não dormiria em paz com uma parcela de R$ 1.100”, afirmou ao explicar por que desistiu de comprar um Hyundai HB20 ou Chevrolet Onix financiado.

Para ele, manter o Celta signif**a não ter uma prestação mensal comprometendo parte da renda. Mesmo sendo um carro mais antigo e simples, o modelo continua cumprindo sua principal função: levar o proprietário para onde precisa.

A decisão também considera que o custo de um carro não termina na parcela. Seguro, combustível, manutenção, impostos e eventuais imprevistos continuam fazendo parte do orçamento.

O caso representa uma escolha que vem ganhando espaço entre consumidores: em vez de trocar um carro quitado por outro mais novo financiado, alguns preferem manter um veículo mais antigo e preservar a tranquilidade financeira.

A lógica é simples: um carro pode ser mais novo, confortável e equipado, mas uma parcela mensal também signif**a um compromisso financeiro por vários anos.

E para o proprietário do Celta, aparentemente, a paz de não ter dívida pesa mais do que dirigir um carro mais moderno.

Você f**aria com um Celta quitado ou assumiria uma parcela de R$ 1.100 para andar de HB20 ou Onix?

Quando o motorista paga alguns reais pelo litro da gasolina, o valor não corresponde apenas ao custo do combustível prod...
13/08/2026

Quando o motorista paga alguns reais pelo litro da gasolina, o valor não corresponde apenas ao custo do combustível produzido na refinaria.

O preço final na bomba é formado por diferentes parcelas. Além do valor da gasolina propriamente dita, entram na composição impostos, custos de distribuição e revenda, além do etanol anidro, que é misturado à gasolina comercializada no país.

Isso signif**a que uma parte signif**ativa do que o consumidor desembolsa no posto não f**a diretamente com quem produz a gasolina.

Os impostos também têm participação importante no preço final. Dependendo do período e da estrutura de preços, entram tributos federais e estaduais, como PIS/Cofins e ICMS, além de outras parcelas relacionadas à cadeia de comercialização.

Por isso, quando a gasolina sobe ou cai nas refinarias, a mudança não necessariamente aparece na mesma proporção no preço pago pelo motorista.

É importante, porém, ter cuidado com a afirmação de que “mais de 70% não é combustível”: esse percentual não é fixo e varia conforme o preço da gasolina, os impostos vigentes e os custos de cada etapa da cadeia.

No fim, o valor pago na bomba é resultado de uma combinação de fatores que vai da produção do combustível até o momento em que o motorista abastece o carro.

Você sabia que o preço da gasolina é formado por tantas parcelas diferentes?

O uso de carros oficiais por autoridades e parlamentares voltou ao centro do debate após o senador Cleitinho (Republican...
13/08/2026

O uso de carros oficiais por autoridades e parlamentares voltou ao centro do debate após o senador Cleitinho (Republicanos-MG) defender mudanças nas regras e questionar o uso de veículos pagos com recursos públicos.

A crítica do senador parte de uma comparação direta com a realidade do trabalhador comum. Em uma manifestação sobre o assunto, ele questionou:

“Seu patrão te dá um carrão pago com dinheiro público?”

A proposta é restringir o uso de carros oficiais em atividades rotineiras, com o argumento de que autoridades poderiam utilizar seus próprios veículos ou alternativas de transporte quando não houver necessidade de serviço oficial.

A discussão não é nova. O uso de veículos oficiais já foi alvo de outras propostas no Congresso com o objetivo de reduzir despesas e limitar o benefício a determinadas autoridades e situações.

Para os defensores da mudança, reduzir a utilização desses veículos poderia representar economia aos cofres públicos e diminuir privilégios. Já quem defende a manutenção do benefício argumenta que determinadas funções públicas exigem deslocamentos oficiais e que os veículos podem fazer parte da estrutura necessária para o exercício do cargo.

O tema costuma provocar forte reação justamente porque envolve uma questão que mexe com o bolso do contribuinte: até onde o dinheiro público deve bancar transporte, combustível, manutenção e outros custos relacionados aos veículos utilizados por autoridades?

A discussão proposta por Cleitinho coloca novamente essa pergunta em evidência.

Você acha que políticos deveriam usar carro próprio ou o carro oficial é necessário para o exercício do cargo?

Enquanto muitos proprietários de supercarros deixam seus veículos guardados na garagem e tiram o carro apenas em ocasiõe...
13/08/2026

Enquanto muitos proprietários de supercarros deixam seus veículos guardados na garagem e tiram o carro apenas em ocasiões especiais, uma Ferrari 458 Italia mostra uma realidade completamente diferente.

O exemplar já acumulou quase 400 mil quilômetros rodados, uma quilometragem impressionante para um modelo esportivo desse nível.

A 458 Italia é equipada com um motor V8 4.5 aspirado, conhecido pelo giro alto e pelo ronco característico, entregando cerca de 570 cv. O conjunto é capaz de levar o supercarro de 0 a 100 km/h em aproximadamente 3,4 segundos.

Mas o que realmente chama atenção nesse caso não são apenas os números de desempenho. É a quantidade de quilômetros acumulados.

Rodar quase 400 mil km signif**a que o carro deixou de ser tratado como uma peça de coleção e passou a ser utilizado de maneira muito mais próxima à de um automóvel convencional.

É claro que manter um supercarro rodando por tanto tempo exige manutenção rigorosa e investimento elevado. Componentes de desgaste, pneus, freios, suspensão, fluidos e itens específicos podem representar valores muito superiores aos encontrados em um carro comum.

Ainda assim, o exemplar serve para quebrar um pouco a ideia de que uma Ferrari precisa necessariamente passar a maior parte da vida parada.

Afinal, supercarro também foi feito para ser dirigido. E, nesse caso, o proprietário parece ter levado essa ideia bastante a sério.

Você teria coragem de usar uma Ferrari 458 Italia todos os dias?

Quem comprou o primeiro carro nos anos 1990 ou no início dos anos 2000 provavelmente pagou um valor que hoje parece difí...
13/08/2026

Quem comprou o primeiro carro nos anos 1990 ou no início dos anos 2000 provavelmente pagou um valor que hoje parece difícil de imaginar. Naquela época, modelos populares zero-quilômetro custavam muito menos em valores nominais do que uma motocicleta de alta cilindrada custa atualmente.

Um exemplo é o Chevrolet Celta, lançado em 2000 com a missão de ser um dos carros mais baratos do Brasil. O modelo chegou ao mercado custando cerca de R$ 13 mil.

O Fiat Uno Mille também ficou conhecido pela proposta de oferecer um carro simples, econômico e acessível, enquanto o Volkswagen Gol se tornou o primeiro carro de muitas famílias brasileiras.

Hoje, uma motocicleta de alta cilindrada, com motor acima de 600 cm³, pode facilmente ultrapassar R$ 60 mil e, em alguns casos, chegar perto ou passar dos R$ 100 mil.

A comparação ajuda a mostrar como o mercado automotivo brasileiro mudou. O chamado carro popular praticamente desapareceu, enquanto os modelos de entrada passaram a incorporar muito mais equipamentos e tecnologias.

Carros atuais precisam atender a exigências de segurança que não existiam décadas atrás, como airbags, freios ABS e controle eletrônico de estabilidade, além de receber sistemas eletrônicos, sensores e novos equipamentos de conforto.

Também houve aumento nos custos de matérias-primas, componentes eletrônicos e produção, enquanto a valorização do dólar em relação ao real afetou diversos itens utilizados pela indústria.

Além disso, as montadoras passaram a concentrar cada vez mais investimentos em SUVs e veículos mais sofisticados, deixando os carros extremamente baratos de lado.

O resultado é uma situação curiosa: o que já foi considerado o carro de entrada de uma família hoje pode parecer barato quando comparado até mesmo com uma moto de lazer de alta cilindrada.

Você lembra quanto custou seu primeiro carro?

Quem abastece o carro atualmente pode ter dificuldade para imaginar quanto custava completar o tanque há duas décadas.Em...
13/08/2026

Quem abastece o carro atualmente pode ter dificuldade para imaginar quanto custava completar o tanque há duas décadas.

Em 2005, considerando um tanque de 50 litros e gasolina a cerca de R$ 2,30 por litro, abastecer completamente o carro custava aproximadamente R$ 115.

Naquele período, o salário mínimo era de R$ 300. Isso signif**a que um trabalhador precisava de aproximadamente 38% de um salário mínimo para encher um tanque de 50 litros.

Hoje, considerando gasolina a cerca de R$ 6,55 por litro, o mesmo tanque exige aproximadamente R$ 327,50.

A diferença nominal é de R$ 212,50 por tanque. O aumento chama atenção, mas existe outro ponto importante: o preço da gasolina não deve ser comparado isoladamente. Salários, inflação e poder de compra também mudaram ao longo desses anos.

Ainda assim, a comparação ajuda a dimensionar como o custo nominal de abastecer um carro mudou no Brasil.

Em 2005, R$ 115 enchiam o tanque. Hoje, são necessários quase R$ 330.

Você lembra quanto pagava para abastecer seu carro naquela época?

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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