06/06/2026
“O que sobra pra gente é a subjetividade.”
Foi o que disse no , em sua conversa com , artista que investiga as curvas do tempo através do seu trabalho.
E talvez a subjetividade seja justamente isso: os encontros, símbolos e mensagens que atravessam o invisível. Potentes e vivos, especialmente em uma era que nos convida a refletir sobre inteligência artificial e inteligência humana.
Pois bem. Coincidência ou não, nesse mesmo dia Anttonio recebeu o livro Ouro Negro, da , das mãos de . E também recebeu, de sua mãe, uma imagem que ela havia achado linda: ouro sobre uma pele negra.
Sincronicidade? Talvez.
Ou talvez apenas a vida nos lembrando que existem conexões que acontecem antes mesmo de conseguirmos explicá-las. Conexões que dobram, inclusive, o que chamamos de tempo.
Afinal, e se o Caos for apenas o nome que nós damos aos limites da nossa visão?
Que o Ouro Negro siga então navegando pelo invisível, com Anttonio e com quem mais o coração mandar. ❤️
Em breve, venda online deste livro-portal.