Dedinho de Prosa com Renata Rodrigues

Dedinho de Prosa com Renata Rodrigues Casos criminais, histórias e notícias com Renata Rodrigues.

📰🗞️Todos os casos contidos na página têm por fontes matérias de jornais e reportagens de TV
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Montanha, Espírito Santo —  Durante cerca de dez meses, Benedita de Jesus Rodrigues, de 59 anos, viveu um relacionamento...
26/08/2026

Montanha, Espírito Santo — Durante cerca de dez meses, Benedita de Jesus Rodrigues, de 59 anos, viveu um relacionamento que, segundo a filha, começou com acolhimento e terminou em uma sequência de conflitos, agressões e medo.

Agora, o homem que mantinha o relacionamento com a professora está preso e é investigado pela m0rte dela.

Silas Santos Fountoura, de 40 anos, foi localizado na noite de terça-feira (25), no Centro de São Mateus, no Norte do Espírito Santo. Ele era procurado desde que o corpo de Benedita foi encontrado dentro de uma geladeira, em uma residência no Centro de Montanha, na sexta-feira (21).

A descoberta aconteceu depois que o proprietário do imóvel, desconfiado do desaparecimento dos moradores, arrombou a porta da casa. Dentro da geladeira, havia um s**o plástico preto contendo o corpo da professora. A perícia identificou diversas perfurações provocadas por 4rma branca.

Mas, enquanto a investigação tenta reconstruir os últimos momentos de Benedita, a filha revelou detalhes de um relacionamento que, segundo ela, já vinha sendo marcado pela violência.

Em entrevista à TV Vitória, a filha, que preferiu não ser identificada, contou que Benedita conheceu Silas em Nanuque, Minas Gerais. Na época, segundo o relato, ele estava em situação de rua e a professora começou a ajudá-lo.

A aproximação acabou se transformando em namoro. O relacionamento durou aproximadamente dez meses, mas, de acordo com a filha, rapidamente passou a ser marcado por ciúmes, 4gr3ssões físicas e vi0lência verbal.

“Era muito por ciúmes, porque minha mãe causava ciúmes nele e ele causava ciúmes na minha mãe. Minha mãe estava cega de amor por ele”, relatou.

Em uma das 4gressões, segundo a filha, Silas teria atacado Benedita com uma chave de fenda, provocando uma perfuração.

E, conforme o relato da jovem, as ameaças não teriam ficado restritas à mãe. Ela afirmou que Silas também teria ameaçado familiares de Benedita, dizendo que mataria a professora e depois voltaria para m4tar a filha.

A declaração ajuda a dimensionar o ambiente de tensão que, segundo a família, existia antes da m0rte.

Benedita teria sido vista pela última vez no sábado (15). Silas, por sua vez, deixou de ser visto na residência na terça-feira (18). Quando questionado por pessoas próximas sobre o paradeiro da companheira, teria dito que ela havia retornado para Nanuque. A versão acabou levantando suspeitas.

Na sexta-feira (21), o proprietário decidiu entrar no imóvel e encontrou a cena que chocaria a cidade: Benedita estava m0rta e escondida dentro da geladeira.

A Polícia Científica constatou perfurações em diferentes partes do corpo. O cadáver foi encaminhado para exames médico-legais, que devem ajudar a esclarecer a dinâmica e a causa da m0rte.

Depois que Silas passou a ser procurado, equipes da Polícia Civil realizaram buscas e trocaram informações entre delegacias da região. Na terça-feira (25), investigadores conseguiram localizar o suspeito no Centro de São Mateus, a cerca de 120 quilômetros de Montanha. Segundo a polícia, ele resistiu à prisão e foi necessário utilizar força para contê-lo.

Há ainda outro detalhe que tornou a prisão ainda mais significativa: Silas já possuía um mandado de prisão preventiva em aberto por homicídio na Bahia, expedido anteriormente.

Segundo informações divulgadas por veículos locais, ele teria confessado o crime durante o deslocamento para ser ouvido pela polícia. A confissão, contudo, deverá ser formalmente analisada dentro da investigação e do processo judicial.

Silas permanece à disposição da Justiça.

A Polícia Civil ainda investiga a motivação e todos os detalhes da morte de Benedita. Uma coletiva marcada para esta quarta-feira (26) deve apresentar novas informações sobre a prisão e o andamento do caso.

Para a família, porém, a história não começou naquela geladeira.

Começou quando uma mulher decidiu ajudar um homem que estava em situação de rua. Virou um relacionamento que, segundo a filha, foi tomado por ciúmes e violência. E terminou com Benedita m0rta, escondida dentro de um eletrodoméstico, enquanto o homem que ela amava fugia.

Agora, cabe à investigação esclarecer como esse relacionamento chegou ao ponto mais trágico e quais foram, exatamente, os últimos momentos da vida da professora.

Fontes consultadas:
Folha Vitória, A Gazeta, Metrópoles

Uma sequência de violência em duas residências transformou a noite de domingo (23) em uma das mais graves ocorrências re...
26/08/2026

Uma sequência de violência em duas residências transformou a noite de domingo (23) em uma das mais graves ocorrências recentes de Cujubim, no interior de Rondônia. O principal suspeito é Roni Cléber da Silva Rodrigues, de 33 anos, motorista temporário de ambulância do Samu do município, que estaria foragido desde o crime.

A história começou quando a Polícia Militar foi chamada para atender uma mulher baleada em uma residência no Setor 5. Segundo o registro policial, um homem armado teria invadido o imóvel e efetuado disp4r0s contra Ricaely D. de S. Ela foi atingida nas costas e socorrida para o Hospital Municipal de Cujubim.

Mas, antes de fugir, o homem teria revelado algo que mudou completamente o rumo da ocorrência.

De acordo com o relato do marido da vítima aos policiais, o invasor teria dito: “Eu já m4tei uma. Eu já m4tei a Raíssa. Agora eu vim m4tar ela.” Em seguida, teria disparado duas vezes contra Ricaely e fugido.

A declaração fez os policiais correrem para outro endereço. Na residência de Raíssa Cristina Cavalcante Paiva, os agentes encontraram a mulher já sem vida, caída nas proximidades da casa. Segundo as informações divulgadas pelas autoridades, ela havia sido m0rta a tir0s de espingarda.

O detalhe que tornou a cena ainda mais dramática foi encontrado dentro do imóvel: havia um bebê recém-nascido, filho de Raíssa. A criança não apresentava ferimentos aparentes e ficou inicialmente sob os cuidados dos policiais, até a chegada do Conselho Tutelar.

Raíssa e Roni estavam separados havia aproximadamente quatro anos. Os dois tinham dois filhos e, segundo os registros policiais e as reportagens sobre o caso, mantinham uma disputa judicial relacionada à guarda das crianças.

A Polícia Civil investiga se o antigo relacionamento e a disputa judicial tiveram alguma relação com o 4ss4ssinat0. Até a última atualização pública localizada, porém, a motivação oficial do crime ainda não havia sido divulgada.

Também existem relatos de possíveis desentendimentos anteriores envolvendo mensagens por aplicativo. A informação foi registrada na ocorrência, mas ainda precisa ser esclarecida pela investigação.

Quem é o homem procurado

Roni Cléber da Silva Rodrigues, de 33 anos, trabalhava como motorista de ambulância do Samu de Cujubim, por meio de contrato temporário.

Documentos oficiais da Prefeitura confirmam que ele participou recentemente do processo seletivo para o cargo de condutor de ambulância do Samu. Em resultado publicado em agosto, Roni aparece em primeiro lugar na segunda etapa, com nota 9,99.

Após o crime, a Prefeitura de Cujubim informou que estava adotando providências em relação ao vínculo funcional do servidor. O município também destacou que os ataques não têm relação com as atividades que ele desempenhava profissionalmente.

Uma noite, duas casas e uma fuga

Depois dos disp4r0s, Roni fugiu e passou a ser procurado pelas forças de segurança. Equipes policiais realizaram diligências na região, mas, até a atualização mais recente encontrada em 26 de agosto, ele ainda não havia sido localizado.

A Polícia Civil trabalha para reconstruir os passos do suspeito, esclarecer a relação entre os dois ataques e descobrir o que levou à m0rte de Raíssa e à tentativa de ma4ar Ricaely.

Enquanto isso, uma criança recém-nascida que estava dentro da casa ficou no centro de uma tragédia que começou com uma separação ocorrida anos antes e terminou com uma mulher morta, outra ferida e um suspeito procurado.

Para a investigação, ainda faltam respostas fundamentais: o que aconteceu antes dos disparos? Por que Roni foi até as duas casas? O que motivou o ataque contra Raíssa? E por que Ricaely também foi escolhida como alvo?

Até que essas perguntas sejam respondidas, o caso permanece em investigação e Roni é tratado como suspeito, sem condenação definitiva pela Justiça.

Fontes consultadas:
G1 Rondônia, Rondoniaovivo, Portal Rondovisão

Panelas, Pernambuco — 23 de agosto de 2026. Uma denúncia dentro de uma propriedade rural no Agreste de Pernambuco levou ...
26/08/2026

Panelas, Pernambuco — 23 de agosto de 2026. Uma denúncia dentro de uma propriedade rural no Agreste de Pernambuco levou à prisão de um jovem de 18 anos, suspeito de cometer 3stupr0 de vulnerável contra a própria avó, de 73 anos.

A vítima é acamada, tem Alzheimer, utiliza fraldas e possui severas limitações de mobilidade e comunicação. Segundo informações divulgadas pela Polícia Civil, ela depende de familiares para os cuidados diários e não teria condições de se defender ou consentir qualquer ato s3xu4l.

O caso foi descoberto no domingo (23), quando um familiar teria encontrado o jovem em uma situação de 4bus0 contra a idosa e acionado imediatamente a Polícia Militar.

Os policiais da 11ª Companhia Independente da Polícia Militar (11ª CIPM) foram até o imóvel e prenderam o suspeito. Inicialmente, ele foi autuado em flagrante por 3stupr0 de vulnerável e conduzido à delegacia.

Durante a investigação surgiu uma informação ainda mais grave. De acordo com o delegado Hugo Siqueira, responsável pelo caso, os investigadores descobriram que aquela não teria sido a primeira ocorrência. A apuração aponta que o jovem poderia estar cometendo os 4bus0s há cerca de três anos, aproveitando momentos em que ficava sozinho com a avó enquanto os demais familiares precisavam sair.

A Polícia Civil também informou que foram encontrados vestígios que deverão ser analisados pela perícia, incluindo material genético associado ao suspeito.

O jovem passou por audiência de custódia, e a prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva. Ele foi encaminhado para a Penitenciária Juiz Plácido de Souza, em Caruaru, onde permanece à disposição da Justiça.

Segundo o delegado, o suspeito permaneceu em silêncio durante o depoimento e não teria demonstrado arrependimento. A Polícia Civil continua investigando para esclarecer completamente os fatos e confirmar a extensão dos possíveis abusos.

A identidade da vítima é preservada, e não havia, até a publicação das informações mais recentes, atualização oficial sobre seu estado de saúde.

O caso chama atenção não apenas pela gravidade da denúncia, mas pela extrema vulnerabilidade da vítima, que dependia justamente de pessoas próximas para receber cuidados.

Agora, a investigação busca transformar as suspeitas e os vestígios encontrados em provas capazes de esclarecer o que teria acontecido durante os últimos anos dentro daquela casa.

Fontes consultadas:
Diario de Pernambuco, Polícia Civil de Pernambuco, Farol de Notícias

26/08/2026

Caso Emiliane Tamara

Jundiaí, São Paulo — 23 de agosto de 2026. O que deveria ser uma noite de pagode terminou atrás das grades para um homem...
26/08/2026

Jundiaí, São Paulo — 23 de agosto de 2026. O que deveria ser uma noite de pagode terminou atrás das grades para um homem de 40 anos procurado pela Justiça por não pagar pensão alimentícia. Ele estava na fila para entrar no Parque da Uva, em Jundiaí, onde aconteceria o show do Sorriso Maroto, quando acabou sendo identificado pelo sistema de reconhecimento facial da Guarda Municipal.

O homem aguardava normalmente para entrar no evento quando o sistema de monitoramento emitiu um alerta informando que havia uma pessoa procurada pela Justiça nas proximidades.

Uma equipe do Apoio Tático da Guarda Municipal recebeu a informação pelo rádio e foi até a fila. Os agentes localizaram o suspeito entre as pessoas que esperavam para entrar no show e realizaram a abordagem.

Na revista, nenhum material ilícito foi encontrado. Mas a consulta aos sistemas policiais revelou que havia dois mandados de prisão em aberto contra ele, relacionados à dívida de pensão alimentícia.

A diversão acabou antes mesmo de começar.

O homem recebeu voz de prisão, foi retirado da fila e encaminhado à Central de Flagrantes, onde os mandados foram formalmente cumpridos. Ele permaneceu à disposição da Justiça.

Segundo a imprensa local, o caso chama ainda mais atenção porque o homem já havia sido preso anteriormente pelo mesmo motivo, pelo menos duas vezes. Informações divulgadas sobre os mandados indicam que se tratava de prisão civil relacionada ao não pagamento da pensão.

A prisão aconteceu durante o esquema especial de segurança montado no entorno do Parque da Uva para o evento. Enquanto equipes da Guarda faziam patrulhamento preventivo, o sistema de monitoramento acabou encontrando, em meio ao público, alguém que tinha contas a acertar com a Justiça.

E o detalhe que tornou a história ainda mais curiosa foi o destino que ele havia escolhido para aquela noite: um show do Sorriso Maroto.

Nas redes sociais, a situação rapidamente virou motivo de piadas e trocadilhos com músicas do grupo. Mas, por trás do tom bem-humorado, havia uma ordem judicial que transformou uma simples fila para um show em uma abordagem policial.

O homem não chegou a assistir à apresentação. Em vez de pagode, terminou a noite encaminhado para a delegacia.

Fontes consultadas:
Metrópoles, Jornal de Jundiaí, BNews

Uma criança de 3 anos foi encontrada sozinha, suja e dormindo em uma rua do Paranoá, no Distrito Federal, na noite de do...
26/08/2026

Uma criança de 3 anos foi encontrada sozinha, suja e dormindo em uma rua do Paranoá, no Distrito Federal, na noite de domingo (23 de agosto de 2026). Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), moradores perceberam que o menino estava des**ompanhado e acionaram as autoridades.

Quando os policiais chegaram, testemunhas contaram que a criança estava sozinha havia aproximadamente uma hora. Antes da chegada da PM, moradores chegaram a circular pela região com o menino na tentativa de localizar algum familiar, mas não conseguiram encontrar os responsáveis.

A criança foi levada para a 6ª Delegacia de Polícia, no Paranoá. Segundo a corporação, ele estava bastante sujo, inclusive com fezes na cabeça. Uma policial da unidade deu banho no menino, e o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar a situação.

A mãe foi localizada posteriormente e contou aos policiais que tem 10 filhos. Naquele domingo, ela havia levado seis deles para a Prainha, no Lago Paranoá. Na volta para casa, por volta das 18h, a família parou em uma lanchonete no Paranoá para comprar comida.

De acordo com o relato, um filho de uma amiga que acompanhava o grupo chegou a perguntar se ela não estava esquecendo alguma criança. Mesmo assim, a mãe afirmou que não percebeu que o menino de 3 anos havia ficado para trás.

Somente depois de deixar o local ela descobriu que o filho não estava com a família.

Enquanto isso, o menino acabou deixando a lanchonete e foi encontrado posteriormente dormindo sozinho na rua. A situação chamou a atenção dos moradores, que tentaram localizar os responsáveis antes de acionar a polícia.

A irmã mais velha da criança também compareceu à delegacia. Ela contou que estava trabalhando quando viu uma publicação nas redes sociais informando que o irmão estava desaparecido. Segundo o relato, ela havia acompanhado a mãe e as crianças até a Prainha, mas precisou voltar mais cedo para trabalhar.

O pai do menino também foi até a unidade policial depois de receber uma fotografia informando que o filho havia sido encontrado abandonado. Segundo a PMDF, existe uma medida protetiva contra ele, mas a corporação não informou detalhes sobre o motivo da medida.

O caso foi acompanhado pelo Conselho Tutelar, que deverá avaliar a situação da criança e as providências necessárias. As circunstâncias do abandono e a responsabilidade dos envolvidos ainda devem ser analisadas pelas autoridades.

O episódio terminou com o menino localizado e sob proteção, mas levantou questionamentos sobre como uma criança tão pequena conseguiu permanecer para trás sem que nenhum dos adultos percebesse. A investigação e o acompanhamento do Conselho Tutelar deverão determinar os próximos passos em relação à família.

Fontes jornalísticas consultadas:
Metrópoles
Correio Braziliense
G1 Distrito Federal

Uma menina de apenas 7 anos saiu sozinha de casa em busca de ajuda e acabou revelando uma tragédia que deixou uma famíli...
26/08/2026

Uma menina de apenas 7 anos saiu sozinha de casa em busca de ajuda e acabou revelando uma tragédia que deixou uma família inteira m0rta na zona rural de Santa Rita de Cássia, no oeste da Bahia. Os pais, Flávia dos Santos Souza, de 28 anos, e Edgar da Costa Barbosa, de 29, e o filho do casal, Kaio Matos de Souza, de apenas 10 anos, foram encontrados m0rtos na propriedade.

O caso veio à tona depois que a criança deixou a residência e procurou um vizinho. Ao chegar ao imóvel, moradores encontraram Flávia já sem vida. Edgar e Kaio estavam dentro de um reservatório de água com capacidade para cerca de 16 mil litros.

Os moradores retiraram os dois do reservatório com o auxílio de uma corda, mas ambos também já estavam m0rtos. A Polícia Militar foi chamada, isolou a área e aguardou a realização dos procedimentos periciais.

Inicialmente, a Polícia Civil informou que não havia encontrado indícios de crime. A principal hipótese considerada pelas autoridades é a de que as vítimas tenham sofrido uma descarga elétrica acidental durante algum tipo de trabalho de manutenção relacionado ao equipamento.

Ainda não há, porém, uma conclusão definitiva sobre o que aconteceu. Os laudos periciais deverão esclarecer a causa das mortes e ajudar os investigadores a reconstruir a sequência dos acontecimentos.

A presença da criança de 7 anos foi fundamental para que os moradores descobrissem o que havia acontecido. Ela conseguiu sair da residência e buscar auxílio, enquanto as outras duas filhas do casal, de 5 e 7 anos, ficaram sem os pais e o irmão.

A Polícia Militar preservou o local para a perícia, e os corpos foram posteriormente liberados para os sepultamentos. Flávia e Kaio foram enterrados no povoado onde nasceram. Edgar foi levado para sua cidade natal.

O caso permanece sob investigação. Apesar de a hipótese de acidente ser a principal linha considerada até o momento, a causa oficial das m0rtes somente poderá ser confirmada após a conclusão dos exames.

Segundo informações divulgadas por fontes que acompanharam o caso, as crianças passaram a ficar sob os cuidados de familiares. A identidade de quem assumiu a responsabilidade por elas, porém, não foi divulgada pelas autoridades.

A tragédia deixou duas crianças órfãs e mobilizou moradores da comunidade rural, que se depararam com uma cena difícil de imaginar: em poucas horas, uma família perdeu três de seus integrantes.

Fontes jornalísticas consultadas:
G1 Bahia
Correio da Bahia
Bahia Notícias

Jacuí, Minas Gerais — 25 de agosto de 2026. Foram quatro dias de buscas, angústia e perguntas sem resposta até que a fam...
26/08/2026

Jacuí, Minas Gerais — 25 de agosto de 2026. Foram quatro dias de buscas, angústia e perguntas sem resposta até que a família de Maryna Colucci de Jesus, de 34 anos, descobrisse o pior. A conselheira tutelar, que estava desaparecida desde sexta-feira (21), foi encontrada m0rta e enterrada em uma área rural entre Jacuí e Fortaleza de Minas, no Sul de Minas.

O corpo foi localizado na tarde desta terça-feira (25), depois que o sargento da Polícia Militar José Sérgio de Oliveira, de 43 anos, preso durante as investigações, indicou aos policiais o ponto exato onde havia uma cova. O local era de difícil acesso, e o corpo estava enterrado a uma profundidade estimada entre 1,5 e 2 metros.

Segundo o delegado Marcos Pimenta, o policial teria relatado que houve uma desavença entre ele e Maryna, seguida de um disp4r0 de 4rma de fogo. Depois, teria transportado o corpo até uma área rural próxima a uma propriedade familiar, onde cavou a cova e realizou o enterro.

A versão ainda é investigada e a perícia deverá esclarecer a causa exata da m0rte e a dinâmica do crime. Uma 4rma que pode ter sido utilizada na ocorrência foi apreendida e será submetida a exames.

Maryna havia saído da casa dos pais, em Jacuí, por volta das 13h de sexta-feira (21), levando apenas o celular. Familiares estranharam o desaparecimento e iniciaram as buscas.

Uma das pistas mais importantes surgiu justamente por meio do telefone. A família conseguiu identificar, em três ocasiões, uma localização do aparelho em uma região rural entre Jacuí e Fortaleza de Minas, próxima a um açude.

Desesperados, parentes chegaram a procurar a conselheira por conta própria naquele trecho. Posteriormente, equipes também fizeram buscas, mas não encontraram sinais que permitissem localizar Maryna.

Dias depois, a mesma região acabou revelando o paradeiro da vítima.

Segundo informações reunidas durante a investigação, Maryna e o sargento mantinham um relacionamento amoroso. A Polícia Civil agora tenta descobrir o que aconteceu entre os dois antes do disparo e qual teria sido a motivação para o crime.

Maryna era conselheira tutelar de Jacuí e professora de educação infantil e uma mulher trans, sua morte provocou forte comoção na cidade. A Prefeitura de Jacuí publicou uma nota de pesar destacando sua atuação na proteção dos direitos de crianças e adolescentes.

O caso é investigado pela Polícia Civil, que apura a dinâmica, a motivação e as circunstâncias da m0rte. O suspeito permanece à disposição da Justiça.

O que começou com o desaparecimento de uma pessoa e uma família procurando desesperadamente por qualquer pista terminou com uma descoberta devastadora: o corpo estava enterrado justamente em uma região que já havia sido indicada pelo sinal do celular — e o próprio suspeito acabou apontando o local da cova.

Fontes consultadas:
Jornal do Sudoeste, Rádio Itatiaia, Jornal da Região Online

Wichita, Kansas, Estados Unidos — 26 de agosto de 2026. Durante meses, o caso parecia caminhar para um longo e complexo ...
26/08/2026

Wichita, Kansas, Estados Unidos — 26 de agosto de 2026. Durante meses, o caso parecia caminhar para um longo e complexo julgamento. Agora, porém, uma nova confissão mudou completamente o desfecho. Angelynn “Angie” Mock, ex-âncora de televisão de 48 anos, declarou-se culpada pelo 4ss4ssinat0 da própria mãe, Anita Avers, de 80 anos, m0rta a f4c4das dentro da casa da família no Halloween de 2025.

O crime aconteceu na manhã de 31 de outubro de 2025, em Wichita, no Kansas. Pouco antes das 8h, a polícia recebeu uma ligação sobre uma pessoa ferida por arma branca. Quando os agentes chegaram à residência, encontraram Mock do lado de fora, ferida nas mãos e coberta de sangue.

O que havia acontecido dentro da casa era ainda mais perturbador.

Anita estava na cama, com múltiplos ferimentos provocados por faca. Ela foi levada às pressas para o hospital, mas morreu às 8h26. Ao lado do corpo, investigadores encontraram diversas facas de cozinha e um ralador de queijo, colocados sobre um travesseiro. O documento policial também descreveu diversos furos na parte superior do lençol, compatíveis com golpes de f4ca.

Do lado de fora, segundo os registros policiais, Mock apresentou uma versão que inicialmente apontava para legítima defesa. Ela teria contado que a mãe a 4t4cara e que precisou reagir para salvar a própria vida.

Mas, conforme a investigação avançou, surgiram relatos cada vez mais perturbadores.

Segundo o depoimento registrado em documentos judiciais, Mock apresentou versões diferentes sobre o que havia acontecido. Em uma delas, afirmou que foi ao quarto da mãe para conversar e teria encontrado Anita com f4cas. Em outra, disse que as duas discutiam sobre uma futura entrevista de emprego e que a mãe estaria com ciúmes dela.

Mock também teria dito aos investigadores que Anita “expelia veneno” pela boca e que precisava m4tá-la para conseguir sobreviver. Em determinado momento, segundo o relatório policial, ela afirmou acreditar que a própria mãe era o “diabo”.

A investigação revelou ainda que a família já havia enfrentado episódios relacionados ao estado psicológico de Mock. Seu padrasto, Barry Avers, contou aos investigadores que ela havia recebido anteriormente diagnóstico de transtorno bipolar, posteriormente revisado para transtorno esquizoafetivo. Segundo o depoimento, ela apresentava episódios de delírios, depressão e explosões de raiva.

O histórico passou a ter importância decisiva no processo.

Em janeiro de 2026, um juiz determinou que Mock não tinha condições mentais de ser submetida ao julgamento naquele momento. Ela foi encaminhada ao Larned State Hospital, instituição psiquiátrica do Kansas, para avaliação e tratamento, e o processo ficou temporariamente suspenso.

Meses depois, porém, a situação mudou. Em 30 de julho de 2026, a Justiça considerou Mock novamente competente para responder ao processo. E, em agosto, veio a decisão que encerrou a possibilidade de um julgamento com júri: ela se declarou culpada por homicídio em primeiro grau.

A sentença está marcada para 5 de outubro de 2026. Pelo acordo apresentado à Justiça, Mock poderá receber prisão perpétua, com possibilidade de liberdade condicional somente após cumprir 25 anos de prisão.

O caso ganhou repercussão ainda maior porque Mock não era uma desconhecida do público. Antes de voltar a morar em Wichita, ela havia construído carreira no jornalismo televisivo. Trabalhou como âncora do telejornal matinal da Fox 2, em St. Louis, entre 2011 e 2015, além de ter atuado em outras emissoras. Mais tarde, deixou a televisão e passou a trabalhar no setor de gerenciamento de dados.

A mulher que havia passado anos diante das câmeras contando histórias de outras pessoas acabou se tornando personagem de uma das histórias mais perturbadoras de sua própria vida.

De um lado, há uma mulher que admitiu ter matado a própria mãe e que agora poderá passar o restante da vida na prisão. Do outro, documentos judiciais descrevem um histórico de graves alterações psicológicas e episódios de delírios que ajudaram a explicar — embora não a justificar — o que aconteceu naquela manhã de Halloween.

Anita Avers tinha 80 anos. Estava em casa, na própria cama, quando foi morta.

Angelynn Mock tinha 47 anos quando o crime aconteceu. Hoje, aos 48, reconheceu judicialmente sua responsabilidade pela morte.

A sentença de outubro deverá definir o capítulo final de um caso que começou com uma ligação de emergência, passou por uma investigação marcada por relatos desconexos e uma avaliação psiquiátrica e terminou com uma confissão formal de homicídio.

Fontes consultadas:
People, The Wichita Eagle, First Alert 4

Patrão estranha ausência de funcionário, vai até casa e encontra ex-companheira dele m0rta em GoiásPaula Alves Ferreira ...
26/08/2026

Patrão estranha ausência de funcionário, vai até casa e encontra ex-companheira dele m0rta em Goiás

Paula Alves Ferreira foi encontrada sem vida em Anicuns; ex-companheiro, que tinha medida protetiva contra ele, foi preso no dia seguinte em Aparecida de Goiânia

Um feminicídio descoberto após a ausência de um funcionário no trabalho chocou moradores de Anicuns, no oeste de Goiás. Paula Alves Ferreira foi encontrada m0rta dentro de casa no domingo (23 de agosto de 2026). O principal suspeito é o ex-companheiro dela, Wagner Gomes dos Santos, que tinha uma medida protetiva em vigor e acabou preso no dia seguinte, em Aparecida de Goiânia.

A descoberta aconteceu depois que o patrão de Wagner estranhou que ele não havia aparecido para trabalhar. O empregador tentou entrar em contato com o funcionário, mas não conseguiu. Ao mesmo tempo, também não obteve resposta de Paula. Preocupado, decidiu ir até a residência da mulher.

Ao chegar ao endereço, encontrou o portão e a porta da casa abertos. Dentro do imóvel, Paula estava caída e já sem vida. A Polícia Militar foi acionada e iniciou as buscas pelo ex-companheiro.

Wagner foi localizado no fim da tarde de segunda-feira (24), por uma equipe da Companhia de Policiamento Especializado (CPE), no bairro Cidade Satélite São Luiz, em Aparecida de Goiânia.

Segundo a polícia, o suspeito permaneceu em silêncio após ser detido. Durante a abordagem, os policiais encontraram no carro roupas e uma televisão. Para a investigação, os objetos podem indicar que ele pretendia deixar a cidade após o crime.

Um dos pontos que tornam o caso ainda mais grave é a existência de uma medida protetiva de urgência contra Wagner. A investigação deverá esclarecer em que circunstâncias a medida foi concedida, se houve descumprimento e quais foram os acontecimentos que antecederam a morte de Paula.

A Polícia Civil agora trabalha para reconstruir os últimos momentos da vítima, determinar a dinâmica do feminicídio e reunir elementos que sustentem a responsabilização do suspeito. A defesa de Wagner não apresentou, até o momento, uma versão pública sobre as acusações.

O 4ss4ssinat0 de Paula ocorre em um cenário de preocupação com a violência contra a mulher em Goiás. Segundo os números divulgados o estado chegou a 52 feminicídios em 2026, aproximando-se dos 60 casos registrados durante todo o ano de 2025.

A medida protetiva existente no caso também chama atenção para um dos principais desafios no enfrentamento à violência doméstica: garantir que mulheres ameaçadas recebam proteção efetiva antes que a violência evolua para um desfecho fatal.

A prisão do suspeito representa um avanço na investigação, mas ainda caberá à Polícia Civil esclarecer todos os detalhes do crime e à Justiça analisar as provas reunidas. Paula, entretanto, entrou para uma estatística que continua crescendo e deixa para trás familiares e amigos em busca de respostas sobre uma m0rte que poderia ter sido evitada.

Fontes jornalísticas consultadas:
Mais Goiás
O Popular
G1 Goiás

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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