Rapha Prado

Rapha Prado Eu falo de política e atualidades de um jeito fácil de me entender (ou de me odiar). Mas a vida é diálogo.

24/04/2026

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  de eu, eu mesmo e mais eu dos últimos finais de semana - que são quando o não-herdeiro recarrega as energias pra enfre...
29/01/2026

de eu, eu mesmo e mais eu dos últimos finais de semana - que são quando o não-herdeiro recarrega as energias pra enfrentar a segunda à sexta.

02/01/2026

Compartilhando alguns pensamentos do que espero para 2026.

Quando a gente é criança, um novo ano tem gosto de descoberta. Será que vai entrar gente nova na sala? Aquele professor dessa série é chato mesmo como dizem? E aquela professora que todo mundo ama? Será que aquelas paixonites seguem as mesmas ou mudaram? Até o bullying do novo ano, as dores do crescimento - físicas e psicológicas -, são novidade nas nossas cabeças. Todo dia é matéria nova, aprendendo coisa nova.

Na vida adulta, o período entre Natal e Ano Novo é só uma pausa pra renovação de um dígito diferente ao preencher uma planilha de Excel. No dia útil seguinte, cá estamos, como coelhos correndo atrás de cenouras penduradas na frente do nosso nariz. É a rotina de acordar, arrumar os filhos (pra quem os tem), ir pra academia atrás de um corpo instagramável, cumprir horários, entregar tarefas, voltar pra casa e esperar pelo dia seguinte, torcendo desesperados pela chegada da sexta-feira. Uma rotina que se repete por longas 51 semanas.

E a gente vai torcendo pelo fim de semana; pelo Carnaval; pelas férias; pelo fim do ano pra começar tudo de novo; e, sem perceber, torcemos para que a gente envelheça cada vez mais rápido.

A gente renova promessas e projetos, diz que dessa vez vai ser diferente, mas logo o rolo compressor da vida adulta nos coloca de novo naquele mesmo trilho de sempre. Se, quando crianças, o entusiasmo e a ansiedade pra viver o novo é nosso combustível, na vida adulta a gente entende Cazuza ao falar de “um museu de grandes novidades”, porque fomos adestrados a viver para pagar boletos.

Esse texto parece pessimista mas, na verdade, é um convite pra uma reflexão: e se nesse novo ano a gente encarar - de novo - o novo? A gente sabe como faz, todo mundo já foi criança, ora! É aquele olhar de encantamento diante de algo jamais visto ou pensado, aquele clique na cabeça que a gente parece ouvir quando conta algo pra uma criança que ela não fazia ideia que era assim.

Pode ser uma obra de arte. Uma música nova. Um artista que você nunca ouviu. Uma viagem que sempre quis fazer. Um ponto turístico, uma nova amizade, uma visita ao lar de idosos, 5 minutos conversando com um desconhecido, um bom dia para o vizinho que vá além da conversa sobre o tempo no elevador.

Que em 2026, a gente reencontre a alegria das descobertas de criança. É o que espero pra mim e desejo a todos.

Feliz Ano Novo!

Foi um 2025 como são os anos: intensos. Teve aniversário no carnaval, carnaval em Salvador, Amazônia, Festival de Parint...
30/12/2025

Foi um 2025 como são os anos: intensos. Teve aniversário no carnaval, carnaval em Salvador, Amazônia, Festival de Parintins, Recife, João Gomes no Recife, João Gomes na pele, teve Zeca, Gil, Ney, Federado e Rom, reencontros, despedidas; um ano para matar saudades e ganhar outras novas. Que no próximo ano a gente esteja pronto pra repetir e melhorar! E sempre em ótima companhia! Feliz 2026! 🍾

Como é possível que num estado de tão pouca extensão caiba tanta cultura, arte, amor, cerveja gelada,  praias incríveis,...
05/12/2025

Como é possível que num estado de tão pouca extensão caiba tanta cultura, arte, amor, cerveja gelada, praias incríveis, gente simpática, João Gomes, um dos sotaques mais lindos do Brasil, companhias mais que especiais e férias de 1 final de semana tão intensas? Obrigado, Recife, Olinda! Obrigado, Pernambuco! Até breve!

25/07/2025

Tudo que eu como em 1 dia esperando por aquela notícia que o Brasil todo aguarda! 👀🇧🇷

30/01/2025

Entenda como a inteligência artificial processa todo o conhecimento já produzido pela humanidade, como livros, jornais, músicas, vídeos e muito mais. Isso requer uma enorme potência computacional, o que gera uma disputa entre a China e os Estados Unidos para desenvolver a tecnologia mais eficiente e barata.

06/12/2024

Antes mesmo da ter o maravilhoso no , o havia me escalado para passar o Natal na rodoviária mais movimentada do país. A experiência foi incrível e eu queria MUITO reencontrar essas pessoas pra saber como elas estão! Se souberem de alguma coisa, avisem aí 😀

19/05/2024

Quem discorda pensa igual - essa pode ser a resposta padrão pros haters nos comentários

Veio pro feed minha foto preferida de 2023 porque ela é também reflexão, contato com a natureza, paz, tranquilidade e be...
31/12/2023

Veio pro feed minha foto preferida de 2023 porque ela é também reflexão, contato com a natureza, paz, tranquilidade e bem-estar. São todos sentimentos que desejo a vocês, mesmo estando sumido por aqui - prometo voltar ano que vem! E espero que nessa parte do “contato com a natureza”, a gente possa apreciá-la e respeitá-la, porque o planeta mais do que nunca precisa da nossa atenção. Um Feliz 2024 a todos! 🪅 E você, o que deseja?

A gente se enganou.Precisamos reconhecer nossa falha, nossa arrogância cheia de certezas que, vemos agora, eram pura ilu...
18/10/2023

A gente se enganou.

Precisamos reconhecer nossa falha, nossa arrogância cheia de certezas que, vemos agora, eram pura ilusão. Tínhamos - eu tinha, pelo menos - uma crença sincera de que “a gente sairia melhor” de tudo aquilo que vivemos.

Não faz nem 2 anos que os telejornais pararam de exibir aquele gráfico mórbido, que dia após dia nos torturava com uma contagem de mortos que parecia não ter fim. Acreditamos - eu acreditei, pelo menos - que o horror da pandemia nos chocaria a ponto de nos tornarmos mais solidários, empáticos, humanos.

A gente se enganou.

Não faz nem 2 anos e temos, agora, uma nova contagem diária de mortos - dessa vez no Oriente Médio, mas tão próxima de nós que sempre tem alguém ali, quase do outro lado do mundo, chorando em português. E nos fazendo chorar.

Não faz nem 2 anos e as ruas estão novamente destilando violência, o copo de chopp no quiosque da praia se estilhaça à queima roupa; as operações nas favelas tomam o papel do vírus no fechamento de escolas e isolamento forçado dos moradores em casa; a ameaça ao planeta f**a cada dia mais evidente a nos angustiar. Pois é, a gente se enganou.

Claro que a gente precisa continuar a erguer essa cabeça, meter o pé e ir na fé, afinal, a outra opção não existe. Então a gente segue com humor e com amor e tenta relevar nossos erros. Mas...

A gente se enganou.
Mesmo tentando acertar.

Quem sabe, um dia, a gente acha o prumo.

(Foto: Yasser Qudih/Reuters)

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