Foco do Dia

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"Em 23 de setembro de 1957, o Padre Miguel Hernández desapareceu sem deixar vestígios da Iglesia San Francisco de Asís, ...
19/06/2026

"Em 23 de setembro de 1957, o Padre Miguel Hernández desapareceu sem deixar vestígios da Iglesia San Francisco de Asís, em Puebla, México. Não houve sinal de resistência, nenhuma carta de despedida, nenhuma testemunha que o visse sair. Era como se alguém simplesmente tivesse desligado sua presença, bem no meio de uma cidade colonial onde cada pedra conhecia o som dos sinos e das orações.

Por 65 anos, seu destino pairou no ar como um dos mistérios mais intrigantes de Puebla. As pessoas diziam seu nome em vozes baixas, como se tivessem medo de invocar algo que não deveria estar ali. E, o mais aterrorizante, a resposta para o desaparecimento de um padre não estava longe. Estava trancada o tempo todo, selada dentro de um objeto pelo qual as pessoas passavam todos os dias.

Um silencioso quarto de madeira construído para acomodar confissões. Um confessionário de madeira que ele próprio encomendou apenas três semanas antes de desaparecer para sempre. Mas quando um compartimento secreto dentro do confessionário foi finalmente aberto em 2022, o que os restauradores descobriram mudou a forma como a comunidade via a figura que veneraram por décadas.

A pergunta grudou como um calafrio na pele: “Que segredo terrível o Padre Miguel estava escondendo a ponto de sentir-se compelido a tomar uma decisão tão desesperada? E por que ele escolheu aquele confessionário? Um objeto que deveria ser um símbolo de perdão tornou-se guardião da verdade mais sombria.”

Antes de prosseguirmos com esta história, Puebla de los Ángeles, em 1957, LEIA A HISTÓRIA COMPLETA NA SEÇÃO DE COMENTÁRIOS 👇🏻"

"Desaparecida: 2 Anos Depois, Seu Pai a Encontrou na Casa do Vizinho. O Caso Chocou Todo o PaísSetembro de 1982, em um b...
19/06/2026

"Desaparecida: 2 Anos Depois, Seu Pai a Encontrou na Casa do Vizinho. O Caso Chocou Todo o País

Setembro de 1982, em um bairro tranquilo em Guadalajara, no México, uma menina de 7 anos chamada Palomacreras saiu de casa para brincar no quintal. E desde então, ela nunca mais voltou. Por 2 anos inteiros, sua família viveu em um sofrimento excruciante, à deriva na incerteza sobre o que realmente aconteceu com sua filhinha.

A polícia fez todos os esforços. No entanto, cada pista que seguiram sempre terminava em um beco sem saída. Os cartazes de desaparecidos que estavam colados nas esquinas da cidade lentamente começaram a desbotar e esfarelar sob o sol quente. À medida que as esperanças da família começaram a se transformar em uma dor surda, um nome profundo acompanhava cada respiração que a família Contreras dava.

Mas o que realmente chacoalhou todo o México foi a descoberta feita pelo pai de Paloma em uma tarde de outubro de 1984. Ele decidiu confrontar seu vizinho mais uma vez sobre os estranhos ruídos que vinha ouvindo há meses vindos da casa ao lado. O que ele descobriu naquela tarde mudaria para sempre a percepção das pessoas sobre os perigos que podem espreitar nos lugares mais inesperados, bem diante dos nossos olhos.

Como uma criança pequena poderia estar a apenas alguns metros de sua própria casa por 2 anos inteiros sem que ninguém soubesse?

Guadalajara em 1982 era uma cidade em meio a uma grande transformação. O distrito de Santa, localizado na parte oeste da metrópole Tapatia, é conhecido por suas casas características de um andar com grandes pátios, onde famílias da classe trabalhadora construíram suas vidas ao longo das décadas anteriores.

As ruas de paralelepípedos ali ainda mantêm uma forte sensação rural, LEIA A HISTÓRIA COMPLETA NA SEÇÃO DE COMENTÁRIOS 👇🏻"

"13 crianças desapareceram em 1983 – 18 anos depois, exploradores encontraram algo perturbadorEm 1983, 13 crianças desap...
18/06/2026

"13 crianças desapareceram em 1983 – 18 anos depois, exploradores encontraram algo perturbador

Em 1983, 13 crianças desapareceram misteriosamente durante uma excursão escolar, deixando as famílias e os moradores de Gramado, no Rio Grande do Sul, em total desespero. Dezoito anos depois, exploradores descobriram um ônibus escolar enterrado nas montanhas, o que mudou tudo o que se sabia sobre o desaparecimento das crianças e reacendeu a pergunta: Quem foi o responsável pelo desaparecimento? Numa fria manhã de junho em Gramado, Rio Grande do Sul, o mecânico Marcos Ferreira estava ajustando o carburador de uma caminhonete quando seu vizinho Carlos apareceu na porta da oficina, sem fôlego e pálido.

“Marcos, você precisa saber disso agora. Exploradores encontraram um ônibus escolar amarelo enterrado nas montanhas, e a polícia acha que pode ser da excursão de 1983”, disse Carlos, com a voz trêmula.

O mundo pareceu desabar sobre os ombros de Marcos naquele momento. Dezoito anos haviam se passado desde que sua filha Sofia desapareceu junto com outras 11 crianças durante uma excursão escolar que deveria ser apenas um passeio divertido. As palavras de Carlos ecoaram em sua mente como um pesadelo que poderia finalmente ter uma resposta, por mais dolorosa que fosse. Carlos explicou que o guia de trilha Renato Gomes estava em uma expedição de ecoturismo em uma área remota das montanhas quando descobriu o veículo.

“Ele disse que estava em uma região praticamente inacessível, longe das trilhas principais. O ônibus estava enterrado sob metros de terra e vegetação, como se alguém tivesse tentado escondê-lo para sempre”, contou o vizinho, ainda recuperando o fôlego.

A descoberta só aconteceu porque as fortes chuvas da semana anterior causaram um deslizamento de terra que expôs parte da lataria de metal amarelo, característica de ônibus escolares. Renato e sua equipe f**aram intrigados com a cor brilhante no meio da mata e decidiram investigar mais de perto, cavando cuidadosamente até perceberem que era um veículo completo enterrado ali por décadas. Marcos fechou imediatamente a oficina e foi para a delegacia central de Gramado, onde encontrou o Detetive Antônio Pereira examinando fotografias do local da descoberta.

“Sr. Ferreira, confirmamos que as características do veículo correspondem exatamente ao ônibus que transportava as crianças em outubro de 1983. A placa está corroída, LEIA A HISTÓRIA COMPLETA NA SEÇÃO DE COMENTÁRIOS 👇🏻"

"Estudante desapareceu em 2007 indo pegar ônibus – 3 dias depois, um policial encontrou algo chocanteEm agosto de 2007, ...
18/06/2026

"Estudante desapareceu em 2007 indo pegar ônibus – 3 dias depois, um policial encontrou algo chocante

Em agosto de 2007, no Tocantins, a estudante Mariana Mendes desapareceu misteriosamente enquanto caminhava para o ponto de ônibus escolar. A busca por respostas que se seguiu paralisou a comunidade, mas apenas três dias depois, um policial, durante uma busca de rotina, encontrou algo em um local inesperado que transformaria o desespero da família em um horror que ninguém poderia prever.

Mariana era o orgulho de seus pais, Sônia e Roberto. Uma jovem dedicada aos estudos, cheia de sonhos e cercada de amigos. Ela representava a alegria e a esperança de um futuro brilhante para a família. Eles viviam uma rotina tranquila e feliz em um bairro residencial, onde todos se conheciam e se sentiam seguros. A vida seguia um curso previsível, marcado pelos compromissos escolares de Mariana e pelo trabalho de seus pais, que se esforçavam para oferecer o melhor para a filha única. Sônia mais tarde recordaria com dor:

“Ela era a nossa luz, a razão de tudo. Tínhamos tantos planos e em um instante foi como se o sol se apagasse. Só nos restou a fé em Deus para continuar.”

Na manhã de 22 de agosto de 2007, uma quarta-feira, a casa da família despertou como em qualquer outro dia. O aroma de café fresco pairava no ar enquanto Mariana se preparava para a escola, trocando algumas palavras com a mãe na cozinha antes de pegar sua mochila. Roberto já havia saído para o trabalho e a despedida entre mãe e filha foi rápida e casual, um até mais tarde cheio da certeza de um reencontro no final do dia. Ninguém poderia imaginar que aqueles momentos de normalidade seriam os últimos. A rotina, que por tanto tempo fora sinônimo de segurança, estava prestes a ser brutalmente rompida.

Exatamente às 7:30 da manhã, Mariana se despediu da mãe no portão e começou a curta caminhada até o ponto de ônibus. O trajeto era familiar e levava apenas alguns minutos passando por ruas tranquilas que ela conhecia desde a infância. Com os fones de ouvido e a mochila nas costas, LEIA A HISTÓRIA COMPLETA NA SEÇÃO DE COMENTÁRIOS 👇🏻"

"O CASO QUE PARALISOU ALPHAVILLE: um Pai Foi Buscar a Filha de 7 Anos na Escola e Ela Já Tinha SaídoA fila de carros no ...
18/06/2026

"O CASO QUE PARALISOU ALPHAVILLE: um Pai Foi Buscar a Filha de 7 Anos na Escola e Ela Já Tinha Saído

A fila de carros no colégio Planalto era o único lugar onde Rodrigo Fonseca parava de pensar em construção. Oito minutos na fila, janela levemente aberta, rádio sintonizado em algo que ele não conseguia realmente ouvir. Era o acordo que havia feito consigo mesmo desde a separação. Os oito minutos pertenciam à Isabela.

Sem planilhas, sem ligações de subempreiteiros, sem pendências da reunião em Barueri, da qual ele viera direto. Gravata ainda frouxa, almoço pulado. Era uma quarta-feira de outubro. O sol da tarde projetava a sombra da paineira no muro branco da escola. Giovana, a inspetora do pátio, estava em seu posto habitual com seu colete laranja e prancheta.

Rodrigo a conhecia há dois anos de buscas diárias. Ela sempre vinha até o carro com o mesmo sorriso de fim de dia e chamava Isabela pelo apelido. Naquele dia, o sorriso estava diferente. Havia algo de errado que Rodrigo identificou antes de entender o que era. Giovana debruçou-se na janela.

“Senhor Rodrigo, a Bela já saiu. A dona Deborah veio buscá-la mais cedo. Disse que ela tinha uma consulta.”

Rodrigo a encarou por dois segundos. Que dona Deborah? O sorriso de Giovana desapareceu completamente. A coordenadora pedagógica, Fernanda Arruda, recebeu-o na sala com o caderno de autorizações na mão e as mãos tremendo levemente.

A mulher havia apresentado uma autorização por escrito. Papel timbrado da escola, assinatura da Patricia, número do RG correto. Ela disse que a menina tinha uma consulta com o pediatra, e que a mãe pediu para que ela a buscasse porque estava presa em outro compromisso. A mulher sabia o apelido de Isabela, sabia que o nome da professora era Juliana, LEIA A HISTÓRIA COMPLETA NA SEÇÃO DE COMENTÁRIOS 👇🏻"

"Estudantes desapareceram em 2010 em trilha – 1 dia depois, montanhistas encontraram algo impactanteEm julho de 2010, no...
18/06/2026

"Estudantes desapareceram em 2010 em trilha – 1 dia depois, montanhistas encontraram algo impactante

Em julho de 2010, no estado de Santa Catarina, as amigas Júlia Lima e Laura Campos desapareceram enquanto faziam uma trilha. O que começou como uma simples aventura adolescente, aproveitando um dia de folga, rapidamente se transformou em um pesadelo angustiante para suas famílias, mas ninguém poderia ter previsto a reviravolta que estava por vir.

Um dia depois, uma descoberta chocante feita por montanhistas revelaria que a verdade por trás do desaparecimento era muito mais sombria do que se suspeitava. Laura e Júlia eram inseparáveis. Vizinhas e colegas de classe, compartilhavam segredos e sonhos típicos da adolescência. Com a chegada de um feriado escolar inesperado, o plano parecia perfeito.

Explorar a famosa trilha local, um lugar que elas conheciam por fotos e histórias. Deveria ser um dia de risadas e aventura, uma pausa bem-vinda da rotina. Mal sabiam elas que esse simples passeio mudaria o destino de todos para sempre. Na manhã de sábado, 17 de julho, o clima era de pura empolgação.

Por volta das 13h30, Isabela, a irmã mais velha de Laura, as deixou no início da trilha. Mais tarde, ela se lembraria das duas sorrindo e acenando enquanto saíam do carro. “Cuidem-se e que Deus as proteja”, disse ela.

Foi a última vez que ela as veria, um momento que f**aria congelado em sua memória com dolorosa clareza.

Enquanto se aventuravam pela floresta, as amigas registraram tudo com seus celulares. Por volta das 14h10, Laura postou uma foto de Júlia nas redes sociais, sorrindo em uma pequena ponte de madeira. A imagem capturou a tranquilidade do momento, um registro inocente de felicidade. Ninguém poderia imaginar que, minutos após aquele clique, a paz daquela tarde seria irreversivelmente destruída, e aquela foto se tornaria um símbolo doloroso do que foi perdido.

Foi logo após a postagem que a situação mudou. Uma figura masculina apareceu na trilha e se aproximou delas, fazendo-as sentir um desconforto imediato. Algo na intuição de Laura a fez agir. Com uma descrição marcante, ela pegou seu celular e, sem que o homem percebesse, ativou a câmera. Em um ato de coragem silenciosa, ela começou a gravar, LEIA A HISTÓRIA COMPLETA NA SEÇÃO DE COMENTÁRIOS 👇🏻"

"Jovem D*sapareceu No Cânion Do Guartelá—5 Anos D*pois Encontrado De Cabeça Para Baixo P*eso Em FendaEm 14 de novembro d...
18/06/2026

"Jovem D*sapareceu No Cânion Do Guartelá—5 Anos D*pois Encontrado De Cabeça Para Baixo P*eso Em Fenda

Em 14 de novembro de 2018, às 6:42 da manhã, Rafael Teixeira Brandão mandou um áudio de WhatsApp para o irmão mais velho. Durava 11 segundos. Dizia que já estava na estrada, que o dia tinha amanhecido limpo e que ia aproveitar para descer até o fundo do cânion antes do meio-dia. O irmão ouviu o áudio às 7:15, respondeu com um falou: “Se cuida lá embaixo”. E foi trabalhar.

Rafael tinha 26 anos. Morava em Ponta Grossa, trabalhava como técnico em refrigeração e conhecia o cânion do Guartelá como conhecia o caminho de casa. Tinha ido lá dezenas de vezes desde os 17. Sabia onde o terreno cedia, onde a pedra f**ava lisa depois da chuva, onde o sinal de celular morria de vez. Não era um turista de fim de semana.

Esse era um rapaz dos Campos Gerais que cresceu ouvindo o barulho do rio lá embaixo e que tratava aquele paredão de arenito como quintal. Rafael nunca voltou. O carro dele, um Gol Prata 2011, com um adesivo de trilha no vidro traseiro, foi encontrado dois dias depois no estacionamento de terra batida próximo à portaria do Parque Estadual do Guartelá, em Tibagi.

A mochila estava no banco de trás. Dentro dela, duas garrafas de água, uma cheia e uma pela metade, um pacote de paçoca, protetor solar, uma lanterna de cabeça e o carregador do celular. As chaves do apartamento estavam no console central. O celular não foi encontrado no carro. A última conexão registrada foi às 9:21 da manhã numa torre próxima à entrada do parque. Depois disso, silêncio.

E esta é a história de um jovem que desapareceu numa quarta-feira de novembro num dos maiores cânions do Brasil e que foi encontrado 5 anos depois, de cabeça para baixo, preso numa fenda estreita entre rochas de arenito, a 140 m de profundidade, num trecho que as equipes de busca disseram ter vistoriado mais de uma vez.

O cânion do Guartelá f**a no município de Tibagi, nos Campos Gerais do Paraná. Tem mais de 30 km de extensão e paredes que chegam a 180 m de altura. É considerado um dos maiores cânions em rocha de arenito do mundo. De cima, a paisagem é aberta, com campos limpos e cerrado ralo. Mas lá embaixo, LEIA A HISTÓRIA COMPLETA NA SEÇÃO DE COMENTÁRIOS 👇🏻"

"Casal Desapareceu Em Ilha Grande —4 Anos Depois Encontrados Em Ruínas Repetindo A Mesma Frase Sem…Em 14 de fevereiro de...
17/06/2026

"Casal Desapareceu Em Ilha Grande —4 Anos Depois Encontrados Em Ruínas Repetindo A Mesma Frase Sem…

Em 14 de fevereiro de 2019, às 11h22 da manhã, Renata Drumont Cavalcante enviou uma mensagem de WhatsApp para sua irmã. Ela disse que ela e Fábio haviam chegado em segurança à Ilha Grande, que a viagem de catamarã havia sido tranquila, que a pousada era linda e que a praia estava perfeita para o Dia dos Namorados.

A irmã respondeu perguntando: “Vocês esqueceram o protetor solar?”

Renata enviou um emoji de sol. E um beijo. Depois disso, nada mais. O celular de Renata ficou mudo por cinco dias antes de sua família contatar a polícia. O celular de Fábio nunca mais foi ligado. As malas estavam no quarto da pousada em Abraão, arrumadas com os documentos dentro. O café da manhã foi servido no segundo dia e não foi tocado.

A chave do quarto estava na fechadura pelo lado de dentro, e nenhum dos dois estava lá. Esta é a história de um casal de Niterói que desapareceu numa quinta-feira de fevereiro em uma das ilhas mais frequentadas do estado do Rio de Janeiro e foi encontrado 4 anos e 2 meses depois, em abril de 2023, dentro de um prédio abandonado nos arredores de Paraty, repetindo a mesma frase curta em voz baixa e sem parar, incapazes de explicar onde estiveram, o que fizeram ou quanto tempo havia passado.

A Ilha Grande está localizada na Baía da Ilha Grande, no litoral sul do estado do Rio de Janeiro. É uma ilha de 1930 km², sem carros e sem ruas asfaltadas. O acesso é feito de barco, saindo de Angra dos Reis ou Mangaratiba. As praias do lado do mar aberto, Lopes Mendes, e os dois rios de Provetá, são separadas da vila principal por horas de caminhada em trilhas através de floresta densa.

Não há sinal de celular em grande parte da ilha. A presença policial é limitada. O corpo de bombeiros mais próximo opera a partir do continente. Renata e Fábio conheciam a ilha. Não era a primeira vez que iam. Ela tinha 38 anos e trabalhava como fonoaudióloga em Niterói. Ele tinha 41 e trabalhava como técnico de manutenção industrial.

Ela tinha um cachorro, um apartamento no bairro de Icaraí e planos de se casar no final daquele ano. Eles não eram aventureiros extremos. Eram um casal comum que gostava de caminhadas leves, do mar e de relaxar. O tipo de casal que aparecia no café da manhã da pousada antes das 8h e perguntava à dona qual era a melhor praia do dia.

Nada em suas vidas prenunciava o que aconteceu a seguir. O que os tirou do quarto naquela noite? Por que as malas foram deixadas para trás? LEIA A HISTÓRIA COMPLETA NA SEÇÃO DE COMENTÁRIOS 👇🏻"

"15 crianças desapareceram durante uma excursão escolar em 1986 — 39 anos depois, o ônibus escolar é encontrado enterrad...
17/06/2026

"15 crianças desapareceram durante uma excursão escolar em 1986 — 39 anos depois, o ônibus escolar é encontrado enterrado.

Em 1986, 15 crianças embarcaram em um ônibus escolar para uma excursão e nunca mais foram vistas. Sem acidente, sem destroços, sem rastros. Mas quase quatro décadas depois, quando um ônibus esquecido é encontrado enterrado fundo na floresta de Morning Lake, o mesmo acontece com uma sobrevivente. E o que ela lembra desvendará uma verdade mais aterrorizante do que qualquer um imaginou.

A névoa havia se assentado espessa sobre o Condado de Hallstead como uma tampa que ninguém ousava levantar. Ela se agarrava aos pinheiros, enrolava-se sob as luzes das varandas e silenciava o som dos pneus no asfalto. Você podia dirigir uma milha inteira e não perceber que havia passado pela sua própria infância. Era assim que as memórias desapareciam por aqui, silenciosamente e sem protesto.

Passava um pouco das 7 da manhã quando a ligação chegou. A delegada Lana Whitaker tinha acabado de servir seu primeiro café quando o rádio da central chiou:

“Possível descoberta na área dos Pinheiros de Morning Lake. Equipe de construção cavando para uma fossa séptica desenterrou o que eles acham ser um ônibus escolar. As placas batem com um caso encerrado há muito tempo.”

Lana ficou paralisada no silêncio de sua cozinha, a caneca aquecendo a palma de sua mão. Sua outra mão alcançou automaticamente o bloco de notas que ela sempre mantinha perto da torradeira, mas ela não precisava anotar. Ela conhecia o caso de cor. 15 crianças, um motorista de ônibus, desaparecidos em 1986.

Eles eram alunos da Escola Primária Holstead Ridge, a escola dela, a série dela, os colegas dela. Ela tinha f**ado doente em casa naquele dia, com catapora. E por quase 40 anos, ela carregou aquela culpa pequena e estranha como uma farpa sob a pele. Ela deslizou o café intocado para dentro da pia, pegou as chaves e saiu de casa sem trancar a porta.

A viagem até Morning Lake foi silenciosa e lenta, a névoa abafando o som e esticando o tempo. Pinheiros erguiam-se de ambos os lados da estreita estrada de duas pistas como sentinelas pacientes. Lana passou pelo antigo posto da guarda florestal, agora abandonado, e virou na estrada de serviço coberta de mato que outrora levava ao acampamento de natureza de verão para onde as crianças estavam indo.

Ela se lembrava de quão animados todos estavam. A última excursão antes das férias de verão, um lago, uma fogueira e cabanas novas construídas por voluntários. Ela se lembrava das fotos no anuário. Rostos sorridentes pressionados contra as janelas do ônibus. Crianças com Walkmans, LEIA A HISTÓRIA COMPLETA NA SEÇÃO DE COMENTÁRIOS 👇🏻"

"Van Com 9 Mochileiros Sumiu Na Transamazônica Em 2015 —8 Anos Depois Achada Na Mata Com Todos CintosEm 14 de agosto de ...
17/06/2026

"Van Com 9 Mochileiros Sumiu Na Transamazônica Em 2015 —8 Anos Depois Achada Na Mata Com Todos Cintos

Em 14 de agosto de 2015, às 6:12 da manhã, uma van Sprinter branca com placa de Marabá saiu do estacionamento de uma pousada no município de Altamira, no Pará, com nove passageiros a bordo. O motorista era Raimundo Sérgio Bonfim, 58 anos, que fazia a rota entre Altamira e Itaituba pela Transamazônica havia mais de uma década.

Os nove passageiros eram jovens, o mais velho tinha 27 anos, a mais nova 19. Vinham de estados diferentes, Goiás, Minas Gerais, Maranhão, o próprio Pará, e tinhamse conhecido semanas antes numa comunidade online de mochileiros que organizava travessias por estradas remotas do norte do Brasil. Nenhum deles tinha parentesco entre si.

Nenhum deles tinha antecedentes. Todos carregavam mochilas, barracas leves e a expectativa de chegar a Itaituba antes do anoitecer para seguir viagem de barco até Santarém. Munavan nunca chegou a Itaituba. O primeiro sinal de que algo estava errado veio três dias depois, quando Dalva Cristina Prado, mãe de uma das passageiras, ligou para a polícia civil de Altamira, dizendo que a filha não atendia o celular desde amanhã do dia 14.

O atendente perguntou: “Você tem certeza de que a filha não está apenas fora de área?”

Dalva disse: “Sim, tenho certeza.”

O atendente anotou o nome, pediu que aguardasse 72 horas e desligou. 72 horas no meio da Transamazônica, em agosto de 2015, era tempo suficiente para que qualquer rastro desaparecesse sob a lama, sob o mato, sob a chuva que cai quase toda a tarde naquela região.

Era tempo suficiente para que uma van inteira sumisse do mapa sem que ninguém estranhasse no porque naquele trecho de quase 500 km entre Altamira e Itaituba, o normal era o silêncio. Não havia sinal de celular em boa parte do trajeto, não havia postos de combustível regulares, não havia câmeras.

O que havia era barro vermelho, ponte de madeira sobre igarapé, trecho interditado por atoleiro e a mata fechando dos dois lados da estrada, como se quisesse engolir tudo de volta. Esta é a história de nove jovens e um motorista que desapareceram numa manhã de sexta-feira numa das rodovias mais conhecidas e menos vigiadas do Brasil e de uma van que foi encontrada 8 anos depois, em 2023, LEIA A HISTÓRIA COMPLETA NA SEÇÃO DE COMENTÁRIOS 👇🏻"

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17280-000

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