06/09/2026
Nossa série histórica, celebrando os 90 anos do Aeroporto de Congonhas, decola agora nas asas da Itaú, uma empresa hoje pouco lembrada. Fundada em 1947 com a missão específica de transportar o cimento produzido pela Companhia de Cimento Itaú, da qual era subsidiária, começou a operar com uma frota de 12 aviões Curtiss C-46 Commando e um PBY-5 Catalina.
Diferenciando-se das concorrentes que focavam no mercado de passageiros, a Itaú estabeleceu-se como uma das maiores transportadoras de carga aérea do país. Os robustos Curtiss, apelidados de "baleias voadoras" devido à sua considerável capacidade de carga, transportavam toneladas de sacos de cimento diretamente das fábricas em Minas Gerais para obras em todo o Brasil.
O ciclo independente da empresa encerrou-se em 1955, quando ela foi totalmente absorvida pela Transportes Aéreos Nacional, integrando-se, mais tarde, ao Consórcio Real-Aerovias.
Você talvez não conhecesse a história da Itaú. Nesta série, a Aena relembra empresas como essa, que contribuíram para a construção da história da aviação brasileira e do Aeroporto de Congonhas.