23/01/2025
De acordo com as investigações, que contaram com o apoio da Decon do Rio Grande do Sul, no período de maio a junho do ano passado os donos dessa companhia adquiriram 800 toneladas de carne bovina estragada, que ficou debaixo d’água por muitos dias em Porto Alegre.
Eles alegavam que a intenção era a fabricação de ração animal. O grupo, porém, vendeu a carne para consumo humano a outras empresas, obtendo lucro de mais de 1.000% e colocando em risco consumidores de todo o Brasil.
Eles alegavam que a intenção era a fabricação de ração animal. O grupo, porém, vendeu a carne para outras empresas.