18/09/2026
Evangelista do Amor-Arcolino F S Neto
OS ENTRANHÁVEIS SENTIMENTOS AFETUOSOS DE JESUS CRISTO
( XXVI )
A impossibilidade de dúvidas e incertezas na Indeclinabilidade, pelas Invisibilidade e Imperceptibilidade reinantemente da Fé, cuja única possibilidade, é a certeza da vinda do que se esperava, provando-o em si mesmo, ainda que na Invisibilidade e Imperceptibilidade dos demais sentidos. Pelo que, a Cristogênese cria do nada todas às coisas, e à Cristogonia das coisas criadas, recria e colocam todas às coisas em ordem, estabelecendo-os tudo, tudo se traduz no Autor e Consumador da Fé em Ato Puro. Pelo que, o Ser Deus, que se é Em Si Mesmo, não é subsidiado por inferimentos antropológico em termos de titularidade, já que, tudo que lhes for diverso ou distinto é ídolo situado, determinado por uma forma inferida pela razão estratif**ado do intelecto, passivo à especulações, privado da pura contemplação dos inteligíveis vivif**antes e Constituintes, Comunicante de Si Mesmo enquanto Realidade Última.
Por que haveria à alma f**ar brava de não ter sobre o próprio controle à Verdade Em Si, f**ando livre da acusação de criar-se "Deus " ou um ídolo icônico de "Deus ", tendo que suspender suas razões e aquiescer à Palavra divinamente inspirada, assentindo-a como sua Realidade Última. A qual, Imanece inteligíveis vivif**antes, Constituintes Comunicante de Cristo, levando-os a sua mais completa e perfeita estatura do homem Cristologicamente verdadeiro. A consciência é o núcleo receptor das percepções mediante inteligíveis, portanto, em termos de Absoluticidade, impertubavelmente resoluta em sua aquiescência, pelo que, a sua suspensão se traduz na abnegação aguardando novas iluminação para sua aquiescência, mediante contemplação, dessa forma as inquietações injustif**adas da alma, pertinente ao conhecimento origina-se da saga da besta que nela se é trazido, cuja "necessidade " obssessiva pelo controle lógico, mesmo à título de "cientificidade" pelo pretenso rigor fazendo uso da razão irresistivelmente por especulações.
A razão especulativa é atividade imaginativas de hipóteses com graus elevados de fantasia, dando uma paliativa satisfação, em alteridade da angustiante lacuna de falta de conhecimento que aufere sua Teleológica saciabilidade. Ora, se "Deus que disse, que das trevas resplandecesse à luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da sua Glória na face de Jesus Cristo, à tal Realidade só poderá ser Cristogônica, mediante inteligíveis vivif**antes e Constituintes Comunicante de Cristo Jesus nos aspirantes buscadores que à Ele dão sua plena aquiescência de Fé, no aceitar, concordar e aprovar em si mesmo da sua Palavra da Vida Vivif**ante estabelecido em sua Principiologicidade Cristológica e Cristologicidade Princípiológica emanente da Ressurgente Glória, corroborando a Cristofania de Fé em Fé e de Glória em Glória e nunca jamais o que à Cristo Jesus seja diverso ou distinto em todo universo criado, em todos os espaços e o que nele estiver situado e em todos os tempos.
O gigantismo das fantasias e imaginações laboradas em ficções literária e
cinematográf**a apesar de trazer a máxima eficiência paliativa de entretenimento, mas sem nenhuma eficácia para às exigências da realidade existencial teleológica da saciabilidade da alma que é o Ser Eterno, Realidade intraduzível no universo criado em todos os espaços e o que nele estiver situado em todos os tempos, já que, não se declina para o que a Si seja diverso ou distinto, exceto como auto geração de Si ou geração de Si para Dação de Si, com ressalva de sua Inconfundibilidade nos que foram gerados de Si por aquiescência de fé, pelo que, por seu atributo da Indeclinabilidade para o que lhes for diverso ou distinto de Si. Este é o indecifrável que se manifesta nos iluminando, inspirando e revelando-se mesmo utilizando-se da razão, mente e consciência , não é capturado pelas operações da razão, mediante dedução, indução no jogo lógico matemático da razão humana.
O teleológico da existência humana, dispensa de todo, o espaço temporal, já que somente se resolve por alteridade de si, pela nova criatura gerada em si, e tão somente assim, se resolve, estabelecendo-se no seu único Alvo Certo e Absolutamente Inerrante da existência humana. É aqui, muito oportuno deixar claro e bastante esclarecido que a Invisibilidade e a Imperceptibilidade dos demais sentidos, não signif**am ausência, antes corrobora-se o estatuto elementar da Fé que "é o Firme Fundamento das coisas que se espera, e a prova das coisas que se não vêem, pelo qual, nos atributos da Indeclinabilidade e Inconfundibilidade e no entanto, paradoxalmente é real presença, e presença real na interioridade dos aspirantes aquiescentes da sua Palavra da Vida Vivif**ante, oportuno é corroborar de que inexistindo nada Maior e nem muito menos Melhor não há do que pensar, falar ou ensejar do que à Ele seja diverso ou distinto de Si.
De tudo do que se é dito, somente acha sua convalidação necessária, no Sangue de Jesus Cristo, cuja linguagem, traz virtuosamente a comunicação do que de Si é Bendito, e do que se é bem-dito nos termos de Absoluticidade, versada na SABEDORIA Cristológica de Cristo asseverada da Aliança e Reconciliação de Jesus Cristo entre outros atribuíveis ao Propiciatório, expiatório em termos da Cristologicidade, por conseguinte, nos termos Soteriológica, é o Único dito que reverbera com todos os ditames, consoante ao Bendito o que vem em nome do Senhor. Tal Realidade, abole toda pretensão humana de se posicionar em relação aos demais como se um oráculo fosse, detentor das revelações, iluminação e inspiração divina duma forma exclusiva, ainda que em alguns casos, aprouve ao Senhor usar alguns duma forma especial.
Jesus Cristo como único Alvo Certo e Absolutamente Inerrante da existência humana, não comporta ideais de graduações tão desviantes de Si , quanto tudo o que lhes for diverso e distinto de Si, em todo universo criado. Pelo que, a transferência do foco mais do que a transferência ser indevida, é não reputá-lo como Suficiência, por conseguinte é não conhecê-lo como o Salvador e Senhor no contexto da sua própria existência, ainda que se nomeiem de livrador do fogo e enxofre do inferno, numa perspectiva meramente escatológico, sem no entanto, relevá-lo como o preferencial do seu envolvimento existencial no esteio teleológico , ora,levando-se em consideração que etimologicamente pecar é "errar o alvo ", é muito mais comum que se esteja em pecado, ainda que em práticas religiosas do que dos pecados perfilados nas condutas pecaminosa, já que, palpitando no coração aspira-se pelo Perdão e misericórdia.
A linguagem do sangue de Jesus Cristo, reverbera do que se é mais autêntico, do que se é unicamente Comunicante de Si, que é a sua Vida Vivif**ante, pelo qual, se clama sempre, mais alto e mais forte do que tudo e do que todo o mundo a sua Eterna: Soberania, Aliança, Reconciliação entre os demais atributos de expiação, propiciação numa linguagem própria, no esteio da Mente Cristológica. Desse modo, a sua Absoluta Exclusividade na existência dos aspirantes aquiescentes à sua Palavra, não as delimita pela caoticidade dos mesmos, antes, à linguagem do seu sangue é o autêntico e próprio limite das pretensões do adversário, anulando e cancelando toda eficácia de suas pretensões. Corroborando assim, que é o sangue de Jesus Cristo é que tem o poder que clama sempre, mais alto e mais forte do que tudo e do que todo o mundo, a sua eterna Soberania, Aliança e Reconciliação.