Igreje de Jesus da Justiça de Deus

Igreje de Jesus da Justiça de Deus ANUNCIANDO O EVANGELHO DE CRISTO JESUS, COMO ABSOLUTA LIBERDADE NA INTERIORIDADE EM ABERTURA DE DIÁLOGO COM ELE. Banco do Brasil.

PARA SER ESCLARECIDO POR ELE MESMO, SENDO LEVADO A SUA COMPLETA E PERFEITA ESTATURA, PARA QUE NÃO SEJA MAIS COMO MENINOS, COMO ALMA MIMADA. ACEITAMOS OFERTAS VOLUNTÁRIAS
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18/09/2026

Evangelista do Amor-Arcolino F S Neto

OS ENTRANHÁVEIS SENTIMENTOS AFETUOSOS DE JESUS CRISTO

( XXVI )

A impossibilidade de dúvidas e incertezas na Indeclinabilidade, pelas Invisibilidade e Imperceptibilidade reinantemente da Fé, cuja única possibilidade, é a certeza da vinda do que se esperava, provando-o em si mesmo, ainda que na Invisibilidade e Imperceptibilidade dos demais sentidos. Pelo que, a Cristogênese cria do nada todas às coisas, e à Cristogonia das coisas criadas, recria e colocam todas às coisas em ordem, estabelecendo-os tudo, tudo se traduz no Autor e Consumador da Fé em Ato Puro. Pelo que, o Ser Deus, que se é Em Si Mesmo, não é subsidiado por inferimentos antropológico em termos de titularidade, já que, tudo que lhes for diverso ou distinto é ídolo situado, determinado por uma forma inferida pela razão estratif**ado do intelecto, passivo à especulações, privado da pura contemplação dos inteligíveis vivif**antes e Constituintes, Comunicante de Si Mesmo enquanto Realidade Última.

Por que haveria à alma f**ar brava de não ter sobre o próprio controle à Verdade Em Si, f**ando livre da acusação de criar-se "Deus " ou um ídolo icônico de "Deus ", tendo que suspender suas razões e aquiescer à Palavra divinamente inspirada, assentindo-a como sua Realidade Última. A qual, Imanece inteligíveis vivif**antes, Constituintes Comunicante de Cristo, levando-os a sua mais completa e perfeita estatura do homem Cristologicamente verdadeiro. A consciência é o núcleo receptor das percepções mediante inteligíveis, portanto, em termos de Absoluticidade, impertubavelmente resoluta em sua aquiescência, pelo que, a sua suspensão se traduz na abnegação aguardando novas iluminação para sua aquiescência, mediante contemplação, dessa forma as inquietações injustif**adas da alma, pertinente ao conhecimento origina-se da saga da besta que nela se é trazido, cuja "necessidade " obssessiva pelo controle lógico, mesmo à título de "cientificidade" pelo pretenso rigor fazendo uso da razão irresistivelmente por especulações.

A razão especulativa é atividade imaginativas de hipóteses com graus elevados de fantasia, dando uma paliativa satisfação, em alteridade da angustiante lacuna de falta de conhecimento que aufere sua Teleológica saciabilidade. Ora, se "Deus que disse, que das trevas resplandecesse à luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da sua Glória na face de Jesus Cristo, à tal Realidade só poderá ser Cristogônica, mediante inteligíveis vivif**antes e Constituintes Comunicante de Cristo Jesus nos aspirantes buscadores que à Ele dão sua plena aquiescência de Fé, no aceitar, concordar e aprovar em si mesmo da sua Palavra da Vida Vivif**ante estabelecido em sua Principiologicidade Cristológica e Cristologicidade Princípiológica emanente da Ressurgente Glória, corroborando a Cristofania de Fé em Fé e de Glória em Glória e nunca jamais o que à Cristo Jesus seja diverso ou distinto em todo universo criado, em todos os espaços e o que nele estiver situado e em todos os tempos.

O gigantismo das fantasias e imaginações laboradas em ficções literária e
cinematográf**a apesar de trazer a máxima eficiência paliativa de entretenimento, mas sem nenhuma eficácia para às exigências da realidade existencial teleológica da saciabilidade da alma que é o Ser Eterno, Realidade intraduzível no universo criado em todos os espaços e o que nele estiver situado em todos os tempos, já que, não se declina para o que a Si seja diverso ou distinto, exceto como auto geração de Si ou geração de Si para Dação de Si, com ressalva de sua Inconfundibilidade nos que foram gerados de Si por aquiescência de fé, pelo que, por seu atributo da Indeclinabilidade para o que lhes for diverso ou distinto de Si. Este é o indecifrável que se manifesta nos iluminando, inspirando e revelando-se mesmo utilizando-se da razão, mente e consciência , não é capturado pelas operações da razão, mediante dedução, indução no jogo lógico matemático da razão humana.

O teleológico da existência humana, dispensa de todo, o espaço temporal, já que somente se resolve por alteridade de si, pela nova criatura gerada em si, e tão somente assim, se resolve, estabelecendo-se no seu único Alvo Certo e Absolutamente Inerrante da existência humana. É aqui, muito oportuno deixar claro e bastante esclarecido que a Invisibilidade e a Imperceptibilidade dos demais sentidos, não signif**am ausência, antes corrobora-se o estatuto elementar da Fé que "é o Firme Fundamento das coisas que se espera, e a prova das coisas que se não vêem, pelo qual, nos atributos da Indeclinabilidade e Inconfundibilidade e no entanto, paradoxalmente é real presença, e presença real na interioridade dos aspirantes aquiescentes da sua Palavra da Vida Vivif**ante, oportuno é corroborar de que inexistindo nada Maior e nem muito menos Melhor não há do que pensar, falar ou ensejar do que à Ele seja diverso ou distinto de Si.

De tudo do que se é dito, somente acha sua convalidação necessária, no Sangue de Jesus Cristo, cuja linguagem, traz virtuosamente a comunicação do que de Si é Bendito, e do que se é bem-dito nos termos de Absoluticidade, versada na SABEDORIA Cristológica de Cristo asseverada da Aliança e Reconciliação de Jesus Cristo entre outros atribuíveis ao Propiciatório, expiatório em termos da Cristologicidade, por conseguinte, nos termos Soteriológica, é o Único dito que reverbera com todos os ditames, consoante ao Bendito o que vem em nome do Senhor. Tal Realidade, abole toda pretensão humana de se posicionar em relação aos demais como se um oráculo fosse, detentor das revelações, iluminação e inspiração divina duma forma exclusiva, ainda que em alguns casos, aprouve ao Senhor usar alguns duma forma especial.

Jesus Cristo como único Alvo Certo e Absolutamente Inerrante da existência humana, não comporta ideais de graduações tão desviantes de Si , quanto tudo o que lhes for diverso e distinto de Si, em todo universo criado. Pelo que, a transferência do foco mais do que a transferência ser indevida, é não reputá-lo como Suficiência, por conseguinte é não conhecê-lo como o Salvador e Senhor no contexto da sua própria existência, ainda que se nomeiem de livrador do fogo e enxofre do inferno, numa perspectiva meramente escatológico, sem no entanto, relevá-lo como o preferencial do seu envolvimento existencial no esteio teleológico , ora,levando-se em consideração que etimologicamente pecar é "errar o alvo ", é muito mais comum que se esteja em pecado, ainda que em práticas religiosas do que dos pecados perfilados nas condutas pecaminosa, já que, palpitando no coração aspira-se pelo Perdão e misericórdia.

A linguagem do sangue de Jesus Cristo, reverbera do que se é mais autêntico, do que se é unicamente Comunicante de Si, que é a sua Vida Vivif**ante, pelo qual, se clama sempre, mais alto e mais forte do que tudo e do que todo o mundo a sua Eterna: Soberania, Aliança, Reconciliação entre os demais atributos de expiação, propiciação numa linguagem própria, no esteio da Mente Cristológica. Desse modo, a sua Absoluta Exclusividade na existência dos aspirantes aquiescentes à sua Palavra, não as delimita pela caoticidade dos mesmos, antes, à linguagem do seu sangue é o autêntico e próprio limite das pretensões do adversário, anulando e cancelando toda eficácia de suas pretensões. Corroborando assim, que é o sangue de Jesus Cristo é que tem o poder que clama sempre, mais alto e mais forte do que tudo e do que todo o mundo, a sua eterna Soberania, Aliança e Reconciliação.

11/07/2026
11/07/2026

Evangelista do Amor-Arcolino F S Neto

OS ENTRANHÁVEIS SENTIMENTOS AFETUOSOS DE JESUS

( XXV )

O Homem, Cristologicamente Sério que Jesus é , atribui-se ao que excede a todo o entendimento humano, inferida, não numa perspectiva de 'quão ' sério é num atributo quantitativo sem nenhum condão qualitativo estratif**ado no caráter identitário ético, estético e moral no esteio da sua Cristologicidade , Imanente à sua Principiologicidade, enquanto Realidade Em Si Mesmo. Ao exprimir-se com o derramamento do próprio sangue, cuja linguagem Comunicante é de que têm o poder, que clama sempre, mais alto e mais forte do que tudo e do que todo o mundo à sua eterna Soberania, a sua eterna aliança e a sua eterna reconciliação, pelo qual, os aquiescentes se veem em convicções, em termos de Absoluticidade intransferível e indelegável, tais convicções, emanente da Fé, gerar-se-á do que se é Permanente e Suficiente, ora, do que se é Permanente é o caráter identitário da incorruptibilidade e do que se é Suficiente é o caráter identitário Teleológico atribuíveis ao que existencialmente satisfaz a alma vivente em termos de saciabilidade efetiva.

A Cristologicidade e Principiologicidade do homem sério que Jesus é, nunca jamais dissocia-se dos seus entranháveis sentimentos afetuosos, cujo caráter identitário é o do seu amor, cuja atribuição irrestrita de Dação de Si Mesmo , impõe-se abolição de qualquer questionamento ou dúvida, já que, inexistindo nada Maior e nem muito menos Melhor do que à Si Mesmo, e no entanto é Dação de Si no Paradoxo da sua Indeclinabilidade para o que lhes seja diverso ou distinto de Si, e na sua inconfundibilidade nos que foram infundidos de Si, pela aquiescência, é desse modo, que o incontraditório se realiza em sua plena coerência no Reino da Fé e do Espírito. A coexistência nos aquiescentes, traz as convicções emanente da Fé, cujo único Justif**ador é a própria Justiça de Deus, cuja esperança se corrobora da Permanência e Suficiência coexistindo, mesmo na caoticidade dos aspirantes aquiescentes.

É aqui assumido, com muita seriedade a Ressurreição do Verbo, mediante sua Ressurgência em sua Substância Essencial em caráter teleológico e ontológico, não somente pela qual, se é partícipe, mas como única condição de conhecê-lo pessoalmente na coexistencialidade na máxima intimidade da interioridade existencial, corroborando na máxima autenticidade de que por Ele existo, vivo e me movo. É aqui, que se deve admitir que o Teleológico da existência humana é a da máxima exaltação existencial, já que é incapaz de conhecê-lo num homem encarnado ou numa hierofania angelical, mas tão somente no seio interior da própria existência , mediante a sua Substância Essencial. A Justiça de Deus, protagoniza a Justif**atividade em sua inferência da Principiologicidade Cristológica e em sua Cristologicidade Princípiológica estratif**ada dos inteligíveis vivif**antes e Constituintes, pelo qual, não somente se é acrescido na existência dos assentes, mas única possibilidade de me fazer crescido, na mais perfeita e completa estatura do homem Cristologicamente verdadeiro.

A incontrariedade no Reino da Absoluticidade, reflete apenas no que seja pertinente ao Princípio em sua Cristologicidade e ao Cristológico em sua Principiologicidade, mesmo que seja do que for gerado nos aspirantes aquiescentes, e nunca jamais ao que à Ele seja diverso ou distinto em todo universo criado, em todos os espaços e o que nele estiver situado em todos os tempos, pelo que, a Invisibilidade e a Imperceptibilidade dos demais sentidos, não altera e nem cancela a presença da Permanência e da Suficiência, mesmo diante o caos desviante para ausência dos aspirantes do seu Único Alvo Certo e Absolutamente Inerrante da sua existência, implicando, que a ausência resulta dos desvios dos aspirantes asseverado em interesses particulares, em seu empoderamento autárquica de suas escolhas.

A caoticidade infligida pela dúvida, pode-se afirmar, como a saga da besta trazido na alma, por sofismas de controle da razão e lógica humana, sobre realidade que transcende a sua própria razão. Dessa forma, todo o ensejo é o da Fé, que não deixa a razão suspensa, mas faz apenas depender da iluminação, revelação e inspiração divina, e às tais não é subsidiado por Hermenêutica, exegese, Arqueologia e nem pela história às quais, têm sido mecanismos de controle lógico da razão humana sobre o pretexto de 'Ciência '. Ora, a cientificidade produzida pela criatura humana, traz a saga da besta estratif**ada pelo controle rigoroso lógico, matemático, empírico linear sem os quais, não se convalida como ciência nos termos da convenção humana. A tal entidade, é o ídolo da maior devoção das convenções humana, que desqualif**a, minimiza, desvaloriza o que às transcende num flagrante teoticídio da Ciência de Deus nos termos Teleológico e ontológico das suas testemunhas.

A perfeita estrutura criada de corpo, alma e espírito, foi ato do Princípio Criador de Deus, trazendo a criatura humana à existência, à qual, tendo como seu fim à Si para ser recriado por Geração, pelo Princípio mediante à Cristologicidade. O gerado nos aspirantes aquiescentes, traz o atributo da Indeclinabilidade, inconfundibilidade entre outros em sua Substância Essencial, tornando aos aquiescentes partícipes e transversalmente constituídos, sem no entanto, confundir-se Consigo. Desse modo, os aspirantes somente se resolvem existencialmente pela Fé, à qual, traz às Prosélices da Permanência e da Suficiência em contrapartida dum mal originário que está longe de qualquer isenção ou imunidade do que seja apetecíveis instigados pelas paixões no esteio da luxúria e concupiscência.

Grande Consolação é a Fé, que não apela saudosista, mas sim, numa renovada fonte de imanência da sua Prósele de inteligíveis vivif**antes e Constituintes, ensejando dos aspirantes à plena aquiescência de Fé em Fé na completude de aceitar, concordar e aprovar em si mesmo, pelo que, sendo à Substância Essencial, não somente lhes acresce, mas lhes faz crescido sem nunca jamais confundir-se Consigo, tais realidades Indeclináveis e inconfundíveis, admitir-se-á inexistir nada Maior e nem muito menos Melhor em todo universo criado, em todos os espaços e o que nele estiver situado em todos os tempos , o que revela-se Realidade Última. Eis aí, a Tão Grande Salvação, em ter o seu discipulado direto com o Mestre numa Cristogonia Princípiológica e Finalistica entendido e muito bem compreendido de tê-lo como a própria Realidade Última.

A caoticidade existencial, nucleado no 'eu' manifestado pelas pulsões do protagonismo existencial, em que o seu ápice se traduz melhor, na das melhores intenções no campo religioso, revela-se repulsivo no que se é exposto da hipocrisia, corroborando muito mais na sua inautenticidade de protagonizar a a existência, do que à própria hipocrisia. Desse modo, a Graça e a Verdade é o que se traduz como única resolução efetiva desta Tão Grande Salvação, à qual, deve ser inferida não em termos quantitativo, mas sim qualitativo estratif**ado da sua Essência Substancial, proveniente da Graça e da Verdade cujo Suprassumo de tais realidades é Jesus Cristo, e nunca jamais o que à Ele seja diverso ou distinto, em todo universo criado, em todos os espaços e o que nele estiver situado em todos os tempos.

Desse modo, se é assumido não somente está Nele imergido, mas transversal a sua Cristologicidade, já que diante Dele foge os céus e a terra e não se achou lugar algum para Ele, o qual, reverbera seu Ato Vital do Ser, levando-se em consideração o Princípio da Indeclinabilidade para o que lhes for diverso ou distinto de Si Mesmo, garantindo paradoxalmente aos aspirantes aquiescentes, Em Si, na crucialidade da sua Morte e Inferno Incontidos, pelo qual, atraíu à todos para Si Mesmo. Habitar no Esconderijo Secreto da Morte e Inferno Incontidos de Jesus Cristo, além de ser absolvido de todos os pecados em termos de Absoluticidade, é por Ele absorvido numa verdadeira Cristogonia da Vida Vivif**ante, no ensejo de alteridade de viver no lugar da alma vivente, à qual, convertida em alma morrente em auto abnegação de si.

Todas às coisas, somente são sustentadas pela Palavra do seu Poder, pela qual, todas as falácias são dissipadas, já que, é Originária e Principal, somente Ela é à Palavra Final, inerente ser a Realidade Última. O Império da Lei, possibilitava Justeza Social e Familiar no contexto da Nação Escolhida, pelo que, na quebra da Lei culminava em geral pena capital (morte ). Já na Boas Novas da Salvação, veio a Graça e Verdade para todos, sem nenhuma fronteira nacional, isso porque a desgraça e a mentira que impera o coração humano é causa sine qua non das aflições no mundo. Nem todos, os receberam, mas todos àqueles que o receberam, ganham Dele, o Poder de serem feitos filhos de Deus com sua Graça e Verdade, principalmente na crucialidade da sua Morte e Inferno Incontidos, onde atraistes à todos para Si Mesmo, numa Verdadeira Cristogênese da Vida Vivif**ante para viver no lugar da alma vivente.

Levando-se em consideração, que a idolatria existencial, consiste numa relação de si mesmo para si mesmo, ainda que seja nas melhores das intenções inerente as condutas ética, estética e moral pelo que somente restando como resolução salvadora no contexto da sua própria existência, é Habitar no Esconderijo Secreto da Morte e Inferno Incontidos de Jesus Cristo, onde Ele Mesmo atraíu para Si, no seu fazer Ma***to e Pecado à Si Mesmo, Suplantando-a Cristologicamente, Triunfado Em Si Mesmo, como Dação de Vida Vivif**ante para viver no lugar da alma vivente no esteio Teleológico da existência humana, antes que da sua mera redenção. Desse modo, corrobora-se que o Teleológico prescinde o escatológico, já que, o Escatológico versa do tempo que é elemento da criação, enquanto o Teleológico versa do Criador no seio da própria existência. Ora, inexistindo nada Maior e nem muito menos Melhor em todo universo criado em todos os espaços e o que nele estiver situado em todos os tempos, pelo que, não há que se pensar, falar ou ensejar do que à Ele seja diverso ou distinto.

Jesus Cristo é a Glória Teleológica das criaturas humana, por conseguinte, nada do universo criado em todos os espaços exceto o que é transversal da sua própria existência, e o que nele estiver situado em todos os tempos poderá auferir Absoluta saciabilidade, corroborada pela Suficiência, Prosélice da Fé, e a sua Permanência, inferida pelo que se é incorruptível no esteio da própria existência contemporaneamente à Fé, é tão somente desse modo, que se pode testemunhar de que inexistindo nada Maior e nem muito menos Melhor em todo universo criado em todos os espaços e o que nele estiver situado em todos os tempos, não há que se pensar, falar ou ensejar do que à Ele seja diverso ou distinto, ao contrário, à criatura humana sofrerá da síndrome da alienação do seu destino Teleológico, que é , participar efetivamente da Glória Eterna .

19/05/2026

Evangelista do Amor-Arcolino F S Neto

OS ENTRANHÁVEIS SENTIMENTOS AFETUOSOS DE JESUS CRISTO

( XXIV )

Evocar-se-á a Espada do Espírito, para o manejo, pela Maestria do seu esgrima, que penetra até a divisão da alma e do espírito, juntas e medulas, e suas aptidões para discernir os pensamentos e intenções do coração, pelo qual, não somente desqualif**ando-os os tais pensamentos e intenções, mas esvaziando-os de todos os sentidos, numa alteridade dos Entranháveis Sentimentos Afetuosos de Jesus Cristo, no Espírito da sua Mente Cristológica, pela qual, se f**a estabelecido aquiescentemente. Dessa forma, tais atividades Cristogônica, produz os mesmos efeitos da condenação da figueira infrutífera, que secou pela raiz, ensejando o enxerto na Videira Verdadeira, à qual, produzirá frutos, em alguns trinta, outros setenta e outros cem, na medida da Fé e à capacidade que recebera. Pelo que, entre à cruz e a Espada do Espírito f**a-se estabelecido à morte e Inferno Incontidos de Jesus Cristo, pela qual, se é gerada uma nova Vida.

A nova Vida gerada, regenera a velha, mas não às habilita à protagonizar a existência, pela hipótese de sua melhor versão, antes, às situa entre à cruz e a Espada do Espírito cuja Maestria do seu esgrima, penetra fazendo a divisão da alma vivente do espírito, tornando-a teleologicamente em alma morrente, à qual, cede o lugar de protagonizar o viver ao espírito vivif**ante que é a vida do segundo Adão recebida e concedida pela morte e Inferno Incontidos . Nesta Cristogênese, asseverado da Cristogonia ensejando a Substância Essencial como a Elementar da Forma, e não a forma no modal da regenerada, que assemelha-se em aparência exterior com o trigo, mas continua em sua natureza joio, por melhor que seja a sua produção frutífera de sua espiga, não servirá para produzir pão, imprestável para promover vida, só lhes resta, teleologicamente assumir-se a posição de morrente como sua autenticidade existencial.

A evidência frutífera do protagonismo da alma vivente nos campos: político, econômico e religioso faz-se ressentir pelas aflições do mundo, causadas por interesses particulares, pelos quais, desconsidera-se interesses dos demais, culminando em injustiça. A retórica política para conquistar votos é a abordagem da justiça, a retórica econômica para o sucesso aquisitivo é investir e economizar e a retórica religiosa para bênçãos em geral é a obediência da fé ,mas no entanto evidencia-se adeptos de tais pensamentos, é que em geral à prevalência, é da maioria das pessoas em aflições nesses campos de pensamento, evidenciando-se que por melhores que sejam as intenções da alma vivente, à sua inautenticidade de protagonizar a existência se é verif**ado com maior evidência na religião, onde se busca regeneração na hipótese de sua melhor versão, sem no entanto asseverar na eficiência da abolição de nenhuma das aflições.

A Principiologicidade Cria todas às coisas, e às coisas criadas, por serem contingentes , compreendido e muito bem entendido, não existirem por si, evoca-se uma Causa Necessária, um Princípio Causal de sua existência à qual lhes é diversa e distinta . Mas na Cristologicidade, o Princípio cria por Geração. A criatura humana, traz uma perfeita estrutura existencial de corpo, alma e espírito, tal existência é perfeita por sua condição estruturada, independentemente de suas condutas. É aqui oportuno admitir, que, de quem se diz ser imperfeito, não se pode cobrar condutas do que se é perfeito, este fora criado não somente à imagem e semelhança do seu Criador, mas tendo como seu fim à Si, cujo Princípio da Cristologicidade, gera Vida Vivif**ante, que estratif**a imanecentemente inteligíveis Constituintes, cuja Cristogonia os faz crescer na mais completa e perfeita estatura do homem, Cristologicamente verdadeiro.

Entre à cruz e a Espada do Espírito à alma vivente estabeleceu-se em seu efetivo Teleológico existencial de morrente, em alteridade com o espírito vivif**ante viver em seu lugar protagonizando a existência, principalmente suprimindo, absorvendo e dissipando aos conselhos por erudição intelectual que somente serve para encobrir o Verdadeiro e o mais crucial conselho da morte e Inferno Incontidos de Jesus Cristo numa verdadeira Cristogênese da Vida Vivif**ante como Dação, em alteridade de viver no lugar da alma vivente. Vale apenas ressaltar, que o aspirante selado no batismo em nome do Pai, em nome do Filho e em nome do Espírito Santo consiste em sua magnitude de que o nome por quem foi batizado é indeclinavelmente Indissociável do Ser Em Si. Auferindo assim contemporaneamente o que se é chamado de Tão Grande Salvação, pelo que, mesmo passando pelo caos das aflições mundanas, somente resta o bom ânimo asseverado de muita gratidão.

Às ânsias da morte não pode contê-lo, visto, que o cálice do juízo que tomou sobre Si, suplantou o Ma***to e Pecado que se fez a Si, Triunfando Em Si Mesmo, à tal Magnitude não acha correspondência para sua efetiva contenção, pelo que, a sua alma desimpedida, de cujo corpo separou , cumpriu o anúncio de seu retorno, pelo que, ressaltar-se-á que a passagem pela morte e Inferno, não às modificou, antes, às trouxe cativos Em Si às suas Ciências, pelas quais, às chaves de suas saídas estão Consigo. Já que, na sua Morte e Inferno Incontidos, vemos que o seu Espírito foi entregue ao Pai, ao passo, que o seu corpo morreu no madeiro de cruz, somente a sua alma fez a passagem ,com a Maestria do esgrima da Espada do Espírito, levando-se em consideração o Princípio da recíproca atração dos semelhantes, o Verbo Encarnado , não rejeitaria, mesmo morta à três dias, o retorno da sua alma, como uma espada, que embanha em sua corpórea bainha.

Corrobora-se que "o salário do pecado é a morte, e o dom gratuito é a vida eterna por Cristo Jesus o Senhor ", já que a sua alma é morrente incontida, é oportuno ressaltar que o Ser que É, Em Si Mesmo, nunca pode não ser, reafirmando-se como vida vivif**ante, estabelecido pela Maestria do esgrima, da Espada do Espírito, ressaltando que, o Ma***to e Pecado que se fez a Si Mesmo, foi em sua alma morrente incontida, vale ressaltar, que suplantou Cristologicamente Triunfando Em Si Mesmo, e nela está encerrado às chaves da morte e do inferno, corroborando assim, que a Dação da Vida, é a vivif**ante, que é a vida do segundo Adão, não é mais alma vivente, mas espírito vivif**ante, deve-se relevar, que a glória da segunda vida, é infinitamente maior que a primeira. É aqui muito oportuno citar:" No Princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele, nada do que foi feito se fez ". Ao ser Realidade Última das coisas, qual seria, o que mais traz o seu comprazimento,senão a que se é feita trazendo o Princípio da recíproca atração dos semelhantes, do que se é feito por Geração?

A Principiologicidade assentida de inteligíveis Constituintes, inconversíveis da Essência vivif**ante, é o meu único aporte signif**ativa de existência, asseverada da vivência, pela qual, unicamente sou movido. Visto que o amor, lança fora o temor, só se resta assumir, que à Ressurgência do Ressurgente nessa existência, é Irredutível à sua Cristofania, já que se é estratif**ado, do que se é Permanente e Suficiente, é inverificável eventual descontinuidade, pelo que, o que f**a garantido pela absoluta Segurança, é o Fiel na sua Indeclinável infalibilidade, de que, no andarem juntos, no comum acordo, nunca abandona o mais fraco, mesmo quando fora rude e díspares em suas fraquezas, já que, o que começou a boa obra terminará, levando ao seu bom termo. O que implica nos implícitos, do que sempre excede ao entendimento humano, são os Entranháveis Sentimentos Afetuosos de Jesus Cristo, em cuja, é o Verbo do Ser, sustentando todas às coisas com a palavra do seu poder.

E por que não citar, à parte que evidencia-se a irrefutável Fidelidade do Fiel na parte que diz:"Àquilo que não chegou aos pensamentos e nem ao coração dos homens, foi o que Deus preparou para aqueles que os ama ", transcendendo aos pensamentos e corações humanos enseja-se a transversalidade da mente Cristológica de Jesus e dos entranháveis sentimentos afetuosos do seu coração, estabelecendo por alteridade das dos homens, é desse modo, que se insiste em perguntar, sendo a realidade verdadeiramente Teleológica da existência humana, à qual, nada existe maior e nem muito menos Melhor, como ensejar pensar, falar ou desejar do que à Ele seja diverso ou distinto em todo universo criado em todos os espaços e o que nele estiver situado em todos os tempos?

É de grande valia à exortação da exigência da auto abnegação, já que a alma vivente não se abstém por ibernação, sabendo-se que em sua patogênese insanável se é trazido à saga da besta, entendido como obsessão pelo controle da existência, não consegue evitar em suas pulsões para o protagonismo, mesmo de coisas bem intencionadas no campo religioso asseverando sempre, o pragmatismo numa perspectiva de moeda de troca, esquecendo-se que a grandiosidade dadivoso da existência só poderá corresponder à Gratidão por sua rendição, equivalendo assim, a sua auto abnegação, cumpre-se o seu Teleológico existencial, sobretudo em face da Principiologicidade estratif**ada da Maestria do esgrima da Espada do Espírito, tornando-a abnegadamente em alma morrente, já a Espada do Espírito depois de separá-la do espírito, às situa na cruz, zona da morte e Inferno Incontidos de Jesus Cristo, como Dação de Vida Vivif**ante para viver no seu lugar.

O véu da morte foi rasgado por Cristo Jesus, tornando-a exposta, de que ela aprisiona os que foram ceifados, selando-os por uma contenção sem saída, estabelecendo-os como sua condição efetiva. Mas, que, com a Maestria do esgrima da Espada do Espírito, aqui não se busca à pretensão de descrever os fatos desses mistérios, mas sim, um proveitoso esclarecimento que constitui um sólido entendimento convalidado na clássica indagação:"Quem me convence de pecado? Se não Ele Mesmo a Si, se fazendo a Si Mesmo de Ma***to e Pecado suplantado-os em si mesmo Cristologicamente Triunfando Em Si Mesmo, à Magnitude de tal absorção, pelo qual, têm unicamente a Si Mesmo como referente, mediante a sua Principiologicidade já estabelecida e anunciada, que no terceiro dia retornaria no corpo de sua morte, visto que também, todos seus contendores além de serem expostos, foram despojados, pelo que, tragada foi a morte por sua vitória, às insígnas da Ciência do Bem e do Mal são às chaves da morte e do inferno que estão nele encerrado, retornando triunfante no corpo da sua Morte ressurgindo com vida vivif**ante.

Com a Ressurreição do Ressurgente, não há violação de sua Ressurgência nos que estão em sua ausência, não por vista ou percepções dos sentidos, mas pela Maestria do esgrima da Espada do Espírito, pelo qual, não somente sustenta todas às coisas pela Palavra de seu Poder, sendo realização de Si mesmo em tudo e por tudo, é o Deus Conosco, corroborando do que se é dito de ser o "Desejado das Nações ", o qual, Livre Em Si Mesmo, é desacanhado, desavergonhado e desimpedido pelo o que leva cativos para o cativeiro, e dá Dons aos homens, pelo que, os portais do inferno ainda que milite contra os seus resgatados por seu sangue, esta não prevalecerá, sobretudo, pela Maestria do esgrima da Espada do Espírito que às afronta em indagação:"Onde está oh morte à sua vitória, e tu oh inferno o seu aguilhão?" Ora, trazendo encerrado Em Si às chaves da morte e do inferno, a sua Cristogênese é Constituintes de Si, mediante inteligíveis vivif**antes, e os aspirantes Conscienciosamente réproba, não é repreendido, mas sim, compreendido, e como tal defendido pelo Princípio da Cristologicidade.

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Salvador, BA
41270500

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