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14/04/2022

ENCONTRO EVANGELISTICO CRISTO VIVE

DIAS 14 e 15 de abril
LOCAL - PARQUE DO FORRÓ
HORÁRIO - 19:30h

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Louvando a Cristo, na Radio Web Veneza de Santa Luzia-PB, em 07/03/22.

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06/03/2022

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01/03/2022

Parabens Rádio Web Veneza, que mesmo diante as barreiras, dificuldades e descrebilidade, hoje comemora o seu 1°aniversário. Que as bênçãos de Deus venham sobre esse projeto e sobre todos que deram e continuam dando a sua contribuição para que a ''Princesinha do Sertão" seja uma realidade. O futuro a Deus pertence.

"Parabéns Web Veneza!!!"

Golpes no Whatsapp: como se proteger e o que fazer se for vítimaPor BBC24/02/2022 10h52  Atualizado há 4 horasSaiba o qu...
24/02/2022

Golpes no Whatsapp: como se proteger e o que fazer se for vítima

Por BBC

24/02/2022 10h52 Atualizado há 4 horas

Saiba o que fazer se for vítima de um golpe via WhatsApp — Foto: Getty Images via BBC
Saiba o que fazer se for vítima de um golpe via WhatsApp — Foto: Getty Images via BBC

Se uma oferta que parece boa demais para ser verdade chegou em seu Whatsapp, e-mail, SMS ou qualquer outro canal digital, desconfie. Ainda que a suposta vantagem oferecida tenha vindo de um amigo ou parente, vale sempre manter em mente que essa pessoa pode ter sido hackeada, e do outro lado da tela está, na verdade, um golpista.

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Um levantamento da empresa de segurança digital PSafe, feito em 2020, estimou que, só em outubro, 453 mil pessoas tiveram o WhatsApp clonado ou tiveram a conta falsificada - uma média de 15 mil vítimas por dia.

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Novos mecanismos para driblar a segurança digital e enganar os usuários são desenvolvidos por criminosos com frequência, mas a maioria dos golpes segue um padrão. "São feitos a partir de um acesso concedido de maneira inadvertida pela vítima, através do clique em um link, por exemplo, ou mesmo através da navegação em sites ou aplicativos duvidosos", aponta Gustavo Fiuza Quedevez, especialista em privacidade de dados e tecnologia do escritório BVA Advogados.

Na opinião do especialista, qualquer um está sujeito a ser enganado, mas quem não tem familiaridade com os aplicativos pode ser um alvo mais fácil.

Conheça, a seguir, alguns dos mecanismos mias comuns de golpes e entenda o que você pode fazer se caiu em algum deles.

1. Promessa de resgate de dinheiro
Na última semana, o lançamento do sistema do BC (Banco Central) que permite a consulta a valores em dinheiro esquecidos em bancos e outras instituições financeiras foi usado para tentativas de golpes com links falsos que prometem a consulta do saldo e até o saque adiantado.

Quando o usuário clica e insere seus dados, as informações vão direto para os criminosos. Além disso, os links podem instalar vírus diretamente no aparelho.

Como evitar esse golpe

O próprio Banco Central distribuiu algumas dicas:

"Os criminosos criam links falsos com frequência quando um novo serviço é lançado, como no caso do resgate. Nesses casos, as pessoas devem verificar nos sites oficiais (no exemplo, do Banco Central), onde estarão definidos todos os procedimentos a serem adotados. Vale muito a pena verificar também o número ou o endereço eletrônico que 'enviou' o email. Já tivemos oportunidade de identificar golpes sofisticados que utilizam endereços eletrônicos que, em principio, se vinculam a uma determinada empresa, mas a maior parte dos golpes utiliza as plataformas gratuitas de envio de email, utilizando o nome da entidade vinculada ao golpe, como por exemplo '[email protected]'", indica Quedevez.

Caí em um golpe e transferi dinheiro para o criminoso. E agora?

Caso a transferência de recursos tenha se concretizado, é importante fazer o boletim de ocorrência o quanto antes e comunicar imediatamente a instituição financeira, tanto a de origem quanto a de destino, se diferentes.

Os dados da conta bancária e o número do telefone de origem do golpe contribuem para as investigações que podem ser iniciadas a partir da denúncia formal. "Claro que há de se considerar a possibilidade de o criminoso estar utilizando um CPF que não lhe pertence e uma conta corrente fraudulenta, mas ainda assim, para a denúncia, todo e qualquer dado pode ser relevante e merece ser reportado, já que tais informações associadas a outras igualmente relevantes e objeto de denúncias realizadas por outras vítimas podem contribuir para identificação do crime e do golpista", instrui a advogada Alessandra Borelli, CEO da Opice Blum Academy, empresa especializada em conhecimento em direito digital e proteção de dados.

As capitais e grandes cidades geralmente possuem delegacias especializadas em crimes digitais, que possuem mais ferramentas e expertise para lidar com esse tipo de golpe. "Independentemente disso, como os criminosos atuam em todo o país, a vítima deverá sempre buscar a autoridade policial local", diz Gustavo Fiuza Quedevez.

Além do boletim de ocorrência, a denúncia também pode ser feita diretamente para o e-mail '[email protected]'. Quanto mais informações para demonstrar a estratégia utilizada para o golpe e possível identificação de autoria, melhor.

2. WhatsApp clonado
Para clonar a conta de Whatsapp, o golpista se passa por uma empresa conhecida do usuário, como sites de varejo muito populares ou com alguma oportunidade - de evento ou de trabalho, por exemplo - que seja interessante para a vítima.

Na ligação ou troca de mensagens, o criminoso envia uma solicitação para o número de celular da vítima e, em seguida, pede o código de seis dígitos do WhatsApp que aparece na tela, o que permite que eles habilitem a conta em outro celular e começar a receber mensagens dos contatos da vítima. Assim, o WhatsApp da vítima é clonado e o golpista passa a ter acesso à sua lista de contatos, a quem normalmente solicita dinheiro.

Como evitar esse golpe e o que fazer se você foi vítima

Além de criar a desconfiança já citada, o usuário deve utilizar a confirmação de duas etapas no Whatsapp (que funciona como uma senha), além de buscar um antivírus reconhecido no mercado.

"Embora não inviabilizem por completo a possibilidade de golpe, as ações reduzem o risco. Além disso, nunca é demais indicar que o usuário deve trocar suas senhas periodicamente, evitando a utilização de números vinculados à datas previsíveis, como aniversário, data de casamento ou número de celular", diz o advogado do escritório BVA.

Se ainda assim o usuário sofreu o golpe, a estratégia, aponta o especialista, deve envolver a contenção dos danos imediatos, como informar bancos, bloquear cartões e alterar senhas de email e de plataformas que contenham dados pessoais e financeiros. "O registro perante a autoridade policial deve vir em seguida."

3. Contas falsas
O uso de contas falsas para enganar contatos é outro tipo de golpe que se tornou bastante popular no último ano. O criminoso cria uma conta no WhatsApp com um número novo e registra como se fosse a vítima, copiando seu nome, foto de perfil e status. Depois, entra em contato com os familiares afirmando ter "trocado de número" e pedindo dinheiro emprestado, geralmente para situações com suposta urgência.

O que fazer se criaram uma versão falsa da sua conta

"Informe o quanto antes para a sua rede de contatos de que não se trata de você, registre um boletim de ocorrência e contate a operadora de telefonia para denunciar que aquele determinado número está sendo utilizado para práticas criminosas. Além disso, busque ao máximo limitar o acesso a fotos a terceiros. Alguns aplicativos, como o Whatsapp, oferecem a opção de limitar o acesso à sua foto (de perfil) a seus contatos", alerta Quedevez.

Aplicar golpes virtuais pode resultar em prisão?

De acordo com a Lei 14.155/21, a prática de fraudes, estelionatos, invasão de dispositivos com o intuito de furtar, apagar ou alterar dados nos meios digitais, incluindo os golpes via WhatsApp, pode resultar em uma condenação de quatro a oito anos de prisão.

"Para crimes de estelionato, a lei torna agravante o furto qualificado por meio eletrônico, o que pode resultar em pena de reclusão de 4 a 8 anos e multa. A pena também é aumentada de um a dois terços se o crime for praticado mediante a utilização de servidor mantido fora do país e de um terço ao dobro se praticado contra idoso ou vulnerável", explica a advogada Alessandra Borelli.

4. Aplicativos espiões
O WhatsApp também pode ser clonado por spywares, aplicativos espiões que permitem que um hacker - ou até alguém próximo da vítima - monitore as atividades em seu celular.

Assim, o criminoso consegue vigiar a vítima e tem acesso a seus dados pessoais, incluindo informações bancárias e código de verificação do WhatsApp.

Para se proteger, a recomendação é não baixar aplicativos que prometam ganhos (financeiros ou de seguidores nas redes sociais), ou funções que não existem (para saber quem visitou seu perfil no Instagram, por exemplo).

5. Roubo de chip
Para aplicar o golpe, o criminoso liga para a operadora se passando pelo responsável pela conta, afirmando que o celular foi roubado, e pede o registro de um novo chip. Se a operadora for enganada, o antigo número é registrado no novo chip, dando ao golpista o acesso aos grupos e à lista de contatos da pessoa no WhatsApp.

Neste caso, o criminoso age sem qualquer interação com a vítima, então é possível somente controlar os danos, segundo os especialistas.

"A pessoa deve contatar a operadora, formalizar um boletim de ocorrência e contatar as empresas perante as quais foram realizadas compras (caso tenham ocorrido) para que o cadastro seja bloqueado, buscando ainda os ressarcimentos e indenizações perante o judiciário", diz Gustavo Quedevez.

Brasileiro que lutou ao lado de separatistas pró-Rússia contra a Ucrânia está preso em SP condenado por tráfico de dr**a...
24/02/2022

Brasileiro que lutou ao lado de separatistas pró-Rússia contra a Ucrânia está preso em SP condenado por tráfico de dr**as

Por Kleber Tomaz, g1 SP — São Paulo

24/02/2022 04h00 Atualizado há uma hora

O brasileiro Rafael Marques Lusvarghi, de 37 anos, que há sete anos lutou como voluntário ao lado das tropas separatistas no confronto armado contra o exército da Ucrânia, está preso desde maio de 2021, em São Paulo. Em novembro do ano passado ele foi condenado pela Justiça paulista a pena de 8 anos, 1 mês e 6 dias de prisão em regime fechado pelos crimes de tráfico de dr**as e posse ilegal de munições de arma de fogo em Presidente Prudente, interior do estado.

A Polícia Militar (PM) acusou Rafael de esconder 33 tabletes de maconha, pesando 25 quilos no total, e 350 munições de calibre 9 mm na casa onde morava. Em sua defesa, ele negou que estivesse traficando dr**as ou que fosse dono das munições. Alegou, porém, que estava guardando o entorpecente e a munição no seu imóvel para outras pessoas desconhecidas. E que receberia R$ 3 mil por mês por isso. Uma balança para pesar a droga, uma moto e dinheiro (R$ 259,70 e 3,10 euros) foram apreendidos no local.

Procurada pelo g1 para comentar o assunto, a Defensoria Pública informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que atua na defesa de Rafael em relação a execução da sua pena. E que um advogado conveniado defende o condenado no processo criminal. A reportagem entrou em contato com uma advogada do preso, que disse que não falaria sobre o caso.

A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que Rafael cumpre pena na Penitenciária Compacta de Tupi Paulista.

Em entrevista ao g1 em agosto de 2014, Rafael se definiu como “combatente”, “stalinista” e de “esquerda”. "Sou um combatente", havia dito o brasileiro à época, antes de viajar para a Ucrânia. "Sou favorável aos rebeldes, que eles se separem e decidam o próprio destino deles."
Em setembro daquele mesmo ano, Rafael escreveu em sua página no Facebook que havia desembarcado na Ucrânia para lutar pela libertação das duas províncias. “Eu vou ficar por um longo tempo agora. Eu me tornei voluntário no exército de Novarússia”, postou na rede social.

Trajetória

Mais velho de quatro irmãos nascidos em família de origem húngara e de classe média, Rafael é de Jundiaí, no interior de São Paulo. A mãe professora é separada do pai, empresário em Minas Gerais. Na adolescência, ele fez curso de técnico de agronomia.

Aos 18 anos, Rafael se alistou na Legião Estrangeira, na França, onde serviu por três anos. Na volta ao Brasil, foi soldado da Polícia Militar de São Paulo, entre 2006 e 2007. Depois tentou a carreira de oficial na PM no Pará, mas abandonou em 2009.

Em 2010, ele seguiu para a Rússia para estudar medicina. Lá aprendeu a língua local. Tentou ainda entrar para o exército russo, mas não conseguiu e voltou à América do Sul. Afirmou ter entrado no território colombiano, onde teria ingressado nas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

Descontente, retornou ao Brasil. Fã de livros sobre vikings, ela tem a palavra bersek tatuada no braço, numa alusão a guerreiros da mitologia nórdica. Já se submeteu também a uma escarificação (técnica que consiste em cortar a pele para deixar uma cicatriz) num estúdio de tatuagem. Decidiu fazer uma cicatriz no rosto inspirada em personagens como o guerreiro Leonidas, do filme 300, e Kratos, do game God of War.

Começou a dar aulas de inglês e trabalhar numa empresa de informática em Indaiatuba, interior paulista.

Black bloc
Rafael Marques Lusvarghi, detido no protesto de 12 de junho na Avenida Paulista — Foto: Estadão Conteúdo
Rafael Marques Lusvarghi, detido no protesto de 12 de junho na Avenida Paulista — Foto: Estadão Conteúdo

Rafael perdeu os empregos em Indaiatuba após sido preso pela Polícia Militar em 12 de junho de 2014 em São Paulo, durante protesto contra a realização da Copa do Mundo de futebol masculino no Brasil.

A imagem dele estampou jornais, sites e a TV à época. Rafael aparecia sem camisa, levando tiros de balas de borracha no peito e spray de pimenta no rosto disparados por policiais militares enquanto enfrentava os agentes. Depois foi cercado pelos PMs, algemado e detido.

A polícia paulista o acusou de de ser adepto da tática black bloc. Nome dado para manifestantes que usavam capuzes pretos e destroem patrimônios públicos e privados como forma de protesto. Rafael ficou 45 dias preso até ser solto pela Justiça de São Paulo, que o absolveu das acusações de incitação ao crime, associação criminosa, resistência, desobediência e porte de material explosivo.

1º brasileiro separatista

Em setembro de 2014, logo após ser solto, ele viajou à Ucrânia e se tornou o primeiro brasileiro a se aliar às tropas separatistas. Outros 12 brasileiros seguiriam depois. Atualmente um brasileiro ainda estaria lutando ao lado dos exércitos pró-Rússia. O g1 procurou o Ministério das Relações Exteriores no Brasil para comentar o assunto, mas o Itamaraty não havia respondido até a última atualização desta reportagem.

Enquanto esteve combatendo nas forças rebeldes, Rafael chegou a ser gravemente ferido em combate pelo exército ucraniano. Ele ficou na Ucrânia até outubro de 2015, quando as tropas rebeldes aceitaram o acordo de cessar-fogo entre os dois lados.

“Vaso ruim não quebra”, postou Rafael à época em seu Facebook sobre ter sobrevivido ao ataque.
De volta ao Brasil, ele recebeu proposta de trabalho como segurança de navios ucranianos no Chipre, país no leste do Mar Mediterrâneo. E aceitou o convite. Porém, ao desembarcar em 6 de outubro de 2016 no Aeroporto Internacional de Kiev-Borispol, na Ucrânia, Rafael foi preso pelo serviço secreto ucraniano, acusado de ser terrorista. A detenção dele foi filmada e divulgada nas redes sociais (veja abaixo).

'Emboscada'

Rafael considerou que sua prisão foi uma "emboscada". À época, pela lei ucraniana, o fato de o brasileiro ter lutado contra a Ucrânia caracterizou "terrorismo" e ele foi acusado pela polícia local de ser “mercenário” e “assassino profissional”. O jundiaiense sempre negou esses crimes, alegando que estava lutando pela independência de Donetsk e Luhansk.

Em 25 de janeiro de 2017, Rafael foi julgado na Ucrânia e condenado a 13 anos de prisão por terrorismo. A defesa dele, porém, recorreu, alegando que houve uma série de irregularidades no processo, como ausência de tradução na língua portuguesa no processo e até denúncias de que o brasileiro foi torturado pelos ucranianos para confessar um crime que sempre negou ter cometido.

A Justiça da Ucrânia decidiu então anular aquele julgamento e, consequentemente, a sentença. Em 14 de novembro de 2017, um tribunal ucraniano determinou um novo julgamento e pouco mais de um mês depois, em 18 de dezembro de 2017, o brasileiro foi solto provisoriamente.

Ele deixou a prisão e decidiu seguir sozinho para a Embaixada do Brasil em Kiev. Seu passaporte, no entanto, ficou retido pelas autoridades ucranianas, o impedindo de deixar o país.

Contudo, em maio de 2018, antes mesmo da marcação de um novo julgamento, um grupo de ultranacionalistas ucraniano capturou Rafael. O brasileiro estava refugiado dentro de um mosteiro ortodoxo perto da capital ucraniana.

No final de 2019, Rafael foi solto após ter sido trocado com mais 200 prisioneiros em acordo entre a Ucrânia e as tropas separatistas. Depois disso, ele retornou ao Brasil, onde foi preso no ano passado, dessa vez acusado por tráfico de dr**as e posse ilegal de munições.

Endereço

Rua Pe. Jovino, N°18
Santa Luzia, PB
58600000

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