30/05/2026
Sábado, 11 de abril de 2026. Teotihuacán.
Algo apareceu sobre a Pirâmide do Sol.
Um objeto. Escuro. Imóvel no ar. Sem som, sem asas, sem contornos definidos.
Os visitantes viram. Alguns apontaram. Outros filmaram.
Segundos depois… havia sumido.
Não estamos falando de qualquer lugar.
Teotihuacán é mais do que arqueologia. É um sítio que por séculos desafiou explicações: sua orientação precisa, sua escala impossível, os símbolos que ninguém jamais decifrou por completo.
Um lugar onde o inexplicável parece encontrar seu cenário natural.
O que foi aquilo que apareceu naquele sábado sobre a pirâmide?
Não sabemos.
E essa honestidade importa.
Não afirmamos. Não negamos. Observamos.