Arquivo Ilhabela

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🏛️ Assessoria em Patrimônio Cultural
👨‍💼 Diretor Edson Souza
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  — Dia dos Professores — aos que se foram, deixando ensinamentos eternos, e aos que seguem transformando vidas.Senhoras...
15/10/2025

— Dia dos Professores — aos que se foram, deixando ensinamentos eternos, e aos que seguem transformando vidas.
Senhoras e senhores, colegas, alunos e membros desta comunidade acadêmica... Hoje, 15 de outubro, celebramos não apenas uma data, mas um princípio — o princípio do saber, representado na figura do professor.
Ser professor é mais do que exercer uma profissão; é assumir uma missão. É compreender que cada palavra dita em sala de aula, cada gesto de incentivo, cada olhar atento, pode transformar um destino, abrir um horizonte, despertar uma consciência.
Neste dia, voltamos nosso olhar e nossa gratidão àqueles que fazem da educação um ato diário de coragem e esperança. Porque ensinar, no Brasil, é também um ato de resistência. É permanecer acreditando que o conhecimento liberta, mesmo quando as circunstâncias parecem dizer o contrário.
Os professores são os verdadeiros arquitetos do futuro; e é por isso que seus nomes deveriam estar na vanguarda nacional — reconhecidos não apenas por diplomas e títulos, mas por sua contribuição inestimável à construção de uma sociedade mais justa, crítica e humana.
Em cada universidade, em cada escola, em cada creche, mora o germe da transformação social. E esse germe tem voz, tem rosto, tem coração: é o do professor. A ele devemos o respeito, a valorização e o reconhecimento que sustentam o progresso de qualquer nação que se pretenda livre e desenvolvida.
Que este dia, portanto, não seja apenas uma homenagem, mas um compromisso — o compromisso de honrar, proteger e dignificar a docência.
Porque sem o professor, não há ciência.
Sem o professor, não há cultura.
Sem o professor, não há país.
Parabéns aos professores, mestres e educadores de todas as áreas.
Hoje e sempre, nossa reverência e gratidão.
P.S — “Obrigado por acreditarem em mim e por moldarem quem sou. Que minha caminhada seja reflexo e resposta viva de tudo o que vocês acreditaram e ensinaram.”.
Atenciosamente: Arquivo Ilhabela®
Edson Souza / Giliard Miguel

  — Em Ilhabela, a Fazenda Siriúba abriga uma capela em estilo colonial, erguida nas terras do antigo engenho. Sua const...
14/10/2025

— Em Ilhabela, a Fazenda Siriúba abriga uma capela em estilo colonial, erguida nas terras do antigo engenho. Sua construção preserva vestígios do trabalho escravizado, visíveis nas técnicas e materiais da época — alvenaria de pedra, cal obtida de conchas trituradas, areia e terra.⠀
Naquele período, o prédio onde hoje está a capela servia como depósito, abrigando barris de cachaça e sacos de farinha de mandioca produzidos no local.
Anexo ao antigo galpão de depósito ficava o tráfego da farinha, espaço que reunia a torre da fornalha, utilizada para a torrefação. As atividades produtivas da fazenda foram encerradas na década de 1930, quando não conseguiu se adequar às novas normas estaduais de fabricação de aguardente, entrando então em período de abandono.⠀
As ruínas do engenho foram registradas em 1944 pelo geógrafo Ary França e publicadas dez anos depois, em 1954, na revista “A Ilha de São Sebastião”.
Por Edson Souza / Impacto Litoral Norte SP
Giliard Miguel / Arquivo Ilhabela

  — Fazenda Siriúba — IlhabelaA Fazenda Siriúba preserva importantes elementos do patrimônio histórico e cultural de Ilh...
14/10/2025

— Fazenda Siriúba — Ilhabela
A Fazenda Siriúba preserva importantes elementos do patrimônio histórico e cultural de Ilhabela, como suas antigas paredes de alvenaria de pedra e cal, nas quais ainda se observam conchas incorporadas à argamassa — um traço característico das construções coloniais do litoral paulista.
Após um longo período de ruínas, a fazenda foi restaurada na década de 1950, passando por grandes transformações. A antiga casa do engenho deu lugar a um restaurante e salão de festas; a casa da farinha foi adaptada para hospedagem, hoje conhecida como “Casa de Pedra”; o galpão de estoque foi reaproveitado na construção da capela, e a torre da fornalha, nos fundos da propriedade, foi lacrada.
Por Edson Souza / Impacto Litoral Norte SP
Giliard Miguel / Arquivo Ilhabela

  — Nossa equipe esteve na Fazenda Siriúba, na região norte de Ilhabela. Agradecemos aos administradores pela colaboraçã...
14/10/2025

— Nossa equipe esteve na Fazenda Siriúba, na região norte de Ilhabela. Agradecemos aos administradores pela colaboração e apoio ao trabalho do Arquivo Ilhabela e Impacto Litoral Norte SP.
A Fazenda Siriúba é uma estância ecológica de frente para o mar, cuja origem remonta ao final do século XVIII — período em que a produção açucareira no litoral norte paulista ganhava destaque.
Originalmente, foi uma fazenda de cana-de-açúcar com engenho movido por roda d’água. Assim como outros engenhos da ilha, teve na produção de cachaça sua principal atividade, além da fabricação artesanal de farinha de mandioca.
A partir da reunião de documentos, entrevistas, acervos fotográficos e pesquisas de campo, daremos continuidade à reconstituição histórica do imóvel, compartilhando parte desses estudos no site do Impacto Litoral Norte SP e também aqui, em nossas próximas publicações.
Por Edson Souza / Impacto Litoral Norte SP
Giliard Miguel / Arquivo Ilhabela

  — Grafite na Viela das Artes — Ilhabela, 2012Em 2012, a “Viela das Artes” surgiu como um projeto que uniu moradores, a...
14/10/2025

— Grafite na Viela das Artes — Ilhabela, 2012
Em 2012, a “Viela das Artes” surgiu como um projeto que uniu moradores, artistas e admiradores da cultura urbana em um mesmo propósito: transformar, com arte e cor, um espaço comum do bairro da Barra Velha — a pequena viela que liga as ruas Minas Gerais e José Carlos Siqueira.
Naquele dia, muros cinzentos se tornaram telas, e o que antes era apenas passagem virou ponto de encontro, convivência e expressão. Crianças, jovens e adultos participaram lado a lado, compartilhando pincéis, tintas e ideias, num gesto coletivo de criatividade e pertencimento.
Mais do que um evento artístico, o projeto reforçou uma mensagem essencial: grafite é arte, não pichação. Enquanto a pichação se associa ao ato de vandalismo, o grafite é reconhecido mundialmente como uma legítima manifestação cultural — capaz de valorizar espaços urbanos, retratar identidades locais e promover o diálogo entre gerações e comunidades.
Hoje, as cores já se perderam com o tempo, e as paredes voltaram ao seu tom original. Ainda assim, o espírito da “Viela das Artes” permanece vivo na memória coletiva de Ilhabela — como lembrança de um momento em que a arte de rua trouxe mais beleza, união e respeito à cidade.
Quem sabe, um dia, novas mãos e novas tintas devolvam à viela suas cores e sua voz? Porque a arte, assim como a comunidade, renasce sempre que há espaço para a expressão e o respeito.
Por Edson Souza / Arquivo Ilhabela

13/10/2025
  — Loja Índia-Bali | Bairro do PerequêCurioso como pequenos detalhes se transformam em marcos da memória coletiva. Nos ...
13/10/2025

— Loja Índia-Bali | Bairro do Perequê
Curioso como pequenos detalhes se transformam em marcos da memória coletiva. Nos anos 1990, quem passava pela Avenida São João, no Perequê, certamente se lembrará de uma cena inesquecível: uma manequim sentada em uma cadeira na calçada, vestida com lenços coloridos e cangas, em frente a um antigo casarão.
Ali funcionava a charmosa loja Índia-Bali, especializada em produtos importados — roupas, peças de decoração e artesanato em madeira — que traziam um toque de exotismo e cultura oriental ao cotidiano da ilha.
A responsável por esse espaço encantador era Dalva, uma mulher singular, de vida marcada por viagens e descobertas. Viveu em Bali, na Ilha de Java, onde chegou a manter um restaurante brasileiro. Visionária, foi também pioneira em São Paulo: nos anos 1960, abriu uma das primeiras lojas indianas da Rua Augusta, ponto de encontro de artistas e intelectuais da época.
Com o passar dos anos, o casarão ganhou novos capítulos. Em 2010, tornou-se o restaurante Espaço Integral; e, entre 2015 e 2021, transformou-se em um vibrante centro cultural e de eventos — a Casa D’Alva, batizada em homenagem à notável proprietária da antiga Índia-Bali... Atualmente o espaço segue com nova direção.
Tudo isso ali, diante do Colégio São João — um endereço simples, mas repleto de histórias que marcaram gerações em Ilhabela.
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Por Edson Souza / Arquivo Ilhabela

  — Era 28 de julho de 1960 quando o prefeito Mariano Procópio de Araújo Carvalho assinou o decreto que estabelecia os h...
13/10/2025

— Era 28 de julho de 1960 quando o prefeito Mariano Procópio de Araújo Carvalho assinou o decreto que estabelecia os horários oficiais do microônibus em Ilhabela. Para muitos moradores, era o início de uma rotina mais organizada, ainda que simples, de transporte coletivo na cidade.
Na região sul, entre a balsa e o bairro Veloso, os microônibus partiam às 8h e 16h, retornando às 8h45 e 16h45. Já no percurso norte, até a Ponta das Canas, as saídas eram às 9h30 e 13h, com retorno marcado para 10h e 14h. Quem dependia desse transporte sabia que cada viagem exigia paciência: as ruas de terra, muitas vezes enlameadas pela chuva, tornavam o trajeto lento e trepidante.
O veículo era simples, com bancos rígidos e janelas abertas, deixando entrar o sol, o vento e os sons da cidade. Passageiros conversavam entre si, cumprimentavam conhecidos e, às vezes, carregavam pequenas cestas ou pacotes, transformando o microônibus em um espaço comunitário e de troca.
Com o passar dos anos, o serviço evoluiu: os horários foram ampliados, a frequência aumentou e os microônibus passaram a circular até às 22h, aproximando Ilhabela de um transporte coletivo mais estruturado.
Hoje, lembrar daqueles primeiros horários e trajetos é mais do que relembrar o passado do transporte: é reconhecer a história das ruas, dos bairros e das pessoas que fizeram de Ilhabela uma cidade viva, conectada e cheia de histórias para contar.
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Por Edson Souza / Arquivo Ilhabela
Fotos de 1976: Reprodução do Filme
“A Ilha das Cangaceiras Virgens”

🐾   — Procura-se Dory! 💔A cachorrinha Dory está desaparecida em Ilhabela, nas proximidades da Pizzaria Marguerita (Barra...
13/10/2025

🐾 — Procura-se Dory! 💔
A cachorrinha Dory está desaparecida em Ilhabela, nas proximidades da Pizzaria Marguerita (Barra Velha). Ela é muito dócil e está fazendo muita falta! 🙏
Se você tiver qualquer informação, por favor entre em contato pelo 📞 (51) 99788-8546 ou leve-a até Rua Ceará, 109 - Barra Velha.
📸 Acompanhe e compartilhe no Instagram:
Ajude-nos a trazer a Dory de volta pra casa! ❤️

11/10/2025

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Ilhabela
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