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Rolando Christian Coelho, 10/12/2025Tarcísio apoia Flávio, mas fala em outros candidatos O governador de São Paulo, Tarc...
10/12/2025

Rolando Christian Coelho, 10/12/2025

Tarcísio apoia Flávio, mas fala em outros candidatos

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (REP), afirmou que apoiará a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência em 2026. Ele citou, no entanto, outros nomes que, na sua visão, também deverão ocupar espaço no campo da direita na eleição presidencial do ano que vem, dentre eles Ronaldo Caiado (União), Romeu Zema (Novo) e Ratinho Júnior (PSD).
Em coletiva de imprensa, Tarcísio relatou ter recebido a informação diretamente de Flávio Bolsonaro e afirmou permanecer leal ao ex-presidente Jair Bolsonaro. De acordo com ele, o senador terá o seu apoio e assumirá “grande responsabilidade” na oposição. O governador participou da entrevista durante a inauguração de um posto de saúde em Diadema, no ABC Paulista. Embora não tenha conseguido evitar o tema eleitoral, Tarcísio enfatizou ações locais, como medidas na região da cracolândia e obras do Metrô. A coletiva foi marcada pela insistência dos repórteres, que também questionaram sobre a demora em reagir ao lançamento da candidatura de Flávio e sobre possíveis impactos no mercado, pontos aos quais o governador não respondeu.
Tarcísio criticou o Governo Federal e disse que a direita precisará formar um “grupo” com convergência de ideias e de planos. Segundo ele, o debate eleitoral precisa abordar questões estruturais do país.
Nos bastidores, o governador vinha sendo apontado por dirigentes da centro-direita como uma das principais opções para enfrentar Lula em 2026. Embora não tenha interesse formalizado, falas públicas, inclusive em eventos com investidores, foram interpretadas como destinadas a ressaltar sua disposição para entrar na disputa presidencial.
Em novembro, ele afirmou que, se o Brasil “trocar o CEO”, o país voltaria a funcionar, fazendo uma crítica indireta ao presidente Lula. Após o STF confirmar o trânsito em julgado do processo que levou à prisão de Bolsonaro no dia 25, Tarcísio disse estar “fora do bolo” de possíveis candidatos.

Finais

A Alesc aprovou ontem o fim da cobrança da taxa de licenciamento anual de veículos em Santa Catarina. A iniciativa é de autoria do deputado Jessé Lopes (PL). Na justif**ativa da proposta, ele argumenta que o Certif**ado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) não é mais emitido em meio físico. Antes, era feito em papel especial desenvolvido para evitar falsif**ações, o que tinha um custo expressivo. Hoje em dia, o documento é disponibilizado em formato digital, o CRLV-eletrônico. Assim, segundo Jessé Lopes, não acarreta custos para o Estado.

Uma lei aprovada pela Alesc criou novas regras para correção dos limites entre os municípios catarinenses. A novidade oferece uma solução para pelo menos metade das prefeituras do Estado, que têm dúvidas em relação à localização das divisas com cidades vizinhas. A mudança na legislação foi sugerida pela Comissão de Assuntos Municipais da Assembleia Legislativa, comandada pelo deputado Tiago Zilli (MDB). A lei cria um processo simplif**ado para corrigir limites municipais, beneficiando cerca de metade das prefeituras que têm dúvidas sobre suas divisas territoriais.

Rolando Christian Coelho, 09/12/2025Jorginho endossa nome de Flávio BolsonaroGovernador Jorginho Mello (PL) não perdeu t...
09/12/2025

Rolando Christian Coelho, 09/12/2025

Jorginho endossa nome de Flávio Bolsonaro

Governador Jorginho Mello (PL) não perdeu tempo e saiu em defesa da candidatura do senador fluminense, Flávio Bolsonaro (PL), à Presidência da República. Jorginho ressaltou que seu candidato, preferencialmente, seria o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas que na impossibilidade deste, a direita brasileira estaria bem representada pela candidatura de Flávio. Conforme o governador, Flávio Bolsonaro reúne as prerrogativas necessárias para disputar o Palácio do Planalto e, de acordo com ele, “evitar com que o PT governe o país por mais quatro anos”. Questionado sobre a possibilidade do vereador carioca, Carlos Bolsonaro, disputar o Senado pelo PL do Rio de Janeiro, no lugar de Flávio, ao invés de disputar pelo PL de Santa Catarina, Jorginho tangenciou. No entanto, disse que a vaga de Carlos em sua majoritária, ano que vem está garantida a ele.
Em que pese a diplomacia de Jorginho Mello, a candidatura de Flávio Bolsonaro soou indigesta para o governador, que vinha apostando suas fichas no governador paulista Tarcísio de Freitas (REP). Com Tarcísio encabeçando uma candidatura ao Palácio do Planalto, muito provavelmente o PSD do governador paranaense Ratinho Júnior iria a seu reboque, facilitando a articulação para desmontar a candidatura do prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), ao Governo do Estado. Confirmada a candidatura de Flávio, o cenário que se desenha sugere justamente o contrário, sendo provável que o Centrão banque a candidatura de Ratinho Júnior à Presidência, o que fortalece João Rodrigues em Santa Catarina.
Se de fato Ratinho Júnior disputar o Palácio do Planalto, a federação União Progressista deverá estar com ele, e, do mesmo modo, deverá estar com João Rodrigues no Estado. Mas esta não é uma realidade que acontece apenas em Santa Catarina. Em praticamente todos os Estados brasileiros uma candidatura presidencial de um integrante da família Bolsonaro não é bem aceita pelos partidos do Centrão. A aposta número um é Tarcísio de Freitas, e, depois dele, Ratinho Júnior. Em 2018, no entanto, Jair Bolsonaro conquistou a Presidência praticamente sozinho. Já em 2022, com metade do Centrão trabalhando pela candidatura de Lula da Silva (PT), Bolsonaro perdeu a eleição por uma diferença de apenas 1% dos votos. A lógica sugere que se Flávio Bolsonaro se empenhar, como seu pai se empenhou nos últimos dois pleitos presidenciais, suas chances de êxito são bastante grandes, independentemente de terceiros.

Finais

O senador paranaense Sérgio Moro (União) não está tendo vida fácil dentro da federação União Progressista. Ele quer ser candidato ao governo do Paraná ano que vem, mas o Progressistas, que integra a federação com o União Brasil, já disse que não apoia tal projeto. No Estado, o Progressistas é aliado do governador Ratinho Júnior, e já deliberou em votação interna que apoiará o seu indicado a sua sucessão. Sérgio Moro lidera as pesquisas de intenção de votos e tem a possibilidade de mudar de partido para disputar o governo, que é o que provavelmente irá acontecer. Se ele permanecer filiado ao União Brasil corre o risco de sequer ter seu nome homologado em convenção da federação União Progressista para concorrer a governadoria paranaense.

A esquerda da esquerda catarinense tem levantado uma série de objeções a respeito da possível candidatura do ex-senador Paulo Bauer, ao Governo do Estado, pelo PSB. Líderes de legendas como PCdoB e o Psol têm questionado o passado político de Bauer, sempre ligado a partidos de direita, como também têm feito questão de lembrar que ele votou pelo impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016. O ex-senador ainda não se pronunciou sobre a possibilidade de disputar o governo catarinense com o apoio de partidos como o PT, PCdoB, PV e Psol, mas as especulações neste sentido são cada vez maiores. De todo modo ele já está tendo uma prévia de como deverá ser sua vida pelos próximos meses, caso se decida por tal empreitada.

Rolando Christian Coelho, 08/12/2025Flávio pode tirar Carlos Bolsonaro de SC O anúncio da pré-candidatura do senador flu...
08/12/2025

Rolando Christian Coelho, 08/12/2025

Flávio pode tirar Carlos Bolsonaro de SC

O anúncio da pré-candidatura do senador fluminense Flávio Bolsonaro (PL), à Presidência da República, foi comemorada pelo segmento do PL catarinense que não quer seu irmão, Carlos Bolsonaro, como candidato ao Senado por nosso Estado. Com Flávio não disputando a reeleição ao Senado pelo Rio de Janeiro, a vaga f**a aberta para que Carlos possa encaminhar sua pretensão de ser candidato a senador, em 2026, por seu Estado de origem.
É claro que ainda é muito cedo para que o governador Jorginho Mello (PL) trate deste assunto com a família Bolsonaro. O anúncio da pré-candidatura presidencial de Flávio aconteceu no final de semana que passou e ele sequer se reuniu com a cúpula do PL nacional para discutir o assunto. Apenas recebeu o aval de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), para tal empreitada, e disse que iria tocar o projeto adiante.
Flávio tentará, agora, enfraquecer o Centrão, bloco político que não quer um integrante da família Bolsonaro como candidato ao Palácio do Planalto, e que aposta suas fichas no governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (REP). O Centrão, no entanto, também é composto por parlamentares do PSD e do União Brasil, que nutrem suas expectativas na eleição presidencial, respectivamente, em figuras como o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), e de Goiás, Ronaldo Caiado (União).
O primeiro ato de Flávio Bolsonaro para implodir com este grupo, junto a opinião pública do eleitorado de direita, foi anunciar que não seria candidato à Presidência se o Congresso Nacional anistiasse os condenados pela depredação da Praça dos Três Poderes, em Brasília, em 8 de janeiro de 2023. Ele sabe que o Congresso não irá votar esta pauta pois, inevitavelmente, também passaria a ser discutida a anistia para o núcleo central da chamada trama golpista, o que fortaleceria cada vez mais o bolsonarismo, ainda que tal intento não resultasse vencedor.
A grande questão em relação a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro é saber se ela será a única da direita nacional, ou se haverá um projeto alternativo, como é a propalada possibilidade de Ratinho Júnior disputar a Presidência tendo o governador de Goiás, Romeu Zema (Novo), como seu candidato a vice.
Em relação a Carlos Bolsonaro e ao seu projeto de chegar ao Senado, o bom senso sugere que ele desobstrua a vida do PL catarinense, e em especial do governador Jorginho Mello (PL), e volte para casa, de onde sua residência eleitoral não deveria sair. Se fizer isto, muito provavelmente Jorginho será reeleito no primeiro turno. Se não fizer, muito provavelmente irá perder no segundo turno.

Finais

Independentemente do futuro político de Carlos Bolsonaro, a deputada federal Carol de Toni já começou a comunicar seus correligionários mais próximos que deverá deixar o PL para se filiar ao Novo, em março do ano que vem, objetivando concorrer ao Senado pela sigla. O ingresso de Carol ao Novo foi acertado com o presidente nacional da legenda, Eduardo Ribeiro, na semana passada. Uma das primeiras pessoas a ser comunicada por Carol foi a deputada estadual Ana Campagnolo (PL), com quem ela fez dobradinha na eleição passada, no Oeste do Estado. Mesmo que Carlos não mude seu domicílio eleitoral para Santa Catarina, Carol deverá ir para o Novo, para ter a garantia de que terá uma legenda disponível para viabilizar sua pretensão. Lá na frente, se irá ou não se aliar ao projeto de reeleição do governador Jorginho Mello, isto será uma outra história.

A maioria dos brasileiros acredita que o ex-presidente Jair Bolsonaro está equivocado ao apoiar seu filho, o senador fluminense Flávio Bolsonaro, para disputar a Presidência da República. Pesquisa realizada pelo Data Folha mostra que apenas 8% dos entrevistados concordam com Bolsonaro. Outros 22% acreditam que a melhor escolha seria a ex-primeira dama Michele Bolsonaro (PL), e 20% acreditam que o nome ideal para receber o apoio do ex-presidente seria Tarcísio de Freitas. Até o deputado federal paulista, Eduardo Bolsonaro (PL), que está autoexilado nos EUA, é mais bem cotado que Flávio, com 9% da preferência. O fato é que Flávio Bolsonaro é um político estadual e nunca se preocupou em nacionalizar seu nome. A partir de agora pode ser que ele caia nas graças do eleitor de direita, mas, pelo visto, vai ter que se esforçar para isto.

Rolando Christian Coelho, 05/12/2025Republicanos não terá candidato na região Coordenador regional do Republicanos, Marc...
05/12/2025

Rolando Christian Coelho, 05/12/2025

Republicanos não terá candidato na região

Coordenador regional do Republicanos, Marco Antônio Mota, o Motinha, diz que seu partido não deverá ter candidato em nossa região no ano que vem. Ele próprio vinha sendo cotado para assumir uma candidatura a deputado estadual ou a federal, mas ressalta que a tendência natural é que as lideranças e os militantes do partido sejam liberados para votar nos candidatos a estadual da legenda que melhor lhes convier, e que sejam nutridos esforços para que haja uma concentração de votos na deputada federal Geovânia de Sá, que deixará o PSDB em março, para se filiar ao Republicanos, por onde disputará a reeleição. De acordo com Motinha, o partido está bem estruturado na região, e só não tem diretório formado, ainda, em Jacinto Machado e em Maracajá, onde tratativas neste sentido já estão sendo feitas.
Em setembro os prefeitos de Balneário Gaivota, Kekinha dos Santos, e de Santa Rosa do Sul, Almides da Rosa, deixaram o PSDB e passaram a integrar o Republicanos, o que fortaleceu muito, institucionalmente, o partido aqui no Extremo Sul Catarinense. Por conta desta migração, também é esperada a filiação de vários vereadores oriundos do PSDB de nossa região ao Republicanos, mas isto só deverá acontecer em março de 2028, por força da legislação eleitoral.
Em nível estadual, Motinha ressalta que o Republicanos está totalmente fechado com o projeto de reeleição de Jorginho Mello (PL), e que não deverá ser óbice para que o governador consiga compor sua chapa majoritária da forma que melhor lhe convier. Neste sentido, Motinha diz acreditar que Jorginho Mello disputará um novo mandato com o MDB como seu candidato a vice, e que o vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL) e o senador Esperidião Amin (PP) façam dobradinha para a Senado, nesta mesma aliança. Em relação a deputada federal Carol de Toni (PL), que também almeja ser candidata ao Senado, o Coordenador do Republicanos ressalta que, provavelmente, ela disputará a reeleição, se mantendo aliada a Jorginho. Conforme Motinha, o projeto maior do PL em Santa Catarina é manter o comando do Governo do Estado, e ele diz acreditar que Carol não colocará este objetivo em risco por conta de uma pretensão pessoal.

Finais

Prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), anunciou que renunciará ao seu mandato, para se dedicar a sua pré-campanha como candidato ao Governo do Estado, no dia 23 de março. O anúncio, que foi feito em um encontro de seu partido em São José, também serviu para que o prefeito desse o tom da campanha de 2026. Sem meias palavras, ele teceu duras críticas a gestão do governador Jorginho Mello, o acusando de ser centralizador e pouco afeito a parcerias políticas reais. Nas questões administrativas, ressaltou que o governador comanda um Estado que tem R$ 15 bilhões em caixa, mas que mesmo assim não resolve problemas crônicos, como é o caso dos moradores de rua da própria capital catarinense. Também disse que se a política catarinense terá um verdadeiro candidato de direita concorrendo ao governado estadual em 2026, este candidato será ele. Pelo tom de João Rodrigues já deu para perceber que a campanha do ano que vem em nosso Estado será para lá de pesada.

E justamente com o objetivo de neutralizar João Rodrigues em seu projeto oposicionista, o governador Jorginho Mello começou a abrir as torneiras de sua gestão para os prefeitos do PSD. Um anúncio prévio de uma parceria de R$ 130 milhões com a Prefeitura de Criciúma, comandada por Wagner Rodrigues, que é filiado ao partido, se transformou em R$ 240 milhões. Em Balneário Camboriú, Jorginho anunciou investimentos na ordem de R$ 530 milhões para o Hospital Municipal Ruth Cardoso, que estava em vias de sustar suas atividades por deficiência de infraestrutura. O Hospital é de responsabilidade da prefeita pessedista Juliana Pavan, filha do prefeito do vizinho município de Camboriú, Leonel Pavan, também filiado ao PSD. Já em Florianópolis, o prefeito Topázio Neto, igualmente filiado ao PSD, para mais dentro do gabinete de Jorginho Mello do que da prefeitura que comanda. João Rodrigues vai precisar ser muito hábil para segurar sua turma.

Rolando Christian Coelho, 04/12/2025João Rodrigues já não acha mais MDB ruim Pouco mais de um mês depois de ter dito que...
04/12/2025

Rolando Christian Coelho, 04/12/2025

João Rodrigues já não acha mais MDB ruim

Pouco mais de um mês depois de ter dito que não aceitaria, em hipótese alguma, o MDB em sua chapa majoritária, o prefeito de Chapecó, João Rodrigues, que é pré-candidato ao Governo do Estado pelo PSD, voltou atrás e fez afagos ao partido. Naquela ocasião, ressentido pelo fato do governador Jorginho Mello (PL) ter dito que o MDB concorreria como seu vice, o prefeito chapecoense desdenhou o partido, ressaltando que, de sua parte, não coligaria com uma legenda que estava se encaminhando para concorrer como vice do presidente Lula da Silva (PT), em seu projeto de reeleição, no ano que vem.
Na semana passada, no entanto, Jorginho Mello mudou seu discurso e disse que seu vice poderia vir do MDB ou do PSD, o que descontentou demasiadamente os emedebistas. Foi o que bastou para que João Rodrigues mudasse o discurso, buscando estreitar relações com os deputados do partido, com quem promoveu encontro e demorada conversa.
Mas não foi só João Rodrigues que buscou a aproximação. Os parlamentares do MDB também foram ao encontro dele, já que passaram a não sentir mais segurança naquilo que Jorginho Mello havia sentenciado anteriormente a respeito do partido. De um lado, João Rodrigues engoliu o que tinha dito a respeito do MDB por sentir que o partido poderá vir a ser seu aliado. Por outro lado, o MDB voltou a conversar com João Rodrigues para pressionar o governador Jorginho Mello a assegurar a vaga de vice em sua chapa para o partido. Na verdade, tudo não passa de uma grande ética de ocasião. Se o MDB coligar com João Rodrigues, ele já não vai achar o presidente Lula tão ruim assim, independentemente de o partido manifestar apoio ao seu projeto de reeleição. Já o MDB, tão logo receba novamente o aceno de Jorginho para ser seu vice, deixará de imediato de conversar com João Rodrigues. Simples como dois e dois são quatro. E depois os políticos não querem que a população tenha sérias ressalvas contra sua classe.

Finais

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina definiu ontem a lista tríplice do Quinto Constitucional da OAB-SC. Os advogados Willian Quadros, Marcio Vicari e Giane Bello foram os três mais votados e agora disputam a indicação do governador Jorginho Mello (PL) para assumir uma vaga de desembargador no TJ-SC. Willian Quadros recebeu 65 votos, enquanto Marcio Vicari e Giane Bello obtiveram 59 votos cada um. O trio avança para a etapa final do processo, passando a integrar oficialmente a lista tríplice. Mesmo não integrando o grupo final, o advogado Mauri Nascimento, profissional reconhecido e atuante na nossa região, teve um desempenho expressivo e ficou em quarto lugar, com 44 votos. A votação mostrou a relevância de Mauri no cenário jurídico catarinense e o prestígio alcançado junto aos desembargadores, superando nomes tradicionais da advocacia estadual. Os demais candidatos e suas votações foram Giovani de Lima, com 19 votos, e Ivan Naatz, com 15 votos.

A sessão desta semana da Câmara Municipal de Vereadores de Maracajá ficou marcada pela mobilização popular. O tema central foi a apresentação de um projeto do Executivo que prevê a desapropriação de um imóvel, com valor estimado de R$ 8 milhões, para a alocação da nova sede da prefeitura. Conforme o texto, o Executivo Municipal pagaria o imóvel com uma entrada de R$ 1 milhão e o restante seria quitado em 30 parcelas de R$ 255 mil. De acordo com o vereador oposicionista Wellinton Farias (União), o imóvel f**a em frente à casa do atual prefeito, foi utilizado como comitê de campanha dele e pertence ao irmão do presidente da Câmara, o que deixa o negócio bastante suspeito. Entre as justif**ativas apresentadas pelo Executivo está o fato de várias secretarias, departamentos e setores da administração funcionarem de forma separada, em espaços comerciais, o que estaria gerando altos custos com alugueis. A tendência é que o projeto de compra não seja aprovado pelo legislativo.

Rolando Christian Coelho, 03/12/2025Três anos se passaram e nada de Seif ser cassado Já se passaram três anos desde que ...
03/12/2025

Rolando Christian Coelho, 03/12/2025

Três anos se passaram e nada de Seif ser cassado

Já se passaram três anos desde que o PSD catarinense pediu a cassação do mandato do senador Jorge Seif (PL), por abuso de poder econômico, na eleição de 2022, mas até agora nada do Tribunal Superior Eleitoral pautar a votação do processo que poderá desalojá-lo de sua cadeira na Câmara Alta, e conduzir a ela um senador verdadeiramente catarinense. Neste ano não há nenhuma chance de que o processo vá a julgamento, e o PSD teme que, por conta da eleição de 2026, temas delicados como este também não sejam pautados pelo TSE.
O fato é que, independentemente do desejo do PSD, a falta de julgamento do caso de Seif é uma gigantesca contradição protagonizada pela Justiça Eleitoral, sempre aparentemente disposta a se voltar contra qualquer tipo de corrupção ligada às eleições. Vale lembrar que as acusações contra o senador são bastante pesadas e as provas robustas. Todo mundo se lembra dele andando e voando a tiracolo com o empresário Luciano Hang, dono das Lojas Havan, durante sua campanha eleitoral, promovendo uma verdadeira disparidade econômica em relação aos outros candidatos ao Senado, o que é vedado pela legislação eleitoral. Diga-se de passagem, que a simples manifestação de apoio de Luciano Hang a dois candidatos a prefeito, no ano passado, um em Santa Catarina, e outro no Rio Grande do Sul, acabaram cassando os eleitos. No caso de Jorge Seif o envolvimento do empresário foi muito maior, o que incluiu até mesmo a utilização de aeronaves particulares para o deslocamento do então candidato pelo Estado.
De acordo com a legislação, em caso de cassação de um senador por abuso de poder econômico, seus suplentes também são cassados, e, por conta disto, é necessário a realização de uma eleição suplementar para preencher a vaga deixada em aberto. Se o julgamento acontecer no primeiro semestre do ano que vem, e a cassação for confirmada, ainda é possível que a eleição suplementar seja realizada juntamente com a eleição regular de 2026. Do contrário, Santa Catarina precisaria realizar uma eleição avulsa, o que é algo totalmente desnecessário e dispendioso.
Em que pese a legislação, a ação do PSD solicita que o ex-governador Raimundo Colombo, que é filiado ao partido, e que ficou na segunda colocação na disputa pelo Senado em 2022, seja conduzido a vaga de Jorge Seif, caso este seja cassado, e que ali permaneça até o final do mandato, em 2030, sem que haja nova eleição. O PSD defende uma tese bem simples: Se Jorge Seif não tivesse se utilizado de uma estrutura empresarial gigantesca, como é a de Luciano Hang, o eleito teria sido Colombo.

Finais

Empresário Eduardo Ribeiro, que é catarinense de Capinzal, e presidente Nacional do Novo, formalizou convite para que a deputada federal Carol de Toni (PL) se filie ao seu partido para concorrer ao Senado Federal ano que vem. De acordo com ele, Carol seria a única candidata do partido ao Senado, o que aumentaria substancialmente as suas chances de eleição, pois passaria a ser diretamente, também, a segunda opção de voto de todos os eleitores de direita no Estado. Em nível federal o Novo está muito próximo do PSD, e almeja emplacar o governador mineiro Romeu Zema como candidato a vice do governador paranaense, Ratinho Júnior (PSD), na eleição presidencial do ano que vem. Se isto acontecer, o Novo estaria no palanque do prefeito de Chapecó, João Rodrigues, que será candidato ao governo catarinense pelo PSD. Com Carol no Novo, ela também estaria na oposição.

O projeto original do Novo catarinense, no entanto, é ter candidato próprio ao governo, objetivando fortalecer a legenda em nível estadual. O nome do partido para esta empreitada é o do prefeito de Joinville, Adriano Silva. Caso Adriano concorra ao executivo catarinense e tenha Carol de Toni como sua aliada, o cenário eleitoral f**ará bastante nublado para o governador Jorginho Mello (PL), já que praticamente todos os votos que migrariam para o Novo sairão de seu projeto de reeleição, por uma questão de afinidade ideológica de suas bases eleitorais. A grande verdade é que tudo isto se resolve com Jorginho Mello se livrando da indigesta figura política do vereador Carlos Bolsonaro (PL), cuja insistência em ser candidato ao Senado por Santa Catarina poderá colocar tanto Carol de Toni quanto a federação União Progressista, de Esperidião Amin (PP), na oposição ao projeto de reeleição do governador.

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