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Em meio a um cenário internacional marcado por conflitos e instabilidade, o Papa Leão XIV reagiu às críticas feitas pelo...
14/04/2026

Em meio a um cenário internacional marcado por conflitos e instabilidade, o Papa Leão XIV reagiu às críticas feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reforçando que sua posição pública em defesa da paz não tem caráter político-partidário, mas espiritual. Durante conversa com jornalistas nesta segunda-feira (13), o pontífice destacou que sua mensagem se fundamenta nos ensinamentos do Evangelho e rejeitou a interpretação de que suas falas representem um ataque direto ao governo americano. Segundo ele, o compromisso da Igreja é promover diálogo, reconciliação e evitar conflitos, independentemente de pressões externas.

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O avanço das investigações sobre o Banco Master revela um cenário complexo, em que interesses financeiros, decisões polí...
14/04/2026

O avanço das investigações sobre o Banco Master revela um cenário complexo, em que interesses financeiros, decisões políticas e figuras públicas se entrelaçam de forma preocupante. Dados da Receita Federal apontam que a instituição, comandada pelo empresário Daniel Vorcaro, movimentou bilhões de reais com a comercialização de carteiras de crédito consignado entre 2022 e 2024 — um modelo que, por si só, já levanta debates sobre o endividamento crescente de servidores públicos. Mais do que os números, no entanto, o que chama atenção é a engrenagem por trás desse crescimento: articulações com governos estaduais, mudanças legislativas e o uso estratégico da imagem de figuras conhecidas da mídia.

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O Brasil assiste, mais uma vez, a um enredo conhecido — e preocupante. Quando denúncias de grande alcance começam a ganh...
12/04/2026

O Brasil assiste, mais uma vez, a um enredo conhecido — e preocupante. Quando denúncias de grande alcance começam a ganhar corpo, surgem também movimentos coordenados para frear investigações. No centro dessa nova turbulência está o caso envolvendo o Banco Master, cuja liquidação após intervenção do Banco Central do Brasil revelou indícios de um esquema financeiro bilionário. Ainda assim, a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito enfrenta resistência dentro do próprio Congresso, alimentando a percepção de que forças políticas e setores influentes tentam empurrar o caso para o esquecimento.

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Há algo profundamente preocupante no cenário atual: até veículos que se apresentam como alternativos e progressistas pas...
12/04/2026

Há algo profundamente preocupante no cenário atual: até veículos que se apresentam como alternativos e progressistas passaram a reproduzir, sem o devido questionamento, pesquisas encomendadas pelos mesmos grupos econômicos que historicamente atuam para moldar a opinião pública contra governos populares no Brasil. Não se trata de ingenuidade — é, no mínimo, negligência política. Essas pesquisas não são neutras. São instrumentos. São narrativas travestidas de números, financiadas por interesses que jamais aceitaram a ascensão de projetos que priorizem distribuição de renda, fortalecimento do Estado e soberania nacional.

O padrão é antigo e conhecido. Foi assim na ascensão de governos progressistas, foi assim durante o processo que culminou no impeachment de Dilma Rousseff, foi assim na perseguição judicial que levou Lula à prisão em decisões amplamente questionadas, e foi assim na construção do ambiente que viabilizou a eleição de Jair Bolsonaro. Agora, a engrenagem volta a girar: grandes veículos de imprensa, aliados ao mercado financeiro, produzem e amplificam pesquisas que artificialmente equilibram cenários eleitorais, colocando lado a lado projetos políticos completamente distintos — como se fossem equivalentes. Ao fazer isso, não informam: induzem. Criam uma falsa percepção de disputa acirrada para influenciar comportamento eleitoral, enfraquecer governos em exercício e pavimentar o caminho para alternativas alinhadas ao interesse econômico dominante.

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Quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirma diante de investidores em Miami que “Cuba é a próxima”, ele...
28/03/2026

Quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirma diante de investidores em Miami que “Cuba é a próxima”, ele não está apenas fazendo uma declaração de política externa. Está reafirmando uma lógica histórica que atravessa mais de seis décadas: a de que Washington nunca aceitou, de fato, a existência de uma ilha soberana a poucos quilômetros de suas costas que decidiu seguir um caminho político diferente. O embargo contra Cuba não é apenas uma medida econômica. É, sobretudo, um instrumento de pressão permanente — uma tentativa prolongada de estrangulamento político, econômico e simbólico.

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(Foto: Fernando Frazão)Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) vem aumentando no país, de acordo com a nova...
28/03/2026

(Foto: Fernando Frazão)

Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) vem aumentando no país, de acordo com a nova edição do boletim InfoGripe, divulgado nesta sexta-feira (27) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A causa é o crescimento das hospitalizações por Influenza A, rinovírus e vírus sinciciaal respiratório (VSR).

O levantamento aponta que todos os estados do país apresentam sinal de alta do número de casos de SRAG na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas.

O rinovírus tem impulsionado o aumento dos casos de SRAG em grande parte desses estados, especialmente entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos.

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Mais uma vez, um episódio aparentemente simples escancara um problema profundo da democracia brasileira: o comportamento...
28/03/2026

Mais uma vez, um episódio aparentemente simples escancara um problema profundo da democracia brasileira: o comportamento seletivo da grande mídia. Em vez de cumprir seu papel de questionar o poder e investigar decisões que afetam o país, parte significativa do jornalismo corporativo prefere o silêncio quando o assunto envolve figuras e interesses alinhados ao grande capital ou a setores da direita política. É nesse contexto que ganhou repercussão nas redes sociais o desafio lançado pelo advogado Roberto Bertholdo, que prometeu pagar R$ 20 mil ao jornalista ou estudante de comunicação que fizer uma pergunta direta ao ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto — uma pergunta que, segundo ele, ninguém na chamada “imprensa oficial” teve coragem ou disposição de fazer.

No vídeo publicado nas redes, Bertholdo propõe uma missão simples: encontrar Campos Neto e perguntar por que o Banco Central autorizou a abertura e expansão do Banco Master. A provocação carrega uma crítica direta ao comportamento da imprensa brasileira, que, segundo o advogado, tem ignorado questionamentos fundamentais sobre a atuação da autoridade monetária durante a gestão de Campos Neto. “Aquilo que o jornalismo oficial deveria estar fazendo e não faz, talvez você consiga fazer”, diz ele, ao anunciar o prêmio. A fala expõe um desconforto crescente de parte da sociedade com o que muitos veem como uma cobertura seletiva, que frequentemente evita confrontar certas autoridades ou interesses econômicos

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Os dados mais recentes da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024, divulgada pelo IBGE em parceria com os min...
28/03/2026

Os dados mais recentes da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024, divulgada pelo IBGE em parceria com os ministérios da Saúde e da Educação, acendem um alerta preocupante sobre a realidade das adolescentes brasileiras. Ao ouvir mais de 12,3 milhões de estudantes entre 13 e 17 anos, o estudo mostra que as meninas — cerca de 6,2 milhões nas escolas brasileiras — vivem um cenário de maior sofrimento emocional, insatisfação com o próprio corpo e exposição à violência quando comparadas aos meninos. Mais do que números, o levantamento revela algo ainda mais profundo: a forma negativa como muitas adolescentes estão passando a enxergar a si mesmas.

Os dados mostram uma geração de meninas que convive com sentimentos recorrentes de tristeza, desesperança e desamparo. Quase metade delas (41%) afirmou ter se sentido triste na maioria das vezes ou sempre nos 30 dias anteriores à pesquisa, um índice quase duas vezes e meia maior do que o registrado entre os meninos (16,7%). O quadro se agrava quando se observa que 43,4% das adolescentes relataram ter tido vontade de se machucar de propósito nos últimos 12 meses,

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tentativa de transformar Fábio Luís Lula da Silva em personagem central do escândalo do INSS revela menos sobre o caso i...
28/03/2026

tentativa de transformar Fábio Luís Lula da Silva em personagem central do escândalo do INSS revela menos sobre o caso investigado e muito mais sobre o modo de operação da política brasileira nos últimos anos. Não bastou insistir durante mais de uma década em acusações que jamais se comprovaram; agora, setores da direita e da extrema direita voltam a recorrer ao mesmo expediente: produzir suspeitas, amplificá-las pela máquina de propaganda e repetir o nome “o filho do presidente” como mantra político. O objetivo é claro: criar desgaste permanente contra Lula, mesmo quando a realidade se recusa a sustentar a narrativa. Não por acaso, o relatório da CPMI que sugeria o indiciamento de Fábio Luís — e até sua prisão preventiva — acabou rejeitado pela própria comissão, que encerrou os trabalhos sem aprovar qualquer documento final.

Esse episódio escancara uma prática já conhecida no país: quando faltam provas, sobra espetáculo. O roteiro se repete. Escolhe-se um alvo simbólico, cria-se um escândalo midiático e aposta-se que a repetição da acusação produzirá o efeito desejado na opinião pública. Foi assim em outros momentos recentes da política brasileira e volta a ser assim agora. O detalhe incômodo para os autores desse enredo é que, ao longo de anos de investigações, jamais se conseguiu comprovar qualquer enriquecimento ilícito de Fábio Luís Lula da Silva. Ainda assim, seu nome reaparece sempre que convém a determinados grupos políticos e setores da mídia, que preferem insinuar antes de provar.

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